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LEIA A BÍBLIA

domingo, agosto 31, 2008

DEUS NOS TIRA DO PREJUÍZO

EDIFICAÇÃO
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Um dia Jacó estava muito triste e falou para os seus filhos: José já não existe, Simeão não está aqui, e ides levar a Benjamim! Todas estas coisas me sobrevêm (Gn 42.36). Essas palavras saiam de um coração que havia passado por tantas perdas e decepções que já não acreditava que algo bom pudesse acontecer. Com certeza, Jacó estava cansado de colecionar prejuízos em sua vida. José havia sido tirado de sua companhia de forma trágica, Simeão havia ficado no Egito por exigência de José. E agora ele estava com receio de colecionar mais uma perda, isto é, perder Benjamim. De fato, é complicado quando a vida não oferece muitas vitórias, quando o lucro não faz parte do balanço de nossa caminhada. Só conseguimos ver o tempo passar, os sonhos morrerem, e as esperanças acabam sendo sepultadas. Como esperar algo bom, algo positivo quando só temos experiências amargas?
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A expectativa de Jacó era perder seu terceiro filho. Ou seja, ele não confiava que o amanhã lhe trouxesse vitórias, alegrias, mas apenas perdas... Outra perda. Além disso, a terra estava sofrendo com a fome. O cenário era realmente devastador. A ida ao Egito era inevitável. Entretanto, o que Jacó não sabia era que Deus estava trabalhando a seu favor. E o que Jacó não sabia? Ele não sabia que José, seu filho amado, estava lá. Ele não sabia que Deus estava preparando dias melhores e alegres para ele. Sua visão limitava-se as circunstâncias negativas. Ele não sabia que Deus estava movendo as águas em seu favor.
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É assim também em nossas vidas. É preciso entender que Deus ainda transforma tristezas em alegria. A nossa tristeza atual não continuará indefinidamente. O problema é que não conseguimos enxergar o agir de Deus. Ele está agindo ainda que não possamos ver. Ainda que haja dor, angústia, perdas, prejuízos. Assim como Deus agiu para mudar a sorte de Jacó, restituindo-lhe tudo o que Ele havia perdido, ou seja, seus preciosos filhos, ele também está operando para restituir tudo o que você perdeu. Ele vai recompensar por cada dia que você chorou as perdas de sua vida.
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Deus está trabalhando para que seus propósitos se cumpram e os planos Dele são maravilhosos. Basta crermos que as suas promessas irão preencher cada espaço vazio de nosso coração. Como diz a canção: “o meu Deus nunca falhará, eu sei que chegará minha vez, minha sorte ele mudará diante dos meus olhos”. Que assim seja. Deus é fiel.

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Pr. Francisco Amaral
Por Rilvan Stutz

Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sábado, agosto 30, 2008

QUERO MINHA IGREJA DE VOLTA

OPINIÃO
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Antigamente, as igrejas evangélicas eram lotadas de pessoas que conheciam a Bíblia de capa a capa, que se portavam reverentemente durante o culto e não raro, as pessoas do mundo admiravam os evangélicos por sua fé e esperança, mesmo nos momentos mais difíceis. São inúmeros os testemunhos de pessoas que vieram para Cristo após conviver com um crente genuíno. Este, normalmente descrito como alguém humilde, prestativo e sempre com um versículo bíblico na ponta da língua, para usa-lo quando necessário.
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Os cultos nas igrejas evangélicas paraticavam em maior plano, hinos e os corais um momento muito esperado e profundamente inspiradores, refletindo as doutrinas fundamentais da fé cristã. O ofertório era uma demonstração de zelo e gratidão a Deus o dízimo, um ato alegre de fidelidade ao Senhor. Quando o pastor subia ao púlpito, todos atentamente recebiam a edificação através de uma pregação fundamentada Bíblicamente. A pregação da Palavra de Deus, sempre anunciada por um pastor bem preparado teologicamente. As classes dominicais estavam sempre lotadas de servos sedentos em estudar e debater temas bíblicos. Esta postura fazia parte da Igreja de um certo tempo passado, ela possuia verdadeiros servos fiéis ao Senhor. Estes, eram os "crentes" de antigamente.
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Hoje tudo mudou muito, e como mudou! O culto reverente, virou entretenimento. O momento de "louvor" (momento musical), dirigido por bandas com caros aparelhos de som, as letras dos cânticos só falam em noiva, paixão, e constantes repetições de forte apelo emocional. O dízimo virou "ato profético" e o ofertório barganha com Deus. Não se pede mais nada a Deus,” decretam!”.
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Descaracterizaram a Igreja, sob a desculpa de "quebrar a religiosidade". O "louvor" não pode ser menos de uma hora, mesmo que a pregação se reduza a 15 minutos ou menos. A doutrina é colocada em segundo plano, pois o que importa é dançar. A Bíblia já não é tão importante para a pregação, pois o novo costume é buscar "novas revelações", a Bíblia é colocada em posição de ultrapassada), tornando a hermenêutica e a exegese descartáveis, e consequentemente descartando a boa preparação teológica.
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Já chega, quero minha Igreja de volta! Quero de volta a igreja com com uma conduta real. Os cultos reverentes, o povo sedento por aprender a Palavra de Deus, o sentimento de contrição e submissão diante do Deus Soberano e Criador de todas as coisas. Gostaria muito de voltar ao tempo do passado. O tempo em que culto racionaonal era regra e não exceção! Como seria bom encontrar na Igreja a volta centralidade da Bíblia e não a busca de "revelações dos últimos dias". Bom seria voltar ao tempo em que ser pastor era ser um religioso consagrado e não um empresário eclesiástico. Por todos estes motivos, quero me sentir na Igreja de Cristo! Amém.



Francisco Belvedere
Adaptação
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteria do Rio de Janeiro

sexta-feira, agosto 29, 2008

"OBESIDADE INFANTIL JÁ É O GRANDE PROBLEMA"

CUIDANDO DA SAÚDE
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O número de crianças obesas no Brasil, cresce 240%. O número de crianças obesas no mundo, hoje gira em torno de 155 milhões e irá se expandir de modo dramático até 2010. Segundo as informações obtidas, a proporção de jovens com excesso de peso, irá quase que dobrar em quatro anos. O cálculo é baseado em estudo que comparou estatística apresentadas entre a década de 90 à 2003.
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De acordo com essas contas, cada ano a Europa terá mais de 1,3 milhões de crianças acima do peso, o que totalizará 26 milhões de gordinhos. Na Américado Sul,15%da meninada estará com obesidade. Só no brasil hoje, a cada dez crianças, três tem obesidade e aqui o crescimento do problemas é devastador, isto significa uma geração condenada a ter problemas cardiovasculares e diabetes por exemplo e já é comum crianças de sete anos, obesas, já terem estas doenças. É preciso intervir agora, quanto mais cedo uma pessoa se se torna gorda, menos anos ela vive.
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Se nada for feito, esta será a primeira geração, em que a espectativa de vida será menor do que a de seus pais . Aviso de perigo: se algumas dessas situações ocorrerem com a criança, há risco de ela vir a sofrer de sobrepeso, se ela passa mais de quatro horas em frente à tv ou no computador, se ela engordou muito nos últimos seis meses, se ela toma mais refrigerante do que leite e se alguém já reparou e comentou a forma errada do seu filho se alimentar, (ingerir muito salgadinho) por exemplo. Não adianta o pai pedir ao filho para ele andar de bicicleta se êle próprio fica na frente da tv. Referente aos pais gordinhos, se um dêles for obeso o risco aumenta em 50% do filho vir a ser e aumenta para 66% se o casal for obeso.
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Aviso as mães gestantes, o peso da criança ao nascer faz diferença. Por isso, a mulher grávida deve comer no máximo 300 calorias por dia, além de uma dieta normal. Ganho de peso muito rápido do bebê no primeiro ano de vida, também predispõe à obesidade . Crianças que dormem dez hora e meia por noite, tendem a engordar. Um obeso de 40anos, vive sete a menos a menos do que alguém saudável, no caso de um obeso de 20 anos, sua história de vida ficará 15 anos mais curta. Você pode ser velho aos 25anos ou jovem aos 65anos, só depende de você, vamos refletir à respeito?
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Dr. Moicano
Shvoong
Por Rilvan Stutz

Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

"FICAR" OU PERMANECER?

EDIFICAÇÃO
"Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer
em mim e eu nele, esse dará muito fruto; pois sem mim
vocês não podem fazer coisa alguma”. (João 15:5)
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Quem já não se sentiu atropelado pela mudança de costumes, princípios e paradigmas? O que era parâmetro inegociável de valor absoluto, há poucos anos, virou relativo. "Agora é assim que se faz", porque é "normal" e "aceitável", dizem.
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Vivemos dias caracterizados pela perda da individualidade. Somos "galera", "povão", massa informe, sem vontade e conduzida ao prazer com princípios pagãos, nefastos ao caráter, à moral, à existência, e principalmente à vida espiritual integral e eterna. Neste caudal nefasto surge o sincretismo, mistura e fusão do pagão com o sacro, do temporal com o eterno, onde se tenta substituir, justificar e aceitar fatos e circunstâncias. Come-se "com casca e tudo", e o homem se tornou presa fácil da moda, do consumo, da vaidade, do sexo, da prosperidade, da fé retributiva, que diz: "onde não houver resposta à provisão do que preciso ou pedi ao Pai", configura-se o puro abandono de Deus.
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Nunca o homem teve necessidade de tantas coisas, que na verdade jamais foram ou serão essenciais à sua existência. Muitos declaram precisar de um milagre. Precisa-se de roupa, emprego, carro, saúde, esposa, esposo, viagens, precisa-se do Deus “Bom Bril”, de "mil e uma utilidades". Chegamos ao absurdo de mensurar a fé pelo grau de bens e facilidades que possua um indivíduo.
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Hoje os jovens, tomados pelo verbo “ficar”, perguntam: "Você já ficou?", "Você fica?", "Se não fica, fique, porque ficando será mais autêntico, moderno, atual, livre, suas experiências serão condutoras do equilíbrio e do sucesso prazeroso". Jesus usa o mesmo sentido do verbo declarando: “se permanecer n´Ele haverá frutos”. O “ficar” de nossos jovens e adultos não tem garantia dos frutos, a árvore é outra, a raiz tem seiva amarga e não serve para frutos doces e nutritivos perenes e eternos. Acaba-se com a moral, perde-se a dignidade e a vida espiritual em nome da modernidade. Os meios de comunicação comemoram a vitória da ação sem responsabilidade. Declaram que o homem é livre para “ficar”, mesmo que seja para praticar libertinagem consensual. Disto, todavia, resultam: depressão, enfermidade, doenças, angústia, separação, tristezas, dor, confusão, desequilíbrio, ausência de paz, e pecado.
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O problema é que: querem “ficar” apenas para serem felizes, sem a interdependência que gera o relacionamento contínuo e responsável. Este fenômeno tem a mesma raiz que produz complicados relacionamentos na família, entre amigos, no emprego, na escola e na igreja.
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Falta na verdade coragem para “permanecer” em Cristo como ramo ligado à videira e saber que a grande crise que se abateu sobre o povo de Deus é não se ter compreendido as palavras do Mestre “... sem mim nada podeis fazer”. Pense nisto.
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Ariovaldo Ferraz Arruda
Primeira Igreja Presbiteriana Independente de Londrina - PR
Ministério pão Quente
Por Rilvan Stutz

quinta-feira, agosto 28, 2008

CONSELHO DE UM AMIGO

REFLEXÃO





Todo o dia Deus nos dá um momento em que é possível mudar tudo em nossa vida. O instante mágico é o momento em que um "sim" ou um "não"pode mudar toda a nossa existência, por isso pra você, digo sim! seja bem vindo em Nome de Jesus que Deus te abençoe sempre todos os dia de sua vida.
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Pr. Abinadabe Coelho da Silva


É TEMPO DE MERGULHAR

EDIFICAÇÃO
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Era uma vez um homem muito poderoso, que estava muito doente. Sofria de lepra, numa época em que tal doença não tinha cura. Estava muito triste e a morte rondava-lhe sem piedade. Mas, como pessoa próxima do rei, ele tinha dinheiro e influência para procurar a cura em outras terras, e assim o fez.
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Ouviu dizer que em Israel havia um homem que certamente poderia curá-lo. Sem pensar duas vezes, o doente foi em busca do tal homem. Creu no poder da cura que havia nele e imaginou-o como sendo também um rei, que empenharia-se em curá-lo e que seu tratamento iria requerer cuidados especiais e que, em troca, pagaria ao rei o valor que ele cobrasse. Afinal de contas, alguém com tamanho poder de cura só poderia ser um rei sobre uma grande nação.
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Estamos falando de Naamã, chefe do exército do rei da Síria, que pensou que o rei de Israel poderia curá-lo, e do profeta Eliseu (II Reis 5).
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Esclarecido o mal entendido, Naamã apressou-se em procurar Eliseu e parou na porta de sua casa com toda a sua comitiva. Para surpresa de Naamã, Eliseu mandou, através de um mensageiro, que Naamã mergulhasse sete vezes no Rio Jordão, para ser curado. Apenas isso, e nada mais. Indignado, Naamã somente alcançou a cura porque persuadiram-no a mergulhar como o profeta dissera.
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Não somos muito diferentes de Naamã. A aparência das coisas ainda nos engana e algumas vezes queremos tratamento especial. Foi assim com Jesus (“Bem aventurados os que não viram e creram”). Queremos atenção especial, mas muitas vezes não queremos mergulhar nas águas do Jordão. Mas só alcançaremos a cura e a purificação, seguindo a ordem de mergulhar na água viva, a água da qual beberemos e que jamais nos deixará sentir sede novamente.
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O Salmo 1 diz que o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cujas folhas não caem; e tudo quanto fizer prosperará. Você é como essa árvore plantada, e a sua fonte de água é Jesus. Mergulhe. Aprofunde-se. Conheça a Jesus, porque hoje ainda podemos achá-Lo. Mergulhe em Cristo enquanto ainda há tempo, pois chegará o dia em que teremos sede, mas não será de água, mas sim de ouvir a Palavra do Senhor (Amós 8:11)
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Amado(a), o livro de Apocalipse 1:15 nos revela que a voz de Deus é como o som de muitas águas. Deleite-se nesse manancial e renda-se a Jesus. Ele segurará na sua mão, te conduzirá, e jamais te abandonará.
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Luciene de Oliveira Maria
Primeira Batista de Moça Bonita
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quarta-feira, agosto 27, 2008

A LUTA CONTRA A DEPRESSÃO E A TRISTEZA

CUIDANDO DA SAÚDE
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Fechar os olhos para a realidade e aceitar a ficção que criamos ou que nos é imposta constitui a verdadeira cegueira espiritual. Saber significa ver a realidade, penetrar em sua superfície e aproximar-se da verdade. Liberar-se da cegueira da ilusão implica afastar-se da crença que é oposta à realidade, à verdade. Assim, não pode haver outra fé que não seja em si mesmo; nenhum ídolo haverá de resolver os nossos problemas. A fé no que se ignora significa submissão.
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Por este motivo os tiranos esmeram-se por fabricar ídolos de mentira que os ajudem a submeter as pessoas humildes e simples e tristemente adjetivadas como de boa fé. O autoconhecimento implica o afastamento das ilusões para que se possa chegar a ser consciente e aproximar-se da realidade. A salvação humana encontra-se neste caminho de afastamento da ilusão, e ninguém poderá realizá-la por nós. As ilusões que se avolumam levam às desilusões que muito tem a ver com depressão e a tristeza.Aprender a viver próximo da realidade é uma forma de estar próximo da felicidade.
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A vida se amplia quando nela colocamos muitas atividades, muitas possibilidades de realização. E se algum fracasso sobrevier, coisa que invariavelmente acontece, ele pode transformar-se na base de um futuro acerto. O essencial é procurar estar sempre próximo da realidade. Muitos problemas que enfrentamos são criados por nós mesmos, por nossas imprevisões, por nossas ilusões, por nossa ignorância.
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A felicidade pode estar muito perto de nós e não a vermos por causa da cegueira intelectual que nos impede contemplar a vida, as pessoas e o mundo com outros olhos, novos olhos que reconheçam em seus detalhes os verdadeiros momentos de alegria e felicidade: um amanhecer, uma amizade, um pequeno aprendizado, pois viver é, ou deveria ser para nós, um grande motivo de alegria e felicidade. Assim, a fé no futuro deveria significar a fé em nós mesmos pelo que formos capazes de fazer por nossas vidas.

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Especial Dr. Nagib Anderaos Neto
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteria do Rio de Janeiro

terça-feira, agosto 26, 2008

A CRUZ ESTÁ VAZIA

EDIFICAÇÃO
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Em que você pensa quando ouve ou lê a palavra cruz? A maioria das pessoas pensa exatamente numa cruz e, via de regra, associamos a cruz a Jesus. Mas, eis a questão: a cruz está vazia ou Jesus ainda está nela?
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Muitos crentes vêem Jesus como o Filho de Deus em forma de um homem natural, que venceu a morte porque Nele não foi achado pecado, mas guardam-No com a imagem do corpo moído, ferido e ensangüentado, seminu, com uma coroa de espinhos e crucificado. Amados irmãos, observe que no Velho Testamento não existe a palavra “cruz”. Nem sequer o profeta Isaías, que foi o profeta que mais se reportou à vinda de Jesus Cristo, mencionou esse adjetivo.
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Sem dúvida, a cruz pode ser vista como um símbolo da nova aliança de Deus com a raça humana, por isso a menção no Novo Testamento: os judeus, amados do Pai e povo escolhido de Deus, e os gentios, também amados do Pai, que somos nós, reconciliados e unidos como um só povo pela cruz de Cristo (Efésios 2:16). Mas o sacrifício de Jesus, que está em nossa memória e que celebramos com alegria através da participação na Santa Ceia, é passado. Sim, é passado. Já aconteceu, já foi consumado. O sacrifício já aconteceu e Cristo morreu pelos nossos pecados, para que tenhamos vida e vida com abundância.
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Não é necessário Cristo ser crucificado novamente para perdoar-lhe mais uma vez e, no entanto, não raro vemos irmãos, arrependidos de seus pecados, mas que ainda sentem-se indignos de congregar por causa de seus erros. E eu pergunto a esses irmãos: quantas vezes Jesus teria que ser crucificado para que seus pecados fossem perdoados? Amados, não subestimem o sacrifício da cruz. Não olhe para Jesus como se fosse um pobre coitado, mas sim, olhe-O como o Leão da Tribo de Judá. O Rei dos Reis. O Senhor dos Senhores.
E, dessa forma, arrependido de seus pecados, volte-se para Jesus e tome posse do perdão do Pai, quantas vezes forem necessárias.
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Mas graças a Deus que, tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues. E, libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça” (Romanos 6:17-18).
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Luciene de Oliveira Maria
Primeira Igreja Batista de Moça Bonita
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio

CIÊNCIA É VIDA

CUIDANDO DA SAÚDE
OPINIÃO
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Desde a Antiguidade Oriental, povos egípcios já desenvolviam conhecimentos científicos, tais como a mumificação, o uso de plantas medicinais, a acupuntura, entre outros. Muitas doenças que aos nossos antepassados eram incuráveis, hoje nos são perfeitamente normais e tratadas de maneiras bem simples. Sim, muitas vidas vêm sendo salvas ao longo desse período, portando seria um tanto errôneo argumentar sobre os males que a ciência nos causa.
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Afinal, o que seríamos sem a ciência? Quanto tempo viveríamos? Ora, se tivéssemos uma gripe nesse exato instante, tomaríamos alguns analgésicos e esperaríamos por uma melhora. Porém, caso ficássemos resfriados há alguns séculos, certamente estaríamos todos alarmados aguardando nossa morte. Não, não é uma hipérbole. Os métodos eram tão arcaicos que, por exemplo, quando havia duas pessoas adoentadas no mesmo local, elas eram isoladas dos outros e tratadas com o mesmo medicamento, sendo que, na maioria das vezes, só uma delas realmente sofria daquela enfermidade a qual o medicamento tentava combater.
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Hoje, a ciência nos permite um diagnóstico preciso do paciente, sem termos de "adivinhar" o que se passa. A expectativa de vida desses povos era de 30 anos. Hoje, é de quase 80. Se agora possuímos tudo - ou quase tudo - que necessitamos para viver em perfeita harmonia, por que, então, não aproveitamos? Porque, é claro, existem leis as quais não permitem que a ciência seja utilizada de maneira indiscriminada, pois estamos nos referindo a vidas. No caso da pesquisa com células embrionárias, seria correto dizer que os embriões, meros ovócitos fecundados e congelados, já são seres humanos? Terão eles as mesmas sensações que podemos ter a partir do momento o qual nascemos? Óbvio que não, mas órgãos jurídicos, valendo-se de seus valores religiosos, insistem nessa idéia, dando, mais uma vez, vitória ao atraso.
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Os embriões, depois de certo tempo, tornam-se inutilizáveis e, em vez de serem descartados, poderiam, nesse exato instante, estar salvando a vida de alguém. A ciência é, sim, um bem necessário. Fazê-la "travar" por aspectos que nem ao menos têm um fundamento real é fazer o contrário do que devemos. Se os povos antigos também fossem tão escrupulosos, talvez ainda estivessem esfregando pauzinhos para fazer fogo. É fato que a ciência salva vidas, assim como também nos diferencia de nossos antepassados. Portanto, devemos dar sempre um passo a frente para que as próximas gerações desfrutem - e aprimorem - nossa metodologia.
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Amanda Blaskoski
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio

segunda-feira, agosto 25, 2008

CELEBRAÇÃO DA DISCIPLINA

EDIFICAÇÃO
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Romper com a superficialidade da vida moderna é uma proposta que ensina através de disciplinas centrais para o cristianismo viver uma vida plena. Livrar o homem do autoflagelo: egoísmo e vaidades e da opressão externa: imposição e medo.
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Através de uma vida de meditação, principalmente sobre a palavra de Deus que nos permita enxergar com clareza o rumo que estamos dando a nossas vidas e nos orientarmos corretamente segundo nossos valores e segundo a direção de Deus. Sensibilizados por essa meditação somos levados a uma vida de oração onde reconhecemos nossas falhas e permitimos que Deus nos conduza a um caminho de transformação e perfeição. O jejum é um recurso concomitante a oração que nos leva a uma entrega total a Deus, desde que o jejum tenha o objetivo de cultuar a Deus e não buscar somente benefícios próprios.
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O fator que por vezes impede o desenvolvimento pleno das disciplinas anteriores é a falta de estudo. Estudo é a disciplina que nos permite consolidar as experiências anteriores nos levando a uma transformação total que nos leva a substituir hábitos degenerativos por hábitos vivificadores. O estudo é diferente da meditação. A meditação tem enfoque devocional (saboreia o conteúdo) diferente do estudo que é analítico e busca explicar o objeto analisado. Não devemos apenas estudar muito, todavia agregar experiência naquilo que lemos e observamos lembrando que o objetivo maior da disciplina do estudo é a transformação interior do homem e não a simples pureza doutrinária.
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As 04 (quatro) primeiras disciplinas são intituladas por disciplinas interiores por terem um caráter mais intrapessoal, todavia existem as disciplinas exteriores, que versam sobre a vida interpessoal. A 1ª (primeira) disciplina é a da simplicidade. O autor de forma primorosa nos convida a viver uma vida de liberdade e não de servidão. Utiliza diversos textos bíblicos para nos mostrar que devemos estar livres das ansiedades da vida e buscar em primeiro lugar o Reino de Deus e sua justiça e crer que as demais coisas nos serão acrescentadas. Nos exorta que viver fora da simplicidade é viver em servidão, pois não conseguimos tomar decisões racionais e sadias em todo momento, porque por pressão e medo consciente ou inconsciente somos levados a tomar decisões para agradar os outros com receio do que pensem de nós ou para sustentar determinado status.
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O mais desafiador nesta disciplina é o convite que o autor nos faz para desacumular. Em plena ascensão e incentivo ao consumo exarcebado somos desafiados a adquirirmos somente o necessário e o que temos em excesso compartilhar com os que nada possuem. A disciplina da solitute nos ensina a ouvir a voz de Deus e permite-nos a estarmos verdadeiramente presentes com as pessoas quando estamos com elas. Mostra –nos que é melhor nada falarmos do que pronunciar palavras frívolas.
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A submissão é uma das disciplinas mais negligenciadas nos dias atuais. O homem em busca de sua auto-realização quando não passa por cima dos outros comete a negligência da indiferença. Jesus nos ensinou que aquele que quiser ser o maior este que seja o servo de todos. Servir exige sujeição a autoridade e a bíblia nos exorta a considerar a todos maiores do que nós. Mesmo Davi tendo sido ungido rei e por diversas vezes tido a oportunidade de matar seu grande inimigo o rei Saul ele disse que jamais se levantaria contra uma liderança que tinha sido instituída por Deus, mesmo este rei que estava em desobediência a Deus.
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Por essa atitude Davi foi honrado sobremaneira. Precisamos valorizar e amar nosso próximo e servi-lo como criatura feita à imagem e semelhança de Deus.A última disciplina exterior é o serviço que conjuntamente com a submissão nos permite além de estarmos em integridade com nosso próximo nos leva a sermos um canal de bênção para eles.
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Acopladas as disciplinas interiores e exteriores temos as disciplinas associadas que são: A confissão,a adoração,a orientação ea celebração. A confissão de nossas falhas e fraquezas nos libera para uma vida de cânticos e adoração a Deus. A adoração nos prepara para uma vida de orientação a outras pessoas e, por fim o rol destas disciplinas exercido produz o que o autor chama de celebração e eu complemento dizendo que é a celebração da vida da esperança e do amor. Sejamos perseverantes na pratica destes princípios.
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Fonte Shvoong
Adaptação: Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

A SOLIDÃO

INTERNET E TECNOLOGIA
OPINIÃO
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A solidão é um dos maus do século XXI. A internet, as novas tecnologias facilitaram a comunicação entre os seres humanos, mas contribuíram para o distanciamento afetivo. O abraço, o toque ficou num mundo distante. Esse é o tipo de solidão voluntária.
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O indivíduo escolhe se excluir da companhia de seus amigos reais, do meio em que vive e se fechar dentro de um local e ficar em frente a uma máquina e, assim, cultivar esse tipo relacionamento que, posteriormente, será maléfico a sua convivência em sociedade. Existe ainda o tipo de solidão em que a pessoa não escolhe viver isolada, mas sente-se abandonada pelos seus amigos, parentes e irmãos.
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A solidão pode ser boa quando precisamos ficar uns tempos sozinhos para refletir acerca de algum problema, para meditar, orar, se chegar mais a Deus. Mas, se o motivo do isolamento é a fuga de algum dificuldade, o caso é mais complicado. Deus não criou o homem para viver isolado. Ele disse: “não é bom que o homem esteja só” (Gn 2.18). E quem se atreve a desmenti-lo?
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Ninguém opta por viver sozinho. Vai contra a natureza humana. A exclusão é uma opção para aqueles que possuem algum problema de relacionamento mais profundo. Por exemplo: jovens que se sentem oprimidos pelos seus pais, por não poderem fazer tudo o que desejam, por terem limites e regras dentro de casa para seguirem e não aceitá-las. Neste caso, a solidão foi escolhida por não gerar plena satisfação, alegria ou bem estar.
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Outro exemplo é o caso em que a pessoa sofre uma decepção amorosa. Após a dor da perda, a pessoa pode se afastar do todos. Isso ocorre porque sofremos pela perda da pessoa amada e de tudo aquilo de bom que vivenciamos com ela. Este é um momento de muita dor e é necessário permitir-se viver esta dor.
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Deus tem uma resposta para a solidão humana. Ele sabe que precisamos de um grupo social, de companhia, de nos sentirmos aceitos, satisfeitos com a vida e com Ele. Ele quer enxugar as nossas lágrimas e nos ouve, pura e simplesmente, sem dar palpites. Ele é Emanuel, é Deus conosco. E Deus de misericórdia e de compaixão.
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Se, por algum motivo, você se sente infeliz, solitário, abandonado, não desista de conquistar dias melhores. Em Lucas 18: 1-8, relata a história de uma mulher viúva que todo o dia ia importunar um juiz iníquo, mal e perverso, mas de tanto insistir ele atendeu ao pedido da Senhora. E, se você não desistir de buscar a Deus para ter relacionamentos saudáveis com certeza Ele te atenderá depressa, pois ao contrário do juiz em questão, ele é bom e foram dele as palavras: “não é bom que o homem esteja só”. Vá em frente, dias melhores virão e a solidão será apenas uma lembrança do passado.
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Fonte Shvoong
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

domingo, agosto 24, 2008

ADEUS, SUPER-HERÓI

EDIFICAÇÃO
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"TEMENDO, POIS, ELIAS, LEVANTOU-SE, PARA SALVAR SUA VIDA(...)"
I Rs I9.3.
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O verso três deste capítulo dezenove do primeiro livro dos reis tem um fato surpreendente. Imagino qual seria a reação de Superman se alguém o flagasse ainda com as roupas de Clark Kente. Será que alguém suspeitaria que o "fraco" repórter esra de fato, o homem mais forte do universo? Elias, após matar 850 profetas de baal e de Aser, parece ter abandonado seu "super-herói" para um homem "sujeito as mesmas paixões que nós" (Tg 5.17). Supermen deu lugar a um homem simples, cheio de temores e ansiedades. Eu aprendi uma lição com isso. Haverá momentos na vida que, por intermédio do Espírito Santo, nossa fé será levada as alturas. Entretanto, haverá momentos de dúvidas e de preocupações; esses tempos são necessários, pois é impossível haver fé quando não existe espaço para a dúvida!
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Se você está nesse tempo de questionamentos e dúvidas, não abandone suas convicções, será será nesses instantes que o Senhor te concederá oportunidades para viver com fé sobrenatuiral e que te conduzirá a santos resultados! Deus te abençoe!
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Pr. Sérgio Fernandes
Igreja Batista de Moça Bonita
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro


sexta-feira, agosto 22, 2008

DISTÚRBIO EMOCIONAL E INCERTEZAS EM NOSSO MUNDO

OPINIÃO

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O homem moderno parece realmente convencido de ser o dono do seu destino. Hoje há um novo modo de se pôr e viver o problema da salvação. Ao homem de hoje oferece-se uma nova esperança terrena. A visão do homem passa de teocêntrica a geocêntrica e antropológica. Isto é, enquanto o homem bíblico e do passado via Deus como o Senhor, o homem moderno sente-se ele como senhor do mundo, como a medida de todas as coisas.
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Operou-se um radical deslocamento de interesses, uma autêntica revolução copernicana no universo espiritual do homem. Não se considera mais um peregrino que percorre apressadamente o vale de lágrimas deste mundo, todo voltado para a terra prometida da eternidade. Torna-se cada vez mais sedentário; substituiu a tenda movediça pela sólida casa de pedra. As únicas fronteiras que conhece são as terrestres e temporais. Uma esperança humana e terrena tomou o lugar da esperança teologal, da esperança em Deus.
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Uma nova missão e uma nova acção dão um sentido novo à sua vida: o da conquista gradual e irreversível do mundo. A fidelidade à terra e a preocupação com a construção da cidade terrena ultrapassaram as esperanças e preocupações do mais além. O homem moderno não espera nada mais para além desta vida. Uma nova confiança no homem é a base desta luta gigantesca. O homem não espera mais a salvação de fora, mas constrói-a com as suas próprias mãos.
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Mas talvez o homem esteja percebendo que foi apressado demais ao proclamar a sua completa autonomia e ao pregar a morte de Deus, considerando-O supérfluo (alguém que está a mais neste mundo). A embriaguez do progresso tornou-o, por pouco tempo, cego diante dos permanentes desequilíbrios que existem no mundo e dos novos fenómenos, que, por sua própria novidade, preocupam. O mundo apresenta-se ainda cheio de problemas não resolvidos. Solucionados alguns, permanecem outros cuja solução parece distante ou mesmo impossível, enquanto surgem sempre novos problemas, criados pelo próprio progresso, pela ciência e pela técnica.
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Aliás, a ciência e a actividade técnica, embora buscando a salvação do homem, são apenas um dos modos de se dispor a ela, ou melhor, apresentam somente o aspecto mais primitivo, mais rudimentar e superficial da solução dos problemas humanos; restam outros problemas sobre os quais a técnica e a ciência positiva nada ou pouco têm a dizer. Além disso, o homem percebeu à própria custa, infelizmente, que o progresso técnico é fundamentalmente ambíguo, isto é, aberto tanto ao bem como ao mal, à salvação como à perdição do homem.
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A dura experiência de duas guerras mundiais, os campos de concentração, as terríveis devastações da primeira bomba atómica, o desequilíbrio produzido na ecologia, a poluição atmosférica, a ameaça da guerra química , os focos de guerra civil nos países recentemente independentes, a onda de xenofobismo e de racismo que renasce na velha Europa, o flagelo da droga que destrói a vida de milhares de jovens, o problema da fome e da miséria nos países do Terceiro Mundo, o desemprego gerado pela máquina que substitui com vantagem um grande número de operários, as obscuras e apocalípticas visões dos futurólogos... tudo isto propõe novamente ao homem o problema de uma "salvação" de dimensões mais vastas e profundas.
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Tudo isto revela ao homem que a salvação e o futuro não depende apenas dele, do progresso da ciência e da técnica, mas que a salvação é também e acima de tudo... dom de Deus. Tudo isto revela que não haverá progresso autêntico enquanto o homem viver de costas voltadas para Deus. Tudo isto mostra que não haverá progresso verdadeiro enquanto o homem quiser
construir a cidade sem Deus...
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Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro.


quinta-feira, agosto 21, 2008

RESSURREIÇÃO: 3º. DIA

EDIFICAÇÃO
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“COMO ENTENDER O “ TERCEIRO DIA” EM QUE JESUS RESSUSCITOU?”
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O amável consulente enviou-me um enorme capítulo em que se discute detalhadamente, e se constesta, a interpretação clássica do terceiro como terceiro dia mesmo. Lamento que modernamente essa questão tome tempo de irmãos, quando quando há importantes aspctos da verdade cristã que estão sendo, não só ignorados por muitos, mas enxovalhados por modernos intérpretes movidos por diferente formas de cobiça pessoal.
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Nos quatro volumes das Institutas de Calvino, que teve o previlegio de traduzir, na estupenda Enciclopédia Bíblica editada por James Orr e na obra clássica sobre os tempos e a vida de Jesus Cristo, de autoria de Edersheim (The Life and Times of Jesus the Messiah), não encontrei nada que se refira à preocupação de que estqamos falando. ( Não afirmo que não há; digo não encontrei..) Encontrei algo no exelente comentário de Mateus de Broadus. Vou tentar sintetizar o que ele diz.
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Sobre Mateus 16.21, ele diz: “ Ao terceiro dia, assim também em Lucas; o ‘depois de três dias’ de Marcos, é equivalente; veja-se sobre 27.62. Esta predição de ressurgir ao terceiro dia tinha sido dada obscuramente [por Jesus Cristo] aos seus inimigos (Jo 2.19; Mt 12.40); e é agora dada distintamente aos discípulos, e repetida subseqüentemente em duas ocasiões (17.23) também Mc [9.31]; 20.19)”.
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Comentando Mateus 27.62, Broadus afirma que “o único meio natural de entender ‘depois de três dias’ dita por um judeu” (da Palestina ou de fora) é “contar tanto o primeiro como o último dia, de modo que signifique qualquer tempo no terceiro dia”. Esse entendimento do modo de pensar dos judeus é suavemente importante. Broadus acrescenta: “A frase ‘no terceiro dia’ é empregada em sete declarações independentes acerca da ressurreição de nosso Senhor” e cita (I) Mt 16.21 (e Lc 9.22); (2) 17.23 (e Mc 9.3, “texto comum”); (3) 20.19 (e Lc 18.33); (4) Lc 24.7; (5) Lc 24.21; (6) Lc 24.46; (7) 1 Co 15.4.
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Broadus explica o “aparente conflito” entre “ao terceiro dia” e “depois de três dias”. Ele estabelece que, primeiro, “o terceiro dia “ não pode significar após 72 horas, ao passo que a frase “três dias e três noites ‘pode ser entendida como significando três onahs ou períodos de noite-dia, de vinte quatro horas, sendo contada uma parte de tal período, de acordo com o Talmude como um onah inteiro”.
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Comentando Mt 12.40, Broadus, apud Lightfoot, cita o Talmude de Jerusalém [Interpretação rabínica da Torá], que registra estas palavras de dois rabinos: “Um dia e uma noite fazem um Onah, e uma parte de um Onah é como um todo”.
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Concluindo sua exposição de Mt 27.62, Broadus conclui: “Não há, pois, razão sólida, para afirmar que nosso Senhor permaneceu no sepulcro setenta e duas horas. E as narrativas mostram que ele esteve de fato uma pequena parte de um dia, todo o dia segundo, e menos da metade do terceiro”.
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Rev. Odayr Olivetti
Escritor, Tradutor. Professor de Teologia Sistemática
Seminário Presbiteriano de Campinas.
Igreja Prebiteriana do Brasil
Por Rilvan Stutz

quarta-feira, agosto 20, 2008

ESTATUTO DO IDOSO E OS PLANOS DE SAÚDE

DIREITOS HUMANOS
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O presente tema não é de simples análise, haja vista envolver diversos interesses, sobremaneira pelo interesse econômico das empresas e por outro lado o interesse social, representado pela necessidade de se prestar uma assistência efetiva aos idosos. E a grande questão é: como oferecer um produto, no caso, o plano de saúde, capaz de gerar lucros às empresas e ao mesmo tempo atingir a finalidade de garantir à população o efetivo benefício.
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A Lei é um produto genuinamente humano, ou seja, ela é feita por seres humanos, voltada a atender uma necessidade igualmente humana e que tem por objetivo maior regular a vida social. Ou seja, a lei é feita para servir ao ser humano e deve seguir as necessidades que aparecem à civilização, e não o contrário, como muitas vezes parece ficar demonstrado, onde a vida humana parece ser obrigada a se adaptar a uma lei anacrônica e despregada das reais necessidades humanas.
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Parece estar claro que o novo Estatuto do Idoso vem exatamente nesse sentido, ou seja, busca regular uma necessidade de se criar mecanismos para a proteção de uma parcela da população que dá sinais de debilidade, principalmente física, e que acabou, em alguns casos, sendo abandonada, mesmo depois de muitos préstimos prestados. Aliás, foi basicamente nesse mesmo ideal de proteção a uma parcela da população que apresenta menos discernimento que veio o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em 1.990.
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E para os idosos, um dos maiores clamores refere-se exatamente à saúde. E novamente devemos buscar na Constituição Federal que regulamentam essa questão. Nos art. 196/200 da Constituição Federal o constituinte mostrou a grande importância dessa questão, pois dividiu com a sociedade civil a responsabilidade da execução de atividades ligadas à saúde, permitindo a exploração às entidades privadas e não relegou apenas ao Estado esse papel. E abrindo a possibilidade aos grupos privados, surgiria a necessidade da regulamentação, o que acontece atualmente com a Lei 9.656/98. Ocorre que essas empresas, e não poderia ser diferente, trabalham visando o lucro, entrando em choque algumas vezes com o interesse social.
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Mas na legislação nacional encontramos o Código de Defesa do Consumidor que vem exatamente regulamentar a prestação de serviços e lá está descrito alguns dos mecanismos de defesa que a população possui quando se sente violada em seus direitos. Outra questão de grande importância, os planos de saúde são classificados como interesses individuais homogêneos e, diante da grande relevância social, cabe a toda sociedade civil zelar por sua efetiva prestação e, em especial, ao Ministério Público, observar os preceitos constitucionais e legais para que a população não sofra ataques naquilo que já conquistou.
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Esse dispositivo, bem como outros tantos de proteção a grupos sociais, não seriam necessários se a Constituição fosse observada e respeitada. Ou mais ainda, se existisse no meio da sociedade princípios de respeito ao semelhante e a valorização da dignidade humana, não se faria necessário esse tipo de lei. Enquanto ainda existam pessoas desrespeitando outras, far-se-ão necessárias leis nesse sentido, que visam regulamentar a vida social. Agora estamos diante dessa realidade e precisamos refletir sobre o que estamos fazendo com aqueles que construíram nossa sociedade.

Giuliano D’Ambozo
SHVOONG
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio

segunda-feira, agosto 18, 2008

SAÚDE EM PLENA HARMONIA

CUIDANDO DA SAÚDE
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Levei algum tempo para descobrir que a “ fome” da alma é mais importante que a fome do corpo físico. A primeira é difícil de ser detectada, enquanto que na segunda somos exigidos pelo menos três vezes ao dia. Fica fácil identificarmos que nosso corpo físico precisa de alimento, de energia para poder continuar vivendo. Basta comer e tudo está resolvido.
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A fome da alma de nossos outros corpos, etérico, emocional, mental e astral que acompanham o corpo físico só descobrimos as suas necessidades, depois de muito penarmos. Ficamos doentes, estressados, depressivos e dificilmente nos damos conta de que tudo não passa de um desequilíbrio entre o que gostaríamos de ser e o que realmente somos.
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O alimento dos corpos não físicos é exclusivamente energia e ela nasce em nosso cérebro, em nossos padrões acumulados nesta e em outras existências.
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Os ciclos emocionais e os padrões de hábitos são difíceis de serem quebrados. Nossa confusão mental dificulta a identificação entre o que é saudável e o que é nocivo. Importa, portanto, reconhecer o poder de nossas emoções. São elas que definem a nossa vida. É importante conhecermos e sermos responsáveis por elas.
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O correto domínio das emoções cria uma atmosfera leve e positiva em nossa volta. Somos nós que criamos o sentido de desalento, de que não existe saída e que não há outra alternativa. É o primeiro passo para a nossa doença. Antes de ser física ela é mental.
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Nossas emoções são contagiosas. Quando alguém está rindo, sentimos vontade de rir. Quando alguém chora, ficamos tristes. É igual quando chegamos perto de uma pessoa que está deprimida. A negatividade atua como uma doença infecciosa. Ela contamina o local. Quando uma pessoa é negegativa, as que estão à sua volta também se tornam agitadas e negativas. Isso é energia
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Certamente você já participou de uma reunião que começou bem até que uma pessoa que acumulava energia negativa usou da palavra... O local mudou, as pessoas ficaram inseguras e tudo parecia sem solução. É nas dificuldades que precisamos manter a serenidade e demonstrarmos a nossa verdadeira evolução.
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Conhecemos verdadeiramente uma pessoa quando distribuímos prejuízo. Falar é fácil, o complicado é aplicar o que se sabe. Não é necessário saber muito. Ser uma enciclopédia ambulante. Basta amar e respeitar o
ser humano.

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Fonte Shvoong
Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

DIREITOS HUMANOS, CINISMO E DIGNIDADE

DIREITOS HUMANOS
OPINIÃO
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Hoje há diversas campanhas a favor dos DIREITOS HUMANOS, a partir de várias fontes, substancialmente diferentes entre si. Acresce que os múltiplos direitos humanos não são uniformizáveis e que se podem até priorizar sob ordens de importância, que dependem do subjectivismo do classificador.
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Infelizmente, a maior parte das vezes a evocação dos direitos humanos não é neutra nem independente e obdece a planos de comunicação de marketing de grandes interesses com intenções muito egoístas. Os direitos humanos são INDIVIDUAIS OU SOCIAIS
, cabendo nestes últimos o DIREITO AO EMPREGO, O DIREITO Á SAÚDE, O DIREITO AO ENSINO E Á CULTURA, O DIREITO AO "PÃO" E Á HABITAÇÃO, COMO EXEMPLOS.
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Os direitos individuais prendem-se com o direito ao
voto, o direito á opção religiosa, a liberdade de expressão, como outros exemplos relevantes. Interessará saber quais serão os mais importantes ou pelo menos os mais prioritários. Na opinião do escriba deste artigo, embora do ponto de vista filosófico todos os direitos humanos sejam muito importantes, os direitos econômicos e sociais do ser humano enquanto animal racional e gregário são basilares ou de primeira necessidade!
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È inócuo um humano dotado de direitos individuais formais,com carências na realização dos outros direitos basilares. Um homem sem trabalho, faminto ou sem abrigo, sem acesso económico á saúde e ao ensino e cultura, é um ser a quem desproviram de dignidade. As liberdades e direitos individuais fazem todo o sentido num Homem com os direitos primários realizados! Sem esta plena realização, os direitos individuais formais revestem-se de um cinismo dramático!
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"O FAMINTO DESEMPREGADO E DESCAMISADO, TEM DIREITO A VOTO"!
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Os direitos humanos para os
liberais e para as suas almofadas políticas, são tão só o direito sem limites á livre iniciativa em todos os domínios onde o lucro seja aliciante. A política de marketing externo dos EUA em matéria de direitos humanos é simplesmente a apologia das livres iniciativas e das livres circulações, onde deverão imperar poderes políticos de representatividade formal,rotativos de x em x anos, que não ponham em causa aqueles princípios sagrados do capitalismo liberal e financeiro.
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Se algum puser em causa, será apodado pela liberal comunidade internacional, em campanha bem orquestada e melhor financiada, de perigoso inimigo dos direitos humanos! Entretanto grassarão nesses paraísos liberais a miséria, a doença, o obscurantismo, a corrupção, bem contrabalançadas com o direito a voto!...
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Termino lembrando que o campeão mor dos direitos do Homem, os evangélicos EUA, mantêm a pena de morte e não assinaram Kioto!...
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QUEREM MAIORES CONTRADIÇÕES E CINISMO DO QUE ESTES??
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O velho testamento e Cristo fizeram do "não matarás" o primeiro mandamento, como direito humano nuclear! Por outro lado, é pacífico que nenhum interesse deveria ser maior do que o habitat de toda a humanidade!
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À humanidade lúcida e progressista cumpre denunciar e usar com pragmatismo o seu direito á indignação, contra a demagogia de campanhas pelos direitos humanos que apenas pretendem perpetuar o direito á exploração do próximo e a delapidação dos recursos naturais!
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Rilvan Stutz
CATEDRAL PRESBITERIANA DO RIO

VoIP DOMÉSTICO, SAIBA COMO TIRAR PROVEITO

INTERNET E TECNOLOGIA
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Saiba como utilizar o VoIP em seu ambiente doméstico e todos os equipamentos necessários para tirar proveito da tecnologia que está revolucionando as telecomunicações. Uma das grandes vantagens é a redução de custos.
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No século 21, o alô vem da internet e para quem acha que essa ferramenta está longe de ser alcançada em ambiente doméstico, se limitando às empresas está totalmente enganado. O VoIP – voz sobre protocolo de internet - já pode ser uma realidade na casa dos milhões de brasileiros que não agüentam mais o monopólio das grandes operadoras de telefonia.
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Em primeiro lugar a utilização da tecnologia pode representar uma redução de até um terço nas contas de telefone, porque utiliza para a transmissão da voz, a internet. Para ter um VoIP em casa é necessário acesso a internet banda larga, pois o principio é converter a voz das ligações em pacotes de dados para que possam trafegar pela internet juntamente com outros tipo de arquivos, por isso exige a qualidade e rapidez da banda larga.
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CONHEÇA AS OPÇÕES
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Softphones – PC para PC
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São softwares disponíveis na internet e que precisam ser baixados no computador, para falar é necessário ter um headset (telefone com microfone). Esse é um dos recursos mais comuns e que exige menos investimento. Como se fosse um telefone no computador, mas para que se estabeleça a comunicação é preciso que os dois usuários estejam on-line e utilizem o mesmo software.Alguns software que fazem isso: Skype, Idefisk, Xlite, Express talk, Xten, etc.
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Hardphone – De telefone IP para telefones convencionais
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Mas quem não quer depender do micro e, essa é grande vantagem do VoIP, pode estar utilizando um telefone IP. Esses aparelhos têm entrada para a rede de internet, basta conectá-lo à internet, ligar na energia e estar fazendo as configurações do VoIP.
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Para outro telefone VoIP a ligação sai a custo zero, mas para telefones convencionais é necessário contratar um provedor de serviços VoIP, comprando dessa forma créditos para as ligações. SkypeOut, TVA Voz e Vono (da GVT) já oferecem esse recurso. Só para comparar uma ligação para fora do país pode sair por R$ 0,25 o minuto, enquanto uma operadora de telefonia normal cobra até R$ 0,99 o minuto. O pc também pode fazer essas ligações através do software, para isso também é necessário comprar créditos de operadoras.
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Hardphone – Telefones Normais – atas
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Outra possibilidade para quem não quer comprar um telefone IP é adquirir um ATA (Analog Telephone Adaptor), o pequeno conversor é conectado ao telefone convencional e à rede, transformando em um telefone VoIP. Com isso o procedimento é o mesmo, ligações para outras linhas VoIP gratuitas, ou para telefones convencionais, se escolhe um provedor de saída, como descrito na opção acima.
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A principal vantagem desses aparelhos em relação ao softphone é a independência do computador. Para fazer e receber ligações pela rede IP, o micro não precisa estar ligado. Basta que o telefone IP, ou ATA, esteja conectado no modem de banda larga.Outra vantagem do ATA é que por ter um tamanho reduzido pode ser facilmente carregado, o usuário leva para qualquer lugar. Por exemplo, para quem costuma viajar com freqüência pode estar utilizando a rede dos hotéis, em sua maioria wireless, e ter um telefone VoIP móvel independente do local em que se encontra.
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Solução – Asterisk
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Uma outra possibilidade ainda é software Asterisk, uma solução opensource e free, que funciona como uma central telefônica digital e pode ser utilizada em ambientes domésticos também. A grande vantagem do Asterisk é que ele faz todo um gerenciamento dos ramais e da central telefônica proporcionando mais recursos e facilidades na sua administração.Ele pode fazer, por exemplo: Gravação de conversas, Atendimento programado, Secretária eletrônica, Programas de tarifação, Grupos e ramais, Voice mail, Trabalha em conjunto com softphones, hardphones, ATA’s e Box, Segurança e controle total de ligações, Além de integrar PABXs.
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O Asterisk pode ser usado como solução de central telefônica para pequenas e médias empresas, já que funciona como um gerenciador. Outra vantagem é que por ser opensource, pode ser adaptado conforme a necessidade de cada situação, integrando todas as possibilidades de telefones IP’s existentes.A saída das ligações para telefones convencionais funciona da mesma maneira como nas opções anteriores, tendo que se escolher uma operadora para isso. Sempre com a vantagem de tarifas altamente reduzidas.
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O VoIP é uma tecnologia que está revolucionando o mundo das telecomunicações apresentando vantagens que muitos usuários jamais imaginavam, como a alta redução nas tarifas telefônicas. Além da infinidade de recursos que soluções como o Asterisk apresentam.
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Rilvan Stutz
FONTE SHVOONG

domingo, agosto 17, 2008

POBRE IGREJA RICA

EDIFICAÇÃO
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Em apocalipse 3.14, o anjo se dirige à igreja de Laodicéia, " A igreja morna, indecisa, dividida; igreja no monte Carmelo. Nesses últimos momentos, era para a igreja do "amém", estar no propósito de "vigilância e oração" a espera da vinda do Senhor Jesus e "juntando tesouros no céu, porém, muitos na novela da vida real, fazem o papel dos imprudentes, divididos entre Deus e as riquezas ou sagaz ambição em possuí-las. Tão somente pelo fato de estarem preocupados e ansiosos por encontrar meios de conquistar e possuir posição, bens e ter estabilidade financeira, estão esquecendo de preparar azeite em reserva.
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Assim perdem a percepção espiritual e direção, sem ter certeza onde irão chegar, muito embora de corpo presente, envolvidas com o nome do Senhor Jesus. Passam a cobrar de Deus sua parte na herança (como o filho pródigo), sem saber se fazem bem. Passam a ser egoístas porque querem manifestar ao mundo, um Deus salvador, através de bens materiais que perecem e não pelo exemplo e pregação de fé. Infelizmente essa enxurrada de malígnas doutrinas falseadas pelo homem, xerocadas da bíblia e deturpadas pela sabedoria humana com discursos e palestras (menos pregação) de fácil aplicação, cheias de metodologia humana tão ineficaz que pesado na balança, ao final da contabilidade, o saldo de reelevo espiritual é negativo.
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Resultado: igrejas cheias mal administradas; igrejas mornas sem avivamento; igrejas emotivas; objetivos terrestres; crentes caídos, desviados, feridos, vidas desanimadas, depressivas, buscando quem culpar. Talvez cobrem de Deus promessas vazias não cumpridas, mesmo que, tenham dado todas os passos impostos pelo homem para alcançar de Deus tal prosperidade (que é claro, Ele jamais prometeu dar a alguém.
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O tesouro do crente está no céu essa é a promessa. Certamente Jesus diria: "Por isso o Senhor disse: Pois que este povo se aproxima de mim, e com a sua boca e com os seus lábios me , mas tem afastado para longe de mim o seu coração, e o seu temor para comigo consiste em mandamentos de homens, aprendidos de cor"(Is. 29.13).
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Pr. Washington Albernaz
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

A BELEZA DE JESUS CRISTO

EDIFICAÇÃO
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Em Cantares 5.16 lemos: "...ele é totalmente desejável". Isso não pode ser dito a respeito de nenhum outro a não ser de Jesus Cristo. Qualquer outra grandeza é corrompida por pequenez, qualquer outra sabedoria é arrasada por tolice, qualquer outra bondade vem maculada por imperfeição. Jesus Cristo é o único do qual se pode afirmar que nEle tudo é amável e belo.
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Sua beleza reside em Sua perfeita humanidade. Ele se identificou conosco em tudo, exceto com nosso pecado e com nossa natureza má. Ele teve de crescer fisicamente – como nós – mas Ele também cresceu na graça. Ele trabalhou, chorou, orou e amou. Em todas as coisas Ele foi tentado como nós mas permaneceu sem pecado.
Como Filho de Deus, Ele entra em nossa vida no século XX de maneira tão simples e natural como se tivesse morado em nossa rua. Ele é um dos nossos em tudo. Ele entra em uma vida cheia de pecado assim como um rio limpo e transparente lança suas águas em um lago parado. O rio não teme a contaminação, é ele que limpa o lago com sua força.
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Cristo também possui perfeita compaixão. Pensemos apenas no "rebanho sem pastor" ou na viúva enlutada de Naim. Será que alguma vez você viu Jesus procurando pessoas que "mereciam" que Ele se compadecesse delas? Dele está escrito simplesmente que: "... compadeceu-se dela e curou os seus enfermos" (Mt 14.14b). Que glória reside em sua misericórdia! Naquela época significava contaminação a aproximação com os pobres leprosos, mas o contato com a mão de Jesus os curava e purificava.
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A perfeita humildade de Jesus Cristo é extremamente amável. Ele, o único que poderia ter escolhido como desejava nascer, entrou nesta vida como um dentre muitos. Ele disse: "...no meio de vós, eu sou como quem serve" (Lc 22.27b), e está escrito que Ele "deitou água na bacia e passou a lavar os pés aos discípulos e a enxugar-lhos com a toalha com que estava cingido" (Jo 13.5). E também está escrito que Ele "quando
ultrajado, não revidava com ultraje" (1 Pe 2.23).
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Jesus Cristo também possui perfeita mansidão. Como Ele é meigo, mas também fiel, altruísta e devotado. Quando falou com a mulher calada, desesperada, depois que os seus acusadores foram se retirando um por um, toda a Sua amável mansidão se mostrou. Até na hora da Sua morte, Ele ouviu o clamor de uma fé em desespero. Antigamente, quando os vencedores voltavam das guerras, traziam seus prisioneiros mais importantes como troféus de vitória. Para Jesus Cristo foi suficiente chegar ao céu trazendo a alma de um ladrão.
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Finalmente, olhemos para Seu perfeito equilíbrio interior. Ainda poderíamos falar muito sobre Sua dignidade, sua varonilidade, sobre Sua coragem. Nele se unem traços de um caráter perfeito e formam um equilíbrio maravilhoso. Sua mansidão nunca é delicada demais, sua coragem jamais é bruta.
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Ele não é totalmente desejável? Você quer aceitá-lO como Salvador pessoal e igualmente descobrir Sua glória? Ele próprio disse: "Em verdade, em verdade vos digo: quem crê em mim tem a vida eterna" (Jo 6.47).

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Danilo Cesar Zenaro
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteria do Rio de Janeiro

quinta-feira, agosto 14, 2008

JESUS ERA ... PERIPATÉTICO

NOTÍCIA
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Numa das empresas em que trabalhei, eu fazia parte de um grupo de treinadores voluntários. Éramos coordenados pelo chefe de treinamento, o professor muito capacitado, tínhamos até um lema: "Para poder ensinar, antes é preciso aprender" (copiado, se bem me recordo, de uma literatura do Senai). Um dia, nos reunimos para discutir a melhor forma de ministrar um curso para cerca de 200 funcionários. Estava claro que o método convencional era colocartodos em uma sala. Isto não iria funcionar, já que o professor insistia nanecessidade da interação, impraticável com um público daquele tamanho.
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Como sempre acontece nessas reuniões, a imaginação voou longe do objetivo, até que, lá pelas tantas, uma colega propôs usarmos um trecho do Sermão da Montanha como tema do evento. E o professor, que até ali estava meio quieto, respondeu de primeira. Aliás, pensou alto: JESUS ERA PERIPATÉTICO...
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Seguiu-se uma constrangida troca de olhares, mas, antes que o hiato pudesseser quebrado por alguém com coragem para retrucar a afronta, a secretária interrompeu a reunião para dizer que o gerente precisava falar urgentemente com o professor.
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E lá se foi ele, deixando a sala à vontade para conspirar. Não sei vocês, mas eu achei esse comentário de extremo mau gosto, disse um funcionário. Eu nem diria de mau gosto, diria ofensivo mesmo, emendou outro auxiliar, para acrescentar que estava chocado, no que foi amparado por um silêncio geral.
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Talvez o professor não queira misturar religião com treinamento ponderou o Superior, que era o mais calmo de todos. Mas eu até vejo uma razão para isso...
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Que é isso, Superior? Que razão? Bom, para mim, é óbvio que ele é ateu. Não diga! Digo. Quer dizer, é um direito dele. Mas daí a desrespeitar a religiosidade alheia... Cheios de fúria, malhamos o professor durante uns dez minutos e, quando já o estávamos sentenciando à fogueira eterna, ele retornou. Mas nem percebeu a hostilidade, já entrou falando:
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Então, como ia dizendo, podíamos montar várias salas separadas e colocarumas 20 pessoas em cada uma. É verdade que cada treinador teria de repetir amesma apresentação várias vezes, mas... Por que vocês estão me olhando desse jeito?
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Bom, falando em nome do grupo, professor, essa coisa aí de PERIPATÉTICO, veja bem...
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Certo! Foi daí que me veio a idéia. Jesus se locomovia para fazer pregações, como os filósofos também faziam, ao orientar seus discípulos. Mas Jesus foi o Mestre dos Mestres, portanto a sugestão de usar o Sermão da Montanha foi muito feliz. Teríamos uma bela mensagem moral e o deslocamento físico... Mas que cara é essa?... PERIPATÉTICO quer dizer "O QUE ENSINA CAMINHANDO”.
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Bastaria um de nós ter tido a humildade de confessar que desconhecia apalavra que o resto concordaria e tudo se resolveria com uma simples ida ao dicionário. Isto é, para poder ensinar, antes era preciso aprender. Finalmente, aprendemos. Duas coisas. A primeira é: o fato de todos estarem de acordo não transforma o falso em verdadeiro. E a segunda é que a sabedoria tende a provocar discórdia, mas a ignorância é quase sempre unânime.

FONTE SHVOONG
ADAPTAÇÃO RILVAN STUTZ
CATEDRAL PRESBITERIANA

quarta-feira, agosto 13, 2008

JESUS CRISTO E O REGRESSO CONTROVERSO

EDIFICAÇÃO - REEDITADO POR ACLAMAÇÃO.
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Há dois mil anos Ele esteve entre os que na época viviam e reescreveu a história da humanidade. Com palavras irretocáveis e gestos inigualáveis, pavimentou um inconfundível caminho. Desde então convivemos com as três únicas opções possíveis sobre sua determinante existência: acreditar, não acreditar ou, pior, dizer acreditar mas viver em diária companhia de uma triste contradição... A contradição criada entre a fé obrigatória e o medo do próprio olhar no espelho. O medo dos íntimos segredos que roubam a paz da alma, pois existe um espaço entre a real crença com o coração e uma leviana oração. E existe um abismo entre abençoadas palavras mencionadas e atitudes correspondentes.
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De nada adianta sobreviver sob a sombra de um tendencioso auto julgamento. É necessário convicção e, principalmente, ação. E você... você acredita realmente no retorno de Cristo? Pense... Será que somente a presença física novamente entre nós fará com que as pessoas deixem de temer o espelho e se entreguem ao bem? Então de que serviram os ensinamentos deixados às custas de tanto sofrimento? Os professores que nos passam seus valiosos conhecimentos também não vivem ao nosso lado por toda a vida, no entanto, o que aprendemos p
ermanece vivo. Portanto é possível sentir a presença de Cristo dentro do peito através da sua história.
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Talvez seja até um controverso e enganoso pensamento aguardar ancioso seu retorno. Seria o mesmo que duvidar com diplomacia, pois quem acredita realmente vive agora, faz hoje e sonha menos com o amanhã. A presença, neste caso, tem que estar muito além da personificação; afinal, Ele já esteve entre nós e nos deixou seu endereço. Agora deve ser nossa vez de retribuir a visita. É assim que pessoas que se amam agem. E Ele está lá, aguardando de braços abertos e sorrindo. Quem seguir o inconfundível caminho há dois mil anos pavimentado, o encontrará. Porém, não existem atalhos mágicos para ninguém nessa jornada. E, assim como em qualquer outra estrada, erros no percurso são sinônimos de necessidade imediata de redirecionamento. "Imediata".

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Entretanto, homens normalmente carecem de provas palpáveis para solidificar suas vagas convicções. Diante disso, apesar da óbvia falta de necessidade, imaginemos um imprescindível retorno físico. E sem a intenção de desrespeitar nem questionar os rumos do filho de Deus, tentemos imaginar um local ideal para a sua volta. Neste mundo apodrecido, pensemos em um ponto de partida para a nova era.. Muita coisa mudou nesses dois mil anos, menos a valorização extrema do poder, hoje bem pior que antes. Portanto, em nossa atual sociedade ultra capitalista, Ele seria um impecilho ainda maior que já foi, para diversos segmentos. Desde comerciais até os que construíram impérios sobre seu próprio nome...
Mas, em meio a uma infinidade de tristes opções, somente um lugar poderia ser o privilegiado. Qual? Talvez a mesma região da sua antiga terra natal, afinal os conflitos entre aqueles povos jamais serão resolvidos por mortais.
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Quem sabe os deteriorados sistemas carcerários, que abrigam inúmeras pessoas de inacreditável crueldade e, claro, necessitados de luz... Ou algum dos países em guerra civil, onde milhares são massacrados por motivos absurdos ou perecem pela fome e por doenças... E os tantos lixões espalhados pelo mundo, que se tornaram fonte de alimentação para tantos outros... Ou os campos de trabalho escravo, ainda bem comuns, apesar de ocultados por monstros...
Até mesmo nosso Nordeste seria uma opção, pois apesar de há muito ter sido transformado em massa de manobra política, gera diariamente incontáveis crianças inocentes que choram emocionadas diante de um sonhado prato de comida... Aquele povo também carece de alguém que o conduza a verdadeiros dias melhores... Ou...
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Essa peregrinação modernizada poderia se iniciar oposta a humildade extrema de sua primeira passagem. Talvez como um poderosíssimo líder de algum país rico, Ele conseguisse comandar uma justa cruzada de auxílio aos povos sofridos. Desta forma, um dos seus famosos milagres agora seria o da divisão, e não mais o da multiplicação... É claro que contrariando os interesses dos tubarões, estaria automaticamente se condenando a um novo e obscuro rápido calvário.

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Em meio a tudo isso, mesmo que Deus nos permitisse opinar através de preces, uma "opinião" sábia e destendenciosa seria complicada. Assim como seria muito difícil identificá-lo em meio a tantos salvadores hoje atuando pelo mundo. Messias de convincentes representações teatrais e amparados por alta tecnologia. Se sobressair e vencer nos dias atuais, usando somente a verdade como ferramenta, tornou-se tarefa impossível... Além do mais Ele enfrentaria a si mesmo como pior inimigo, pois suas lições, deixadas com tanto amor, foram amplamente distorcidas após sua partida.

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Por isso meus "filhos"... digo, amigos... por que esperar algo que podemos hoje mesmo alcançar? A menor distância entre dois pontos é uma linha reta entre eles. Então, considere-se um dos pontos e pense no Cristo único como o outro ponto, e a distância cabe somente a você determinar. Pode ser de léguas infinitas ou de somente um braço, para o forte abraço. O caminho é claro como o fogo e a verdade cristalina como a água. Busque e encontrará. Certamente à distância de um braço...
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E lembre-se sempre: o amor também não pode ser visto e o perdão jamais será tocado. No entanto, são os responsáveis únicos pela felicidade real... E só a felicidade conduz ao renascimento. Renascimento sem controvérsias e... eterno.

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