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LEIA A BÍBLIA

quarta-feira, maio 29, 2013

SOBRE A SOMBRA DO ALTÍSSIMO



            EDIFICAÇÃO
            




SALMO 91


Sentimos o desejo de enfatizar  com  alegria  “maior” , o nosso tão querido e confortador salmo 91. É certo que em  momentos de maior  angustia, tristeza, solidão, perigo, o fraquejar da fé, ou em outros momentos difíceis de nossa vida, corremos e nos agarramos às promessas do Salmo 91. É certo que encontramos conforto, renovamos nossas forças, lembramo-nos do Pai Criador que não nos abandona,  mesmo nas nossas fraquezas,  Ele ali está presente. Sabemos que o Rei Davi assim esteve em tristes e perigosos  momentos de sua vida, Davi buscou a presença Deus e venceu!


Assim voltando um pouco na história, sentimos a presença do Altíssimo caminhando com tudo que sabemos é Seu Deus presente! Como um leão agarrado a sua presa, Deus, O Eterno Pai bondoso. Deus é a fonte e o alvo da história, enquanto que o homem é insignificante no tempo e no espaço.  A miséria do homem pecaminoso perante a face do Juiz e Guia do mundo. Quando tremendo, enfrentar a morte sem a esperança em Cristo (Rm. 8: 24). O desejo de tomar parte no plano eterno de Deus, de ser coparticipante da natureza divina, em felicidade e em poder, nossa gratidão deve transbordar em alegria, louvor e obediência, pela imortalidade que temos pela fé em Cristo (Jo. 11: 25).

Amados nosso intróito, nos leva em “emoção” a exaltar em todo momento O Criador, pois assim é que nos sentimos  fortalecidos pelas promessas do Pai eterno, Maravilhoso, Rei dos Reis. Nosso intuito de enfatizar o Salmos 91, nos levar ao auge da alegria e renova a cada momento nossa fé, por alegria Deste que é o nosso Esteio e direção.


Voltando ao Salmo 91, este, tem nome e endereço, é aplicável àqueles que têm fé no Senhor que vivem em comunhão com Deus (“habitam”) e confiam  nEle para orientação e consolo. A situação histórica parece ser os quarenta anos que o povo de Israel ficou no deserto.


Esconderijo – o lugar íntimo da oração, da comunhão do indivíduo com Deus, (cf. Êx 12), há referências nestes versículos à situação da noite da primeira Páscoa.


Penas... Asas. Compare a exclamação do Senhor Jesus Cristo: “Jerusalém. Jerusalém!” Que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não quisestes!” (Mt. 23: 37).


A promessa feita aos fiéis é suprema mente aplicável ao Filho: Satanás quis torcer este versículo, separando-o do contexto da fé total exprimida nos v. 1 e 9 ( Mt. 4: 6-7). O motivo e o galardão da vida religiosa é o apegar-se a Deus com amor, nisto jaz a vida eterna, conhecer Deus em amor (Jo. 17: 3). A resposta à oração nem sempre é a concessão das causas que pedimos.  O Apóstolo Paulo pediu uma cura, recebeu algo melhor: uma aproximação do Senhor pela Sua graça (2º Co 12: 7-10).


É impossível acontecer qualquer mal àquele que pertence ao Senhor; as mais esmagadoras calamidades nada mais fazem do que encurtar a peregrinação do crente e aproximá-lo do seu galardão.  As dificuldades são bênçãos numa forma oculta. As perdas o enriquecem, a doença lhe é um remédio, o desprezo do mundo  é a sua glória, a morte lhe é a porta do céu.


Amados nos fortalecendo de tão “belas promessas”, como diz os versículos sete e oito “Caiam mil ao teu lado, e dez mil à tua direita; tu não serás atingido”. Somente com os teus olhos contemplaras, e verás o castigo dos ímpios. Façamos nosso Deus Altíssimo a nossa moradia diária e eterna. Saciá-lo-ei com longevidade, e lhe mostrarei a minha salvação. Amados como é bom estarmos bem pertinho do Senhor e Seu “amor infindável”. Amém.
 

PELOS LAÇOS DA CRUZ DE CRISTO





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O Blog " A Serviço do Senhor "
Diácono Rilvan Stutz "O Servo com Cristo" 
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro
 
 


sábado, maio 25, 2013

"CANSAÇO ESPIRITUAL"




            EDIFICAÇÃO
 


Você está sentindo cansaço espiritual?


O cansaço espiritual é a soma do cansaço emocional e o cansaço físico. É aquele tipo de cansaço que parece inesgotável e que tem suas raízes fincadas no excesso de batalhas espirituais e nas lutas demasiadamente longas onde a vitória parece remota e quando parece que estamos perto de alcança-la ela volta a se afastar.

É quando sentimos que não adianta mais lutar e o desejo é de entregar os pontos, desistir da peleja, abandonar tudo, às vezes até mesmo fugir para um lugar distante e recomeçar do zero.


O cansaço espiritual pode contribuir para um quadro de depressão, mas ao contrário da depressão que é uma enfermidade que não necessita de uma razão específica, o cansaço espiritual tem uma causa conhecida por aquele que o experimenta: Pode ser um relacionamento turbulento, brigas constantes, discussões, separações e reconciliações em uma roda viva sem fim; pode ser a luta por um filho que escolheu caminhos longe dos laços de vida que os pais lhe desejaram; pode ser um ministério onde os frutos parecem não brotar.


Na Bíblia há muitos relatos de homens de Deus que experimentaram o cansaço espiritual: Moisés, Davi e João Batista são alguns destes, mas certamente nenhum chegou ao nível de cansaço espiritual de Elias, o profeta. No primeiro livro dos Reis, temos o relato do processo que levou este servo do Senhor à exaustão espiritual.


O nome “Elias” significa “O Senhor é Deus”. E o desejo que queimava no coração do profeta era levar o seu povo a experimentar a verdade expressa no seu nome.

Movido por este sonho, Elias se entregou a esta causa como poucos na história. Em nome do Senhor ele o arauto que anunciou uma dos mais cruéis períodos de seca. Ao se opor ao rei Acabe que levava o povo a se prostituir adorando outros deuses, ele foi obrigado a fugir, passando a viver sem destino certo. Sofreu com a escassez e recebeu a provisão sobrenatural; foi acolhido por uma humilde viúva, com a qual experimentou milagres, morte e ressurreição, em uma verdadeira montanha-russa emocional que lhe exauria as energias. Após tudo isto, voltou a enfrentar a fúria do rei e os quatrocentos e cinquenta profetas de Baal.


Pela oração do profeta, Deus fez fogo descer dos céus e, naquele momento de Glória do Senhor, o povo confessava: “só o Senhor é Deus” e os profetas de Baal foram entregues à espada. Finalmente parecia que as lutas de Elias tinham chegado ao fim. O seu sonho e a sua razão de existir finalmente tinham se realizado. Ouvir o povo proclamando que só o Senhor é Deus era música aos seus ouvidos. Ele certamente acreditou que suas lutas cessariam; que a glória do Senhor se manifestando de maneira tão grandiosa significaria a restauração do Seu povo e a punição dos ímpios. Ele poderia finalmente descansar.


Para coroar aquele momento especial, logo após o Senhor fazer o fogo descer dos céus, Ele também fez as chuvas caírem das nuvens encerrando o sofrimento dos três anos de seca. Parecia a realização final de toda uma trajetória de fé. Mas só parecia. Jezabel, tomada pela fúria, buscava vingança e mais uma vez Elias teve de fugir.


Três anos depois lá estava o homem de Deus novamente em fuga, sem destino certo e amargando a rejeição do povo de Deus. Foi neste momento em que sentia que nada estava dando certo; em que sua luta parecia vã e suas esperanças estavam absolutamente frustradas que o profeta pediu a morte.

Tem pessoas que dizem que o verdadeiro cristão não desanima; que não entra em depressão, que nunca cede e nunca deseja desistir da vida. Para estes seria bom conhecer um pouco deste irmão profeta do Senhor. Certamente terão olhos mais misericordiosos e compreensivos depois desta experiência.


Mas, voltando a falar de você. Se esta história de Elias se parece com a sua história pessoal e você está experimentando o mesmo sentimento que assolou o profeta, você está sofrendo o esgotamento ou cansaço espiritual, mas há esperança para você!


A Bíblia nos diz que Elias estava tão terrivelmente esgotado que não encontrou forças para mais nada a não ser se largar debaixo de um arbusto remoendo sua dor e clamando pela morte. O cansaço espiritual normalmente traz consigo o cansaço físico e foi por causa deste cansaço que contaminava seu corpo que o profeta adormeceu. Mas o Senhor não esqueceu seu servo. Sabendo que Elias não encontraria forças em si para superar aquele desânimo, Deus enviou-lhe um anjo que lhe despertou e ofereceu pão e água santos que restauraram suas forças físicas. Talvez você tenha sido trazido a este site e a esta reflexão por conta do agir de um anjo do Senhor, assim como aconteceu com o pão e a água trazidos para Elias!


Com as forças revigoradas Elias conseguiu caminhar quarenta dias e quarenta noites até o monte sagrado do Senhor, o Sinai, onde teve um encontro com Deus. A alma de Elias almejava ainda se esconder e se entregar ao sentimento de prostração, por isso o profeta entrou em uma caverna e ali ficou até que ouviu a voz do Senhor que lhe ordenou que saísse da caverna e subisse o monte. O profeta obedeceu e foi ali que teve o encontro que lhe deu a cura.


Este também o caminho da cura para sua vida: Saia da caverna e suba o monte.

Como disse, esta reflexão pode ser o pão e a água que lhe dará forças para o encontro com o Senhor, mas para que este encontro aconteça depende de você. Não fique mais na caverna, não aceite mais continuar no processo de auto piedade e desânimo. Pare de se esconder ante os aparentes fracassos. Pare de olhar para o tamanho dos problemas e olhe para a grandeza do seu Deus. Suba ao monte, adore o Senhor pelo que Ele é. Pelo imenso amor que Ele demonstrou por você na cruz. Saiba que você não está só, nunca esteve e nunca estará. Sempre haverão  joelhos que não se dobrarão diante do mal, sempre haverá o Deus que contempla e abençoa aqueles que são fiéis e para quem a caminhada nunca será vã.


Depois do encontro com Deus, Elias voltou a servir ao Senhor e encontrou descanso sendo arrebatado para o céu em um redemoinho. O irônico nesta história é que o homem que pediu para morrer nunca experimentou a morte. Aquilo que parecia ser o fim tornou-se o ponto de virada para coisas muito mais espetaculares na vida de Elias e certamente será também na sua vida.

Saia da caverna e suba o monte, o Deus que surpreende está esperando para ter um encontro com você.





 



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Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo"
Pr. Denilson Torres - GospelPrime
 


sábado, maio 18, 2013

CONQUISTAS QUE DERROTAM

 
 
           MENSAGEM
 




A “conquista da natureza” pelo homem é uma expressão muito utilizada no cotidiano científico. Num certo filme de ficção científica, um protagonista disse que “o homem derrotou a natureza”. Em seu contexto, essa afirmação portava uma certa beleza trágica, porque o personagem que as pronunciou morria de tuberculose. “Não importa”, prosseguiu dizendo, “que eu seja uma das baixas. É claro que, nessa batalha, haja quem tombe dos dois lados. Mas isso não muda o fato de que o homem está vencendo”. 

Desde a virada do milênio, vivemos um período de grandes oportunidades para o homem e para o mundo. E de grandes perigos também, como em qualquer época histórica. Entretanto, considerando o grau de saber científico e de domínio da matéria acumulados no século passado, algo impensável no século retrasado, o homem apossou-se de um poder de dispor do mundo a ponto de destruí-lo.
E isso, de certa forma, causa algum pavor, tornando aqueles perigos ainda maiores.

 Menos visível, mas não menos inquietante, são as chances de automanipulação conquistadas pelo homem: as ciências biológicas e as ciências exatas sondaram as profundidades da constituição genética do ser, decifraram seus componentes e estão a poucos passos, digamos assim, de construir o próprio homem.

O homem, consumada essa fase, passaria vir ao mundo como produto de nosso agir e, logo, poderia ser selecionado segundo as exigências de nossa natureza biológica ou de nossos interesses e caprichos. O homem deixaria de refletir uma imagem transcendente para ser o puro reflexo do próprio homem. Mas, de qual homem? 

A julgar pelo progresso científico que aumenta em razão diretamente inversa ao desenvolvimento de nossa energia moral, deve ser o homem da ciência. O homem do laboratório. O homem do gabinete. O homem cuja mentalidade técnica confina a moral ao âmbito estritamente subjetivo e secundário, já que o importante é apenas o progresso da ciência.

Essa situação agrava ainda mais aqueles perigos, porque rejeita uma moral pública capaz de responder às ameaças que pesam sobre cada um de nós e nossos descendentes. Prefere prosseguir justamente no caminho do desequilíbrio entre as possibilidades técnico-científicas e aquela energia moral. 

Um certo nível de segurança que buscamos para o exercício da ciência, necessário como pressuposto da liberdade e da dignidade humana, não poder vir, em última análise, de sistemas técnicos de controle e de protocolos normativos exclusivamente. Deve surgir da força moral do homem, porque, onde quer que ela falte ou seja insuficiente, o poder de criação do homem será transformado, cada vez mais, em poder de destruição.

Nessa trajetória de “conquista da natureza”, arriscaria a dizer que, no último estágio, o homem fincaria sua vitoriosa bandeira no território do completo domínio de si mesmo, alcançado mediante a eugenia e a manipulação pré-natal, somadas a uma educação e uma propaganda conjugadas numa perfeita psicologia aplicada. A natureza humana será a última parte da natureza a se render ao homem. Seremos livres para fazer o que bem entender de nossa espécie. A batalha, então, restará vencida. Mas quem exatamente a terá vencido? 

Comecei o texto com uma expressão triunfante, sem pretender menosprezar os benefícios desse processo de dominação sobre a natureza e todo o sacrifício pessoal que os tornaram possíveis. Mas esse poder científico crescente somente tem sentido quando a energia moral do homem também cresce e na mesma medida.

E termino com uma afirmação preocupante: “um pensamento ardeu na minha mente: por mais que o conhecesse, se me tivesse em seu poder, não hesitaria em me usar em seus experimentos, em prol da conquista da natureza. Afinal, existem baixas para os dois lados.” Foi a resposta que, no filme, o interlocutor deu ao protagonista tuberculoso, depois de seu último suspiro. Com respeito à divergência, é o que penso.






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Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro
Exmo Sr. Juiz André G. Fernamdes
 
 
 

terça-feira, maio 07, 2013

AS DELÍCIAS DA COZINHA ALTERNATIVA

          Cuidando da Saúde





   

  Convenções
  Até 31/05/2013 - Tel Aviv - Israel





“As Delícias da Cozinha Alternativa” é um texto de culinária muito diferente dos tradicionais livros sobre o assunto. O Escritor se preocupam em dar orientação aos interessados em mudar seus hábitos alimentares sem traumas ou radicalismos, visando uma melhoria geral da saúde e o bem estar das pessoas. Se você é daquelas pessoas que gostariam de mudar, melhorar sua autoestima sem se submeter à tortura de dietas e passar por verdadeiros traumas gastronômicos, neste livro está á solução.


Naturalmente temos receitas alternativas deliciosas e fáceis de fazer. Mas não se limita a isso. Aprendemos através de uma variedade de informações sobre: as propriedades nutricionais e também curativas de algumas frutas, verduras e legumes mais comuns; sobre o uso do mel como alimento e como adoçante substituto do açúcar branco; quais são as trocas indispensáveis de alimentos para conseguir uma melhoria na saúde; os chás do tempo da vovó...



Ensina também a fabricar em casa o leite vegetal  de arroz, de aveia, de coco e de soja. E, descobrimos também como produzir em casa, para uso diário a “água leve” (ou viva), aquela água pura, semelhante à puríssima água, sem deutério, que sempre ativou a energia das plantas e dos homens longevos das regiões montanhosas.



Você já sabia que as flores também podem fazer parte do seu cardápio? Pois bem. Não é preciso ser anjo ou um ser da natureza, para se deliciar com flores aromáticas e coloridas de macieira, do marmeleiro, da laranjeira, da aboboreira, sem falar nas rosas, crisântemos, violetas, etc.



De surpresa em surpresa o texto “As Delícias da Cozinha Alternativa” vai abrindo um leque de opções agradáveis para seu dia a dia, fazendo com que a monotonia alimentar deixe de existir, pois os sucos, as vitaminas naturais, as saladas e outras opções alimentares podem fazer parte das refeições básicas evitando assim o “vício alimentar” nocivo à saúde.


Tomando como base os três primeiros degraus da alimentação do texto “Saúde pela Alimentação Correta” do prof. Mário Sanchez, temos ainda um cardápio sugestão para a Transição Alimentar, a saber: Lacto Ovo Vegetariano; Vegetariano Integral; e Horti Frugívoro. Essa transição alimentar deve ser feita por todos aqueles que quiserem atingir um degrau mais elevado no processo de purificação do organismo através de uma alimentação saudável, sem radicalismos. 


Esse degrau mais elevado já seria o da adoção de uma dieta Frugívora. Frutas, frutas e mais frutas! Esse é o cardápio ideal. Todos sabem que a fruta é um rico concentrado de vitaminas, proteínas, glicose, frutose, sais minerais, fibras, etc. Esse “potinho”, chamado fruta, também é o resultado da alquimia natural realizada com o sereno de noites muitas vezes enluaradas, com a luz do sol, com a água das chuvas, e que foi dinamizada pelo balanço do vento. Ela também é ar, água, luz!

Mãe natureza é o artista do prato mais saboroso já prontinho para ser saboreado. O diferencial que pode oferecer prazer, saúde, despertar da mente, alegria de viver, energia renovada está ao alcance de todos desde que transformem o seu cardápio em um poderoso aliado. Aqui está a oportunidade. E, finalmente temos que observar que é um texto de Receitas com CONCLUSÃO! 


 

 
 




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Mario Sanchez e Martina Sanchez
 

Rádio Rei dos Reis