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quinta-feira, março 31, 2011

O QUE É A VELHICE

MENSAGEM






A mãe conta que seu filho pequeno - com a curiosidade de quem ouviu uma nova palavra mas ainda não entendeu seu significado - pergunto


===================="Mamãe, o que é a Velhice?

Na fração de segundo antes da resposta, a mãe fez uma verdadeira viagem ao passado.

Lembrou-se dos momentos de luta, das dificuldades, das decepções. Sentiu todo peso da idade e da responsabilidade em seus ombros.

= Tornou a olhar para o filho que, sorrindo, aguardava uma resposta, e disse-lhe:=

==========="Olhe para meu rosto, filho", disse ela. "Isso é a velhice".==========

E imaginou o garoto vendo as rugas, e a tristeza em seus olhos. Qual não foi sua surpresa quando, depois de alguns instantes, o menino respondeu:

================== "Mamãe! Como a velhice é bonita!"==================


















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Rilvan Stutz - "O Servo com Cristo!"
Autor Desconhecido - Março - 2011
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quarta-feira, março 30, 2011

A MÁQUINA DE ESCREVER

MENSAGEM







Apxsar dx minha máquina dx xscrxvxr sxr um modxlo antigo, funciona bxm, com xxcxção dx uma txcla. Há 42 txclas qux funcionam bxm, mxnos uma, x isso faz uma grandx difxrxnça. Às vxzxs, mx parxcx qux mxu grupo x como a minha máquina dx xscrxvxr, qux nxm todos os mxmbros xstão dxsxmpxnhando suas funçõxs como dxviam, qux txm um mxmbro achando qux sua ausxncia não fará falta... Vocx dirá: "Afinal, sou apxna
s uma pxça sxm xxprxssão x, por isso, não farxi difxrxnça x falta à comunidadx."

Xntrxtanto, para uma organização podxr progrxdir xficixntxmxntx, prxcisa da participação ativa x consxcutiva dx todos os sxus intxgrantxs. Na próxima vxz qux vocx pxnsar qux não prxcisam dx vocx, lxmbrx-sx da minha vxlha máquina dx xscrxvxr x diga a si mxsmo: "Xu sou a pxça mais importantx do grupo x os mxus amigos prxcisam dx mxus sxrviços!"

Pronto, Agora consertei a minha máquina de escrever. Você entendeu o que eu queria te dizer?? Percebeu a sua imensa participação na vida daqueles ao seu redor... percebeu que assim como tem pessoas que são importantes para nós, também, somos importantes para alguém. Lembre-se de que somos parte do Universo e como tal somos uma peça que não podemos faltar no quebra-cabeça da vida.









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segunda-feira, março 28, 2011

PORQUE AZUL É PARA MENINOS E ROSA PARA MENINAS?

MENSAGEM







Atualmente é comum associarmos a cor azul a meninos, e a cor rosa às meninas. Já no nascimento dos filhos, muitos pais prepara
m o enxoval do bebê tendo por base essas cores, conforme o sexo da criança. Há também o senso comum que diz que o verde e o amarelo são cores neutras, que podem ser usadas por ambos os sexos.

Mas você já se perguntou de onde surgiu essa associação de cores? Aliás, você sabia que nem sempre foi assim? Que já houve época em que o rosa era para meninos, e o azul para meninas?

Na verdade, o que hoje consideramos "normal" é fruto apenas de uma convenção criada no início do século 20 e que, pasmem, pode ter começado de forma contrária ao que temos hoje. De fato, segundo o site "Gender Specific Colors", parece que a associação de cor a determinado sexo é uma tendência do mundo da moda que só começou no início do século 20 nos países ocidentais, tornando-se uma questão cultural, sem se saber muito bem o motivo.

O que se sabe é que, no início, a cor rosa, por ser considerada um tipo de vermelho claro, era associada com a força e a dramaticidade dessa cor (vermelho), o que claramente influenciou sua indicação para ser usada em meninos. Um jornal norte-americano, em 1914, aconselhava as mães: "Se você gosta de adotar cores nas roupas das crianças, use rosa para o menino e azul para a menina" [The Sunday Sentinal, March 29, 1914].

Veja essa outra dica, publicada em 1918: "Tem havido uma grande diversidade de opinião sobre o assunto, mas a regra geralmente aceita é usar rosa para o menino e azul para a menina. A razão é que, sendo o rosa uma cor mais forte, que denota pessoas decididas e com coragem, ela é mais adequada para o menino, enquanto o azul, que é mais delicado e gracioso, é mais bonito para a menina" [Ladies Home Journal, junho de 1918].

Mas parece que assim que as cores começaram a ser usadas como um identificador de gênero, começou também uma tendência a inverter essa associação de cores, até chegar ao que hoje consideramos "normal". De acordo com Jo B. Paoletti e Carol Kregloh, no artigo "The Children's Department", publicado no livro "Men and Women: Dressing the Partem Kidwell" (Claudia Brush e Valerie Steele, Smithsonian Institution Press, 1989), nos Estados Unidos, a convenção de rosa para as meninas e azul para os meninos não era unanimidade até a década de 1950. A análise de quadros e fotos antigas mostra que não havia uma forte associação entre um sexo a uma dessas cores.

Diversas hipóteses tentam explicar o início da associação de cores ao sexo. Eis algumas delas. O primeiro uniforme escolar observado na Inglaterra data do século XVI, composto de casacos azuis usados por meninos pobres em escolas mantidas por instituições religiosas, o que acabou estabelecendo uma convenção. Eram dessa cor porque, na época, a tintura azul era mais barata que as tinturas de outras cores.

Outra possibilidade é que houve época em que o uniforme da marinha era azul, e a moda era que todo menino queria ter uma roupa de marinheiro. Por outro lado, essa hipótese não explica a escolha da cor rosa para as meninas. O que sabe é que durante séculos os europeus vestiam os meninos e as meninas com um mesmo estilo de vestimenta. Roupas com estilos específicos, conforme o sexo das crianças, só começou a surgir no final do século XVIII, conforme se pode observar em quadros de pintura que retratam crianças. Conta-se que, na análise desses quadros antigos, é possível observar que entre os diversos povos não havia uma convenção aceita referente a estilos ou cores específicos para meninos e meninas.

Mas, naquela época, o intercambio cultural entre os povos não era tão rápido quanto hoje em dia, que conta com a televisão, cinema e internet. Por isso mesmo, a moda não era tão massificada quanto hoje. A artista sul-coreana JeongMee (1969) criou o projeto "The Pink and Blue Project" como tema para a sua tese. O projeto Rosa e Azul é uma reflexão sobre a relação entre gênero e consumismo. Ou seja, um trabalho sobre a ligação entre o ser do sexo feminino ou ser do masculino e a preferência pela compra de objetos rosa ou azul, respectivamente. A grande responsável pela escolha é a sua filha de cinco anos "Gosta tanto de rosa que apenas quer vestir e brincar com objetos dessa cor", afirma a mãe.

Mas JeongMee descobriu que não é a única. Nos Estados Unidos, na Coréia do Sul e noutros países, a maioria das crianças do sexo feminino adora tudo o que seja cor-de-rosa: roupas, acessórios e brinquedos. Segundo ela, nem mesmo o caso de pertencer a grupos sociais ou étnicos diferentes, com padrões e bases culturais distintas, altera essa tendência. Nos dias de hoje, com a publicidade cada vez mais influente, essas cores impuseram-se como mundialmente padronizadas.

É essa padronização que a máquina de JeongMee tenta captar. Talvez as populares e universais "Barbie" e "Hello Kitty" tenham contribuído para desenvolver essa tendência: as meninas interiorizam de forma consciente ou inconsciente que para ser ou parecer femininas devem usar rosa. Acrescenta ainda que as diferenças entre esses objetos afeta o pensamento das crianças e o seu comportamento perante os seus pares.

Por exemplo, os livros ou brinquedos para elas são normalmente rosa, roxos ou vermelhos e estão relacionados com maquiagem, moda, receitas ou tarefas domésticas. Já para eles, são de diferentes tons de azul e falam sobre robôs, indústria, ciência e dinossauros.

















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JeonMee - Yoon - The Pink e Blue Project

domingo, março 27, 2011

PAZ NO TRABALHO

MENSAGEM







Agora que a festa acabou,(Estamos na Quarta Feira de Cinzas), penso que seja um bom momento falarmos um pouco do trabalho, em especial, sobre como anda o ambiente em que desenvolveremos nossa atividade.
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Um grande amigo me repassou um e-mail que recebeu de um colega seu. Trata-se de uma pessoa que morava há algum tempo na Suécia e resolveu contar-lhe uma de suas experiências naquele País:
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A primeira vez que fui para lá, em 90, um dos colegas suecos me pegava no hotel toda manhã. Era setembro, frio, nevasca. Chegávamos cedo na Volvo e ele estacionava o carro bem longe da porta de entrada (são 2.000 funcionários de carro). No primeiro dia não disse nada, no segundo, no terceiro... Depois, com um pouco mais de intimidade, numa manhã, perguntei:
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"Você tem lugar demarcado para estacionar aqui? Notei que chegamos cedo, o estacionamento vazio e você deixa o carro lá no final." Ele me respondeu simples assim: "É que chegamos cedo, então temos tempo de caminhar - quem chegar mais tarde já vai estar atrasado, melhor que fique mais perto da porta. Você não acha?".
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Olha a minha cara! Ainda bem que levei esta logo na primeira. Deu para rever bastante os meus conceitos dali para frente . . . Essa mensagem simples do sueco pode nos levar a meditar como nos portamos com os nossos colegas de trabalho.
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Numa propaganda de colchão de alguns anos atrás, dizia-se que passamos um terço de nossas vidas na cama, de modo que há de se cuidar muito bem desse tempo. Penso que a frase sirva, com muito maior razão, para o ambiente de trabalho. De fato, passamos um terço de nossas vidas ou até mais que isso no local de trabalho.
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Sendo assim, o que fazemos para que esse ambiente seja o mais saudável possível? O primeiro passo para construirmos a paz no trabalho é declarar guerra aos inimigos. E são eles: os mexericos, as fofocas, as maledicências, sempre ditas covardemente pelas costas do colega. Também minam as bases de uma convivência saudável: o oportunismo, a ambição exacerbada que não deixa ver no outro um ser humano, mas um degrau a ser escalado.
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E essa postura, se não a identificamos e combatemos a tempo, pode chegar ao extremo das traições, das puxadas de tapete, infelizmente muito comuns no mundo em que vivemos. Com boa vontade, não é impossível de se construir um bom ambiente de trabalho. Recordo-me agora de um superior que tive há alguns anos atrás, cujo exemplo me foi muito marcante. Ele estava sempre alegre. Se notava que alguém não estava bem, com delicadeza e inquebrantável bom humor, tentava levantar o astral do colega.
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Quando terminava o seu trabalho, procurava ajudar os demais, mas o fazia com tamanha delicadeza, que quem recebia a ajuda sequer notava. E não fazia isso para cobrar depois, como quem faz para depois dizer “lembra daquele dia que ...”. Não, fazia o bem por fazê-lo, sem qualquer outro interesse. Por vezes nos encontramos num local de trabalho em que mais parece um ninho de cobra. Temos de tomar cuidado com o que dizer, como dizer, do que falar etc.
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Nesses casos, pode surgir o desânimo a ponto de pensar que nada se pode fazer, que o melhor é mudar de trabalho. Pode ser que seja essa a melhor solução mesmo, mas é errado pensar que nada se pode fazer. Um sábio me disse uma vez que devemos ser no mundo e, em especial, no ambiente de trabalho, como uma pedra atirada ao lago calmo em um final de tarde. A pedra gera uma onda, e depois outra, e mais outra, até que todo o lago esteja tomado. Assim podemos ser cada um de nós no nosso ambiente de trabalho. Uma palavra de estímulo, um sorriso a quem nos importuna, uma palavra amável em resposta à outra grosseira, o esforço por ajudar desinteressadamente até que se contamine positivamente o ambiente. E não é necessário irmos á Suécia para fazermos isso.

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Fábio Henrique Prado de Toledo é Juiz de Direito em Campinas. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Articulista do Correio Popular de Campinas e de alguns outros jornais. Casado, é pai de 8 filhos.




www.reierei.blogspot.com












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Fabio H. P. de Toledo - Juiz de Direito
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quinta-feira, março 24, 2011

REMÉDIO PARA TUDO?

CUIDANDO DA SAÚDE




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As estatísticas de consumo de remédios no Brasil causam preocupação. O país ocupa a quarta posição mundial, atrás dos EUA, França e Alemanha. A indústria farmacêutica comemora os números das vendas e, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), bastariam permanecer abertas 25 mil das 48 mil drogarias existentes. O que está por trás desses números?

Sabe-se que o aumento do poder aquisitivo da população contribui para o incremento no consumo de medicamentos, sobretudo na camada de baixa renda. Também, creio que o leque de opção de remédios cresceu bastante, principalmente no segmento de vitaminas e biotônicos. Por fim, não necessariamente nessa ordem, o fator cultural: o brasileiro tem um pendor invencível para a automedicação.

A OMS conceitua saúde não apenas como a ausência de doenças, mas também como “um estado de completo bem-estar físico, psíquico e social”. A meu ver, a segunda parte da definição, somada a toda cultura hedonista que se vê em volta, gera um caldo de deturpação do próprio conceito de saúde e, como conseqüência, desemboca nos dados acima apontados.

Penso que o prazer é um artefato psicológico; não é, em geral, a meta das nossas aspirações, mas sim a conseqüência de sua realização. A meta de um ato de vontade não necessariamente está voltada para o prazer, pode trazê-lo às costas. A teoria do princípio do prazer passa ao largo do caráter essencialmente intencional de uma atividade psíquica. Os objetos do querer humano são, entre si, diversos, ao passo que o prazer será sempre o mesmo, tanto na hipótese de um comportamento lícito ou ilícito.

Sob tal ângulo, seria completamente indiferente que um homem matasse ou se refrescasse com um copo de água gelado. Como se deduz, o imperativo de tal princípio acarretaria o nivelamento de todas as finalidades humanas. Bem colocadas as coisas, muito pouco na vida depende do prazer ou do desprazer para tomar a forma de realidade.

Alguém que vá ao teatro assistir a peça “Otelo”, certamente o faz em razão do conteúdo que lhe oferece a representação, apesar dos sentimentos de desprazer provocados em sua alma pelo triste desenrolar da trama. Mas também há os que pretendem assistir “O Barbeiro de Sevilha” pelo mesmo motivo, sem prejuízo das boas risadas que a obra proporciona.

Assim visto, é razoável supor que o princípio do prazer resolveu esticar seus domínios até o conceito de saúde, contudo, sob o eufemismo de “bem-estar”. Logo, a busca indiscriminada aos remédios na sociedade moderna é explicada pela definição adotada pela OMS, cujo enunciado reflete, erroneamente, a idéia de que saúde é sinônimo de felicidade e que, portanto, deve ser procurada na medicina também.

O filósofo francês André Comte-Sponville, questionado a respeito, disse: “Quem não vê que a felicidade, longe de seu um estado de bem-estar, é, antes, uma certa maneira de enfrentar com alegria esse mal-estar que quase sempre – por difícil e mortal – é a nossa vida? Entre o normal e o patológico a fronteira é relativa, flutuante e incerta. Tudo é decidido no encontro singular entre paciente e médico. Porém, não peçamos que a medicina nos cure da vida nem que nos dispense da morte.” (in Interprensa; nº4/97).

Não é à toa que a depressão é a doença do homem moderno e os depressivos estão entre os remédios mais receitados e os mais vendidos, pois não é difícil consegui-lo em uma farmácia sem a apresentação de receita.

Combater a angústia e a tristeza foi, por séculos, a função da religião. Deus foi um antidepressivo verdadeiramente eficaz ao mesmo tempo em que foi a base que estruturou a civilização ocidental. Será que só temos a saúde como fim último, substituímos a religião pela medicina e a civilização pela Previdência Social? A questão merece uma refletida resposta.
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André Gonçalves Fernandes, nascido em 1974, é Juiz de Direito da 2ª Vara Cível e de Família da Comarca de Sumaré/SP e Diretor do Fórum. Graduado, no ensino fundamental e médio, pelo Colégio Visconde de Porto Seguro em 1991. Bacharel e Mestre em Direito pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco. Atua como magistrado desde 1997. Articulista do Correio Popular de Campinas, da Escola Paulista da Magistratura e do portal Vigilância Democrática. Casado, pai de 4 filhos. É membro da Comissão pela Defesa da Vida da Arquidiocese de Campinas/SP e coordenador do Grupo de Pais do Colégio Nautas. Fala inglês, francês, alemão e italiano.

















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quarta-feira, março 23, 2011

SITE DO METRÔ DARÁ IMFORMAÇÃO ONLINE SOBRE CONDIÇÃO DAS LINHAS

NOTÍCIAS PELO MUNDO





A partir desta segunda-feira, dia 21, para as pessoas que querem se antecipar e souber o funcionamento das linhas metroviárias antes do acesso às estações, o Metrô disponibilizará em seu site (www.metro.sp.gov.br) o aplicativo “Direto do Metrô”, onde será possível ter um panorama em tempo real da operação das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilás.

O “Direto do Metrô” foi desenvolvido para oferecer informação online de forma fácil e rápida sobre a operação do sistema. O aplicativo tem um formato de simples compreensão.

Em destaque na página inicial, terá uma tabela, composta por três colunas. A primeira indica o nome da linha, a segunda mostra (por um sinal que muda de cor) como está a operação e a última coluna traz por escrito a situação do momento. A coluna central faz uma analogia aos semáforos: quando o círculo aparecer em verde, a operação está normal em amarelo, há alguma restrição e em vermelho, sinaliza paralisação ou um problema de grande interferência.

O “Direto do Metrô” irá apontar interferências que afetem uma linha em sua totalidade. Falhas pontuais e breves não serão exibidas pelo sistema. Além disso, para saber a causa do problema, ao clicar sobre o link da terceira coluna, aparecerá o detalhamento do que está ocorrendo. Serão exibidos aos internautas o que o Metrô denomina de incidente notável, fato que causa transtorno aos usuários e interferências na oferta de trens programada para determinado horário.

O novo aplicativo terá como base as informações vindas diretamente do Centro de Controle Operacional (CCO). Quando ocorrer um problema na operação, o status da linha é passado para o “Direto do Metrô”. Assim, os usuários poderão decidir sobre suas opções de transporte antecipadamente, buscar outras alternativas em caso de anormalidade nas linhas metroviárias.

O novo serviço de informação, além de ser consultado pelo site, também poderá ser acessado pelo celular com conexão à web, a partir da próxima terça-feira (dia 22/3), no endereço eletrônico www.metrosp.mobi, por meio do site “Metrô Móbile”, página que fornece informações para facilitar as viagens na região metropolitana.

A nova facilidade será futuramente ampliada e sob a forma de um aplicativo conhecido como “widget” (componente de interface gráfica com o usuário que, neste caso, representa uma pequena janela que fica no Desktop) será disponibilizada para download e instalação em qualquer computador e também para celulares (ambos requerem conexão com Internet para consulta da operação comercial nas quatro linhas em tempo real).


http://www.tecg1.c om/2011/03/site-do-metro-dara-informacao-online.html



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terça-feira, março 22, 2011

"MARAVILHOSO!DEUS ÚNICO! REI DOS REIS,DEUS! O IMUTÁVEL!

EDIFICAÇÃO




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Vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do Senho que nos criou.
Sl. 95: 6

Reconhecemos ser difícil falar de um Rei. Um Rei único, Criador de todas as coisas existentes neste Universo. Sabemos existimos segundo a Sua vontade. Não existem palavras para enaltecer como Ele "merece!" Segredos, não conhecem Seu imenso amor pela humanidade. Não temos dúvida que sempre será O DEUS ÚNICO! Principio da Supremacia, Ser infinito, Perfeito, Criador do Universo. O único merecedor de nosso culto se torna um desejo ardente, que se antepõe a todos os outros desejos ou afetos.

É saudável e importante lembrarmos o período da lei. Nesta época o relacionamento de Deus com o homem, era através de várias maneiras, Deus se manifestava através de sonhos, visões. Com a vinda do nosso Senhor Jesus Cristo, Deus nos fala através da Bíblia, e fica bem claro nos primeiros versículos do Livro de Hebreus.

A chegada de Cristo, não é parâmetro para o esquecimento da Lei. Neste momento a respeitamos já de forma diferente. Deus em primeiro lugar entrega ao Filho todo poder de relacionamento.

A vinda de Jesus Cristo promoveu duas épocas: A Lei, como desígnios do Pai! Jesus Cristo com todo o poder para a época e futuro. Nosso Senhor Jesus Cristo, chegou a tempo de um relacionamento totalmente diferente! (Mais forte na época de hoje). Assim Jesus se torna hoje o Maior com poderes concedidos pelo Pai! Jesus mostra toda a Sua preocupação com o próximo, isto resumido em amor! Assim, uma época regida pela Lei, ficou abalada. Diminuiu os sofrimentos, embora neste momento, sabemos os sofrimentos recai sobre os Ombros do Mestre.

Jesus nos ensinou "perdoar sempre", Jesus nos faz entender que devemos amar ao nosso próximo sob qualquer condição. Falar de Jesus é afirmar que Ele É única solução! Isto foi possível, pois se entregou em morte de Cruz. Atravessou os limites inimagináveis de atitudes e foi exemplo através da Sua missão em terra, Se deu para salvar a muitos. Jesus amou e amou toda a humanidade de forma igual.

No regime da Lei nos lembramos de vários Profetas. O Profeta Isaías, passou as dificuldades da época e muito sofreu. O profeta teve talvez um dos mais fortes relacionamentos com Deus. Sabemos era uma época em que o Povo vivia sob o jugo. A luta de Isaías foi árdua muito sofreu, foi sacrificado sendo morto de forma horrível, ele foi "serrado ao meio". Este foi Isaías, o profeta incansável em anunciar a vinda do Salvador.

Lembramos o cap 2: 23. Ele diz: Irão muitas nações, e dirão: Vinde, e subamos ao monte do Senhor, e a casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os Seus caminhos, e andemos pelas suas veredas: porque de Sião sairá a Lei, e a palavra do Senhor de Jerusalém. O mesmo Isaías que anunciava a Jesus e, sabia que da Lei para a Graça era um futuro bem próximo. De Sião sairá à lei. De Jerusalém raiou a luz aos gentios: "aos Judeus foram confiados os oráculos de Deus" (Rm. 3. 2): dos Judeus descende O Salvador (Rm. 9: 5); da Capital dos Judeus brotou viçosamente o Evangelho (At. 1: 8).

Temos O Filho. O Criador é o mesmo do passado de hoje e o será no futuro, até a consumação prometida. Em 2ª Co. 5:20.(1ªparte) O Apóstolo Paulo, nos coloca como "Embaixadores". De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo.

Embaixador sugere a idéia de alguém enviado no lugar do seu Senhor e autorizado com poder. Em nome quer dizer "com autoridade de", embaixador de Cristo é um cidadão do céu (Fp. 3: 21). Enfatizando a Autoridade de Cristo enviado a homens rebeldes, Cristo oferece as condições de paz no Evangelho. Á hora e a glória do Seu Mestre dependem de suas palavras e comportamento. A necessidade da reconciliação é prioritária.

É uma alegria indescritível terminar este texto falando do Criador, nossa vontade mesmo que impedidos! "Estiquemos nosso dedinho e apontando para os autos Céus, mostrar com belo gesto, Deus existe!" Não há outro Maior! "Para que todos os povos da terra conheçam que a Mão do Senhor é forte; a fim de que vós também temais ao Senhor Vosso Deus para sempre". (Js. 4.24).

Afirmar, atestar, que O sentimos diariamente em todas as coisas da vida é nosso dever. Deus é beleza, é Supremo! Pura exclusividade, Dono do Universo, Deus é puro amor! Deus é a alegria de muitos em todo o Mundo, é maravilhoso conhece-Lo. O Coloquemos em nossas vidas como "Único", TREMENDO EM PODER, PERFEITO EM AMOR! Este é nosso Deus! Amemos a Deus!











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sábado, março 19, 2011

FORMAÇÃO DO PROFESSOR E O USO DA INTERNET

EDUCAÇÃO





Com a internet não temos mais informações, e sim menos. Em mega livrarias localizadas em shopping centers têm-se menos informação do que numa pequena livraria nas imediações da USP. Temos menos informação depois que a televisão multiplicou o número de canais. E quando peço na internet uma bibliografia e recebo uma lista com 10 mil títulos não tenho nenhum ganho de informação com isso. Com a internet, temos uma diminuição trágica de informações.


Corremos o risco de nos tornar autodidatas. O autodidata é aquele que absorve uma enorme quantidade de informações, muito mais certamente do que um professor universitário, mas não sabe filtrá-las. A memória é um mecanismo que permite não somente conservar, mas também filtrar. Caso contrário, seríamos com Funes, el Memoriozo, o personagem de Jorge Luis Borges que se lembrava de todas as folhas que havia visto durante 30 anos e ficou louco.


No ano passado fui a Blumenau (SC). Passei muito tempo dentro de táxis, mas só me lembro de um deles: o que tentou me roubar. Minha memória, felizmente, fez uma seleção, ou ficaria com a cabeça cheia de motoristas blumenauenses. As mudanças impulsionadas pelas novas tecnologias digitais colocaram na tela da TV e na internet a informação massificada, onde está tudo disponível, de fácil acesso, condensado, daí a dúvida: será o fim do livro? As pessoas vão deixar de ler? Apesar de tudo isso, a escrita triunfou, e voltamos à civilização da escrita. O computador teria obrigado McLuhan a reescrever A galáxia de Gutenberg.


Vivemos incontestavelmente o retorno da escrita. Nas nossas telas lemos os textos que imprimimos. Nunca se publicaram tantos livros, construíram catedrais aos livros, como essas imensas livrarias. Portanto, quando eu ouço os escritores dizerem que o livro está prestes a desaparecer não consigue me conformar com tamanha má-fé. Sempre construímos a imagem do amanhã pensando no estudante da periferia.


Hoje, o modelo é o internauta obcecado que se pluga e não lê mais? Isso não se aplica à maior parte das pessoas. As novas tecnologias da informação e da comunicação são um importante recurso para a educação, e o mesmo deve valer para a formação de professores. Contudo, são raras as propostas para que possa garantir que o futuro professor aprenda a usar o computador e a internet, no exercício da docência.


Presos às formas tradicionais de interação face a face, na sala de aula real, os cursos de formação ainda não sabem como preparar professores para exercer o magistério nas próximas duas décadas, quando a mediação da tecnologia vai ampliar e diversificar as formas de interagir e compartilhar, em tempos e espaços nunca antes imaginados.


É o que reservam as diversas tecnologias da informação e das comunicações para o desenvolvimento dos cursos de formação de professores. Gerir e referir o sentido serão ainda mais importantes, e o professor precisará aprender a fazê-lo em ambientes reais e virtuais.





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Prof. Nelson Valente - Membro Shvoong

Rádio Rei dos Reis