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sexta-feira, abril 29, 2011

INC- SE DESTACA NO TRATAMENTO DA MIOCARDIOPATIA HIPETRÓFICA

CUIDANDO DA SAÚDE







A miocardiopatia hipertrófica é a doença cardíaca genética mais comum e considerada a principal causa de morte súbita em jovens atletas. A doença é caracterizada por um aumento de todo ou parte do músculo cardíaco (miocárdio). A espessura do músculo acima da normal dificulta o correto funcionamento do coração, que não consegue bombear sangue suficiente para o corpo, o que causa falta de ar e cansaço. Além do tratamento clínico com medicamentos e da cirurgia, nos últimos 15 anos um tratamento inovador vem ganhando destaque na cardiologia mundial. É a chamada alcoolização septal, procedimento realizado por cateterismo que conta com 29 casos realizados no INC desde 1999, o que faz do Instituto um dos principais centros públicos do Brasil a realizá-lo.


Após criteriosa avaliação clínica, que inclui exames complementares e avaliação familiar, os médicos do Departamento de Miocardiopatias do INC, setor clínico específico para as doenças do músculo do coração, indicam qual é o tratamento mais adequado para cada paciente. O tratamento clínico da miocardiopatia hipertrófica é feito com medicamentos, atendimento psicológico e orientação sobre atividade física e hábitos alimentares. Quando não é possível controlar os sintomas da doença apenas com o tratamento clínico, o paciente é indicado a um dos procedimentos intervencionistas disponíveis: a cirurgia ou a alcoolização septal.

Existem duas cirurgias para tratar a miocardiopatia hipertrófica. Nos casos em que todo o músculo é afetado, pode ser indicado o transplante cardíaco. Quando o problema se restringe à parte do coração chamada de septo interventricular, indica-se a cirurgia de miectomia septal. Aprimorada desde os anos 1960, ela ainda é considerada o “padrão-ouro” para o tratamento da doença. Isso quer dizer que a miectomia septal obtém ótimos resultados e que os demais tratamentos têm seus resultados comparados a ela. Na cirurgia, é retirada a parte hipertrofiada no septo do coração. Depois de operada, a pessoa se vê livre de sintomas como cansaço e falta de ar. A melhora na qualidade de vida é significativa e a pessoa passa a ter uma rotina normal, evitando apenas atividades físicas intensas. Apesar de eficiente, a miectomia representa os riscos inerentes a toda cirurgia cardíaca, necessitando de abertura torácica, anestesia geral, uso de respirador e de internação em um centro de terapia intensiva (CTI).

O INFARTO DO BEM
A alcoolização septal (ou ablação septal) é um tratamento mais recente e menos agressivo que a cirurgia. Ele vem sendo utilizado com sucesso em centros de excelência em cardiologia de todo o mundo desde que foi descrito em 1994 pelo médico alemão Ulrich Sigwart. No procedimento, que não é feito no centro cirúrgico, mas na sala de cateterismo cardíaco, o médico intervencionista injeta uma pequena quantidade de álcool absoluto na artéria coronária septal do paciente através de um cateter. O objetivo, singular na cardiologia, é causar um pequeno infarto, limitado ao septo do paciente – a parte hipertrofiada do músculo cardíaco. Após o infarto, o septo atrofia, passando a ter a espessura adequada e possibilitando ao coração recuperar sua função de bombear o sangue de forma eficaz.

“No Brasil, ainda há resistência de alguns cardiologistas em implementar o procedimento, mas nossa prática vem mostrando que a alcoolização septal é segura e eficaz quando realizada de forma adequada” – afirma a Dra. Helena Martino, a chefe do Serviço de Miocardiopatias do INC.

O infarto agudo do miocárdio é a principal causa de morte no ocidente. Já o infarto septal, provocado em condições adequadas, é um tratamento considerado seguro e minimamente invasivo para a miocardiopatia hipertrófica. Como todo procedimento invasivo, a ablação septal apresenta riscos – caso do chamado bloqueio cardíaco, que deve ser corrigido com o implante de marcapasso definitivo. O procedimento é indicado principalmente para pacientes de risco elevado para a cirurgia e requer um tempo de internação menor.

“Eu não podia caminhar. Sentia falta de ar, parecia ter um sapato apertado dentro do peito, minhas pernas inchavam e eu me cansava muito.” – conta a shiatsoterapeuta Ivanize, de 45 anos, que passou pela alcoolização septal no INC em fevereiro de 2007 e hoje não apresenta mais os sintomas.

CARDIOLOGIA INTERVENCIONISTA
Por se dedicar especificamente à cardiologia, o INC oferece as condições ideais para tratar os portadores de miocardiopatia hipertrófica. O INC oferece atendimento clínico com os médicos do Departamento de Miocardiopatias, realiza a miectomia septal no Centro Cirúrgico e a alcoolização septal no Serviço de Hemodinâmica. Os pacientes com miocardiapatia hipertrófica e outras doenças graves são acompanhados por anos após a realização da miectomia ou da alcoolização septal. Com Serviços voltados a todas as subespecialidade da cardiologia, o INC cumpre sua missão de Instituto ao implementar no Brasil tratamentos inovadores como a alcoolização septal, um procedimento hemodinâmico delicado.

Para atingir com precisão a fina artéria septal de cada paciente com um cateter, médicos como o Dr. Paulo Sergio de Oliveira, chefe do Serviço de Hemodinâmica do INC, contam com uma vasta experiência com os mais de 300 procedimentos hemodinâmicos realizados por mês no Instituto.



www.reierei.blogspot.com














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quarta-feira, abril 27, 2011

COMPUTADOR: UMA PREOCUPAÇÃO?

EDIFICAÇÃO









Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada ao fogo. Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis. Mateus. Cap. 7. 19 e 20.

Acreditamos que este texto pode ser muito útil, um bom alerta para nossa tão querida família Presbiteriana do Brasil. Nossa sociedade de uma forma geral está contagiada com o “Computador”, digamos: resultado da modernidade que seguimos nestes tempos. Acreditamos que desta forma, vivendo a modernidade, precisamos aumentar nossos cuidados com costumes que a cada momento se oferece para a sociedade, para cada um de nós. Destacando o computador, será que poderíamos dizer que estamos diante do “Bem e do mal?” Rogamos a Deus que tenhamos sabedoria suficiente para saber fazer nossas escolhas e usá-las segundo a vontade do Pai.

Em determinada época, um País de grande porte que começava a detectar e debater o possível mal, o computador. Hoje ele faz parte do nosso viver, tem se tornado indispensável para o Comercio, Indústria e em nossos lares, em que situação o computador poderia causar danos a família? Lembro-me que o assunto foi muito vasto e polêmico em determinado momento, lembramos também que não chegamos à conclusão nenhuma, pois o progresso da informática continuou a ser surpreendente e os costumes continuaram.

Lembro-me também que falavam muito de uma geração que se formava. A geração da batata frita do hambúrguer e da coca-cola. Hoje sabemos que o costume compromete profundamente. Em uma grande Nação já existe resultados negativos e, procuram soluções imediatas. O costume deteriorou a muitos, progrediu e, hoje sabemos que em grandes Paises existem sérios problemas e preocupam as autoridades.

EDUCAÇÃO
É inquestionável a utilidade do computador, reconhecemos que já não vivemos sem ele, principalmente em trabalho, enfim é realmente de grande utilidade e somos expectadores desse magnífico progresso da informática, a cada minuto tomamos conhecimento de algo novo, este mundo cresce nesta área assustadoramente. Reconhecemos que nas Escolas, Faculdades e Empresas, já não podem faltar. É o Mundo que caminha neste modernismo, este é o lado bom do magnífico aparelho, colabora com o progresso.

IRRESPONSABILIDADE
Somos obrigados a olhar também por outro ângulo, “o excesso de injustiça”. Percebemos em Empresas, comercio em geral, grandes injustiças sem comentar o chamado excesso. Outro aspecto a se observar é nosso lar, somos invadidos por costumes indevidos, passam por nossos dedos e não percebemos.

Passamos a nos preocupar com a educação familiar, nossos filhos. Quem não pode dizer que há uma necessidade de “vigilância” diária, ali está o perigo, se torna o centro de nossa preocupação. Lamentamos, pois sabemo-lo ele está sendo mal usado. Seria muito bom que nossas famílias olhassem com preocupação e tomassem atitudes saudáveis somadas a soluções, sabemos e podemos! Temos nos preocupado com o “Quarto de nossos Filhos?”, estes ficam até altas horas da noite e quase não dormem. A luz acessa no quarto e, lá está ele fazendo sabe-se lá o que! Estamos vigiando? Impondo critérios? Acredito que muitos poucos!

CORRUPÇÃO
Não precisamos mais enumerar casos de corrupção e adultérios via computador infelizmente! O mercado de trabalho está em constante alerta. Destacamos a família também não há mais duvidas, somos testemunha da tristeza causada por este aparelho, neste caso, não podemos também generalizar, precisamos olhar os benefícios que chegam por seu uso.

SOLUÇÕES EXISTEM?
Achamos muito difícil nesta estrada, encontrarmos solução imediata. Realmente não sabemos onde iremos parar e nem como visualizar um futuro neste campo. Sabemos sim com o amparado bíblico, teremos orientação sábia. Nosso Senhor Jesus Cristo nos ensinou em “outras palavras!” Não te espantes! O mundo jaz no maligno.

Perguntamos mais uma vez: SOLUÇÕES EXISTEM? Permanece uma grande duvida: podemos fazer algo mais, é só observar que temos falhado, temos sim! Fechamos nossos olhos para problemas, a omissão aparece, estamos nos descuidando muito, digamos: em nossa forma de pensar e o viver. O tempo tem nos mostrado que temos dado espaço para o inimigo.
Refletindo bastante, ainda acreditamos em mudança, em tudo podemos no Senhor. Para isto precisamos olhar com mais preocupação para a questão, para o meu lar. O que temos feito por nossos filhos? Minha esposa? Meu marido? Meditemos.

O QUE DEVO FAZER?
Talvez seja simples para uns, mas para outros falta orientação sábia e esperança, pois aí acreditamos existir falta de planejamento, sabedoria, confiança no Senhor. Não podemos deixar de reconhecer que o preparo de muitos vem de berço, aí tudo se torna mais fácil. Para o mundo secular existe solução? Também acreditamos que sim, pois acredit
amos no Senhor, tudo Ele pode o que falta no lar, é tão simples! “Perguntemos ao Senhor Jesus Cristo!” “Ele é a Solução!”. Assim acreditamos e oramos por um mundo melhor, depositamos nossos lares em orações aos Pés do Senhor. Gostaríamos de finalizar afirmando que testemunhos negativos de muitos são reais. Hoje, não acreditam em mal algum, somos criticados, mas não vamos nos levar por opiniões, passamos mais a vários cuidados e olhemos com carinho para as sábias orientações bíblicas, ela nos dará a solução perfeita. Amém.

















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segunda-feira, abril 25, 2011

FÉRIAS: EDUCAR A AFETIVIDADE

TEMA-EDUCAÇÃO







Aristóteles afirmava que, para educar bem uma pessoa, era preciso capacitá-la para que saiba amar o que é amável e odiar o que é aborrecível. Indicava que, para vencer este desafio, era necessário avançar em três campos no processo educacional: o incremento do conhecimento; o desenvolvimento de aptidões intelectuais e da razão prática, o que permite escolhas morais acertadas; e, por fim, o incentivo à convivência familiar e social para a consolidação de atitudes e a interiorização de valores que dão sentido à vida.

Durante o período escolar, caso se tenha o privilégio de se estudar numa escola que busque a formação integral dos pais, professores e alunos, os dois primeiros campos são, em princípio, satisfeitos. Porém, é provável que o terceiro aspecto – a convivência –fique a desejar. A obrigação dos pais de trabalhar o dia inteiro, as inúmeras tarefas escolares dos alunos e seus cursos extra-escola, a tendência dos jovens a ficar em casa “blogados” na internet 24 horas por dia são alguns dos fatores que costumam prejudicar a socialização. Por isso, quando chegam as férias escolares, pais e educadores devem sentir uma grande motivação para compensar essa carência, programando bem o tempo de férias de modo a conviverem de forma mais próxima e intensa.

Estar juntos em família é uma grande fonte de riqueza humana. Todos têm particularidades ímpares que, somadas num ambiente de união e cordialidade, são sempre construtivas. Mas também se devem fomentar momentos de contato com o mundo da natureza, das obras primas da pintura, da literatura, da música e do cinema. Estas artes ajudam a ”saber” identificar o que se passa por dentro de cada um de nós e nos mostram sentimentos em que nos reconhecemos. Educar a afetividade é hoje uma das grandes prioridades educacionais.

A afetividade é primordialmente subjetiva: o que sinto é o que me afeta em minha identidade pessoal. Quando penso ou decido algo, sempre produzo uma mudança em meu ser. Mas o que sinto não é garantia de que minhas idéias sejam verdadeiras e nem de que a decisão seja correta, porque os sentimentos são tudo, a partir do ponto de vista subjetivo, porém, em termos de objetividade, podem ter pouca relevância. Uma pessoa que se centra exclusivamente nos sentimentos, excluindo toda a conexão com o racional e com a realidade, pode acabar até adoecendo, porque não é capaz de se conectar com o real. E se tal apego ao mundo afetivo chegar a níveis elevados, pode se tornar uma doença mental, não tão incomum hoje em dia.

Por isso é fundamental educar (-se) bem na objetividade, aprendendo de modelos de vida, atraentes e positivos, a direcionar nossa subjetividade. Sempre que contemplamos um Van Gogh, discutimos um clássico do cinema de Frank Capra ou relemos um Dom Quixote, nossas fibras existenciais tendem a se ajustar ao mundo real. Portanto, é importantíssimo incentivar, principalmente em relação aos jovens e nesta época de férias, esses momentos culturais de reflexão que geram ideais altos, objetivos reais, que ajudarão a canalizar toda a afetividade para finalidades mais estáveis e a construir uma coerência interna.

Outra “escola” de educação afetiva é a escola das amizades verdadeiras, pois muitas vezes as melhores obras primas são as vidas dos amigos que nos rodeiam. Todos têm na memória pessoas que nos marcaram para sempre, pela sua generosidade, alegria, lealdade, fortaleza... Por isso, como é importante orientar com clareza a juventude para que saiba discernir os bons dos maus amigos! Infelizmente, as pessoas hoje tendem a valorizar mais as pessoas pelo que elas têm do que por aquilo que elas são. O conceito de amizade também se deteriorou com o utilitarismo. O critério de escolha beira muitas vezes a satisfação dos próprios interesses ou o preenchimento de carências materiais e afetivas. O velho ditado nunca se tornou tão evidente como nos dias atuais: “Diz-me com quem andas e te direi quem és”.

Podemos concluir que, se as férias são essenciais para adquirir ou recuperar uma boa saúde física, psíquica e espiritual, elas também poderão ser decisivas para fortalecer a saúde mental dos jovens e dos não tão jovens. O comportamento ético está cada vez mais relacionado à saúde completa. Explico por quê.

Numa sociedade que dispõe de um sistema de valores – coerente e consistente –, a saúde física e mental de seus cidadãos está significativamente bem mais protegida, porque se tem a sabedoria do bem e do mal. Por outro lado, se o que reina é a diluição dos valores ou sua tergiversação, como é hoje, os jovens ficam à deriva e os pais à mercê da sorte. Pensemos bem: o que é que costumam divulgar os meios de comunicação na época de férias para atrair as pessoas? Praias, viagens, cruzeiros, micaretas, shows, restaurantes exóticos, noitadas, fogos, festas, colônias de férias... O importante é oferecer o máximo prazer corporal e o mínimo esforço, sem pensar em nada! Parece que existe uma máxima que diz: “Férias: não pense em nada!”.

Se os pais soubessem que esta maneira de aproveitar as férias poderá estar produzindo personalidades vulneráveis com escassos recursos para enfrentar a realidade ou para se defender de tantas mazelas socais, como a depressão, ansiedade, anorexia, várias síndromes, distúrbios,..., talvez repensassem duas vezes antes de autorizar ou planejar determinados programas de férias. Torço para que as férias sejam de fato, para todos, momentos de felicidade!

João Malheiro
é doutor em Educação pela UFRJ e diretor do Centro Cultural e Universitário de Botafogo www.ccub.org.br. É autor do livro "A Alma da Escola do Século XXI", palestrante sobre o tema da educação e mantém o blog Escola de Sagres (escoladesagres.org).











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Doutor em Educação-Diretor C. Cultural
Universitário de Botafogo-CCub.org.br
Prof: João Malheiro - Portal da Família

sábado, abril 23, 2011

PREVENIR OU PROIBIR?

TEMA - EDUCAÇÃO







Recentes e dolorosos acontecimentos vividos por adolescentes, seus pais e parentes, seus professores, bem como por policiais, religiosos e políticos envolvidos nesses momentos difíceis da Cidade Maravilhosa, conduzem o povo e toda a sociedade brasileira às necessárias e inadiáveis interrogações abaixo escritas.

O que está acontecendo no meio social para que tanta violência nunca acabe? Será uma falta de maiores proibições, seja por meio de leis mais claras e exigentes, seja por ações policiais mais repressivas? Será que só campanhas de desarmamento da população, motivadas por emoções momentâneas, resolverão toda essa violência?

Essas perguntas certamente suscitarão variadas e discutíveis respostas que não cabem nessas linhas. Acreditamos que a Igreja tem uma grande missão neste momento, ir ao encontro dessas interrogações e dar a cada uma delas um giro de 180º.

O momento Espiritual é preponderante nestes momentos de dor e de questionamentos a uma posição sábia e serena, partindo de forma encorajada e firmadas na fé, firmadas na esperança em Nosso Salvador, Jesus Cristo e Nosso Deus Criador Eterno!

Diante das mortes violentas acontecidas no seu tempo Jesus não as questionou como se elas fossem castigo de Deus para os falecidos por esses serem pecadores, mas advertiu aos que lhe levavam essa questão dolorosa e misteriosa no sentido que eles e a humanidade ao longo dos tempos se convertessem, pessoal e profundamente, para que também não perecessem.

A conversão de uma sociedade onde a violência acontece dar-se-á na medida em que os homens e as mulheres que a constituem se convertam, não só dos seus pecados, mas principalmente se tornem pessoas capazes de perceberem os sinais de desordens afetivas, psíquicas e sociais dentro das famílias, das escolas e dos ambientes de trabalho e de diversão.

Geralmente, os desequilíbrios humanos são “anunciados” no tempo devido e poderiam ser preventivamente vigiados, cuidados e até mesmo curados, se nas famílias, nas escolas, nas comunidades, houvesse pessoas convertidas em cidadãos responsáveis pelo futuro da sociedade, especialmente pelo futuro da infância e da adolescência brasileira.

Dizem – nem sempre é regra geral – que os brasileiros só trocam as fechaduras das portas depois que suas casas são assaltadas, e vão a procura de “soluções-mágicas” para os problemas de sempre. Acontece que uma prevenção de desequilíbrios comportamentais pode ser uma “solução-mágica” desde que as famílias brasileiras tenham consciência de que não são simples moradias, mas lares onde se tornam realidades projetos divinos a favor dos homens, começando pelo principal projeto: ser uma família onde a única lei é a do amor gratuito, generoso, concreto e fiel.

Os desajustes sociais e os desequilíbrios mentais se desenvolvem, geralmente, em pessoas que nasceram e cresceram em lares frios, violentos, desajustados emocionalmente, onde o amor não existia ou só era reclamado e não vivido pessoal e familiarmente.

A Igreja, perita em humanidade, deseja ser mais ouvida e valorizada quando, a serviço de todas as pessoas, independentemente de suas condições sociais, anuncia que a família tem sua fundação no casamento entre um homem e uma mulher, tem seus momentos de equilíbrio e ajuste das relações humanas no amor, no perdão, na reconciliação e... na prevenção a partir da percepção de sinais significativos de desequilíbrios.

Não são suficientes as “soluções-mágicas” procedentes de segmentos políticos e de segurança pública extra-familiares, se “as portas da vida”, que é a família bem constituída e sadia, emocional e socialmente, continuarem sem as medidas políticas, econômicas e educacionais favoráveis e eficazes para um correto desenvolvimento psíquico, ético e social do ser humano, dentro da normalidade do amor dos pais, dos irmãos, dos colegas de escola, numa palavra, dentro do valor insubstituível do amor-respeito pelos diferentes ou pelos que vivem carentes de paz interior.

Será que as tragédias só são capazes de despertar emoções que são instantâneas e com pouca inteligência para resolvê-las?

A Igreja deseja que com prevenções mais racionais e vigilantes se possa despertar os corações humanos para que se criem famílias melhor assistidas, para que se desenvolvam políticas educacionais mais amplas e que incluem valores religiosos e cívicos suficientemente fortes para dar equilíbrio humano às crianças e aos jovens, para que hajam projetos de comunicação social, cada vez mais benéficos à humanidade, especialmente para essas partes do mundo tão queridas por Deus como é a infância e a adolescência.

Dramas humanos recentemente vividos no Rio de Janeiro conduzam à prevenção justa e amorosa e não só a leis repressivas projetadas e depois aprovadas pelo Congresso Nacional!

Dora Porto
Máster em Matrimônio e Família pelo ICF Instituto de Ciências para a Família. Universidade de Navarra Espanha; Representante do Programa Protege tu Corazón no Brasil Colunista da Revista Ser Família. Casada há 38 anos, 3 filhos, 4 netos, há mais de 20 dedica-se a orientacão familiar.


Texto adaptado por Rilvan Stutz









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Pensando o Nosso Dia a Dia- P. da Família

Antonio A. Dias Duarte - Dorita Porto

quinta-feira, abril 21, 2011

A CRUCIFICAÇÃO DO INOCENTE

EDIFICAÇÃO





Se nos dias da morte de Jesus houvesse a imprensa escrita como hoje, certamente, nos lugares de freqüência pública estariam presentes vendedores de jornais gritando a plenos pulmões: Extra, extra, extra. Crucificaram o inocente. Na opinião dos leitores e expectadores dos anos 33 a 37 dC. Até hoje, a manchete seria recebida com sensacionalismo. Banhada pelo sangue, costumeiramente, estampado nas páginas de nossos jornais. O racionalismo estaria a serviço da incredulidade deturpando, nos outros meios de comunicação, a vera notícia. A TV diria: o crucificado na tarde de hoje pode ser inocente. As páginas da internet, com toda exploração, estariam estampadas: Seria o crucificado, inocente?

A manchete, em epígrafe, é de pura verdade teológica. A primeira páscoa do cristianismo foi marcada pela crucificação do inocente. Sem a crucificação que culminou na morte violenta do nosso Senhor e salvador Jesus Cristo não haveria páscoa cristã. Continuaríamos todos submetidos ao formalismo da páscoa judaica.

Ela foi introduzida pela obediência de Moisés ao Senhor. Contudo, mesmo sendo uma ordenança da velha aliança era uma metáfora do sacrifício de Jesus, sujeita a todo o simbolismo típico do judaísmo e do Velho Testamento. Foi instituída antes do derrama-mento do juízo de Deus sobre Faraó e todo o Egito, a décima praga - Êxodo Cap. 11. A noite que antecedeu a libertação dos filhos de Israel do Egito foi demarcada pela instituição da páscoa no Velho Testamento em meio a um clima de morte. Morte para todos os primogênitos do Egito, inclusive o de Faraó.

Os filhos de Israel foram poupados, pois lemos: Este mês vos será o principal dos meses: será o primeiro mês do ano. Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês, cada um tomará para si um cordeiro, segundo a casa dos pais, um cordeiro para cada família. ...Assim diz o SENHOR: Cerca da meia noite passarei pelo meio do Egito. E todo primogênito na terra do Egito morrerá, desde o primogênito de Faraó, que se assenta no seu trono, até ao primogênito da serva que está junto à mó, e todo primogênito dos animais. Ex 12. 2 – 4.
Ainda no âmbito do simbolismo a páscoa do judaísmo já envolvia o caráter da expiação, que é o fato pelo qual a culpa de alguém é transferida para outro, até as últimas conseqüências. Deus sempre trabalhou com a expiação, aspecto substitutivo. No caso da páscoa no Egito, os filhos de Israel não eram tão melhores do que os do Egito. Mas Deus amou a Israel e por isso o libertou do Egito e os seus primogênitos do anjo da morte na décima praga. A morte que seria atribuída aos primogênitos de Israel recaiu, então, sobre o sangue de animais alheios.

Tomarão do sangue e o porão em ambas as ombreiras e na verga da porta, nas casas em que o comerem; naquela noite, comerão a carne assada no fogo; com pães asmos e ervas amargas a comerão. Ex 12. 7-8. Desta maneira o comereis: lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão; comê-lo-eis à pressa; é a páscoa do SENHOR. Porque, naquela noite, passarei pela terra do Egito e ferirei na terra do Egito todos os primogênitos, desde os homens até aos animais; executarei juízo sobre todos os deuses do Egito.

Eu sou o SENHOR. O sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; quando eu vir o sangue, passarei por vós, e não haverá entre vós, praga destruidora, quando eu ferir a terra do Egito. Este dia vos será por memorial, e o celebrareis como solenidade ao SENHOR; nas vossas gerações e o celebrareis por estatuto perpétuo. Chamou, pois Moisés todos os anciãos de Israel e lhes disse; Escolhei, e tomai cordeiros segundo as vossas famílias e imolai a Páscoa. Ex. 12. 11-14 e 21. A partir da saída do Egito, Israel celebrou a páscoa do SENHOR, ano após ano.

Chegou o fim da velha aliança, o pacto da lei para entrar em vigor a nova aliança, o pacto da graça. Na nova aliança já não há mais lugar para o simbolismo porque o antítipo cedeu lugar ao tipo. O cordeiro pascal da velha aliança é o anti-tipo de Jesus. O representou na páscoa das gerações sucessivas a Moisés e o povo que saiu do Egito.

Agora há um novo cordeiro pascal. Substitutivo, sem mácula; não para a libertação dos primogênitos israelitas do anjo da morte, mas para a libertação dos primogênitos do SENHOR, os seus eleitos, do império do pecado. Só o sangue de Jesus pode livrar da morte eterna os primogênitos do SENHOR. O maior profeta messiânico, Isaias, viu a crucificação do inocente, cerca de setecentos e cinqüenta anos antes dele nascer. Descreveu o fato assim: Certa-mente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido.

Mas ele foi transpassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Is 53. 4 – 5. Chegado o tempo do cumprimento desta profecia, João, o que batizava, ao receber o seu mais ilustre candidato batismal declara: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! Jo 1.29.

O próprio Senhor Jesus, na celebração da última páscoa com seus discípulos, antes da sua crucificação, conforme os relatos do historiador, Lucas, declarou ser o Cordeiro de Deus: E, tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este é o cálice da nova aliança no meu sangue derramado em favor de vós. Lc 22. 19 – 20.

Como Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, celebrando a páscoa, não o fez com o sangue de animais alheios, mas selou a nova aliança com o seu próprio sangue. Em perfeita obediência ao Pai, assumiu a cruz para a satisfação da justiça e do amor divinos. Submeteu-se ao pai em perfeita obediência para anu-lar o castigo a que estávamos sujeitos, a morte eterna. Deu-nos a paz.

O apóstolo Paulo, em suas palavras de sábio encantamento, nos proporciona o testemunho conciso da inocência do crucificado e o benefício que ele nos garantiu na sua morte dolorosa e expiatória: Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus. II Co 5.21. E ainda acrescentou o propósito que Deus teve em mente desde toda eternidade na crucificação do inocente: Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. Rm 5. 8. Diante de tais argumentos não nos resta nenhuma dúvida.

Jesus, o nazareno, crucificado em meio às comemorações da páscoa entre os anos 33 e 37 dC. é mesmo inocente. Ele suportou o castigo a que estávamos destinados. A sua morte foi expiatória, isto é, ele assumiu o lugar que deveríamos tomar na condenação. Foi julgado, condenado e morto em nosso lugar. Nós éramos culpados e o crucificado, inocente.

Aceitemos, em nossos corações, esta realidade. Tenhamos paz perfeita com Deus, pois, estamos livres da morte eterna. Amém!

...Aviva a tua obra, ó Senhor,...Hc 3.2












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Pr.Cleuso Nogueira - Colaborador

segunda-feira, abril 18, 2011

A HISTÓRIA DO LIVRO

TEMA - EDUCAÇÃO







Segundo a UNESCO, livro é “uma publicação impressa, não periódica, que consta de no mínimo 49 páginas, sem contar as capas”. A escrita consiste em um código para transmitir e conservar informações. A história do livro se confunde com a história da humanidade. Ele representa momentos históricos e culturais de um povo, de um
a época dando uma visão da sociedade através dos tempos.

Uma das mais revolucionárias invenções do homem, além de ser um produto industrial e comercial, o livro é um suporte ou veículo de um conteúdo informativo cultural, científico, histórico, recreativo, etc. Nos primeiros tempos o escritor convivia diretamente com o seu público o que permitia que o texto fosse discutido antes de ser redigido.

Das tabuinhas de barro cozido da Antiguidade, ao livro eletrônico da atualidade, esse veículo de comunicação do conhecimento passou por inúmeras fases.

1-Tabuinhas de argila cozida ou em pedra foram aos primeiros livros. Constavam de testos gravados com caracteres, alguns ainda por decifrar. Essas bibliotecas da Antiguidade permitiram que muitos fatos registrados chegassem até a atualidade.

2- Cilindro de Papiro – alguns chegavam a ter de 6 a 7 metros; eram enrolados para melhor manuseio. Outras fibras e tecidos também foram utilizados para o registro dos acontecimentos de vários povos como os egípcios e os hebreus.

3- O Pergaminho – “papel”- era em couro curtido. Também era apresentado em forma de rolo. Exigia muito trabalho não só no preparo como na escrita.

4- “Códex” – uma espécie de compilação de páginas. Surgiu entre os gregos como forma de codificar as Leis cuja leitura era feita para o povo - o recitatio – em geral comunicações oficiais. Havia também a leitura de lazer (volutas) encomendado pelos governantes e por eles patrocinado.

5-O livro de papel substituiu o pergaminho. E com a invenção da primeira máquina impressora (1405) Johanes Gutemberg o livro se popularizou. O livro até o século XV atendia a um pequeno número de pessoas que sabiam ler e que em geral vivam nos mosteiros. Havia os “copistas” a exemplo dos “escribas” egípcios e os “libraii” romanos. Eles elaboravam textos ricamente ilustrados, com temas cuja finalidade era a formação religiosa.

A Idade Moderna permitiu substituir os imensos volumes até então editados, por livros menores, portáteis inclusive os de bolso, que foram lançados após a segunda guerra mundial, transformando-o como um objeto comercial; o livro passou a ser produzido em grandes edições de acordo com o interesse do público leitor. O “Best Sellers” que inicialmente era edição de luxo também se tornou acessível graças às grandes tiragens que baratearam os custos de impressão.

Surgiram as Coleções na década de 1960, com grande variedade de títulos, destinadas a um público intelectualmente mais refinado. Nas sociedades modernas o livro é considerado como sinal de status e cultura. Atualmente o livro eletrônico já é uma realidade e conta com suportes que armazenam até 1500 livros ao mesmo tempo. Mas a palavra escrita dificilmente será superada por técnicas eletrônicas nem sempre fáceis de acessar. Em Síntese: o livro é um objeto e um símbolo cultural apresentado de forma organizada e artística e que transmite uma mensagem. Seu simbolismo tem sido desvirtuado ao ser transformado em livro-objeto. Atualmente o livro eletrônico, ou seja, o livro com suporte de computador já é uma realidade. Mas o livro de papel, mais fácil de manusear deverá permanecer.












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Enciclopédia Abril - Outros

sábado, abril 16, 2011

SER CAMPEÃO

EDIFICAÇÃO





Anda na minha presença e sê perfeito - Gn.17.

A todo o momento neste Mundo, inúmeros tipos de competições, sejam esportivos ou de qualquer outra modalidade são disputados. Sabemos que todo final existe um momento de recompensa “O famoso Troféu ou medalha, após isto é só comemorar a vitória. Sabemos também que eventos desta natureza motiva qualquer nação desta terra, poucos são aquelas que não dão valor.


Lembramos da palavra “disputa”, sim! Para ser um campeão se disputa e muito para chegar a este bom objetivo. É isto que todos querem alcançar o final de tão importantes competições, que são as mais variadas existentes. Erguer o troféu da vitória, muitos já conseguiram, este é o momento final que leva um competidor ao “auge” terminar a sua disputa, um final brilhante! Um belo sonho, “ser campeão”. Alias, destacamos uma das mais importantes, a Copa do Mundo de Futebol. Sabemos ser esta, a competição mais importante, a mais sonhada por seus participantes, não há quem não conheça a copa do Mundo e sua famosa “bola”.

Ouvi á dias que antecederam a Copa do Mundo, em uma das muitas reportagens e entrevistas sobre a copa, nela um dos jogadores do Brasil dizia que a sua meta agora, não era a expectativa de ser um simples “melhor jogador da Copa”, ou pensar no sucesso pessoal. Seu alvo era ir buscar mais uma estrela para o seu País. Para isso, o grupo deveria estar unido, todos deveriam seguir as orientações técnicas, treinar bastante, e cada um deveria fazer bem sua parte sempre em função da meta principal, um esforço máximo para a vitória.

Confesso fiquei impressionado com a entrevista. Realmente onde há a união, o esforço a dedicação, o alvo será alcançado ou com certeza ficará perto. Esta entrevista me lembrou do Apóstolo Paulo, que teve sempre como meta principal atingir o alvo seja da vitória em Cristo ou entre os Irmãos.

Falando sobre a busca da perfeição como meta áurea de todos os Cristãos,o Apóstolo Paulo afirma: “Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. “A expressão” prossegue para o alvo” tem em si muitas lições importantes para cada um de nós. Por exemplo, a finalidade da Igreja, o dever de buscar a perfeição a cada dia, mesmo sabendo que tal meta será alcançada no céu. Aqui, nesta esfera terrena da vida, estamos no lugar de preparo, de treinamento.

Mesmo sendo uma meta que se consumará, o Apóstolo Paulo afirma que o Cristão não deve esmorecer. Isto é, dever abandonar os costumes do mundo, que pesam e atrapalha nossa caminhada Cristã, ao mesmo tempo em que devemos renovar o cada dia a decisão de prosseguir com determinação em busca da perfeição, alcançar o alvo que atenda a vontade de Cristo. Ao chamar Abraão lhe disse: Ande em minha presença e sê perfeito (Gn.17.1). Ande em minha presença e persiga a meta da perfeição.

O Apóstolo Paulo, também falou que deveríamos como Cristãos estabelecer a “Estatura de Cristo” como alvo a ser alcançado (Ef. 4.13). Sei que este assunto dá para discorrer bastante. Mas, o que me chama a atenção é que quando temos um alvo em comum, e cada um na Igreja faz a sua parte abandonando atitudes e pensamentos velhos, antigo costumes nocivos nos atrapalham. Precisamos nos preocupar mais com nossa renovação. Assim estaremos em busca de “mais uma estrela”, ou seja, de um emblema que agrade a Deus. Amém.















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Jornal "O Mediador de São Paulo"
Autor - Diácono Rilvan Stutz - 2005

sexta-feira, abril 15, 2011

BULLY: UMA GRANDE PREOCUPAÇÃO

NOTÍCIAS PELO MUNDO





Assédio escolar
, comumente referido pelo anglicismo bullyng, é um termo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (bully - «tiranete» ou «valentão») ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de assédio escolar pela turma.

O assédio escolar pode acontecer em qualquer contexto no qual seres humanos interajam, tais como escolas, universidades, famílias, entre vizinhos e em locais de trabalho. Em escolas, o assédio escolar geralmente ocorre em áreas com supervisão adulta mínima ou inexistente. Ele pode acontecer em praticamente qualquer parte, dentro ou fora do prédio da escola. Alguns sinais são comuns como a recusa da criança de ir à escola ao alegar sintomas como dor de barriga ou apresentar irritação, nervosismo ou tristeza anormais.

Um caso extremo de assédio escolar no pátio da escola foi o de um aluno do oitavo ano chamado Curtis Taylor, numa escola secundária em Iowa, Estados Unidos, que foi vítima de assédio escolar contínuo por três anos, o que incluía alcunhas jocosas, ser espancado num vestiário, ter a camisa suja com leite achocolatado e os pertences vandalizados. Tudo isso acabou por o levar ao suicídio em 21 de Março de 1993. Alguns especialistas em "bullies" denominaram essa reação extrema de "bullycídio". Os que sofrem o bullying acabam desenvolvendo problemas psíquicos muitas vezes irreversíveis, que podem até levar a atitudes extremas como a que ocorreu com Jeremy Wade Delle.

Jeremy se matou em 8 de janeiro de 1991, aos 15 anos de idade, numa escola na cidade de Dallas, Texas, EUA, dentro da sala de aula e em frente de 30 colegas e da professora de inglês, como forma de protesto pelos atos de perseguição que sofria constantemente. Esta história inspirou uma música (Jeremy) interpretada por Eddie Vedder, vocalista da banda estadunidense Pearl Jam.

Na última década de 90, os Estados Unidos viveram uma epidemia de tiroteios em escolas (dos quais o mais notório foi o massacre de Columbine). Muitas das crianças por trás destes tiroteios afirmavam serem vítimas de bullies e que somente haviam recorrido à violência depois que a administração da escola havia falhado repetidamente em intervir. Em muitos destes casos, as vítimas dos atiradores processaram tanto as famílias dos atiradores quanto as escolas.

Como resultado destas tendências, escolas em muitos países passaram a desencorajar fortemente a prática do assédio escolar, com programas projetados para promover a cooperação entre os estudantes, bem como o treinamento de alunos como moderadores para intervir na resolução de disputas, configurando uma forma de suporte por parte dos pares.

O assédio escolar nas escolas (ou em outras instituições superiores de ensino) pode também assumir, por exemplo, a forma de avaliações abaixo da média, não retorno das tarefas escolares, segregação de estudantes competentes por professores incompetentes ou não-atuantes, para proteger a reputação de uma instituição de ensino. Isto é feito para que seus programas e códigos internos de conduta nunca sejam questionados, e que os pais (que geralmente pagam as taxas) sejam levados a acreditar que seus filhos são incapazes de lidar com o curso.

Tipicamente, estas atitudes servem para criar a política não-escrita de "se você é estúpido, não merece ter respostas; se você não é bom, nós não te queremos aqui". Frequentemente, tais instituições (geralmente em países asiáticos) operam um programa de franquia com instituições estrangeiras (quase sempre ocidentais), com uma cláusula de que os parceiros estrangeiros não opinam quanto a avaliação local ou códigos de conduta do pessoal no local contratante. Isto serve para criar uma classe de tolos educados, pessoas com títulos acadêmicos que não aprenderam a adaptar-se a situações e a criar soluções fazendo as perguntas certas e resolvendo problemas.

Local de trabalho
O assédio escolar em locais de trabalho (algumas vezes chamado de Assédio escolar Adulto) é descrito pelo Congresso Sindical do Reino Unido como:

"Um problema sério que muito frequentemente as pessoas pensam que seja apenas um problema ocasional entre indivíduos. Mas o assédio escolar é mais do que um ataque ocasional de raiva ou briga. É uma intimidação regular e persistente que solapa a integridade e confiança da vítima do bully. E é frequentemente aceita ou mesmo encorajada como parte da cultura da organização".

















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Matéria: Assédio Escolar - Bullyng
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