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LEIA A BÍBLIA

domingo, outubro 30, 2011

QUEM É O MEU PRÓXIMO?

EDIFICAÇÃO





======================Rede de Divulgação



“Ele, porém, querendo justificar-se, perguntou a Jesus: E quem é o meu próximo?” (Lucas 10:29).
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Amados irmãos a Palavra de Deus está cheia de chamadas que nos direcionam como agir e qual caminho que devemos tomar. Mas nós, em nossa pequenês, teimamos muitas vezes em ir de encontro a estes avisos e então transgredimos indo contra àquilo que pregamos. O Senhor Jesus disse que semelhante a amarmos a Deus sobre todas as coisas, é amar nosso próximo como nós mesmos. O apóstolo Paulo na carta aos Efésios nos confirma esta verdade mostrando-nos que fé sem obras é morta.

E nós irmãos?

Será que estamos agindo de acordo com essas verdades que sempre estamos confirmando com nossos lábios? Mostremos nossa fé através também das boas obras, amando sem distinção. Será que quando aquele irmãozinho que ainda não está na “posição” (hoje em dia esta palavra ta na moda) chega-se a nós com algum problema em que necessita de ajuda estamos tendo a devida benevolência que pedimos a Deus que tenha conosco quando pecamos? Ou será que não mais pecamos? “Perdoa nossos pecados assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido” Será que quando o mundo lá fora se levanta contra as coisas do evangelho eu compreendo que eles ainda não tiveram a oportunidade de conhecer a Deus como nós um dia tivemos? Temos a devida paciência de outra vez levar a mensagem de salvação, pois Deus não faz acepção de pessoas? Queridos, esta reflexão tem estado presente no meu dia a dia, quando penso em deixar pra lá, não dar importância, chutar o balde, lembro-me do discípulo perguntando ao Senhor:

“Quantas vezes devo perdoar meu irmão? Sete?” E o Senhor respondendo: “Não digo sete, mas setenta vezes sete”.

Imaginem amados se a pergunta fosse quantas vezes devo perdoar aqueles que ainda não conhecem a Deus verdadeiramente? Quantas vezes o Senhor responderia que deveríamos perdoar?

Assim queridos, concluímos com outra questão:

“Quem é o nosso próximo?”

Normalmente considera-se como meu próximo aquele que eu escolho para ser meu próximo e não aquele que se apresenta. Pois não estou disposto a sair da minha zona de conforto e meter-me em mazelas da vida dos outros.

Será que essa seria a atitude do Senhor ?

Com certeza que não! Mas agradeço a Deus que tem levantado uma igreja no coração de alguns servos e espero que possam contagiar muitos outros e assim prossigamos resgatando tantos quantos o Senhor colocar "próximos " a nós.

Que o Senhor nos ajude e continue nos abençoando.











Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog - "A Serviço do Senhor"
Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo"
Por André Nunes - Fruto do Espirito

sábado, outubro 29, 2011

GRAÇA BARATA?

EDIFICAÇÃO





====================Rede de Divulgação



Alguns me escrevem dizendo que eu ando pervertendo o evangelho. Outros insinuam que prego uma graça barata. Já fui chamado de pastor de bodes e pregador de heresias. Desculpem-me aqueles que discordam de mim, não estou aqui para criticá-los. Não sou o dono da verdade, mesmo porque a Verdade é uma pessoa e não uma opinião, e a minha fé na graça é tão grande que creio que independente do conceito que cada um tenha, ela cobre de misericórdia tanto a mim quanto ao mais legalista dos cristãos.

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Portanto, não tenho ambição de ter razão, mesmo porque na graça “ter razão” quando se trata do amor de Deus é apenas ilusão de vaidade humana. Nada mais faço senão pregar aquilo que recebi de Deus e que se fez vida em mim. Sei que quem convence o homem é o próprio Deus e não a minha eloqüência. O ministério que Deus me confiou é falar daquilo que Ele tem me ensinado e ser usado por Ele para abrir a mente dos que me lêem para novas possibilidades de viver a fé com mais alegria e leveza. Leve como deve ser o fardo que Cristo nos dá.
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A Palavra me ensinou que nenhuma condenação há para os que estão em Cristo; que a fidelidade de Deus é tão grande que ele permanece fiel mesmo estando eu repleto de infidelidades e mesmo que o meu coração me condenasse maior é Deus que o meu coração e conhece todas as coisas. Palavras como estas entraram em mim, fincaram raízes e deram descanso à minha alma cansada de buscar, através de justiça própria, a proximidade que hoje tenho sem as angústias de alma que antes me atormentavam.
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Assim, eu posso assegurar que não prego uma graça barata, isto é mentira. Para mim, se a graça é barata já está saindo muito caro! Graça só é graça quando é de graça. Sem barganhas, sem trocas, sem dogmas, sem medos, sem leis. Sem preço a pagar. Apenas um encontro com o Cristo ressurreto que transforma a mente e nos faz nova criaturas.
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No evangelho de Mateus 18:23-34, Jesus fala de um homem que devia dez mil talentos ao seu Senhor. Não há como quantificar exatamente quanto isto valeria em dinheiro de hoje, mas sabe-se que era um valor estratosférico e impagável. O senhor daquele servo poderia tê-lo vendido junto com sua família como escravos para abater parte da astronômica soma. No entanto, preferiu perdoar-lhe toda a dívida.
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Claro que o servo poderia ter rejeitado a graça, e fincado pé em pagar, mesmo que parte do valor da dívida, mas quem cometeria a tolice de recusar o perdão de uma dívida impagável?
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Semelhante é a graça que nos é ofertada. Ela é o perdão de todas as dívidas, sem mais nada a ser pago. O senhor da parábola poderia ter diminuído a dívida e estipulado um valor que estivesse dentro das possibilidades de pagamento do servo e isto sem dúvida seria um gesto de extrema misericórdia, mas ele preferiu abrir mão de tudo. Assim como o senhor da parábola, Deus não deixa preço a pagar, ele perdoa toda a dívida. O servo nada fez para merecer esta graça, assim como nós nada fizemos a não ser receber o dom gratuito.
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Eu perguntei quem seria tolo de continuar teimosamente querendo pagar, mesmo tendo toda a sua dívida perdoada. Pois bem, nós somos este tipo de tolo. Somos por demais arrogantes e queremos algum tipo de justiça própria para nos considerarmos mais merecedores ou melhores que os outros.
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A parábola fala que aquele servo encontrou um conservo que lhe devia cem denários, menos de um milionésimo da dívida que lhe fora perdoada. No entanto, o servo exigiu o pagamento. Nós também temos sido assim e não conseguimos estender aos nossos semelhantes a graça que recebemos.
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O servo da parábola só se tornou indigno quando não viveu conforme a graça que lhe foi dada. Não por conta de imposições, mandamentos ou leis que seu senhor lhe tenha imposto, mas em negar-se a buscar um novo caminho que refletisse esta graça para o seu próximo.
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Portanto, querido leitor, quando me acusam de pregar uma graça barata, cometem dois equívocos. Primeiro, a graça que prego não é barata, é de graça! Segundo, a graça que prego é apenas o que a Bíblia nos ensina e esta graça é por si só transformadora. Ninguém que tenha experimentado continuará o mesmo, não por imposição de leis, mas no seu relacionamento com o próximo, pois, como Paulo nos ensina, o cumprimento da lei é amar ao próximo.
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Que a Graça de Deus nos transforme a cada dia.










Igreja Presbiteriana do Brasil

O Blog "A Serviço do Senhor"
Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo"
Pr. Denilson Torres - M.Fruto do Espirito

sexta-feira, outubro 28, 2011

NÃO ABRA MÃO DE SUA AUTORIDADE SACERDOTAL!

EDIFICAÇÃO





===================Rede de Divulgação


“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo todo seu, para que proclameis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz;” (1 Pedro 2:9).
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Paz e bem,
Sacerdócio é uma atividade espiritual na qual aquele que a tem é revestido com autoridade e poder para ser mediador entre Deus e os homens. No Antigo Testamento a linhagem de Arão passou a designar os homens que exerceriam esta função. Cabia ao sacerdote oferecer sacrifícios intercedendo pelo povo. Diariamente tinham a obrigação de manter o incensário sempre alimentado, os pães da proposição sempre renovados e as lâmpadas do candelabro sempre acesas. Tais eram símbolos da sua intercessão entre Deus e os homens.
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Nos dias de hoje muitos consideram que os pastores e demais líderes religiosos compõem a nova casta sacerdotal. Buscam que estes homens e mulheres intercedam a Deus por suas vidas e na prática fazem deles os seus intermediários até Deus. Este é um equívoco tremendo!
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Na nova aliança, a autoridade sacerdotal não está restrita a uma pessoa ou um grupo específico de pessoas. O sacerdócio é universal. Ou seja, todos nós somos sacerdotes. Eu sou sacerdote e você que está me lendo agora também o é, não existe hierarquia entre nós. Você é sacerdote no Senhor! Lavado e remido pelo sangue do cordeiro e, portanto, justificado para exercer o sacerdócio santo e real a fim de oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo.
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O sacerdócio não é apenas para alguns privilegiados, é de todos que aceitam Jesus e são justificados pelo Seu sangue, independente de cargo, sexo, cor ou etnia.
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Você tem autoridade sacerdotal, mesmo que você ainda não o sinta assim. A autoridade não reside no seu discurso, ou no seu sentimento, mas unicamente em quem você é. E você é filho de Deus, chamado para serem rei e sacerdote do Deus supremo, não por justiça própria, mas pela justiça praticada por Ele na cruz.
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Se todos nós tivéssemos consciência plena destas prerrogativas que nos dá o direito de entrarmos no Santíssimo Lugar onde só o sumo sacerdote podia entrar uma vez por ano e que agora temos livre acesso todos os dias o dia todo entenderíamos o poder que Deus nos concedeu e não haveria nada impossível para nós, pois tudo é possível àquele que crê e anda conforme esta fé.
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Claro que podemos e devemos pedir a intercessão dos santos sobre nossas vidas e isto é muito bom! Mas nada substitui a sua própria oração e intercessão, seja por sua vida, seja por outros que Deus lhe der. Na graça ninguém é mais habilitado quando se fala em exercer o seu sacerdócio pessoal. Todos somos iguais perante nosso Sumo Sacerdote.
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Então, não se sinta de maneira alguma intimidado ou fraco perante as batalhas espirituais que travar. Não seja refém de outros que usam do engano e da manipulação para se colocarem como se estivessem mais próximos de Deus e só eles tivessem conexão direta ou especial com o Altíssimo. Permita o fluir do Espírito Santo em sua vida. Se entregue a Ele e deixe que ele interceda por você com gemidos inexprimíveis.
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Não se esqueça: você é sacerdote do Senhor! Não abra mão de suas prerrogativas.
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Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo"
Pr. Denilson Torres - M. Fruto do Espirito

quinta-feira, outubro 27, 2011

POR QUE HOMEOPATIA NÃO FUNCIONA?

NOTÍCIA-OPINIÃO





==================== Rede de Divulgação



Sempre que se busca pelo medicamento
que se deve ministrar em homeopatia, usa-se o método unicista, ou seja, de prescrever um só medicamento, mesmo que, posteriormente, venha-se a mudar de medicamento.
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Utilizam-se, para chegar a tal e qual medicamento, as informações que constituem verdadeiro inquérito frente ao paciente, por exemplo, em saber se ele é ciumento, condolente, depressivo, maníaco, violento, agressivo, indiferente, além de outras propriedades que se tenta inferir acerca da pessoa.
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Só que, quem percebe se a pessoa é condolente ou não é o médico. Quem percebe se a pessoa é agressiva ou não é o médico. E essas percepções não são propriedades inerentes ao paciente em questão, mas ao médico que está observando o paciente!
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Temos de lembrar o que René Descartes escreve com muita propriedade: O que podemos inferir acerca do meio exterior? Absolutamente nada! A única inferência ou único raciocínio que não apresenta falha, segundo Descartes é "PENSO, LOGO EXISTO", que também está errado, conforme demonstrei atrás, em outros artigos, sendo que o correto é "PENSO, LOGO SINTO".
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Por isso, qualquer conclusão que se tenha acerca do paciente é muito mais uma apercepção imanente do médico que observa, do que do paciente que está sendo objeto de análise.
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Assim, por exemplo, quando o alcoólatra diz ser ciumento de seu cônjuge, isso é mera informação do paciente e verdadeiramente falso. Em verdade, aquilo que o paciente alcoólatra chama de ciúme é apenas um desejo disfarçado. Por isso, mesmo informações cedidas pelo paciente são objeto de exclusão quando levados à sua análise.
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Pode-se também como contra prova, apenas, tentar modificar o medicamento Lycopodium clavatum C30 por Pes ursinus C30 e uma boa parte, se não todos os pacientes vão referir que com o Lycopodium se davam bem e com o Pes ursinus não se deram bem. Esses medicamentos são sinõnimos.
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O mesmo tipo de entendimento pode ser feito acerca do medicamento Pulsatilla nigricans com Anemona Pratensis. Os pacientes referem que não obtiveram melhora ao se modificar de medicamento e mesmo que pioraram. São sinônimos.
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Por isso, para a homeopatia, serve muito mais a auto-sugestão consciente, onde a VONTADE da pessoa está polarizada para aceitar que um medicamento lhe faça bem ou não.
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E causa espécie a observação de alguns médicos que dizem "homeopatia salvou meu filho!". Ele estava internado em uma UTI. Do melhor hospital do País, recebendo os medicamentos de última geração, com respiração de oxigênio, e eu dei duas bolinhas de Sulphur depuratum c30 e ele dois dias após, ficou bom! É piada, NÉ?
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Casos de tratamento de diabete pode-se usar tal e qual medicamento as tonelagem, que também é indiferente! Digo, não é indiferente, pois a glicemia sanguínea fica sempre acima dos 300 MG/dl, faixa em que aumenta a incidência de infarto cardíaco ou cerebral.
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Por essas e por outras, homeopatia simplesmente não funciona! Em 1983, houve no Brasil, uma pressão muito forte daqueles que queriam fazer homeopatia como uma forma de aumentar seus rendimentos.
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Como a homeopatia não era reconhecida pelos Conselh
os de Medicina, os homeopatas eram perseguidos. Quando o número de homeopatas ficou grandão, os Conselhos de Medicina fariam muitos inimigos se continuassem a brigar com os homeoterapêutas. E a partir desse ano, decidiram pela regularização da medicina homeopática.
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Eu fiz curso de especialização em homeopatia, de 1979 a 1982. Nunca pude comprovar nenhuma das benesses que se prometem nas salas de aula, mesmo com a melhor das boas intenções, e utilizando a melhor da minha VONTADE para tentar perceber algo que nunca aconteceu afora a auto-sugestão consciente.
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Afora o fato de que a partir da dinamização C12 não existir mais matéria, e sim somente a energia como queiram os homeopatas, vai sempre haver a inferência do médico que está analisando as propriedades do objeto ou paciente. Pelas observações de Descartes, não se pode afirmar nada de verdadeiro acerca do mundo exterior!
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Assina – Dr. Magnus Amaral Campos - médico devidamente inscrito no CREMESP sob número 36.185.
Professor Universitário–Conselheiro.
Mega-Arquivo–Shvoong.





=Blog-Pensadoreslivres.org















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Mega Arquivo Shvoong - Prof. Universitário
Dr. Magnus A. Campos - Membro Shvoong

terça-feira, outubro 25, 2011

ENTRE PERDAS E GANHOS

NOTÍCIA-OPINIÃO





================== Rede de Divulgação


Ao retornarmos as nossas histórias e ampliarmos nossa visão observamos que as perdas e os ganhos fazem parte de um mesmo processo e que não há como escalarmos o crescimento pessoal sem passarmos por momentos de renuncias e sofrimentos.
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Normalmente, considera- se que o desenvolvimento pessoal flui naturalmente e que estamos sempre conscientes de tudo que nos acontece. No entanto, as interações primárias e, principalmente, a confortável simbiose mãe-filho deixam marcas profundas que nos acompanham e nos limitam.
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O indivíduo aprende a amar e ser amado, a se relacionar consegue mesmo e com o mundo com suas primeiras interações. Assim, no desenrolar do tempo atravessa várias etapas do seu ciclo evolutivo, sendo acompanhado de perdas importantes ao seu crescimento pessoal. A primeira perda é a da percepção de que “não somos uno com nossa mãe”. Através do elo- mãe-filho nos sentimos seres completos. Contudo, é no processo de separação-individuação que caminhamos ao encontro da nossa identidade.
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A estrutura psicológica do ser humano se forma até os 5 anos e ao longo da vida, na sucessão das perdas, inevitáveis ao crescimento, ele se defronta com a sua incompletude emocional, pois a primeira perda se repete. Assim, em cada estágio de separação há tarefas que devem ser realizadas, mas a forma de enfrentar às perdas está relacionada ao contexto de valores, a filosofia de vida e a religiosidade.
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Nem sempre conseguimos entender que os momentos de dificuldades que enfrentamos são necessários para alcançarmos um ponto a mais na nossa escala de crescimento. Na dor não vislumbramos os ganhos. Não percebemos que para poder alcançar, por exemplo, a maturidade, tivemos que perder juventude, entretanto pudemos experimentar outros potenciais que, em momentos anteriores não nos eram disponíveis.
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Poder olhar para trás e ter saudades, boas recordações é saudável, mas fixar o olhar no tempo passado e não poder usufruir o tempo presente é uma maneira de negar a continuidade da vida; é se tornar velho (fora de uso) mesmo que o tempo cronológico não seja compatível. Portanto, é entre perdas e ganhos que vamos construindo nossa estrada, abrindo novos horizontes.
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É necessário que possamos reconhecer a dor e, também, saibamos que ela faz parte do movimento constante da vida que se desenrola entre o nascimento e a morte.











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Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo"
Portal da Família - Norma Emiliano

segunda-feira, outubro 24, 2011

MULHERES: O PREÇO DE UMA FAMÍLIA

TEMA-EDUCAÇÃO





======================Rede de Divulgação



Teoricamente, as empresárias, as mulheres que “alcançaram tudo”, não parecem ter problemas com dinheiro ou de igualdade. Contudo, há notícias assustadoras.

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Três alunas venceram um prêmio concedido à melhor idéia empresarial que, caso não fosse real, poderia ser tirada do famoso livro de Aldous Huxley, Admirável Mundo Novo, do qual muitas profecias já foram cumpridas. Esta poderia ser mais uma: “Programe sua vida e também sua carreira como se fosse um fundo de pensão... congele seus óvulos e tenha um filho quando já tiver vencido”.
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A cada ano, os alunos do programa Máster elaboram um “business plan”, analisado e qualificado por um jurado. Este ano, o primeiro lugar foi para umas peculiares empreendedoras, cujo trabalho estaria centrado em “melhorar a vida das mulheres”. Como? Por meio de uma gama de serviços que possibilitem parar o relógio biológico de acordo com a vontade. O argumento defendido por tão singulares vendedoras do produto foi: “Nas mulheres, a idade fértil coincide com a época de ascensão profissional... a única solução é atrasar a maternidade. Deste modo, podemos ter tudo.”
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Tudo? A que preço? Este é o problema: querer ter tudo... Sem mudar nada – na entrelinha está claro – para atingir a meta. Equivale a seguir o papel do homem do século passado, ou seja, aceitar, de cara, que não há nada a ser mudado na empresa e na sociedade. Para elas, não existem políticas de conciliação trabalho-família ou correções de rota.
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Para uma boa profissional, a flexibilidade de tempo e de lugar, como modo de trabalho, é vista com receio em detrimento das longas horas no escritório. A realidade é assim e a aceitam... Mudando o que são, quer dizer, mulheres com ambição não apenas profissional, mas também familiar.
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Caso a empresa não incorpore a maternidade e a paternidade como um valor da empresa, será impossível querer humanizá-la. Como sabemos a discriminação no trabalho não se deve ao sexo, mas à maternidade. “Venham mulheres, estudem, trabalhem, votem, sejam tudo... menos mães”. Esta é a ilusão mais perversa da igualdade oficial, da louca vida do trabalho em que andamos imersas. Somos nós, com a cumplicidade dos homens, que devemos mudar essa realidade, dia a dia.










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Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo"
Por Nuria Chinchilla - Prof. del IESE
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domingo, outubro 23, 2011

PARA QUEM ACHA QUE DEUS NÃO EXISTE!

EDIFICAÇÃO





=====================Rede de Divulgação



== Um professor ateu desafiou seus alunos com esta pergunta:
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DEUS FEZ TUDO QUE EXISTE?
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UM ESTUDANTE RESPONDEU CORAJOSAMENTE: "SIM, FEZ!"
Deus fez tudo mesmo? "Sim, professor - respondeu o jovem. O professor replicou: Se Deus fez todas as coisas, então Deus fez o mal, pois o mal existe e considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mal. O estudante calou-se diante de tal resposta e o professor, feliz, se vangloriava de haver provado mais uma vez que a Fé era um mito.
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Outro estudante levantou sua mão e disse: "Posso lhe fazer uma pergunta, professor?"
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SEM DÚVIDA, RESPONDEU-LHE O PROFESSOR.
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O JOVEM FICOU DE PÉ E PERGUNTOU:
"PROFESSOR, O FRIO EXISTE?"
Mas que pergunta é essa? Claro que existe você por acaso nunca sentiu frio? O rapaz respondeu: "Na verdade, professor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade, é ausência de calor. Todo corpo ou objeto pode ser estudado quando tem ou transmite energia, mas é o calor e, não o frio que faz com que tal corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Criamos esse termo para descrever como nos sentimos quando nos falta o calor.
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E A ESCURIDÃO EXISTE, EXISTE?" - CONTINUOU O ESTUDANTE.
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O PROFESSOR RESPONDEU: MAS É CLARO QUE SIM.
O estudante respondeu: "Novamente o senhor se engana. A escuridão tampouco existe. A escuridão é na verdade a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas a escuridão não. O prisma de Newton decompõe a luz branca nas várias cores de que se compõe, com seus diferentes comprimentos de onda. A escuridão não. Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca. Como se faz para determinar quão escuro está um determinado local do espaço? Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é mesmo? Escuridão “é um termo que o homem criou para descrever o que acontece quando não há luz."
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FINALMENTE, O JOVEM ESTUDANTE PERGUNTOU AO PROFESSOR:
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"DIGA, PROFESSOR, O MAL EXISTE?"
Ele respondeu: Claro que existe. Como eu já disse no início da aula, vemos roubos, crimes e violência diariamente em todas as partes do mundo, essas coisas são o mal.
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Então estudante respondeu: "O mal não existe, professor, ou ao menos não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência de Deus.
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É como nos casos anteriores, um termo que o homem criou para descrever a ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a Fé ou o Amor, que existem como existem a Luz e o Calor. O mal resulta de que a humanidade não tenha Deus presente em seus corações. É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há
luz".













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Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro


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