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domingo, janeiro 29, 2012

ANALFABETISMO ESPIRITUAL

EDUCAÇÃO







===========================Rede de Divulgação



Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostragem a Domicílio (PNAD 2007), o analfabetismo funcional atingiu 21,6% da população. Somados esse índice com os 10% da população brasileira que é totalmente analfabeta, resulta que 31,6% da população não possui o domínio pleno da leitur
a, da escrita e das operações matemáticas.
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Como educador e pesquisador, ao examinar estes dados, pude perceber que ainda há muito a lutar por alcançar níveis educacionais razoáveis, pois nenhum dirigente responsável pode ficar tranquilo quando se depara com, aproximadamente, 60 milhões de pessoas parcialmente ou totalmente analfabetas.
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Dando um passo mais além, levantei a seguinte questão: mas, por que índices de corrupção, de infidelidade, de divórcio, de dependência química, de depressão, de suicídio tão elevados em classes sociais mais instruídas e com um maior poder aquisitivo? Não estarão também refletindo algum tipo de analfabetismo? Não será que o IBGE teria que começar a levantar também um novo índice, muito mais preocupante e definidor para a verdadeira justiça, que aponte a capacidade de domínio do egoísmo pessoal ou que meça a capacidade de lealdade e justiça sociais? Não é para isto que se deve investir em educação num país?
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Se nos perguntarmos sobre o porquê deste fenômeno, uma hipótese que gostaria de levantar é que os fins atuais da educação podem estar sendo enfraquecidos por uma visão incompleta da verdadeira antropologia humana – apenas preocupada em satisfazer a parte afetiva do homem e não com a sua totalidade: a integração da inteligência, vontade e afetividade. De fato, quando a educação é vista apenas como um trampolim para galgar melhores níveis econômicos, quando o esforço educacional é motivado apenas para garantir um emprego estável, quando o homem é valorizado mais pela sua parte afetiva (material) que pela sua parte racional, volitiva, e, portanto, espiritual, o conhecimento técnico é visto como o mais importante e suficiente para ser ensinado nas escolas. O aprendizado ético não é visto como prioritário e, inclusive, muitas vezes, como necessário.
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Essa distorção na educação tem levado, com a perspectiva dos últimos anos, a duas consequências muito perigosas aos alunos da maioria das escolas, seja pública ou privada: em primeiro lugar, a um grave atrofiamento da parte da inteligência que reflete, julga e decide o que mais lhe convém para a sua realização, o que os clássicos chamaram de razão prática; e, em segundo lugar, a uma hipertrofia da afetividade, que, quando não conta com a moderação dessa razão prática, sempre leva o homem a desejar mais prazer para si do que necessita e portanto mais egoísmo e menos altruísmo.
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Esta desordem humana, que leva a uma incapacidade para amar alguém realmente e sinceramente, é o principal causador da insatisfação existencial. É o que define e alimenta o analfabetismo espiritual. É o que faz com que os jovens hoje só se motivem por tudo aquilo que seja meramente material e econômico. Por isso, quando vemos estudantes saindo com diplomas universitários das mais respeitadas faculdades, mas muito imaturos para pensar no próximo, e muito motivados para conseguir apenas o sucesso profissional, sempre vem a pergunta: será que valeu apenas investir tantos recursos somente na razão teórica, aquela que acumula conhecimento e mais nada e que para a educação hoje parece que é a única que existe?
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Desde já gostaria de propor que, em primeiro lugar, a educação das virtudes éticas/morais voltasse a ser mais contemplada na família e no currículo escolar, que é o que proporciona efetivamente a alfabetização espiritual. E, por fim, que o próximo PNDA 2009 comece a pesquisar o índice do analfabetismo espiritual. Desde já posso intuir que este índice, somado aos 31,6% apontados no início, resultará em patamares altamente preocupantes para a paz social do futuro.










Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "
Dr. João Malheiro-Doutor em Educação UFRJ
Portal da Família - Artigos e Variedades

quinta-feira, janeiro 26, 2012

GLUTEN: O QUE É ISSO?

CUIDANDO DA SAÚDE






==========================Rede de Divulgação


Certamente em muitas ocasiões você pegou aquele pacote de biscoito, macarrão, chocolate ou macarrão e viu escrito em letras destacadas: “Contém glúten”. Será que isso mata? Não se assuste. O glúten é uma rede de proteínas ergástica e amorfa que se encontra na semente de muitos cereais, como no trigo, aveia, cevada, centeio, malte principalmente no trigo. Representa 80% das proteínas deste último cereal e é composto de duas proteínas principais: a gliadina e glutenina. É responsável pela elasticidade da massa da farinha, o que permite sua fermentação, assim como a consistência elástica esponjosa dos pães e bolos.
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Pode ser obtido lavando a farinha e retirando o amido (chamado também de fécula). Para isso se forma uma massa de farinha e água, que é lavada, até a água tornar-se limpa. Experimente em casa: pegue um pouco de farinha de trigo; molhe em água corrente até sair totalmente uma solução branca (amido), obtendo enfim uma substância elástica, com uma textura pegajosa e fibrosa, parecida com a do chiclete; o glúten. Em alimentos assados, por sua força e resistência conferidas à massa, o glúten é o responsável pela permanência dos gases da fermentação no interior da massa, fazendo com que ocorra um aumento no volume da massa.
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Depois do cozimento, a coagulação do glúten é responsável pelo não murchamento do bolo ou pão. Mas a pergunta vem de novo à mente: por que a necessidade de colocar nos rótulos de alimentos processados em evidência: “Contém glúten”. Isso é explicado por ser a forma de alertar as pessoas com a doença celíaca; as quais têm uma predisposição genética para a alergia ao glúten (principalmente à gliadina presente neste) e têm que fazer dietas livres de glúten; ou seja, não comer pão tradicionalmente feito com farinha de trigo.
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Nestas pessoas o glúten provoca danos na mucosa do intestino delgado, impedindo uma digestão normal. Após eliminar o glúten da dieta, o intestino volta a funcionar com normalidade. Normalmente, o nosso intestino é formado de microvilosidades que se assemelham a picos de montanhas, aumentando a área de absorção de nutrientes. Entretanto, em essas pessoas doentes, não ocorre o mesmo. Além disso, os autistas são, de modo geral, sensíveis, por ter um efeito opiáceo nestes indivíduos.
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Outra enfermidade também associada à restrição é a dermatite herpetiforme. Por isso, segundo a resolução RDC Nº 40, de 2002: “(...) todos os alimentos que contenham glúten, como trigo, aveia, cevada, malte e centeio e/ou seus derivados (...) e que sejam produzidos, comercializados e embalados na ausência do cliente e prontos para oferta ao consumidor, devem conter, no rótulo, obrigatoriamente, a advertência: "CONTÉM GLÚTEN". Além disso, segundo a mesma resolução: “(...) a advertência deve ser impressa nos rótulos dos alimentos e bebidas embalados em caracteres com destaque, nítidos e de fácil leitura.” Da mesma forma, como medida mais eficaz e preventiva do controle da doença celíaca, a lei no. 10.674, de 2003 vai além, estabelecendo que: “(...) todos os alimentos industrializados deverão conter em seu rótulo e bula, obrigatoriamente, as inscrições "contém Glúten" ou "não contém Glúten", conforme o caso.
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A retirada dos alimentos com glúten da dieta (macarrão, pães, biscoitos, bolos, pizza etc.) não causa nenhum prejuízo à saúde. Felizmente, os pacientes podem contar com muitas alternativas; já que muitos cereais não contêm o glúten, como arroz e milho; fontes excelentes de proteínas e fibras. Agora que você sabe o que é o glúten, ensine, mostre e alerte as pessoas que, de alguma forma possuem os sintomas da doença causados pela ingestão do glúten, tais como: anemia, irritabilidade, fadiga, baixo ganho de peso e estatura, constipação intestinal crônica, manchas e alteração do esmalte dental. Na dúvida, procure uma nutricionista para obter uma melhor informação e adequar um cardápio que para melhor satisfazê-lo.
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Pedro Henrique Baptista de Oliveira. Engenheiro de alimentos Pesquisador-Professor do Instituto de Laticínios Cândido Tostes.











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Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "
Prof.Pedro Henrique Eng.de Alimentos

sexta-feira, janeiro 20, 2012

GUIAS CEGOS: LÍEDER AFIRMA QUE JESUS FOI CRIADO

EDIFICAÇÃO







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Rede de Divulgação

Certa vez, eu ouvi de um diácono que, para ele, Jesus havia sido criado, teria sido a primeira criação de Deus. Eu fiquei preocupado com a pouca profundidade teológica de alguém que exerce liderança no meio do povo de Deus. Mas como a falta de conhecimento é uma das principais armas usadas por satanás para cumprir um dos seus três propósitos: matar, ou fazer perecer; não é de admirar que mais e mais pessoas pensem como o diácono do início desta notícia.
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Só que agora tomei conhecimento que nada menos que o líder de uma das denominações evangélicas que mais cresce no Brasil, o Valdemiro Santiago da
Igreja Mundial do Poder de Deus, afirmou categoricamente: “A primeira obra dele (de Deus Pai) foi Jesus Cristo”. Em outras palavras o chamado apóstolo, afirma com todas as letras que Jesus foi criado por Deus, foi a primeira criação do Senhor.
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Querido leitor, ou leitora, isto é erro do brabo! Não é apenas uma opinião, tal afirmação traz conseqüências eternas.
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Se Jesus foi criado ele passa a ser criatura, pois criatura é todo aquele que um dia foi criado. Ora, se é criatura não pode ser adorada, pois adoração à criatura é pecado e este pecado tem nome: Idolatria.

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Em resumo, o líder de uma das denominações que mais cresce no Brasil, candidamente escreve em sua página que os Testemunhas de Jeová estão certas, e as coisas continuam no mesmo lugar, como se nada demais tivesse sido afirmado!

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Eu fui durante dois anos de minha vida seguidor das T
estemunhas de Jeová e um dos pilares da fé TJ é a afirmação que Jesus foi criado e, portanto é apenas uma criatura, digno de ser seguido, imitado e crido, mas jamais de ser adorado.
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Por isso, quando comecei a freqüentar uma igreja evangélica eu tinha enorme receio de estar pecando contra Deus. Só me senti livre para adorar a Jesus quando estudei este tema exaustivamente para ter convicção que o meu Senhor jamais foi criado, que Ele é Deus em plenitude e merece e deve ser adorado.
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Se o Valdemiro Santiago
fosse minimamente coerente com o seu discurso, deveria proibir qualquer ato de adoração a Jesus em suas igrejas, mas a questão é: será que ele sabe realmente das conseqüências do que fala?
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Meu Deus! O que será dos milhões que seguem esta
s lideranças? O que está acontecendo com este evangelho? Quanto mais pensam desta forma e só não tiveram a oportunidade de falar?
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Cegos guiando outros cegos, onde isto vai dar?

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Blog “Rei dos Reis”
Acrescentamos: Em tudo isso há uma tragédia maior ainda: Erram por não conhecer as Escrituras, e nem o poder de Deus (Mateus 22.29). Por isso, a palavra do Senhor exorta dizendo: Examinai tudo, retendo o bem (I Tessalonicenses 5.21).
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Terminando nossa contribuição ao texto do Pr. Denilson Torres.
Observem que na segunda carta de Pedro (2.1 a 3), a palavra relata que, assim como houve entre o povo falsos profetas, haverá também entre vós falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição. E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade; e, por avareza, farão comércio de vós com palavras fingidas; sobre os quais já de longo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dorme.
Em Mateus Cap.22-v.29. Respondeu-lhes Jesus: Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus.
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Que nosso D
eus tenha misericórdia deste povo, temos certeza que o Espírito Santo do Senhor atue com misericórdia rapidamente, segundo a Sua Vontade!











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Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "

Pr. Denilson Torres - Fruto do Espírito.com


quinta-feira, janeiro 19, 2012

LIBERDADE E COMPROMISSO

EDUCAÇÃO





===========================Rede de Divulgação


De pouco serve a liberdade a um homem que careça de valores ou de ideais e, menos ainda, a quem tenha medo de comprometer-se. Não há dúvida de que o homem moderno está inseguro de seus ideais e nada disposto a se comprometer, já que a alteridade tem um preço: o de vencer a si e ao egoísmo.
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A liberdade é um bem de nenhuma serventia para alguém que pense que a vida termina num caixão de carvalho francês e que o ato de escolha entre esta ou aquela opção, por si só, acarrete um sofrimento invencível. Camus sentenciou que só há uma verdade, uma verdade fácil de entender e difícil de aceitar: os homens morrem e não são felizes (in Calígula, Paris, sem data, p.41, tradução livre).
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Se isso fosse verdadeiro, melhor abandonar nossa liberdade à própria sorte e seguir o conselho do mesmo autor existencialista – a vida, esta palhaçada sem sentido, torna estúpido tudo o que rodeia o homem (in Sartre, J.P., Prólogo “O Estrangeiro”, de Camus, A., Rio de Janeiro, 1959, p.32).
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Sem dúvida, o problema das frustrações existenciais reside no fato de que a escolha se deu entre coisas sem valor. Mesmo com mais liberdade hoje, se o mundo abandonou seus marcos de valor, para que tanta liberdade, sobretudo sem o ideal de compromisso?
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Quando, daqui a muitos anos, algum estudioso se debruçar na análise do comportamento existencial do homem atual, certamente concluirá, com tristeza, que, apesar de abertos todos os caminhos, de varridos todos os entulhos totalitários, dos mais variados matizes, que entulhavam essas vias, ao mesmo tempo, a convicção predominante era a de que tais caminhos que não levavam a parte alguma.
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Eis o paradoxo: todas as sendas estão à disposição do homem e, no fundo, ele tem medo de escolher uma dentre elas ou sequer tentar fazê-lo. Quando muito, se ensaiam uns passos por determinado caminho e, logo, se está inclinado a retroceder por tédio ou por cansaço para, depois, experimentar outro caminho (outro trabalho, outro homem, outra mulher, outra vida) e outro depois de outro...
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O homem contemporâneo contempla com tanto receio a possibilidade de se comprometer, que se corre o risco de paralisar, voluntariamente, seu poder de escolha e sua própria liberdade ao cabo. Escolher é comprometer-se. Toda a escolha é um compromisso. Em razão disso, aqueles que têm pavor de escolher ou se limitam a tentativas abandonadas rapidamente, contradizem e anulam a sua própria liberdade.
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O homem moderno está na junção de várias veredas, mas, enquanto tiver medo de se comprometer, ficará estagnado na encruzilhada. Esta paralisia da liberdade, que torna o homem incapacitado de optar, de maneira segura e duradoura, por qualquer coisa que lhe imponha um certo sacrifício, já não é a simples dificuldade decorrente do poder de escolha, porém o estorvo que deriva do singelo fato de que a adoção de uma alternativa implica a exclusão de todas as demais.
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Não significa que falte ao homem a liberdade: é uma consequência inevitável de nossa natureza finita, desde sempre, que não pode abarcar a tudo e a todos. Quando se resolve casar, escolhe-se uma mulher e, logo, excluem-se todas as outras. No tempo de meus pais, a maioria preferia enfrentar o dilema, logo ou depois, mesmo ciente de que o compromisso era duradouro. Era melhor lançar-se no risco a permanecer indeciso – e sozinho – diante do risco.
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Hoje, as pessoas estão abertas ao matrimônio, mas condicionando-o a uma cláusula implícita que permita o divórcio. Prova de uma a
rraigada desconfiança e do temor de comprometer-se, o que significa, em última instância, medo do amor.
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O excesso de publicidade reinante não ajuda o compromisso, pois tudo parece ter qualidades incríveis e acreditamos no valor real de muito pouco. Todavia, no caso da liberdade, o débito relativo a esta desconfiança não pode ser lançado na conta dos publicitários. Deve ser registrado na caderneta que cada um tem na mercearia da vida. Abusamos das coisas boas criadas, que chegamos ao ponto de desvirtuá-las e já não nos levam à felicidade. Se já não confiamos nelas, é porque, de tanto deturpá-las, convertemo-las em algo para o qual nunca foram feitas.
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A liberdade sempre representou uma probabilidade de perigo para o ser humano, derivando daí seu atributo de princípio de indeterminação. Contudo, ao mesmo tempo, é uma dádiva, porque, graças a ela, o homem conhece o amor e o compromisso.
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André Gonçalves Fernandes, nascido em 1974, é Juiz de Direito da 2ª Vara Cível e de Família da Comarca de Sumaré/SP. Graduado, no ensino fundamental e médio, pelo Colégio Visconde de Porto Seguro em 1991. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco em 1996. Atua como magistrado desde 1997. Articulista do Correio Popular de Campinas e da Escola Paulista da Magistratura desde 2002. É membro da Comissão de Bioética da Arquidiocese de Campinas/SP desde 2008 e professor do Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS) desde 2011. Fala inglês, francês, italiano e alemão. Casado e pai de 4 filhos.












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André G. Fernandes - Juiz de Direito

sexta-feira, janeiro 13, 2012

ROMÃ: SAIBA OS INÚMEROS BENEFÍCIOS DESTA FRUTA

CUIDANDO DA SAÚDE







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Rede de Divulgação


Romã? Esta é uma fruta pouco consumida por nós não é mesmo? Já se sabe dos efeitos desta fruta há muito tempo mesmo sem haver pesquisas científicas. Agora com o nosso desenvolvimento inúmeros estudos comprovaram várias ações deste fruto.
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Esta fruta é símbolo de vida, longevidade, fecundidade, conhecimento, moralidade, imortalidade e espiritualidade.
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Suas ações são muitas e dentre elas estão:

Atua na diminuição do colesterol ruim (LDL) e o colesterol total. Sabe que o aumento destas gorduras leva ao aparecimento de diversas doenças;
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É um poderoso antioxidante por conter mais de 80 fito-químicos que ajuda na prevenção contra doenças como diabetes, obesidade, hipertensão, e outras;
= Muito importante para prevenir o envelhecimento rápido e ajudar a manter a pele saudável;
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Fortalece nosso sistema imunológico e assim previne contra o aparecimento de gripes, viroses e outros;
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Atua na diminuição de microorganismos como candida albicans que leva a candidíase;

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Prevenção co
ntra o câncer e o desenvolvimento das células cancerígenas por diminuir a proliferação de novos vasos sanguíneos que alimentam estas celulas e por levar a morte das mesmas;
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Diminui a inflamação, processo importantíssimo que está relacionado com muitas doenças como obesidade, depressão, hipertensão, diabetes, fibromialgia, doença celíaca e outras variadas;
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Hoje muitos supermercados e lojas já comercializam este fruto na forma de sucos, geléias, chás e outros. Por isso, tente incluir na sua alimentação!










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Ana Paula Fidélis - Dicas de Nutrição.com

quinta-feira, janeiro 12, 2012

PREDESTINAÇÃO EM ÊXODO

EDIFICAÇÃO






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Após Gênesis, o livro de Êxodo enfatiza a doutrina da predestinação, no que os arminianos poderiam chamar de sua forma mais virulenta. Mas deixando de lado as objeções arminianas, Êxodo é tão claramente calvinista, ou os calvinistas são tão exodianos, que a continuada existência dos arminianos é um milagre da cegueira.
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O princípio desse material está em Êxodo 4:21: "E disse o SENHOR a Moisés... mas eu lhe endurecerei o coração, para que não deixe ir o povo." Em face das predições em Êxodo 3 e 4, nas quais a rejeição de Faraó é predita (3:19), e por causa das palavras explícitas em 4:21, como pode um arminiano dizer que Faraó estava livre para deixar os escravos irem? Se Deus endureceu o seu coração, que possibilidade havia de que ele pudesse fazer de outro modo? Deus não é onipotente? Não pode a onipotência controlar a vontade do homem? Os arminianos são propensos a recuar e replicar que Deus, visto que ele é onipotente, pode controlar suas criaturas, mas por respeito à integridade delas, ele deseja não controlá-las. Mas os que os arminianos dizem que Deus não faria, o versículo diz que ele fez.
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Ora, existe uma a regra padrão de teologia de que nenhuma doutrina deve ser baseada em um único versículo. Para evitar erros de interpretação, um cristão precisa comparar Escritura com Escritura e usar tantos versículos quanto possível. No caso da predestinação é fácil acumular versículos; a única dificuldade é encontrar todos eles. A assertiva particular do último versículo citado é repetida em Êxodo 7:3. Ele diz: "Eu endurecerei o coração de Faraó." Suponhamos agora que alguém em desespero tente replicar: "Bem, Deus disse: 'Eu irei [endurecer]'; isso está no tempo futuro. Então, ele depois mudou de idéia e não o fez. Isto é desespero de fato. A parte do fato que Deus nunca muda de idéia, pois ele é eternamente imutável, Êxodo 7:13 nos diz claramente que o que Deus predisse que faria, ele o fez: "Ele endureceu [tempo passado] o coração de Faraó".
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Agora, há alguns versículos nos quais esse evento é mencionado sem indicação de quem fez o endurecimento. Êxodo 7:22 simplesmente diz: "O coração de Faraó estava endurecido." Então, com um suspiro de alívio o arminiano apressa-se para Êxodo 8:15 e 32. Veja, ele diz: "Faraó endureceu seu [próprio] coração." Alguns não-cristãos podem estar mais empolgados e dizer: "Veja, a Bíblia se contradiz." Contudo, a alegada contradição brevemente desaparecerá, à medida que a observação arminiana for considerada.
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Um pouco de estatísticas irá melhorar a perspectiva. Êxodo menciona o endurecimento do coração de Faraó dezoito vezes, aos quais pode ser adicionado um outro versículo que se aplica aos egípcios em geral. Êxodo 4:21; 7:3, 7:13; 9:12; 10:1, 20, 27; 11:10; 14:4, 8, todos dizem que o SENHOR endureceu o coração de Faraó. O versículo extra diz que o SENHOR endureceu o coração dos egípcios (Êxodo 4:17). Isto é onze vezes de dezenove. Cinco ocasiões, 7:14,22; 8:19; 9:7, 35, não especificam quem endureceu o coração de Faraó. Os outros versículos, três em número, 8:15, 32 e 9:32, dizem que Faraó endureceu seu coração. Quem, então, em face de onze indicações de que o SENHOR endureceu o coração de Faraó pode negar que Deus seja a causa deste endurecimento? Não apenas essa indicação positiva é feita três vezes mais freqüente, mas é feita três vezes antes da outra declaração ser feita uma vez. Após tudo, quem dirige o Egito — Faraó ou Deus?
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Bem, em dois sentidos diferentes, tanto Deus quanto Faraó dirigiam o Egito. E este fato, que muitos arminianos inconsistentes admitiriam, mostra como Deus e Faraó podem endurecer o coração de Faraó.
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As dificuldades que os arminianos encontram brotam da idéia deles, usualmente não verbalizada, de que o relacionamento entre Deus e suas criaturas é similar àquele que se dá entre duas criaturas. Mas se isso não é verdadeiro de relacionamentos pessoais no plano mais baixo, o mesmo é excessiva e notoriamente falso nos mais elevados. O relacionamento entre um general quatro-estrelas do exército e um subordinado não é aquele que é obtido entre dois soldados raso. Muito menos é a relação de homem para com homem a mesma que a do homem para com Deus. Um homem pode persuadir um outro a escolher um curso de ação; ele pode por tortura forçar um homem a fazer algo; mas mesmo isto não é controle onipotente sobre a vontade do outro.
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Na situação comum a vontade de uma pessoa é obviamente livre de outros. Este não é o caso entre Deus e o homem. Quando Paulo pregou em Atenas, se alguma referência do Novo Testamento é permitida num capítulo sobre o Antigo Testamento, ele disse: "Porque nele nós vivemos, e movemos, e existimos." Esse "nós" não se refere apenas a Paulo e aos outros cristãos. Isto, particularmente, se referia a Paulo e à sua audiência paga.
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Os pagãos viviam e se moviam, pensavam e falavam, em Deus. A mente deles e a mente de Deus estavam interpenetradas. A doutrina da onipotência mostra que Deus controla a vontade dos homens; a passagem em Atos deixa de certo modo mais claro como Deus controla a vontade dos homens. Minha dor de dente não existe em sua mente; e muitos dos seus pensamentos não existem na minha. Mas cada pensamento seu e meu são encontrados de igual modo na mente de Deus. Essa interpretação no mínimo ilumina em certa medida a maneira pela qual a mente do Criador controla os pensamentos de suas criaturas.
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Antes de deixarmos Êxodo e Faraó, podemos ver ali alguns dos propósitos de Deus em endurecer o coração de Faraó. Deus sempre age com um propósito. Êxodo 9:16 diz: "Para isto te mantive, para mostrar meu poder em ti, e para que o meu nome seja anunciado em toda a terra." Se Deus não tivesse endurecido o coração de Faraó, se a vontade de Faraó tivesse sido livre, ele poderia ter permitido que os israelitas partissem, no mínimo depois de duas ou três pragas. Mas nesse caso o poder de Deus nas outras pragas não teria sido manifestado, nem a grande libertação no Mar Vermelho. Para que afogasse o exército egípcio, após os israelitas terem atravessado seguramente, Deus endureceu o coração de Faraó.











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domingo, janeiro 08, 2012

O ANO NOVO COMEÇA AGORA!

==EDIFICAÇÃO






==========================Rede de Divulgação

Paz e bem,
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Mais um ano se inicia. Na realidade é apenas mais um dia que se vai e outro que nasce. Não há nada de mágico ou especial que aconteça entre o dia trinta e um de dezembro de um ano e o dia primeiro de janeiro do ano seguinte. É apenas mais um dia no calendário.
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Acontece que nós, seres humanos, necessitamos de marcos em nossas vidas. Necessitamos separar um momento, olhar para trás e ver o quanto caminhamos, e olhar para fren
te e avaliar o quanto ainda resta para caminhar. Precisamos de momentos para pensar sobre nossos caminhos, fazer um balanço de nossas vidas e planejarmos o futuro.
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Por isso precisamos de datas especiais que nos permitam esta reflexão. Precisamos de aniversário,
natal, dia das mães, dos pais e ano novo... Dias festivos, mas dias também para nos reavaliarmos. =
Deus se fez homem e nasceu na plenitude dos séculos. Ele também morreu e voltou a v
iver. Portanto, a fé cristã é renascimento, recomeço ressurreição. Importa-nos nascer de novo, experimentar algo diferente, riscar o escrito da dívida que têm conosco. Isto é vida em Cristo, uma eterna mudança de mente, um perpétuo estado de arrependimento.
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Deste modo, independente de ser apenas mais um dia no calendário, a virada do ano é mais um momento de recomeço; de restauração; de renovação das esperanças e de começarmos um novo caminho. Claro que tudo isto pode e deve ser feito em qualquer dia do ano, mas por que não começarmos agora?
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“Aqui e agora é o tempo aceitável, aqui e agora é o dia da salvação” (2ª Coríntios 6:2).










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Pr. Denilson Torres - Fruto do Espírito

Rádio Rei dos Reis