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terça-feira, setembro 30, 2008

INUNDAÇÃO DEVOLVE VIDA AO JARDIM DO ÉDEN

NOTICÍAS PELO MUNDO
Centro de Estudos Históricos. BioScience Iraque.
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O Jardim do Éden foi destruído na década de 1990. Os vales úmidos e férteis entre os rios Tigres e Eufrates foram drenados e represados, transformando em deserto cerca de 15 mil km² de região pantanosa. Por volta do ano 2000, restava menos de 10% dessa área, entretanto, uma reinundação que vem ocorrendo desde 2003 está produzindo o que alguns cientistas estão chamando de "milagre do pântano mesopotâmico". Plantas, vida aquática e até mesmo aves raras estão retornando ao seular ancestral.
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O cientista Curtis Richardon, da Universidade Duke, e Najah Hussain da Universidade de Basra, Iraque, fizeram o primeiro levantamento ecológico sobre os pântanos recuperados. Em setembro do ano passado,39% do solo original estava novamente debaixo d'agua, segundo fotos desatélite. As gramíneas, antes naturalmente abundantes, voltaram aesses charcos fragmentados, entre os quais os cientistas escolheram quatro Cientistas para monitorar: Al-Hammar, Abu Zarag, Suq Al-Shuyukh eAl-Hawizeh.
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Foram avaliados diversos marcadores, desde a qualidade da água até a presença de vida selvagem, e os resultados mostram que os pântanos Iraquianos estão realmente recuperando a saúde. A reinundação foi possível por causa do derretimento da neve das montanhas na fronteira com Irã e Turquia. As áreas alagadas apresentam baixos níveis detoxinas, metais pesados e outros contaminadores da lama seca. Avegetação está se expandindo a uma taxa de 800 km² por ano.
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Com ela, peixes, crustáceos e outros organismos aquáticos retornaram modestamente. Setenta e quatro espécies de aves há décadas não sãovistas na região, já reapareceram, entre elas o raríssimo palrador Iraquiano (Turdoides altirostris). A viabilidade do "milagre Iraquiano", porém, está ameaçada pela crescente competição pela água. "O problema tende a se agravar nos períodos de estiagem", afirma Richardson. "A água tem de fluir, tem que lavar continuamente o sistema".
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Os projetos de irrigação na Turquia, Síria e Irã, bem como a demandacrescente das fazendas iraquianas, podem abreviar o fim dos valesférteis que são o berço da civilização. "Minha esperança é que aagricultura recicle pelo menos parte da água". O relatório sobre o ecossistema foi publicado na edição de maio da BioScience.
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Scientific American Brasil - Referência 49.
Centro de Estudos Históricos Fonte: BioScience. Iraque.
Editado Por Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro.
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domingo, setembro 28, 2008

FALTA CARINHO PARA NOSSOS IDOSOS

Abordagem Psicológica do Envelhecimento e da Morte.
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Podemos considerar a morte como a maior das crises que o homem enfrenta. Todos nós enfrentamos crises, algumas superáveis outras não e embora estejam sempre presentes há uma diferença que interfere na possibilidade de seu enfrentamento; na terceira idade as perdas aceleram-se, sendo que o tempo para superá-las é menor. Pode ocorrer, no entanto, o idoso sentir-se incapacitado ou frágil para enfrentá-las instalando-se assim uma crise mais séria.
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Nas sociedades primitivas os idosos eram venerados, fonte de sabedoria e experiência, hoje houve inversão de valores, os idosos são marginalizados e perdem sua valorização social. A sociedade vem assistindo mudanças em relação à imagem do idoso. Em parte, devido ao aumento da expectativa de vida e os problemas decorrentes do despreparo quanto a que atitudes devem ser tomadas tanto no que tange a aspectos sociais de atenção a saúde como a um sistema previdenciário que os apóie. Atitudes preconceituosas têm feito da terceira idade um fardo aos que a possuem.
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O ideal não é simplesmente prolongar a vida como a ciência tem feito, mas que haja condições favoráveis a uma vida digna onde não haja omissão quanto às condições do idoso. A verdade é que a velhice não é um problema social, mas a forma com que a sociedade tem lidado com ela tem trazido problemas sociais. A possibilidade de ações multidimensionais, tendo em vista as características da velhice e das suas determinantes biopsicossociais assustam-nos, principalmente a partir do momento da nossa conscientização de que também passaremos por esse processo que nos coloca a uma pequena distância da morte, responsável por nos banir de uma sociedade que pensamos depender de nós, mas que nos transcende.
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A morte biológica significa o fim do organismo humano, mas o ser social só deixa de existir a partir do momento em que uma série de cerimônias de despedida é realizada e a sociedade reafirma sua continuidade sem ele. Existe grande diferença entre conceitos pensados como sinônimos. Envelhecimento, idoso e velhice distinguem-se quanto aos seus aspectos. O envelhecimento é o processo que ocorre durante o curso da vida, onde há modificações biológicas, psicológicas e sociais. O ser humano modifica-se somaticamente do nascimento até a morte.
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Idoso geralmente é especificado pelo tempo cronológico, mas existem questões físicas, funcionais, mentais e de saúde que podem influenciar. O idoso é o resultado do processo de desenvolvimento, do seu curso de vida. Faz parte de uma consciência coletiva, a qual introjeta em seu pensar e seu agir. A velhice é a última fase do processo de envelhecimento. É um conceito abstrato, sendo impossível delimitá-la em tempo ou em características.
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Sendo assim, coloquemos nas Mãos do Senhor "Nossa Velhice", Deus cuidará de tí. Coloquemos nas Mãos do Senhor o momento de nossa morte, "Sendo um momento pouco sofrível!" Que neste momento, possamos sentir os Braços doAltíssimo nós aconlhendo! Subindo para a Glória Eterna aprovado e prontos para dizer ao Pai "Eis-me Aqui Senhor!" Oramos para que possamos estar aprovados. Colocamos nestas humildes palavras, nossa oração! Nos receba, Oh! Pai Eterno. Amém.

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Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro
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sexta-feira, setembro 26, 2008

REENCANTAR A EDUCAÇÃO

NOTÍCIAS PELO MUNDO
OPINIÃO
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Como a provação da educação constitui-se, na sociedade atual, numa séria “causa mortis” do conhecimento e da aprendizagem, é preciso defender vidas a partir do estímulo dos nichos vitais e das ecologias cognitivas. Apesar do panorama desolador no sistema educacional brasileiro, tanto em termos de técnicas, metodologias e experiências, criativas, o autor defende uma persistência dos processos de aprendizagem, em que os processos vitais e os de conhecimento despertem novidades fascinantes e motivações positivas para reencantar a educação.
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As circunstâncias adversas produziram um mero corporativismo, onde impera o negativismo, no qual aqueles que dantes pareciam progressistas e inovadores desembocam, nas palavras do autor, num “apartheid neuronal”, onde as ecologias cognitivas inexistem. Com o conhecimento e o aprender interagindo como assuntos obrigatórios, o mercado que promove as tendências de inclusão e exclusão deve dar lugar a uma relação onde os homens e as máquinas são parte do mesmo processo, todos agindo em prol da vida, do conhecimento.
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E a insensibilidade, a hiperpolitização estéril devem abrir caminho para a explosão dos espaços de conhecimento, onde a educação sai do mero discurso e promove a revitalização do tecido social e do conhecimento, com todos os valores a si inerentes. Os processos cognitivos carecem de uma visão antropológica séria, que mesmo complexa traga lucidez política e ética, onde a solidariedade produza consensos políticos e educacionais, onde a criatividade se revista de ternura e felicidade individual e coletiva. Como o prazer e a ternura na educação passa pela experiência sensorial do corpo, a morfogênese do conhecimento tem que ser dinâmica, prazerosa e curativa, com uma pluri-sensualidade que passe pelo cérebro, pelas emoções, e se expresse no corpo.
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Assim, o monopólio da educação visual-auditiva dará lugar a uma educação instrutiva e criativa, cheia de encantamentos e acessível, comprometida com o social e centrada no prazer de aprender e ensinar, e onde a educação se reveste novamente de encantos.

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Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro
Canal Shvoong
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quinta-feira, setembro 25, 2008

PORQUE DEVO PARAR DE FUMAR

CUIDANDO DA SAÚDE
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Já é do conhecimento de todo fumante que o hábito de fumar é pernicioso e causa muito mal à saúde, tanto para quem fuma quanto de quem convive com ou próximo de fumante(s). Na realidade, esse nefasto vício lhe expõe ao risco de adquirir mais de 13 tipos de câncer e 27 doenças (desnecessário expor aqui em detalhes). Se você já fuma há muito tempo, pode até pensar que os danos já estão estabelecidos e nada mais se pode fazer no sentido de se beneficiar, caso largue o cigarro, porém esse preceito está muito longe de ser verdadeiro.
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Está comprovado que os benefícios de parar de fumar começam a ser sentidos em apenas cinco minutos após ter iniciado, não importando há quanto tempo você tenha fumado e com qual constância.Veja abaixo alguns benefícios verificados após largar de fumar e, não são apenas esses:
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Benefícios após parar de fumar: O que começa acontecer dentro de 20 minutos.
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A pressão cai no nível normal. O Batimento Cardíaco cai ao nível normal. A temperatura das mãos e dos pés alcançam níveis normais em 48 horas.
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O nível de monóxido de carbono no sangue desce ao normal. O nível de oxigênio no sangue atinge o normal. O pigarro do fumante começa a desaparecer em 24 horas.
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O risco de ataque cardíaco diminúi em 48 horas. As terminações nervosas começam a se re-desenvolver recompor. A capacidade olfativa e o paladar aumentam sensivelmente em 72 horas.
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Os brônquios pulmunares começam a relaxar e fica mais fácil respirar. Em duas semanas a três meses melhora a circulação do corpo. Caminhar fica mais fácil com a respiração melhorada. As funções pulmonares aumentam de capacidade aproximadamente em 30 por cento de um a nove meses.
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A tosse, a congestão nasal, a fadiga e a falta de fôlego, diminuem e continuam melhorando. Os cílios capilares que fazem a varredura do pulmão tornam a crescer, aumentando a eficácia na limpeza do muco, reduzindo riscos de infecções e reconstruindo sua imunidade dentro de um ano.
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O risco de problemas das coronárias cai pela metade do risco de um fumante dentro de dois anos. O risco de ataques cardíacos cai próximo ao normal dentro de cinco anos. O índice de mortalidade por câncer pulmonar (média de um por dia nos fumantes) diminue até quase pela metade (137 em 100,000 pessoas a 72 em 100,000).
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O risco de mal súbito é bastante reduzido em dez anos. Os cílios pré cancerígenos são substituidos por cílios sadios. As chances do risco de outros tipos de câncer, tais como os da boca, laringe, esôfago, fígado, rins e pâncreas diminuem drasticamente.
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Estima-se que existem mais de 25 substâncias químicas inerentes ao cigarro, que de fato podem causar câncer.
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O índice de óbito por câncer do pulmão torna-se similar ao de uma pessoa que nunca fumou! Em quinze anos. O risco de doenças coronarianas torna-se a mesma de uma pessoa que nunca fumou!Por todos estes motivos que você deve meditar e muito.
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Por resultado "Pare de fumar imediatamente!" e viva mais e muito mais feliz!
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Centro Virtual Especializado no Tratamento do Tabagismo.
Por Magnus Trigueiro
Editado Por Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro
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terça-feira, setembro 23, 2008

FABRICA DE IGREJAS

EDIFICAÇÃO
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“Para que não mais sejamos como meninos, Agitados de um lado para outro, e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos Homens, pela astúcia com que induzem ao erro” Efésios. Cap. 4, 14.
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Inicio este texto com tristeza, contudo, não me arrependo, recebendo orientação Espiritual do Senhor é o que mais importa!
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O fato é que temos vivido dificuldades nos dias de hoje no que se refere à Igreja de Cristo. Observamos muitas contradições nas mais diversas Igrejas que surgem do “dia para a noite”. Vivemos em um país livre, democrático. Esta abertura proporciona o famoso “qualquer um faz o que quer”. Hoje, em qualquer esquina abre-se uma Igreja em poucos dias. Há uma falta de conhecimento bíblico muito grande, assim se torna até uma grande falta de respeito ao nosso Deus.
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Infelizmente temos vivido uma grande corrida comercial evangélica. Consideramos este tipo de negócio, elaborado por verdadeiros “Engenheiros Espirituais” que constroem e fabricam suas igrejas e doutrinas que são as mais variadas possíveis. O Apostolo Paulo, fala ao Povo de Éfeso com preocupação e fala assim: “Para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos conceda espírito de sabedoria e revelação no pleno conhecimento Dele”. Há uma grande necessidade de estarmos em espírito de oração por este Povo tão sofrido e enganado.
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O Apóstolo, ainda na mesma epístola aos efésios mostra preocupação com os Irmãos. O Sacrifício do Filho é a meta de ensino do Apostolo para aquele Povo. O Apóstolo prega as quatro dimensões deste imensurável amor de Cristo e simplifica as quatro extremidades da Cruz. Define assim: Largura – abrange a todos indistintamente. Comprimento – abrange todos os tempos. Altura – estendeu-se até ao céu para trazer o Filho Amado esvaziado de Sua majestade para onde também nos levará. Profundidade – suportou sofrimento infinito para expiar os nossos pecados.
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Se a Igreja na sua perfeita união com Cristo, O reconhecer como cabeça da Igreja Real, alcançará a manifestação da glória de Deus em nossas vidas. Isto é “maravilhoso!”. Por tal motivo; fazemos ligações com acontecimentos do hoje. Atentamos! Não podemos brincar de Igreja. O servo real é chamado a viver uma vida de tal modo exemplar e, que no mundo não possam negar que somos filhos de Deus, sendo assim mostramos que precisamos ter qualidades imprescindíveis.
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Lembramos que a unidade e não um afastamento da união, forma os alicerces do cristianismo, o Apostolo apela insistentemente para uma unidade correspondente entre aqueles que confiam nesse fundamento. Todos pertencem ao corpo de Cristo, têm o mesmo Senhor e, são filhos do mesmo Pai. Temos aqui uma afirmação da soberania, providência e graça proveniente de Deus. Todo membro da Igreja tem uma função a desempenhar para o bem do corpo. Isto pode ser dito em duas palavras: AMOR E RESPONSABILIDADE! Rogamos em orações pelo Povo de Deus e também pelo Mundo secular, para que tenha a sabedoria o conhecer, saber discernir a verdadeira Igreja de Cristo!
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Nossa vontade é socorrer aqueles mais próximos deste terrível engano. Precisamos levar a Perfeita Palavra de Cristo. Por outro lado, não podemos esquecer nossos procedimentos e, que sejam os mais perfeitos possíveis, que sejam no Senhor todo Poderoso.
Amém.
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Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

segunda-feira, setembro 22, 2008

IGREJA E CRISTIANISMO

EDIFICAÇÃO
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Igreja e Cristianismo. Jesus certamente não veio ao mundo para fundar uma igreja como muitos acreditam. Se esse fosse seu objetivo, teria logo construído um templo para nele reunir seus seguidores e fazer suas pregações. Basta abrir os evangelhos para ver Jesus pregando à beira do lago, nos montes, nas ruas, nos templos e sinagogas de seu tempo. Para Jesus o alvo era o coração do homem. Onde houvesse um grupo de pessoas reunidas lá estava Jesus pregando.
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Jesus veio ensinar uma verdade. Uma verdade capaz de libertar o homem de toda forma de escravidão, de cegueira, de surdez. Veio para ser a luz do mundo. Ele sabia que fundar uma igreja era o mesmo que colaborar para que houvesse mais divisões do que já havia. Ele não veio mudar o mundo através da força de uma instituição, mas sim pela transformação interior do homem. E essa transformação se dá no momento em que nos encontramos verdadeiramente com Jesus e não porque pertencemos a esta ou àquela igreja.
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Jesus não instituiu uma igreja. Ele trouxe “A Religião” por excelência. A Religião Cristã. Jesus veio ensinar ao homem que é preciso combater a ignorância, pois é dela que provem todos os males e todos os sofrimentos da humanidade. Jesus não criou nenhuma doutrina, nenhum dogma. Ele simplesmente revelou o que já existia em Deus. Por isso é que disse: “Nada faço de mim mesmo, mas em tudo procedo conforme a vontade do Pai. A doutrina que ensino não é minha, mas daquele que me enviou.
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Quem me rejeita, não rejeita a mim próprio, mas àquele que me enviou”. O mundo já conhecia Deus através do Universo. Contudo, Ele, precisava revelar-se no íntimo do homem. O mundo já O conhecia na exteriorização de sua força, do seu poder, da sua inteligência, da sua sabedoria. Agora era preciso que o mundo O conhecesse através do seu amor. Os homens já conheciam Deus como supremo arquiteto do universo, agora era preciso que o conhecessem na intimidade, como Pai, através do perdão, da misericórdia, do amor. Diante dessa necessidade é que Jesus vem ao mundo.
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Ele vem para desempenhar essa missão: revelar Deus e a sua Justiça. É pena que menos de três séculos depois da morte de Jesus, os homens, movidos por interesses diversos, instituíram uma igreja sobre o cristianismo. Uma igreja cheia de ritos, dogmas, normas e tradições, que, ao longo da história, causou muitas divisões dentro do cristianismo.
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Hoje são centenas de igrejas, todas alicerçadas sobre o cristianismo. Já que elas existem, então que sejam de fato, libertadoras, como foi o Cristo, e que lutem pela paz entre os homens, levando luz para os povos e criando uma sociedade alicerçada na liberdade, fraternidade e igualdade. Que as igrejas não sejam um peso sobre os ombros da humanidade, mas sim instrumento de libertação. Amém.
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Professor João Vitor Mariano
Canal Shvoong
Editado Por Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

domingo, setembro 21, 2008

SEGREDOS DA VOZ - A PSIQUE NA VOZ

NOTÍCIA PELO MUNDO

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A componente psicológica é detentora de pelo menos 2/3 da responsabilidade na voz cantada. Este processo não é primário, requerendo uma elaboração precisa para que o influxo nervoso seja transmitido pelo sistema de enervação desde a zona espinal e através do sistema nervoso simpático até aos órgãos vocais, de forma a que o ar seja inspirado na zona mais conveniente, o ouvido activado na concepção da frequência, os ressoadores adaptados à situação pretendida e a musculatura laríngea e faríngea posta em laboração em constantes reajustes.
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O percurso desta forma vibratória, a que chamamos “ pensamento”, é silencioso, a menos que nervos e músculos da maquinaria vocal sejam incumbidos de uma expressão audível... A energia nervosa despoletada para a produção de uma boa forma de “canto” é transmutada em grande actividade muscular. A essência da voz provém antes de mais do foro psicológico, e, só em segunda instância, do físico. Tal como o acto de andar, cantar é um acto de equilíbrio entre pressão/resistência, alimentado por energia nervosa da mente, e não por força física.
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O “temperamento” do artista (produto do sistema nervoso simpático) tem de ser comedido mas não aniquilado, já que um cantor muito emotivo mas descontrolado é um desastre, e, por outro lado, um cantor sem temperamento é um aborrecimento. A resposta expressiva do cantor ao serviço de uma técnica só pode ser conseguida quando física e mecanicamente os componentes da sua laringe e faringe se ajustam bem, em todas as frequências e em todas as vogais. Por isso, esperar muito do plano interpretativo de um aluno cheio de problemas funcionais é pura utopia. Pedir-lhe que abarque repertório acima das suas possibilidades, no qual a sua maquinaria por várias vezes se veja sujeita a esforços que em funcionamento normal não existiriam, terá péssimos resultados e a sua laringe mais tarde pagará o preço.

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Professora Manuela de Sá
Canal Shvoong
Editado Por Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sábado, setembro 20, 2008

UM ALVO QUE DEVEMOS ALCANÇAR

EDIFICAÇÃO
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“Tu me farás ver os caminhos da vida; na Tua presença há plenitude de alegria, na Tua destra, delícias perpetuamente” ( Sl 16.11 )
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Criou Deus os Céus e a terra. Tudo era perfeitamente maravilhoso, cheio de beleza de vida e vida em abundancia! Seus recursos intermináveis. Tudo conforme a vontade do Senhor. Criou tudo perfeito em condições para a vida, criou o homem segundo Sua Imagem e Semelhança e tudo foi inimitável, digamos: maravilhoso. O homem recebeu de Deus os seus limites e também a liberdade, o passaporte para a alegria plena, tudo conduzia o homem para uma alegria, hoje sentimos tão necessária, assim cumpria-se à vontade do Pai.
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Sabemos a entrada do pecado no Paraíso e na vida do homem, alterou este propósito. Deus desejou e deseja uma boa condição de vida para homem. Não nos cabe pensar ou questionar, como seria bom este mundo sem a presença do pecado. É evidente que estaríamos vivendo e gozando o verdadeiro Paraíso presente até hoje. Precisamos entender e viver o que temos este presente mundo. Precisamos nos esforçar e suplicar ao Pai que nos de força para vencer, a vitória nos traz alegria, felicidade e isto, glorifica ao Pai. Sabemos o mundo nos traz muitas tristezas, mas podemos colher muita alegria, estando ao lado do Senhor, só Ele pode nos ajudar a encontrar os devidos caminhos com sabedoria, para vivermos ao lado da alegria, coloquemos o do Senhor em primeiro lugar em nossas vidas.
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Uma das grandes virtudes da vida é a alegria. Considero-a como um Estado permanente de ânimo, ou um bom estado de espírito. É certo que há estímulos que impulsionam e estimulam a expressão de alegria interior. Por exemplo, quando se sabe que é amado, estimado, querido, isto soa como estímulo externo para que a alegria se expresse de modo ainda mais vivo eficaz melhorando a qualidade da vida.
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Isto acontece com cada um de nós, ou melhor, deveria acontecer de forma mais expressiva em todos os momentos de nossas vidas. Em outro plano, quando uma vida é alcançada pelo espírito Santo de Deus, quando a Salvação de uma Alma se converte para Cristo, há alegria nos altos Céus! Assim sabendo vivemos em alegria por mais um motivo divino. Este momento de alegria total e irrestrito, a vida transformada, traz esta felicidade para os servos do Senhor, a mudança de vida, a iniciativa do ser humano, confirma a vontade do Pai através do Espírito Santo de Deus. A mudança, o novo homem é uma transformação preciosa aos olhos do Senhor, é pura alegria para os homens.
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É necessário que os irmãos vivam em alegria! Já basta o dia o seu mal! Precisamos viver a alegria em família, no trabalho e principalmente na Igreja, nosso “ninho de crescimento”, este ninho que proporciona condição sábia para sermos exemplos. Também é certo que a perfeita união dos irmãos, transforma a tristeza em pura alegria, isto são momentos inesquecíveis em nossas vidas. Se pessoas que amam e recebem a retribuição amorosa somos amadas, sentem a presença Santa do Senhor.
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Deus é o maior estímulo para o estado de alegria. O texto bíblico acima transcrito assevera que na presença de Deus há plenitude de alegria. Isto significa dizer que há em Deus, e somente nele, fatores que nos causam a alegria plena e permanente. Por exemplo, o verso cinco do Salmo 16, fala que o Senhor é a maior herança que podemos ter, no sete o salmista destaca a capacidade sublime do Senhor em dar conselho para a vida feliz versículo oito, destaca a segurança que há somente na presença do Senhor.
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Tal segurança faz com que a mente e o corpo sejam afetados positivamente a ponto de terem descanso em meio às maiores tribulações desta difícil vida que enfrentamos. Outro fator considerável é estar bem com a sociedade, isto nos conforta nos sentimos melhor, é mais uma ponte para a felicidade.
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Precisamos expressar da melhor forma possível a nossa alegria através do culto coletivo e individual. Precisamos como o salmista compartilhar a nossa alegria plena com as pessoas à nossa volta. Que as palavras de Paulo aos Filipenses 4.4 sejam as nossas palavras como expressão de nossa vida interior: “Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos!” Ainda destaco o livro de Salmos, lá no capítulo 118, versículo 24, diz assim: “Este é o dia que o Senhor fez; regozijemo-nos e alegremo-nos nele”. Sabemos esta é à vontade do Senhor para todos os que O amam e vivem dentro da Sua verdade.
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Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro – Rio

sexta-feira, setembro 19, 2008

SUA VIDA EM SUAS MÃOS

CUIDANDO DA SAÚDE
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OPINIÃO
As pessoas se encontram em seus altos e baixos, mas nunca no equilíbrio exato, até porque, são seres humanos com qualidades e imperfeições, perfeição não existe. Estamos sempre em busca de algo, seja material ou sentimental, mas para se alcançar qualquer objetivo, é preciso defini-lo como meta, não deixando passar as oportunidades em vão. Uma palavra que muito me incomoda é o “desistir”. Muitos pensam em desistir de coisas que apenas cogitaram, mas que, não chegaram nem a tentar. Isto é muito ruim para a própria pessoa, até porque que não transformam suas idéias em atitudes, passam suas vidas desistindo, lamentando e se sentindo fracassadas.
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O medo de arriscar mantém as pessoas prisioneiras e com com suas portas fechadas para a vida e por outro lado presa pelo seu medo. Você pode ir a qualquer lugar, mas o medo, um sentimento abstrato e sem grades concretas, os impede de tentar o novo, de um novo recomeçar.=Muitas vezes, sentimos vontade de adiar tudo, porém, o tempo corre e não é tolerante. Não podemos adiar nada, e sim, pesar o que mais vale a pena. A vida, sem dúvida alguma, nos testa dia após dia, ela derruba os fracos e fortalece os fortes, ou então, derruba os fortes e fortalece os fracos. Tudo é muito relativo e depende de cada um de nós.
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As pessoas precisam se conscientizar que as perdas existem não para nos destruir, e sim para nos fortalecer. Esses tombos, que muitas vezes consideramos derrotas, é o ponto exato para um novo recomeço, é o ponto de partida para o fortalecimento do corpo, mente e alma. Somos únicos e responsáveis pela nossa evolução como seres humanos, e culpar outros pelos nossos fracassos, seria covardia.
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A força que procura está dentro de você. Seja forte e supere seus problemas
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Psicóloga Vanessa Pena
Canal Shvoong
Editado Por Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

SÍNDROME DA PRESSA

CUIDANDO DA SAÚDE
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A síndrome da pressa é um problema psicológico e comportamental que acontece com várias pessoas da atualidade. As pessoas costumam dizer que 24 horas é pouco tempo para realizar tantos afazeres. As características típicas da síndrome são: tensão, hostilidade, impaciência ao esperar, valorização da quantidade e desvalorização da qualidade, sono agitado, inadmissão a atrasos, busca por substâncias que controlam as emoções, interrupção da fala de terceiros, passos rápidos e outros. Diretamente ligada ao estresse e ao corre-corre diário, a síndrome da pressa altera: o convívio com outras pessoas, já que é sempre apressada na realização de suas tarefas; a saúde do indivíduo, já que não consegue se alimentar com calma, isso quando se alimenta; o trabalho, já que assume muitas responsabilidades e delega poucas coisas a terceiros; entre outras áreas afetadas.
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A síndrome da pressa não é reconhecida e nem classificada na psiquiatria, porém é conhecida e estudada desde 1980. Desde os primeiros estudos são detectadas alterações na auto-estima e na confiança do apressado, pois normalmente busca realizar uma quantidade de tarefas fantasiosas, ou seja, quase impossível. Dessa forma, os sentimentos de frustração, autocobrança e incapacitação podem acarretar em outros problemas mais graves.
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A mudança da rotina é a única forma de inibir a síndrome da pressa, já que essa ainda não tem tratamento específico, a não ser se estiver ligada à ansiedade ou a altos níveis de estresse. Para melhorar a qualidade de vida e conseguir dar uma freada na pressa é importante relaxar com músicas leves, observar a natureza, dedicar-se mais à família, realizar tarefas fora do contexto diário, organizar as tarefas diárias priorizando as mais importantes, dormir no mínimo oito horas e alimentar-se de maneira saudável.

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Mundo da Educação
Editado Por Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quinta-feira, setembro 18, 2008

TALIDOMIDA

CUIDANDO DA SAÚDE
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Em 1961 a droga talidomida, amplamente utilizada no tratamento da náusea e vômito durante a gravidez, foi associada à síndrome de malformações congênitas, foi uma grande surpresa na época, particularmente uma anormalidade severa da falta das mãos e dos braços. Cerca de 10.000 dessas crianças nasceram no mundo todo, sendo que 5.000 foram só na Alemanha. ( Dúvidas acerca da segurança desta droga preveniu sua venda nos Estados Unidos). A tragédia levou a restrições governamentais quanto as regulamentações para teste de novas drogas para os riscos da teratogênia (indução de malformações).
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A talidomida tem sido considerada como um bom tratamento para os sintomas da lepra e tem sido aprovada (1998) para este uso pela U.S. Food and Drug Administration. De qualquer forma, a droga será distribuída com múltiplos avisos, salvaguardando seus efeitos em bebês não nascidos.
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A droga também pode tratar de úlceras da boca em pessoas com AIDS. Pesquisadores estão estudando a talidomida por suas propriedades imunosupressoras, a qual poderia ajudar no tratamento de lúpus discóide, artrite reumatóide, e rejeição de transplantes. Foi descoberto que ela inibe o crescimento de células tumorais e pode ser eficiente contra o câncer. Pode também deter doenças dos olhos como a retinopatia diabética e a degeneração macular.
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Dra. Sajeev Vasudevan
Canal Shvoong
Editado Por Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

segunda-feira, setembro 15, 2008

A CIDADE DE JERUSALÉM

EDUCAÇÃO RELIGIOSA - ESTUDO CATEGÓRICO
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JERUSALÉM! Esta cidade, primitivamente chamada Jebus, tomou mesmo antes de Davi o nome de Yerusalaim em hebráico, e de U-ru-as-lim em assírio, o que provavelmente significa simplesmente “cidade de Salim”.
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Jerusalém está situada numa espécie de promontório rodeado de três lados pelos vales de Hinnom e do Cedron, cuja maior profundeza desce até 100 metros abaixo do nível da cidade. Chegar à cidade sem subir só se pode do lado norte. A antiga cidade ocupava três cumes, que se dominavam uns aos outros. Ao leste havia em primeiro lugar o monte Móriah (754 metros), no qual estava edificado o templo e que se prolongava no sul pela colina de Ophel (730 metros).
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Ao oeste do Móriah, o monte Acra (763 metros) estava separado do monte Sião (789 metros) pelo vale do Tyropeon ou dos Queijeiros. Muralhas poderosas, inexpugnáveis da parte dos vales, rodeavam essas três montanhas. O bairro de Bezetha (785 metros), ao norte, não era rodeado de muralha e só foi anexado à cidade depois da morte de Jesus. As muralhas eram atravessadas de muitas portas e flanqueadas de grande número de torres; três delas, edificadas ao oeste por Herodes, dominavam todas as demais, Hippicus (36 metros), Phasael (40,5 metros) e Mariamne (27,75 metros).
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Atrás destas torres levantava-se o magnífico palácio de Herodes. Ao norte do monte Móriah, sobre um rochedo de 25 metros de altura, erguia-se a fortaleza Antônia, residência da guarnição romana. Estava protegida por quatro torres, três de 22,5 metros e uma de 31,5 metros a qual permitia observar de uma altura total de mais de 60 metros o que se passava no recinto do templo. As ruas da cidade eram estreitas, inclinadas e as principais calçadas por Herodes, terminando em algumas encruzilhadas bastante estreitas.
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A praça principal era o Xistus, na depressão do Tyropeon. Por cima passava uma ponte que ligava o templo com as demais partes da cidade. Movimento não havia nas ruas senão de peões e às vezes de burros e de camelos; para veículos as ruas eram imprestáveis. As casas eram quadradas, baixas e com teto chato. A cidade media apenas, na sua maior largura, pouco menos de 1000 metros; o seu perímetro, incluindo os ângulos inversivos, podia ser de 4 quilômetros mais ou menos.

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Cientista Histórico Chicovsky
Canal Shvoong
Editado Por Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

domingo, setembro 14, 2008

A ÉTICA DE CRISTO E A ÓTICA LEGALISTA

EDIFICAÇÃO
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Jesus nos ensinou que o mais importante da lei é a justiça, a misericórdia e a fé. Tiago, como para não deixar dúvidas a respeito de qual é a finalidade essencial do viver cristão, acrescenta que a misericórdia triunfa sobre a justiça. Mas não tem sido assim na igreja cristã. É a contradição e a incoerência que têm nos caracterizado. Pregamos paz e fazemos guerra. Falamos da graça, mas vivemos sob as leis determinadas por nossas tradições, concílios, encíclicas, convenções, regulamentos, regimentos, normas e princípios que muitas vezes invertem a lógica de Tiago e fazem o juízo ser maior que a misericórdia.
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Que igreja desejamos? Que igreja estamos perpetuando? Qual o nosso real critério de avaliação? Precisamos refletir sobre que tipo de ética tem norteado a nossa tomada de decisão frente aos problemas do cotidiano que de a muito escaparam do maniqueísmo do certo ou errado, bom ou ruim, céu ou inferno, justo ou pecador. Enquanto buscamos uma santidade apenas exterior baseada em não tocar, não provar, não manusear, outros estão com rapina, ódio, preconceito, ganância, cobiça, violência, indiferença, falta de perdão e arrogância em seus corações sem serem incomodados. Coamos mosquitos e engolimos camelos. Em um diálogo do filme “Advogado do Diabo”, o personagem de Al Pacino nos deu uma profunda radiografia da santidade cristã baseada em proibições: “Pode olhar, mas não pode tocar. Pode tocar, mas não pode provar. Pode provar, mas não pode gostar...”
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O espírito farisaico e legalista sempre existiu. O profeta Isaias, setecentos anos antes de Cristo, já advertia que “este povo honra-me com os lábios, mas seu coração está longe de mim e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens que maquinalmente aprenderam”. Este espírito se enraizou profundamente no imaginário religioso, mesmo a igreja cristã assume os mesmos moldes e os mesmos valores farisaicos contra os quais Jesus sempre lutou.
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Até hoje nós seguimos uma ética legalista baseada em mandamentos morais e sociais que não podem ser ultrapassados. No entanto, esta não era a ética que Jesus seguia. Sua ética era eminentemente compassiva sem perder de visa o que é essência na palavra de Deus.
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Vemos isto claramente no capítulo oito do evangelho de João. Nele a mulher adúltera, pega em pleno ato, é levada a Cristo para que ele dê o veredicto. A lei a este respeito era absolutamente clara: quem fosse pego em adultério deveria morrer apedrejado, tanto o homem quanto a mulher. Não havia espaço na lei para a misericórdia, ela apenas impunha a punição. Não havia nenhuma ressalva em relação à qualificação dos executores da pena; qualquer pessoa, por pior que fosse, tinha o direito de apedrejar aquele que fosse pego em adultério, era uma garantia da lei. Pela ótica legalista, Jesus só poderia tomar duas atitudes: ou denunciar a ausência do homem que também pecou e, portanto, também deveria ser punido, ou orientar que trouxessem também o adúltero para que ambos fossem apedrejados e mortos, cumprindo assim a justiça que havia na lei. Esta ótica legalista não está presa aos tempos passados, nós também a seguimos. Por conta da nossa ótica legalista, muitos homens e mulheres estão “orando” pela morte de seu cônjuge para por fim a um casamento infeliz, outros estão começando casamentos fadados ao fracasso para não ficarem “abrasados” e uma multidão está vivendo na hipocrisia de uma santidade de aparências, visto que nós fazemos da aparência a medida de todas as coisas.
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Jesus fez algo totalmente fora dos padrões da ética legalista. Para surpresa de todos, ele sacou, como que da manga, um argumento que nada tinha a ver com a lei do adultério e mostra que muito além dos reducionismos morais e dos maniqueísmos sociais a vida se desenvolve em uma dimensão em que todos nós necessitamos da misericórdia de Deus: “Atire a primeira pedra, aquele que não tiver pecado”.
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A ética compassiva de Cristo nada tem a ver com a ética relativista moderna, em que cada um tem a sua própria ética e o que é certo para você pode não ser para mim. Muito pelo contrário, ela leva em conta as circunstâncias individuais e o momento histórico, mas repousa nos valores absolutos da fé e do amor ao próximo, portanto, transcende à visão individualista e egocêntrica que permeia o presente século. Ela é contextualizada sem ser permissiva. Ela é contemporânea justamente por ser atemporal.
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Ela é humana, exatamente por ser divina.
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Precisamos desta ética, precisamos vivê-la, experimentá-la, não apenas para nós, e nossos erros, mas também para o outro, pois aquele que julga sem misericórdia também será julgado sem misericórdia. Precisamos entender que a vida não é apenas um amontoado de regras em que classificamos o certo e o errado, mas, antes, é surpreendente nas nuances, incongruências, contradições e ambigüidades em que estamos envolvidos.
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Sejamos éticos como Cristo foi, este é o princípio da santidade que agrada ao Senhor.
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Pr. Denilson Torres
Ministério Fruto do Espírito
Editado Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiterianado Rio de Janeiro

COMPREENDENDO A COMPREENÇÃO

NOTÍCIA PELO MUNDO
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OPINIÃO

A COMPREENSÃO é algo que foge de cada um de nós se a buscamos de qualquer maneira. Quem quer alcançar a COMPREENSÃO, não deve correr atrás, mas sim fazer o necessário para que ela "ocorra naturalmente". A COMPREENSÃO vem a nós quando tivermos feito o que nos cabe fazer. Quem quiser COMPREENDER um defeito ou seus defeitos deve seguir um procedimento seqüencial e natural, a saber:
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1. AUTO-OBSERVAÇÃO
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2. AUTO-ANÁLISE
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3. CONTEMPLAÇÃO
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O que é auto-observação? É um estado de ver a si mesmo, sem tensões mentais de nenhuma espécie. Da mesma forma como contemplamos uma paisagem maravilhosa, assim também devemos ver a nós mesmos durante o dia. Qual é a finalidade da auto-observação? É ver a si mesmo com um propósito bem definido, qual seja: conhecer a si mesmo, mapear a si mesmo. Esse "mapa de si mesmo", resultante da tarefa de "ver a si mesmo o tempo todo", torna-se, no estágio seguinte, o objeto de estudo principal do autoconhecimento.
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O que é a auto-análise? - É o estudo criterioso e metódico do mapa ou dos mapas elaborados pela tarefa diária e permanente de auto-observação. Vale dizer: quem não se observa, quem não vê a si mesmo, jamais terá elementos para analisar ou para estudar, e, por conseguinte, jamais chegará à compreensão de coisa alguma, pelo fato de não ter sob sua vista, nenhum objeto específico de estudo. Por isso, o trabalho sobre si mesmo é um trabalho seqüenciado, organizado, lógico, simples e natural.
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Quando nos auto-analisamos, é natural que comecemos fazendo análises puramente intelectuais, tipo: porque tenho ira, o que é a ira, como me sinto quando estou irado, de onde vem, porque apareceu a ira, quando ela nasceu, quando foi que a vi pela primeira vez, com quem ela veio acompanhada, etc. etc. Pois bem! A partir desse primeiro estágio analítico, aos poucos, mediante o pensamento concentrado nesse objeto de estudo, vamos aprofundando a busca dentro de nós mesmos. Relaxamos a mente, mas seguimos buscando dentro de nós, em níveis mais profundos, as respostas a essas e outras questões...
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Dia após dia, nesse caso, focado ou concentrado nos elementos de ira, vamos aprofundando, atingindo níveis mais internos de nossa mente. Esse estado de mergulhar para nosso próprio interior é chamado de CONTEMPLAÇÃO. Contemplar é ver sem raciocinar, apenas concentrado, sem pensar, com mente relaxada, para que a CONSCIÊNCIA atue. Se tudo isso, dito até agora, for bem feito, e à medida que for sendo aperfeiçoado, e ainda sem buscar ou esperar nada, a COMPREENSÃO irromperá simples e naturalmente; sem que menos a gente espere, ocorrerá o famoso "clic" do "ah! Entendi!!"
Nunca esqueça: a COMPREENSÃO é o resultado natural de um trabalho diligente, concentrado e realizado sem pressa e sem tensões mentais de nenhuma espécie. Faça tua parte e a luz da compreensão alcançará todo o seu entendimento. Quando isso acontecer, terás compreendido o que estavas buscando.
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Robson Pinheiro
Canal Shvoong

Editado Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio Janeiro

sábado, setembro 13, 2008

SHOW DE MORALIDADE

NOTÍCIAS PELO MUNDO
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Uma senhora branca, de uns cinquenta anos, senta-se ao lado de um negro. Visivelmente perturbada ela chama a aeromoça.
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Qual o problema,senhora"? Perguntou a aeromoça. "Mas você não está vendo?" - responde a senhora - "Você me colocou ao lado de um negro. Eu não consigo ficar ao lado desses nojentos. Mê dê outro assento". "Por favor, acalme-se, senhora." - Disse a aeromoça - "Quase todos os lugares deste vôo estão tomados. Vou ver se há algum lugar disponível". A aeromoça se afasta e volta alguns minutos depois.
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Senhora, como eu suspeitava não há lugar vago na classe econômica. Eu conversei com o comendante, ele me confirmou que não há mais lugares na executiva. Entretando temos um lugar na Pimeira classe."
Antes que a senhora pudesse fazer qualquer comentário, a aeromoça continua: "É totalmente inusitado a Companhia conceder um assento de Primeira classe a alguem da Classe econômica. Mas dadas as circunstâncias, o comandante considerou que seria escandaloso alguem ser obrigado a sentar-se ao lado de uma pessoa tão execrávell".
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E, dirigindo-se ao senhor negro, a aeromoça completa: "Portanto, senhor, se for de sua vontade, pegue seus pertences, que o assento de Primeira Classe está a sua espera." E todos os passageiros ao redor que, chocados, acompanhavam a cena, levantaram-se e aplaudiram. É lamentável que ainda existam pessoas racistas. Publico este texto como expressão do meu protesto. "O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons".
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Martin Luther King
J.Celsoc
Canal Shvoong
Editado Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sexta-feira, setembro 12, 2008

LAPTOP DO ESTUDANTE...

EDUCAÇÃO
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Você já ouviu falar do projeto " Um laptop por criança? Pois bem, o governo brasileiro estuda a proposta de dar vida ao projeto, “Um laptop por criança” (Onde Laptop per Child).
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Para aumentar a qualidade da educação e provocar a inclusão digital nas escolas, o projeto idealizado por Nicholas Negroponte do MIT (Massachusetts Institute of Technology), visa que cada estudante tenha um laptop para utilizar durante seus estudos.
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O projeto deverá ser implantado além do Brasil, na India, China, Nigéria, Tailândia e Egito. Quanto ao laptop, em razões do seu baixíssimo preço (U$100), será bem modesto, sendo destinado exclusivamente ao uso escolar.
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Já imaginou como isso aumentaria a qualidade do ensino no Brasil? Seria um salto de qualidade sem tamanho, cada criança probre, rica, classe média ou o que quer que fosse teria a mesma oportunidade de aprendizagem através da informática. Muitos dos nossos estudantes de ensino fundamental e médio não tem acesso a internet. É uma realidade que infelizmente temos que encarar.
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Se esse projeto vier a se realizar, será de grande importância para a educação de nossas crianças.
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Tiago Dantas
Canal Shvoong
Editado Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quinta-feira, setembro 11, 2008

UM VAZIO DIFÍCIL DE PREENCHER

EDIFICAÇÃO
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A palavra «religião» suscita hoje em muitas pessoas uma atitude defensiva. Em muitos ambientes, o simples facto de colocar a questão religiosa provoca mal-estar, silêncios evasivos, um desvio hábil da conversa. Entende-se a religião como um estádio infantil da humanidade que já está sendo superado. Algo que pôde ter sentido noutros tempos, mas que, numa sociedade adulta e emancipada, carece já de todo o interesse.
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Crer em Deus, orar, alimentar uma esperança final é, para muitos, um modo de comportar-se que pode ser tolerado, mas que é indigno de pessoas inteligentes e progressistas. Qualquer ocasião parece boa para trivializar ou ridicularizar o religioso, incluso, nos meios públicos de comunicação. Dir-se-ia que a religião é algo supérfluo e inútil. O que é realmente importante e decisivo pertence a outra esfera: a do desenvolvimento técnico e a produtividade económica. Ao longo destes últimos anos foi crescendo entre nós a opinião de que uma sociedade industrial moderna não necessita mais de religião, pois é capaz de resolver por si mesma os seus problemas de maneira racional e científica. Porém, este optimismo «a-religioso» carece de ser confirmado pelos factos. Os homens vivem quase exclusivamente para o trabalho e para o consumismo durante o seu tempo livre, mas «esse pão» não preenche satisfatoriamente a sua vida.
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O lugar que ocupava anteriormente a fé religiosa deixou em muitos homens e mulheres um vazio difícil de preencher e uma fome que debilita as próprias raízes da sua vida. F. Heer fala de «esse grande vazio interior em que os seres humanos não podem por muito tempo viver sem escolher novos deuses, chefes e líderes carismáticos artificiais». Talvez seja o momento de redescobrir que crer em Deus significa ser livre para amar a vida até ao fim. Ser capaz de procurar a salvação total sem ficar satisfeito com uma vida fragmentada. Manter a inquietação da verdade absoluta sem contentar-se com a aparência superficial das coisas. Buscar a nossa re-ligação com o Transcendente dando um sentido último ao nosso viver diário.
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Quando se vivem dias, semanas e anos inteiros, sem viver verdadeiramente, só com a preocupação de «continuar funcionando», não deveria passar inadvertido o convite interpelador de Jesus: «Eu sou o pão de vida».
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J.A. Pagola
Canal Shvoong
Editado Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

terça-feira, setembro 09, 2008

A FÉ E O MEDO

EDIFICAÇÃO
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A fé e o medo correm lado a lado, mas em sentido contrário um do outro. A fé te impulsiona, te empurra para frente, aumenta teus objetivos, alarga teus horizontes, te alegra e te faz cada vez mais confiante. A fé aproxima o homem de Deus (Hebreus 11:17-40).
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Por outro lado, o medo faz exatamente o inverso. O medo derruba seus sonhos; faz com que você desista de cada um deles. Puxa você para baixo, te entristece, te deprime e te afasta de Deus (Gênesis 3:10). Talvez seja o medo a maior muralha mental humana a ser atravessada. Vencendo o medo, o homem atravessou oceanos, descobriu novas terras e chegou à lua. E você? Onde pretende chegar? Vencendo o medo, grandes homens lutaram e, fortalecidos pela fé, são exemplos para cada um de nós. Homens de carne e osso como Gideão, Josué e Davi. Bravas mulheres como Raabe e Ester.
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A fé fez a diferença na vida de cada uma dessas pessoas, e faz diferença na tua vida também. A tua fé pode te salvar (Mateus 9:22). A tua fé pode mover montanhas (Mateus 21:21). A tua fé pode mudar a vida da tua família (Mateus 15:28). Mas a fé é provada pelo fogo, assim como o ouro nas mãos do ourives (Malaquias 3:2). Por isso, diante de uma situação onde o medo tentar te afligir, ponha tua fé em ação: arme-se da espada que é a Palavra do Senhor e revista-se das armaduras de Deus (Efésios 6:10-17).
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Em Mateus 14:28-31, Pedro nos dá uma lição de fé e, logo em seguida, sua fé desaparece e dá lugar ao medo e à dúvida. Pedro, crendo que Jesus estava próximo e andando sobre as águas, quis experimentar tal façanha. A fé em Jesus colocou-o do lado de fora do barco e de pé sobre o mar. A fé levou Pedro a ir além. Pedro, numa atitude de fé, ultrapassou os limites humanos e experimentou o sobrenatural de Deus.
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Mas a Bíblia nos relata no versículo 24 que o vento era contrário e, como tudo que se opõe a nós, insurgiu-se contra Pedro, movimentando as ondas, e ele temeu. Mesmo estando com Jesus bem ali, pertinho dele, Pedro temeu o vento forte e começou a afundar. Isso também acontece conosco. Se tua fé esmorecer, o medo vai invadir teu coração e você estará preste a naufragar. Não deixe que isso aconteça! Não temas! Tende bom ânimo, pois Jesus é contigo. Erga-se, amado(a), porque o teu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra (Salmo 121).
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Luciene de Oliveira Maria
Primeira Igreja Batista em Moça Bonita
Editado Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

segunda-feira, setembro 08, 2008

A GAIOLA VAZIA

EDIFICAÇÃO

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Naquele dia a Igreja estava lotada. O Pastor, muito eloqüente, preparou com esmero o sermão da noite mas, em todo o tempo, ele deixou uma gaiola vazia ao seu lado no chão do púlpito. Ninguém entendeu o motivo. No início, acharam que tal objeto seria parte de alguma ilustração, mas não foi.
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Terminado o culto, o Pastor pegou a gaiola e começou a descer as escadas quando uma pequena multidão aglomerou-se em torno dele, querendo saber o que significava aquela gaiola vazia:
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Esta gaiola? – disse ele – É que eu estava vindo para cá, quando me deparei com um menino que segurava esta gaiola. Dentro havia um pássaro, uma rolinha, até grande demais para ela. O menino sacudia a gaiola freneticamente e gritava, maltratando o animal. Vendo aquela cena, fui em direção ao menino e perguntei-lhe porque fazia aquilo.
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O que você tem com isso? – respondeu o menino malcriado – o pássaro é meu e a vida dele me pertence. Eu vou matá-lo. Não faça isso! Disse o Pastor – Veja, eu compro esse pássaro de você. Diga-me qual é o seu preço. Quanto quer por esse pássaro? Ah, você não vai poder pagar por ele. É muito caro! Quanto você quer? O menino sem pestanejar respondeu: - Quero todo dinheiro que está na sua carteira agora. E o Pastor disse: - Negócio fechado!
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O Pastor pagou ao menino, soltou o pássaro e foi apressadamente para a Igreja. Assim, explicou então o motivo daquela gaiola no púlpito. Por causa do tal incidente, chegou atrasado na Igreja e não teve tempo de dar um destino para a gaiola.
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Mais tarde, em sua casa, refletiu sobre o acontecimento e louvou ao Senhor por tudo, quando lágrimas desceram de seus olhos. Ficou imaginando a metáfora do mesmo diálogo entre Deus e Satanás, que poderia ter sido assim: Deus deparou-se com Satanás guardando uma prisão. Dentro havia um homem, que poderia ser eu ou você. Satanás atormentava o homem de várias maneiras. Vendo aquela cena, Deus perguntou-lhe porque fazia aquilo.
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Que tem com isso? – respondeu Satanás – O homem pecou e por isso é meu e eu vou matá-lo.
Não faça isso! – disse Deus – Veja, eu compro esse homem de você. Diga-me qual é o seu preço. Quanto quer por ele? Ah, não vai querer comprá-lo! É muito caro! Ele não vale a pena. Diga, quanto você quer? E Satanás sem pestanejar respondeu: - Eu quero o sangue de seu único filho.
E Deus disse: - Negócio fechado!
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“ Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” João Cap. 3. 16.

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Autor desconhecido
Por Luciene de Oliveira Maria
Igreja Batista em Moça Bonita
Editado Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sábado, setembro 06, 2008

RELIGIÃO E A OBSERVÂNCIA AO DIREITO

EDIFICAÇÃO
OPINIÃO
“Não penseis que vim revogar a Lei ou os profetas” não vim revogar, vim para cumprir. (Mateus, v.17, 18).
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Encontramos nessa Lei o princípio dos deveres para com Deus e para com o próximo, que constitui a base da doutrina de Jesus Cristo. Os 10 mandamentos significam um resumo da moral divina, que Jesus Cristo Viveu e pregou, cumprindo assim a Lei dos profetas. Os ensinamentos religiosos buscam conduzir o ser humano através de uma conduta alicerçada em valores morais e éticos, sem deixar de pregar a fé a esperança, o perdão, a caridade e a fraternidade.
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O que aprendemos com o ensinamento religioso, não é imposto através de uma força coercitiva, usamos ou não, de acordo com o nosso livre arbítrio, e com o conhecimento de cada um sobre as “Leis Divinas que regem a evolução do ser humano na terra”. O Direito não é como a Religião, pois o Direito assegura, porém não ensina e não prega, e quando as pessoas não agem de acordo com suas normas e Leis, a punição é severa. A Lei escrita se faz necessária para manter a justiça, a ordem, o equilíbrio, assegurar a integridade do ser humano, bem como seus direitos e obrigações.
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A cada nova situação que possa surgir de acordo com a evolução do tempo e das pessoas, novas Leis também nascem, e com elas a necessidade do ser humano se aprimorar cada vez mais, buscando conhecimento e informação.
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O filme Rei Arthur nos mostra como antigamente algumas pessoas se denominavam porta vozes de Deus, e se apoiavam a essa prerrogativa para fazer com que as pessoas mais humildes fossem submissas e aceitassem todas as suas ordens, até a tortura e morte se assim julgassem necessário.
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Assim como na Religião, o Direito também deixa margens para que algumas pessoas façam uso indevido de suas atribuições, em benefício próprio ou de terceiros. A justiça é maravilhosa quando ela significa dar a cada um o que é seu, porém, é interpretada e aplicada por homens, que nem sempre são tão maravilhosos quanto ela.
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Jovacyr Bregonci
Canal Shvoong
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sexta-feira, setembro 05, 2008

ALEGRE-SE!

EDIFICAÇÃO
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Enquanto conviveu entre nós como homem natural, Jesus Cristo, entre outras coisas, sentiu fome (Lucas 4:2), sentiu pena (Mateus 20:34), sentiu a dor da perda de um ente querido (João 11:35), sentiu ira (João 2:15-16), sentiu sono (Mateus 8:24), sentiu tristeza (Mateus 26:38), sentiu agonia (Lucas 22:44), sentiu dor física por graves ferimentos (João 19:1-3 e 18) e experimentou o gosto da ingratidão (Mateus 27:16-22), da solidão (Mateus 27:46) e da morte (Marcos 15:37).
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Podemos observar que, em nenhum momento, a Bíblia nos relata que Jesus sorriu ou que estava feliz, ou que alegrou-se com algo. Significa então que Jesus não sentiu alegria? A Bíblia nos ensina que Jesus morreu para que tenhamos vida e vida com abundância (João 10:10) e que por suas feridas fomos sarados (I Pedro 2:24). Assemelham-se essas atitudes com as de um pai zeloso, o qual prefere sofrer a ver o seu filho sofrer.
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Jesus viveu o mal da carne para que nós pudéssemos viver o bem da vida (Isaías 1:19). Ele sofreu aqui para que pudéssemos nos alegrar, mas não se engane: o nosso Deus não é um Deus triste. O livro de Neemias 8:10 em sua parte final diz: “a alegria do Senhor é a vossa força”. Quer o Senhor que estejamos sempre alegres (I Tessalonicenses 5:16) e que pela alegria estejamos fortemente alicerçados sobre a rocha, que é Jesus.
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Em João capítulo 15, Jesus nos ensina que, permanecendo no amor do Pai e em obediência aos seus mandamentos, desfrutaremos da alegria de Jesus em nós e essa alegria será completa. E mais: mediante a nossa obediência e amor, nossos pedidos serão atendidos.
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Gálatas 5:22 nos ensina que a alegria é um dos dons do Espírito. Conseqüentemente, se o Espírito de Deus habita em nós, nossa alegria será completa e o amor que sentimos transbordará e contagiará a quem estiver próximo de nós. A marca de Cristo estará em nossas vidas e celebraremos com Ele como está escrito em Mateus 26:29.
Alegre-se porque o sacrifício não foi só o de Jesus na cruz do calvário como homem natural, mas também o de Deus que deu o seu filho unigênito para morrer por nós. Alegre-se porque Deus é bom e suas misericórdias são infinitas. Alegre-se pela vida eterna. Alegre-se porque Jesus te ama, do jeito que você é. Aleluia!

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Luciene de Oliveira Maria
Primeira Igreja Batista em Moça Bonita
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quinta-feira, setembro 04, 2008

PAI DE VERDADE MESMO!

OPINIÃO
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O Pai de verdade mesmo, não é aquele que providencia as melhores escolas para seus filhos, mas o que ensina o quanto é necessário a sabedoria, e o conhecimento para o mundo e o futuro do seu filho... O Pai de Verdade mesmo é aquele que nos primeiros passos da vida do filho, ele o ajuda a levantar quando cair, e o quanto é importe levantar-se... O Pai de Verdade mesmo, ensina seu filho no caminho em que deve andar e dá ensinamentos que seu filho aprenderá e nunca esquecerá...
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O Pai de verdade mesmo, não abandona seu filho no primeiro obstaculo que ocorrer, nunca esquecerá de seu filho em qualquer dificuldade da vida, O Pai de verdade mesmo, não esquecerá de seu filho mesmo quando separa-se da mãe de seu filho, O Pai de verdade mesmo, estará junto de seu filho em qualquer situação, de alegria ou de tristeza, por amor ao seu filho, O Pai de verdade mesmo, sabe que seu filho é um pedaço seu, e que o seu sangue corre nas suas veias, e jorra em seu coração, O Pai de Verdade mesmo, não só educa ou fica percebendo o que acontece de longe, O Pai de Verdade mesmo, Fica POR PERTO DO SEU FILHO E O PROTEGE; COMO UMA AVE,QUE ACOLHE SEUS FILHOS DEBAIXO DAS SUAS ASAS.
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O Pai de Verdade mesmo, não só ergue o filho do chão quando ele cai, mas o faz ele perceber que a cada queda é possivel levantar-se, e seguir em frente...O Pai de Verdade mesmo ensina o filho que a PERCEPÇÃO é a GEOGRAFIA melhor para aprender o MUNDO, e a CIÊNCIA entender a VIDA, O Pai de Verdade mesmo, sabe que a felicidade foi feita para compartilhar com quem merece... e amará seu filho sempre...sem lhe abandonar, despresar ou esquecer...
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O Pai de Verdade mesmo, sabe que só existe dois dias no ano que nada pode ser feito, um se chama ONTEM, e o outro se chama AMANHÃ, portanto, HOJE é o dia certo para AMAR, ACREDITAR, FAZER e principalmente VIVER...o tempo perdido que você PAI, que foi ausente, e que nunca compartilhou da alegria, e da felicidade de estar PERTO DO SEU FILHO.
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Fonte Shvoong
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

terça-feira, setembro 02, 2008

EM RESPEITO AOS TRISTES

EDIFICAÇÃO
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Confesso que sou introspectivo e, muitas vezes, melancólico. Quando ainda era criança, gostava de ficar debaixo de uma árvore, sozinho, para pensar na vida. Continuo assim. Prefiro o silêncio às festas, as refeições com poucas pessoas aos banquetes. E se não tomar cuidado, facilmente caio em depressão.
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Essa minha índole quieta não me importuna, mas eu percebo que ela causa alguns constrangimentos na comunidade evangélica. Poucas vezes escrevi textos cinzentos, mas logo fui docemente aconselhado a não repetir tal deslize. Avisaram-me que os crentes não estão preparados para lidar com a tristeza. E que as pessoas gostam de artigos otimistas. Realmente! O movimento evangélico se alastrou no final do século XIX, num tempo em que se respirava um clima de grande otimismo. Acreditava-se que em poucos anos, evangelistas, missionários e pastores converteriam o mundo, antecipando o iminente reino milenar de Cristo. Nosso berço foi embalado com a promessa de que seríamos a “última geração antes do arrebatamento”. Nascemos num clima de euforia. Portanto, não toleramos qualquer mensagem que revele um jeito menos bem-sucedido de encarar a vida.
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Sinto-me censurado quando exponho meus sentimentos contaminados de uma vaga e doce tristeza. Sentimentos que, a bem da verdade, me comprazem e me conduzem à meditação. Mas como explicar isso para minha geração? Fico sem saída, pois não quero só escrever textos sobre como me sinto campeão; recuso teatralizar minha solidez e não quero enganar sobre minha santidade.
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Em diversas ocasiões tenho a sensação de que estou só entre gigantes da fé. Haveria mais gente como eu? Sei que existem profetas, poetas e santos que também convivem com o desalento. Celebro a honestidade de todos os que, corajosamente, detectam sentimentos menos brilhosos e, iguais a mim, não se sentem culpados.
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Ditosos os que choram, pois reconhecem que a vida não é composta só de luzes. Quem busca apenas o riso, querendo perenizar o prazer, cairá no profundo abismo do desencanto. Só os tristes sabem os segredos das noites sem lua e que algumas dimensões nobilíssimas da nossa humanidade somente se expressam em corredores de morte. Grandes são todos os que permanecem em pé mesmo quando não há luz nenhuma.
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Ditosos os que entram em contato com suas angústias. Os que ocultam suas inquietações com frases e clichês religiosos se condenam à superficialidade. Não existe tese religiosa que consiga se impor com mais força que a própria vida. De nada vale repetir slogans que prometem um mundo cor-de-rosa. Mais cedo ou mais tarde virá a tempestade que assola a casa. Ventos contrários varrerão projetos cautelosos e, quem não edificar sua vida na verdade, ruirá implacavelmente.
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Ditosos os que não se consideram emocionalmente incólumes. Eles sabem que ninguém possui controle direto sobre suas emoções e reconhecem, inclusive, que serão traídos pelos incidentes do cotidiano. Eles vão até o fundo do poço e não se sentem fracassados, pois sabem que tanto alegrias como tristezas são passageiras.
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Ditosos os que admitem suas depressões. Eles não tentam sublimar as inquietações com ativismos. Sofrimento é a única dimensão da vida comum a todos os homens e mulheres. Quem tenta blindar-se das tristezas precisa também se proteger da alegria. Fugir do sofrimento significa amortecer a felicidade.
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Ditosos os que podem lamentar em público. Eles não precisam de sorrisos plásticos, de discursos demagógicos ou da arrogância religiosa, pois se sentem acolhidos em sua honestidade. Eles sabem que não serão apedrejados quando se mostram frágeis, porque vivem entre amigos verdadeiros.
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Ditosos os que se parecem com Jesus de Nazaré. Ele nunca mentiu sobre sua angústia ou solidão. No jardim, afirmou: “Minha alma está triste até a morte”. Na cruz bradou: “Pai, por que me desamparaste?”. Mesmo depois desses desabafos, Deus lhe deu um nome que está acima de todo nome. Se o Filho Unigênito pôde falar assim, ninguém deve temer revelar o tamanho de sua vulnerabilidade.
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Esses ditosos podem seguir tranqüilos pela vida, porque a tristeza, segundo Deus, não é para a morte. Aleluia.
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Soli Deo Gloria


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Pr. Ricardo Gondim
www.paoquentediario.com.br
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

segunda-feira, setembro 01, 2008

MOSQUITOS EDUCADOS

CUIDANDO DA SAÚDE
OPINIÃO
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No Brasil segundo nossas autoridades os mosquitos são educados. Se picam no interior so picam no interior, se são da cidade so picam na cidade e se são das matas so picam nas matas e de jeito nenhum voam para fora de seus limites! E nosso país tem um enorme controle de imigrantes clandestinos, por aqui não temos colombianos, nem chilenos, nem peruanos, nem nigerianos, nem quenianos e ninguém mas ninguém que não esteja legalmente no país e também são controladas todas as doenças e bichos e insetos que essas pessoas nos trazem...
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Mas como doenças, bichos e insetos não afetam diretamente a arrecadação do governo a polícia federal nem liga! Já somos do primeiro mundo na cabeça de certos políticos e outros alienados. Eu cresci em meu país não sabendo o que era escorpião e olha que morei no interior, nas periferias e bem próximo de matas mas hoje o país esta infestado desses bichos que obvio vieram da africa.
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Não tinhamos pitbull, que é outra praga permitida e que veio de fora depois de umas notícias da globo que era um bicho violento, nossos patrícios de boa índole, correram a importar essa praga urbana que mata crianças, mulheres e outros, menos os bandidos que já lhes estouram os miolos com tiros. A febre amarela havia desaparecido daqui, mas atualmente, estamos tendo até cubanos clandestinos e, sabe se o que mais! Não me venham dizer, que essa turma não carrega suas doenças! Não há controle algum em aeroportos e nem em estrada haja vista que vão para fora milhares de toneladas de madeira e nenhuma autoridade enxerga.
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Isso não é coisa que se carregue no bolso e nem em saquinhos nos intestinos! Mas ningéum ve nada que dirá ver um mero estrangeiro que virá por aqui e aqui ficará para sempre ou trará mais doenças para nossa alegria. Parece que estamos virando a lata de lixo do mundo! Queria ver se fosse o contrário. Queria ver se terroristas brasileiros fosem sequestrar gente no Canada se teria um partido político inteiro para defende-los e conseguir que voltassem de avião para o Brasil. Aqui estamos numa sbornea só. Agora querem que acreditemos que a febre amarela não atingirá a cidade por que o mosquito é caipira!

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Fonte Shvoong
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro


Rádio Rei dos Reis