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LEIA A BÍBLIA

terça-feira, agosto 26, 2008

A CRUZ ESTÁ VAZIA

EDIFICAÇÃO
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Em que você pensa quando ouve ou lê a palavra cruz? A maioria das pessoas pensa exatamente numa cruz e, via de regra, associamos a cruz a Jesus. Mas, eis a questão: a cruz está vazia ou Jesus ainda está nela?
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Muitos crentes vêem Jesus como o Filho de Deus em forma de um homem natural, que venceu a morte porque Nele não foi achado pecado, mas guardam-No com a imagem do corpo moído, ferido e ensangüentado, seminu, com uma coroa de espinhos e crucificado. Amados irmãos, observe que no Velho Testamento não existe a palavra “cruz”. Nem sequer o profeta Isaías, que foi o profeta que mais se reportou à vinda de Jesus Cristo, mencionou esse adjetivo.
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Sem dúvida, a cruz pode ser vista como um símbolo da nova aliança de Deus com a raça humana, por isso a menção no Novo Testamento: os judeus, amados do Pai e povo escolhido de Deus, e os gentios, também amados do Pai, que somos nós, reconciliados e unidos como um só povo pela cruz de Cristo (Efésios 2:16). Mas o sacrifício de Jesus, que está em nossa memória e que celebramos com alegria através da participação na Santa Ceia, é passado. Sim, é passado. Já aconteceu, já foi consumado. O sacrifício já aconteceu e Cristo morreu pelos nossos pecados, para que tenhamos vida e vida com abundância.
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Não é necessário Cristo ser crucificado novamente para perdoar-lhe mais uma vez e, no entanto, não raro vemos irmãos, arrependidos de seus pecados, mas que ainda sentem-se indignos de congregar por causa de seus erros. E eu pergunto a esses irmãos: quantas vezes Jesus teria que ser crucificado para que seus pecados fossem perdoados? Amados, não subestimem o sacrifício da cruz. Não olhe para Jesus como se fosse um pobre coitado, mas sim, olhe-O como o Leão da Tribo de Judá. O Rei dos Reis. O Senhor dos Senhores.
E, dessa forma, arrependido de seus pecados, volte-se para Jesus e tome posse do perdão do Pai, quantas vezes forem necessárias.
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Mas graças a Deus que, tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues. E, libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça” (Romanos 6:17-18).
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Luciene de Oliveira Maria
Primeira Igreja Batista de Moça Bonita
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio

CIÊNCIA É VIDA

CUIDANDO DA SAÚDE
OPINIÃO
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Desde a Antiguidade Oriental, povos egípcios já desenvolviam conhecimentos científicos, tais como a mumificação, o uso de plantas medicinais, a acupuntura, entre outros. Muitas doenças que aos nossos antepassados eram incuráveis, hoje nos são perfeitamente normais e tratadas de maneiras bem simples. Sim, muitas vidas vêm sendo salvas ao longo desse período, portando seria um tanto errôneo argumentar sobre os males que a ciência nos causa.
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Afinal, o que seríamos sem a ciência? Quanto tempo viveríamos? Ora, se tivéssemos uma gripe nesse exato instante, tomaríamos alguns analgésicos e esperaríamos por uma melhora. Porém, caso ficássemos resfriados há alguns séculos, certamente estaríamos todos alarmados aguardando nossa morte. Não, não é uma hipérbole. Os métodos eram tão arcaicos que, por exemplo, quando havia duas pessoas adoentadas no mesmo local, elas eram isoladas dos outros e tratadas com o mesmo medicamento, sendo que, na maioria das vezes, só uma delas realmente sofria daquela enfermidade a qual o medicamento tentava combater.
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Hoje, a ciência nos permite um diagnóstico preciso do paciente, sem termos de "adivinhar" o que se passa. A expectativa de vida desses povos era de 30 anos. Hoje, é de quase 80. Se agora possuímos tudo - ou quase tudo - que necessitamos para viver em perfeita harmonia, por que, então, não aproveitamos? Porque, é claro, existem leis as quais não permitem que a ciência seja utilizada de maneira indiscriminada, pois estamos nos referindo a vidas. No caso da pesquisa com células embrionárias, seria correto dizer que os embriões, meros ovócitos fecundados e congelados, já são seres humanos? Terão eles as mesmas sensações que podemos ter a partir do momento o qual nascemos? Óbvio que não, mas órgãos jurídicos, valendo-se de seus valores religiosos, insistem nessa idéia, dando, mais uma vez, vitória ao atraso.
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Os embriões, depois de certo tempo, tornam-se inutilizáveis e, em vez de serem descartados, poderiam, nesse exato instante, estar salvando a vida de alguém. A ciência é, sim, um bem necessário. Fazê-la "travar" por aspectos que nem ao menos têm um fundamento real é fazer o contrário do que devemos. Se os povos antigos também fossem tão escrupulosos, talvez ainda estivessem esfregando pauzinhos para fazer fogo. É fato que a ciência salva vidas, assim como também nos diferencia de nossos antepassados. Portanto, devemos dar sempre um passo a frente para que as próximas gerações desfrutem - e aprimorem - nossa metodologia.
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Amanda Blaskoski
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio