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domingo, julho 29, 2012

ESCLEROSE MÚLTIPLA: UM POSSÍVEL TRATAMENTO COM VITAMINA D3

CUIDANDO DA SAÚDE







========================Rede de Divulgação


Algo avassalador ocorre quando os pais/mães descobrem que seus filhos/filhas, na flor da idade, estão com uma doença incurável. Tal é o caso da esclerose múltipla (EM), em que a maioria dos casos é diagnosticada em adultos jovens, com maior incidência em mulheres e pessoas brancas, sendo raros os diagnósticos em pessoas com mais de 50 anos. Embora já tenham sido diagnosticados casos em crianças, esses são raros.

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Pais e mães aca
bam mergulhando na internet em busca de informações que, na maioria das vezes, são desalentadoras: esclerose múltipla, ou esclerose disseminada, é uma doença neurológica crônica, não contagiosa e degenerativa, de causa ainda desconhecida, que ataca estruturas do cérebro pertencentes ao Sistema Nervoso Central.
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A ciência ainda não descobriu a causa da doença nem sua cura (atribui-se a doença a uma reação autoimune do organismo). A doença causa uma piora do estado geral do paciente e seus sintomas podem incluir a perda de visão, visão dupla, dormência, dor, rigidez, fraqueza muscular, rigidez e dores articulares, falta de coorde
nação motora e de equilíbrio, problemas no controle da bexiga e intestinos, fadiga, tremores e formigamentos em partes do corpo. E outros, como insuficiência respiratória, incontinência urinária, perda de audição, depressão e impotência sexual.
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Mesmo com a perda do controle dos movimentos, na maioria dos casos a capacidade de raciocínio dos pacientes não é afetada.
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Esclerose múltipla: Incidência

O primeiro caso descrito conhecido
de EM, em termos que apontam quase certamente para esse diagnóstico, foi efetuado pela freira holandesa Lidwina de Schiedam (1380-1433) que descreveu a doença de que ela própria padecia desde os 16 anos. Ela escreveu sobre dores intermitentes, fraqueza das pernas e distúrbios oculares típicos.
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Estima-se mais de um milhão de casos mundiais diagnosticados de esclerose múltipla, dos quais 450 mil só na Europ
a. Em Portugal, há mais de 5 mil casos diagnosticados. No Brasil estima-se que haja mais de 30 mil portadores da doença.
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Segundo estatísticas do Ministério da Saúde, o número de casos na cidade de São Paulo aumentou em cinco vezes de 2002 a 2009. Atualmente, são 15 casos para cada 100 mil habitantes. Nos Estados Unidos, a incidência é bem maior, atingindo 200 pessoas a cada 100 mil habitantes.

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Na Europa, os p
aíses escandinavos são os mais afetados. Sabe-se que há maior incidência da doença em países de clima temperado ou frio, que possuem menores taxas de luminosidade (raios solares) durante o ano. No Brasil, há maior incidência de casos nas regiões sudeste e sul do que nas regiões Norte e Nordeste.
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Tratamento

Os tratamentos mais comuns se concentram nas ações que atrasam a progressão da doença e melhoram a qualidade de vida do paciente pela promoção do alívio dos sintomas, podendo ser usados cort
icosteróides (imunossupressores potentes, que, por sua vez, expõem o paciente a múltiplas infecções, já que o sistema imunológico fica debilitado) e beta-interferon, que tem apresentado resultados satisfatórios numa faixa de 30%-50% dos pacientes. Estes são distribuídos pelo Governo e estão na lista dos chamados medicamentos de alto custo. Aliás, alto custo mesmo, pois o valor pode chegar a R$10.000,00 por paciente, por mês.
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A rotina da administração desses inte
rferons, normalmente injeções dolorosas, com efeitos colaterais que provocam sensação de gripe, também condiciona a vida dos portadores de esclerose múltipla a limitações desastrosas. E, afinal, de 50% a 70% dos pacientes ficam com os efeitos colaterais, sem conseguir conter a doença.
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Vitamina D3
Por isso as mães não desistem. E procurando na internet acabam esbarrando, por exemplo, com uma comunidade no Orkut, com um nome atraente: Esclerose Múltipla Tem Solução. Na página ini
cial, uma justificativa instigante: "Esta comunidade é para aqueles, portadores ou não de EM, que tenham sensibilidade para trilhar conosco um caminho novo, mas já coberto de histórias de sucesso".
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O idealizador da comunidade, Sérgio Vinagre, explica que sua sobrinha foi diagnosticada com esclerose múltipla em 2001 e começou, então, a receber o tratamento convencional. Em 2006, aos 22 anos, quando já estava em cadeira de rodas, encontrou um neurologista da Unifesp, que passou a tratá-la com altas doses de Vitamina D3. Dois meses após o início do novo tratamento, ela estava dirigindo. Hoje leva uma vida normal, sem surtos e sem o uso da medicação convencional, que é bastante agressiva.
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Quando a co
munidade foi fundada, o hoje se referia a 2008. Agora, em 2012, segundo o pai da jovem, em comentário a uma matéria sobre o assunto no jornal Folha de São Paulo, ela continua sem surtos, com vida plenamente normal. São mais de 6 anos. Essa página do Orkut hoje tem 859 membros.
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Também é possível encontrar um grupo no Yahoo, chamado Bem Ditas Vitaminas, criado em abr
il de 2005, hoje com 451 associados. A idealizadora do grupo, Janice, já falecida, explica na apresentação: Meus amigos sou mãe de uma linda moça chamada Nara, que aos 15 anos teve diagnóstico de EM. Na época pensei que iria enlouquecer, mas como Deus é o mais supremo e sublime dos pais, ele colocou em nosso caminho um médico maravilhoso e que a tirou dos surtos e a trouxe à normalidade. O tratamento a que Janice se refere é o Protocolo fechado em 2005 pelo Dr. Cícero Galli Coimbra, o neurologista da Unifesp acima citado.
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E foi assim que, ao longo de seis ou sete anos, muitos portadores de esclerose múltipla chegaram a esse estudioso que, desde 2003, começou a administrar a seus pacientes, níveis realistas de vitamina D3. O que seriam esses níveis realistas? Aqueles que qualquer pessoa exposta adequadamente ao sol por meia-hora produz: cerca de 10.000 UI. E os pacientes começaram a apresentar significativas melhoras. Com níveis de vitamina D em torno de 15ng/ml (detectados pelo exame 25(OH)D3), esses pacientes não tinham apenas uma deficiência passageira da vitamina D, mas aparentemente tinham resistência em absorvê-la.
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Por estes dias, foram divulgados os resultados de um estudo recente, levado a cabo pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, e publicado nos “Annals of Neurology”, que identificou um gene responsável pela deficiência de Vitamina D e que pode também ser a causa para a Esclerose Múltipla. O estudo foi parcialmente financiado pela National Multiple Sclerosis Society, pelo TheWellcome Trust e contou, ainda, com o apoio de Jeffrey Epstein e da sua Fundação, a Jeffrey Epstein VI Foundation. Deformações no gene CYP27B1 estariam na base da resistência à vitamina D, bem como do desenvolvimento da Esclerose Múltipla. Os pacientes do Dr. Cícero, na verdade, já ouviram falar desse gene, nas explicações que ele lhes dá por ocasião da primeira consulta. Aqui apresentamos a tradução dessa notícia: Identificada uma Causa Genética para a Esclerose Múltipla e deficiência em vitamina D.
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Em 2011, motivado pelos resultados de seu próprio tratamento, o jornalista Daniel Cunha procurou vários pacientes do Dr. Cícero e produziu um documentário de 30 minutos, chamado: Vitamina D - por uma outra terapia. Conclui-o em abril de 2012 e o postou no Youtube. Em finais de junho, os acessos já chegavam aos 45.000. Foi também criado um blog com o mesmo nome d
o filme, ( www.vitaminadporumaoutraterapia.wordpress.com) onde é possível encontrar mais informações sobre o tratamento, contatos dos médicos que o realizam, documentação científica, depoimentos etc. Em consequência, hoje, em julho de 2012, só é possível marcar consulta com o Dr. Cícero para fevereiro de 2013.
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O que se lê nas redes sociais ou se ouve no contato com os pacientes é que, ao questionarem o seu neurologista sobre o tratamento com vitamina D, costumam ouvir críticas ferinas que vão desde a desmoralização dos médicos que o praticam, notadamente do seu maior divulgador, até a digamos assim "desmoralização da vitamina D". Como se pode pretender tratar uma doença complexa como a esclerose múltipla com vitamina? - perguntam. Revelam com isso um baixo conhecimento sobre o h
ormônio Colecalciferol, muito mal batizado de vitamina D. Esse hormônio atua em 229 genes de imunorregulação, o que significa que, quando o organismo está deficiente dele, - entenda-se deficiente da vitamina D - o sistema imunológico fica desregulado e, entre outras coisas, pode atacar-se a si mesmo, nas patologias ditas autoimunitárias, entre as quais se inclui a esclerose múltipla.
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Outro argumento esgrimido com ênfase é que não existe fundamentação científica para essa terapia, o que não é verdade. São cerca de 3.500 publicações que evidenciam a relação entre deficiênc
ia de vitamina D (ou colecalciferol) e esclerose múltipla, bem como outras doenças autoimunitárias. É possível ter acesso a algumas ideias e aos artigos em inglês aqui: http://vitaminadporumaoutraterapia.wordpress.com/material-de-apoio/
A documentação, no entanto, é muito mais extensa. Por exemplo, no site de publicações científicas Scirus ( www.scirus.com) o tema é bastante contemplado.
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Silenciam, no entanto, os Congressos, silenciam os livros de medicina com as novas terapias, si
lencia a maioria dos profissionais da área.
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E os pacientes? Não sabem onde mais declarar o seu respeito, admiração e carinho por esse médico de estilo sóbrio, recatado, que se desdobra em longas consultas (que chegam a 2 ou mesmo 3 horas, quando iniciais), até o fim da noite e aos sábados.
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Deve-se ressaltar também que não é apenas uma terapia de reposição de vitamina D, ainda que a reposição (em doses realistas de 10.000 ou 15.000 UI) já signifique um avanço e proporcione melhoras. A terapia baseia-se em altas doses de vitamina D (colecalciferol) e obriga a uma rigorosa dieta de restrição de cálcio (não se consome leite nem derivados) e obriga a uma hidratação intensa de 2 litros e meio de líquidos diariamente. Tudo para preservar os rins de excesso de cálcio.
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Os pacientes s
ão orientados sobre como reconhecer os sintomas de hipercalcemia e fazem exames regulares de Calciúria 24h, principalmente na fase de ajuste da dose. Isso deixa claro que o tratamento deve ser acompanhado por um médico.
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São essas doses elevadas que promovem a superação da deficiência em indivíduos que têm resistência parcial hereditária à vitamina D e desenvolveram alguma doença autoimunitária. De modo particular aqui nos debruçamos sobre a esclerose múltipla. Tratá-la sem os efeitos colaterais, incidentes no curto e longo prazo dos trat
amentos convencionais, é um sonho que se vai concretizando na medida em que portadores de esclerose múltipla, em fases diferentes da doença, vão-se beneficiando e mantendo os benefícios por 2, 4, 5, 6 e até 7 anos, conforme depoimentos de amigos ou colhidos na internet. (Incluam-se pacientes da França e Portugal).
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Dentre os benefícios podem enumerar-se a redução ou ausência total de surtos em pacientes que os tinham com mais ou com menos frequência, a interrupçã
o do processo evolutivo com novas sequelas e, mesmo, a regressão de sintomas, como a fadiga, e sequelas mais recentes. Tudo comprovado com ressonâncias magnéticas que revelam o não acometimento de novas lesões, lesões antigas que se tornam inativas e podem até desaparecer. No momento em que é atingida a dose adequada da vitamina D (colecalciferol), a esclerose múltipla entra em remissão permanente.
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Um recente estudo afastou o fantasma, levantado por alguns médicos, da toxicidade da vitamina D3 (Safety of vitamin D3 in adults with multiple sclerosis, American Journal of Clinical Nutrition - September 2007). A quem se interessar, apresentamos aqui a tradução, em arquivo PDF: A Segurança da Vitamina D3 em Adultos com Esclerose Múltipla.
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Não há maior recompensa para um profissional médico que se dedique aos
seus pacientes sem medir consequências pelo conflito de interesses; nem há maior alegria para os que usufruem dessa dedicação, o que os impele a divulgar e pedir providências no sentido de tornar essa terapia acessível a todos.
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Apesar de toda a polêmica, e enquanto a comunidade científica debate sobre esse novo tratamento de esclerose múltipla à base de vitamina D, em face das novas descobertas e estudos científicos publicados, multiplicam-se os relatos de sucesso.
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A seguir, o vídeo com a história de seis portadores de doenças autoimunitárias (a maioria com esclerose múltipla) que tiveram suas vidas transformadas por um tratamento à base de vitamina D. Com direção de Daniel Cunha, jornalista, portador de esclerose múltipla e beneficiário do mesmo tratamento, o documentário surgiu da necessidade de compartilhar esse conhecimento com outros portadores, seus familiares e conhecidos, médicos, estudantes de medicina e interessados em geral.










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O Blog " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "

Portal da Família - Membro Rilvan Stutz


terça-feira, julho 17, 2012

FÉ E CHUVA

NOTICIAS PELO MUNDO








===========================Rede de Divulgação



Os moradores de uma região castigada pela seca há vários anos foram até o padre da paróquia local pedir para que ele rezasse uma missa extra, especial, que trouxesse a chuva de volta.

O padre negou-se a realizar a missa alegando que nada aconteceria pois seria necessário que o povo tivesse muita fé em Deus. O religioso foi então pressionado pela comunidade, todos afirmando que possuíam a fé requerida para que a chuva acontecesse. Muito contrariado, o padre marcou a missa para a manhã seguinte.

Na hora combinada o povo já ocupava todos os lugares da igreja em silêncio.

O padre chegou sem dar uma palavra. Atravessando os bancos foi esquivando-se de cada um dos fiéis. Dirigindo-se ao púlpito, falou:

Caros irmãos, tomei uma decisão: lamento informar mas não vou rezar a missa pois agora tenho absoluta certeza que vocês não têm fé!

Foi aquela agitação na igreja, todos reagindo contra as palavras do padre. O líder da comunidade levantou-se e protestou com veemência:

Padre, em nome de todos aqui reunidos, permita-me discordar de sua posição. O senhor está enganado pois todos aqui têm muita fé e acreditam que esta missa vai trazer a chuva.

O padre escutou com atenção e dirigindo-se aos "fiéis" perguntou:

Irmãos, se vocês têm tanta fé como dizem ter, respondam-me: quem aqui trouxe guarda-chuva?

Os olhares constrangidos entre os presentes logo mostraram a realidade do momento: ninguém levara guarda-chuva!!!












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sábado, julho 14, 2012

CARTA AOS EDUCADORES

EDUCAÇÃO








===============================Rede de Divulgação


Como obter, processar, interpretar, selecionar, sistematizar, relacionar e dar sentido às informações oferecidas aos alunos? Como promover a transformação dessas informações em conhecimentos e desses em ações e atitudes? Como conviver com o outro, com a diferença e o diferente, com as incertezas e com as mudanças? Como desenvolver a individualidade e a solidariedade, a responsabilidade social e o prazer no trabalho e no estudo?


Pois é... Essas são as (sobre) humanas tarefas colocadas para nós, educadores, se pensarmos que hoje, não se deve mais ensinar disciplinas, mas “co-ensinar” e “co-aprender” competências e habilidades.

Em pleno século XXI, em que tudo ocorre ao mesmo tempo, adentra e ilumina o cérebro humano a cada dia e todos vivem na euforia do novo, não podemos continuar fazendo o que os nossos professores fizeram conosco: repetir, fixar e repetir!

É preciso que saibamos separar o joio do trigo, no mesmo instante em que lemos, ouvimos ou assistimos algo.
É preciso cognição, análise e reflexão. É preciso assimilação, seleção, processo, interpretação e relação entre o que ouvimos, falou e é somos (enquanto educares).

Isso tudo é conhecimento. E para que se tornem mais significativos e propiciem alto grau de competência necessita-se que o processo ensino-aprendizagem (na escola, enquanto instituição de ensino formal e na família, enquanto instituição de ensino e na família, enquanto instituição primária da educação para a vida) seja fundamentado em interações complexas e variado, na qual o aluno/filho, o educador (professor ou pai) reflita sobre a melhor maneira de fazê-los se apropriar de tais conhecimentos.

Somente assim, acredito, voltaremos a conjugar o verbo “esperançar” e ter forças para continuar nossa luta – não solitária – em busca de um mundo melhor, menos hipócrita, repleto de falsas ideologias, mesquinho e preconceituoso. Um mundo onde, realmente, reine a paz e o verdadeiro sentido do viver: ser feliz!








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Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "
João A. Camarra - Coordenador de Educação

sexta-feira, julho 13, 2012

COMO ENTENDER A "RAÇA NEGRA" NA CONCEPÇÃO BÍBLICA

EDIFICAÇÃO








=============================Rede de Divulgação


Sou cristão e como cristão, estou profundamente preocupado que ainda há um grande número de pessoas que acreditam que houve uma justificação bíblica para escravizar os negros da África. Aqueles que defendem esse ponto de vista diz que Noé, no Livro de Gênesis, amaldiçoou Ham e que os negros da África sendo os descendentes de Cam foram justificadamente escravizados e tratados com desprezo. Essa crença está longe de ser extinto em nossa sociedade por isso é importante que essa crença seja examinada à luz do que a Bíblia realmente ensina.

A passagem em particular Gênesis 9:25 tem sido grosseiramente mal interpretado. Primeiro de tudo, nunca Noé amaldiçoou seu filho Ham. A maldição real em Canaã era o filho mais velho de Cão. Ham também teve outros filhos, mas eles não foram amaldiçoados por Noé.

A servidão (ou subjugação) dos cananeus ocorreu em vários momentos da história sob vários governantes. Sua subjugação final veio no tempo dos romanos (que eram descendentes da linha de Jafé), quando os romanos destruíram o seu último reduto que foi a antiga cidade de Cartago (a colônia fenícia ou cananeu) no Norte da África, cumprindo assim a profecia de Noé em Gênesis 9: 27 Canaã que serviria Jafet. Os cananeus eram também uma vez escravos do povo hebreu (descendentes da linha de Shem), que se antes eram escravos dos egípcios e, assim, cumprindo a profecia bíblica de que os descendentes de Canaã seria um "servo dos servos". Os cananeus eram também de uma só vez governado por seus irmãos aos egípcios. Assim, a profecia bíblica referente a maldição dos cananeus havia sido completamente cumprida há muito tempo.

A Bíblia ensina que o preto (ou negro), as pessoas são descendentes de Cam (que era um dos três filhos de Noé). Obviamente, Noé e seus três filhos Ham, Shem e Jafé cada carregava os genes para a produção de várias raças desde última análise, todas as raças da humanidade tinha descido deles. Geneticamente, era possível para Noé e seus três filhos para levar os genes para a produção de diferentes raças, assim como é geneticamente possível hoje, por exemplo, para uma pessoa de origem europeia para transportar os genes para produzir filhos com cor de cabelo diferente. O princípio é o mesmo. Embora você e eu hoje não possa possuir genes para a produção de diferentes raças de pessoas, Noé e seus três filhos Ham, Shem e Jafé possuíam tais genes.

Segundo a Bíblia os antigos egípcios eram descendentes de Ham através da linha de Mizraim. Ham teve quatro filhos: Cuche, Mizraim, Pute e Canaã (Gênesis 10:6). O nome "Mizraim" é o nome original dado para o Egito no Antigo Testamento em hebraico. Muitas Bíblias terá uma nota de rodapé ao lado do nome "Mizraim", explicando que isso significa "Egito". O nome "Egito" em si vem a nós com os gregos que deram esse nome a Terra (ou seja, "Aegyptos" do grego). Além do nome "Mizraim", os antigos egípcios também se referiram à sua terra como "Kemet", que significa "Terra dos negros". Historiadores ocidentais, no entanto, dizer que a palavra "Kemet" refere-se à cor do solo da terra, em vez de seu povo. Mas, a palavra "Kemet" é na verdade um termo derivado etnicamente ser um derivado da palavra "Khem"(Cham ou Ham) que significa "queimado" ou "negro".

Ham, que foi um dos três filhos de Noé e ancestral direto dos egípcios, era negro. A Bíblia, no Antigo Testamento, repetidamente, se refere ao Egito como a "terra de Cão" (ou seja, o Salmo 105:23 Então, 27; 106:22). Os antigos egípcios em seus escritos a palavra usada para "negro" para descrever a si mesmo e não apenas a cor do seu solo. Ham foi chamada de "preta" por seu pai Noah, desde o nascimento. Em outras palavras, Ham nasceu preto. Seu ser negro não tinha nada a ver com uma maldição. A maldição chamada de Ham era na verdade filho de Ham Canaã, e não em Ham-se. Isto será discutido mais tarde.

Quanto os antigos egípcios, há também evidência histórica considerável, além da Bíblia Sagrada, que eles eram de origem Preta ou Negra. Ainda hoje, a egípcia verdadeira não pode ser encontrada nas cidades, mas nas laterais do país e terras do Egito. A maioria dos egípcios nas cidades carrega uma ascendência mista de europeu e asiático, mas principalmente da Ásia a partir da imigração e invasões de várias pessoas para o Egito ao longo dos séculos. Muito poucas pessoas percebem que Cleópatra era de origem grega porque o grego, uma vez governou o Egito e que ela era descendente de um desses governantes gregos. A egípcia verdade encontrada no campo, no entanto, tem marrom escuro para pele negra e características muito acentuadas negras. Isto é particularmente verdade no sul mais se viaja no Egito. Foi a partir do sul que os faraós originais e as pessoas do Egito se estabeleceram na terra. Os governantes originais e construtores da civilização egípcia eram de origem completamente preta ou negra.

Uma peça interessante de evidências que mostram como os antigos egípcios viam a si mesmos é encontrado no túmulo de Ramsés III (1200 AC). Na parede do túmulo é uma pintura de quatro figuras humanas. Cada figura é de certa relação com o deus egípcio Horus. As figuras que estavam mais próximos a Deus foram consideradas pelos egípcios para ser superior aos posicionados mais longe. Cada uma das figuras é identificada com uma determinada raça ou grupo de pessoas com quem os egípcios naquela época tinha conhecido. Uma figura é a de um homem finamente vestida com uma tez de pele vermelha escura com cabelo trançado longa e representou os antigos egípcios. Outra figura é a de um fino vestido preto m com cabelo lanoso que representou as Pretas nações sul do Egito. Outra figura é a de um homem finamente vestidos de pele escura luz que representava o povo semita ou asiático. A quarta figura é a de um homem mal vestido de pele clara ou que tem a pele clara, que representou os europeus.

Não há tal coisa como a pele vermelha escuro, claro, mas os antigos egípcios, por vezes, usado tinta vermelha como um símbolo cerimonial para se distinguirem dos outros. Americana usou tinta vermelha em um caminho cerimonial também e, portanto, eram muitas vezes chamados de Red índios pelos colonizadores americanos. Em outros quadros, os antigos egípcios pintavam-se como totalmente preta e não vermelho apenas escuro. Os antigos egípcios viam-se como ser negro, embora distinta de outras nações negras da África. E, sem dúvida, a partir da posição das figuras o antigo egípcio definitivamente viu outros negros africanos como sendo superior a dos asiáticos e os europeus de complexão branca.

É importante entender, no entanto, que a raça negra ou preta não é monolítica. Sei que existem muitos estudiosos que fazem uma distinção entre ser negro e ter a tez da pele preta, porque eles levam em consideração características físicas (isto é, formato do nariz, textura do cabelo, etc.) em seus critérios para determinar a raça e não apenas o critério da cor da pele ou tez da pele. No entanto, todos estes são critérios bastante artificiais. Na verdade, a própria classificação das raças humanas é em si mesmo artificial, já que não há realmente apenas uma raça - a raça humana em que há variações e permutações.

Mesmo a Bíblia tem nenhuma terminologia para a corrida. Em vez disso, a Bíblia se refere às divisões encontradas na humanidade em termos de línguas, tribos, ou nação - mas nunca de corrida. No entanto, uma vez que em nossos tempos modernos, a palavra "raça" é tão popular para designar as divisões da humanidade que vamos usar o termo. Mas, ele deve ser mantido em mente que existem grandes variedades de características até mesmo dentro de uma única raça. Mesmo entre os brancos europeus, por exemplo, você tem vários tons de tom de pele, cor do cabelo e outros traços físicos ou características. O mesmo é verdade para a raça negra, mas num grau muito mais amplo.












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domingo, julho 08, 2012

GALAXY SIII CHEGA EM BREVE AO MERCADO

NOTÍCIA PELO MUNDO







===========================Rede de Divulgação



O Galaxy SII é
um sucesso e agradou ao público, tendo virado "queridinho" de alguns, além de ajudar a Samsung a bater recorde nos lucros. Agora, chega sua nova versão.

O lançamento do Galaxy SIII vai acontecer no dia 03 de Julho, na cidade de Londres, na Inglaterra. Há especulações na internet de que Londres teria sido escolhida para o lançamento por causa das Olimpíadas, com o objetivo do novo Galaxy ser o smartphone oficial dos Jogos Olímpicos.

Sobre as novidades no aparelho, é esperado que ele trouxesse recursos incríveis, que vão surpreender ainda mais. Um dos diferenciais será o processador quad-core 1.5GHz, que pode atingir até 1.8GHz, o da versão anterior é de 1.2GHz. A tela do novo Galaxy será de 4,8 polegadas, com resolução Full HD, a do Galaxy SII é de 4,3 polegadas.

A resolução da câmera continuará a mesma, 8MP. A usada para vídeo conferências também permanece sendo de 2MP.

O sistema operacional androide mudou. A promessa feita pela Samsung é que ele seja o mais completo do mercado, o 4.0 – Ice Cream Sandwich. Esse é um grande diferencial, pois na outra versão, o sistema operacional era de 2.3.

Muitas pessoas tem comentado a respeito da conexão 4G, no padrão LTE. Os fãs Brasileiros de tecnologia terá que ser pacientes, pois a conexão só será disponibilizada para todas as capitais brasileiras dentro de dois anos.

Só aguardando o dia 03 de maio para ver quais serão as novidades. Não restam dúvidas quanto a uma coisa: o novo lançamento da Samsung promete ser um diferencial no mercado dos smartphones.









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quinta-feira, julho 05, 2012

UNÇÃO E OUTROS NÃO SÃO

EDIFICAÇÃO








===============================Rede de Divulgação


“Culto de libertação”, “levitas”, “cura interior”, “ato profético”, “adoração profética”, “mover de Deus”, “mover do Espírito”. O dialeto evangélico tem sido bombardeado por muitas palavras e expressões que, de tão batidas, tornam-se vazias. Novas palavras e expressões são inseridas a cada novo “mover de Deus”. E que Deus novidadeiro tem nesses últimos dias! A cada novo mover, novo jargão. Vemos um desfile de novas expressões tais como: “Eu to na visão”, “é tremendo!”, “tá amarrado!”, “tá ligado!”. Não sabemos qual será a próxima onda, ou vento, mas temos certeza que, em breve, surgirão mais algumas frases feitas e palavras de ordem que mais parecem campanhas publicitárias.

Das palavras que compõem o jargão evangélico uma que me chama especial atenção é a “unção”. “O apóstolo Beltrano prega com unção”, “o levita Cicrano louva com muita unção”, “Eu senti a unção de Deus naquele CD”. Unção é a palavra chave para todo aquele que deseja “ministrar” para o povo de Deus. Mas, palavra é que nem gente, quando se vulgariza torna-se dissoluta, perde sua alma, se entregar a qualquer um, se prostitui e perde sua essência. E a pobre unção tem perdido seu viço de outrora e se tornado uma amarga caricatura daquilo que já foi e já significou um dia.

Refletindo os inúmeros casos de unção que temos podemos dizer que hoje unção é:

Passar credibilidade – Não é necessário viver, mas é fundamental aparentar viver. É ser ator suficiente para, mesmo que esteja fora dos propósitos de Deus, continuar ministrando com “unção”. Os tropeços públicos daqueles que pregaram durante meses em pecado sem que ninguém notasse a sua perda de “unção” é evidência disso. Outro ponto interessante é que esta tal credibilidade tem muito a ver com a conduta sexual, faz parte da cultura evangélica brasileira;

Imagem pessoal – Aí está incluso o traje, preferencialmente ternos, mesmo em calor de quarenta graus. O vocabulário, a beleza estética, uma barba ou um bigode que lhe dê um ar mais austero ou remeta-nos ao imaginário dos profetas do Antigo Testamento. Pode ser também roupas de grife que demonstre o quanto se é próspero, caso este seja o mote do ministério. Um título pomposo, como bispo, doutor ou apóstolo, conta também. Tudo isto ajuda a compor, mas é fundamental a entonação da fala, a postura e expressão corporal e a convicção que se passa, mesmo que não se tenha. O importante é impressionar o auditório;

Discurso – Importantíssimo. Deve-se saber o que o público quer ouvir e escolher uma linha de raciocínio que prenda o ouvinte, de preferência terminando com uma palavra que traga a expectativa da benção ou que aflore a capacidade de indução psicológica para que “milagres” ocorram. Um testemunho de alguém que recebeu a “benção” tem o maravilhoso efeito de provocar a comoção necessária para que pipoquem “maravilhas” no meio do auditório. Outro ponto importante no discurso é colocar-se, da maneira mais sutil possível, como alguém intocável, a frase “não toqueis no meu ungido” deve ser introjectada sorrateiramente no coração do povo. Esta estratégia, além de facilitar a manipulação das pessoas, é como uma apólice de seguro caso um escândalo envolva o ministério;

Novidade – Pregar em outras comunidades potencializa a “unção”, é o inverso do “efeito Nazaré”. Já o pregador local tem que se desdobrar em campanhas, cultos especiais, e, principalmente, trazer mais pessoas que não estejam acostumadas ao seu estilo, mesmo que isto signifique altíssima rotatividade de membros;

Reputação – Este é o alvo. A reputação que antecede alguém é o ponto chave para que sua mensagem seja recebida com a expectativa positiva que vai fazer com que mais pessoas sejam impactadas com sua “unção”. É como andar de bicicleta, no começo há que se fazer algum esforço, mas depois que ela apruma fica bem mais fácil. Cria-se o ciclo virtuoso, ou vicioso, a depender da intenção, em que a reputação facilita a ocorrência de “maravilhas” e estas aumentam a reputação;

Não estou falando que estas coisas sejam más em si mesmas, todo bom ministro do evangelho deve cuidar da sua credibilidade, da sua imagem, ter um discurso que mova corações e mentes, deve procurar não cair no marasmo e zelar pela sua reputação. O que incomoda é confundir estas coisas com algo que é muito maior. É fazer da preocupação exagerada com um ou vários destes itens o foco do seu ministério, inclusive com divulgação maciça de tais e tais méritos e maravilhas e milagres criando ídolos que vão ofuscando a Palavra.

Infelizmente neste grande circo que é o mundo, nós também estamos estendendo lonas atrás do espetáculo. Queremos o sensacional, o fora do comum, o extraordinário, a catarse coletiva, as grandes concentrações populares.

A verdadeira unção de Deus não está nas histórias de cura, de prosperidade, de vitórias. Mas nas histórias de vida. Alegres e tristes, boas e más, grandes e pequenas. Com toda a grandeza, ambiguidades e contradições da vida. Esquecemos que a grande vitória da vida cristã não está em vencer as adversidades, mas em passar por elas guardando a fé. José venceu a adversidade, Abel foi morto pela adversidade. Mas cada um deles, aos olhos de Deus, é mais que vencedor. Esta é a verdadeira unção.

Somos parte de uma geração que pensa ser rica, mas é pobre, cega, nua e não se percebe.










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Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "
Pr. Denilson Torres - Fruto do Espírito

terça-feira, julho 03, 2012

A LIÇÃO QUE VEM DO BUTÃO

=Notícia Pelo Mundo








=========================Rede de Divulgação


O Butão é um pequeno país situado na Cordilheira do Himalaia, entre a China e a Índia, com cerca de 800 mil habitantes. Já há algum tempo, ele tem chamado a atenção de economistas, psicólogos, sociólogos e antropólogos de todo o mundo. É que seus governantes inventaram e implantaram um original índice para medir o desenvolvimento do país: o FIB, no lugar do PIB. Ou seja, vale o índice de Felicidade Interna Bruta no lugar do conhecido Produto Interno Bruto, que mede toda a produção de um país. O objetivo principal do FIB é medir o nível de satisfação do povo.

Em poucas palavras: no reino do Butão, o que vale é ser feliz!

O FIB parte do princípio de que o verdadeiro desenvolvimento de uma sociedade só acontece quando desenvolvimento espiritual e material está lado a lado, um complementando e reforçando o outro. A produtividade e o lucro só fazem sentido quando contribuem para aumentar a qualidade de vida e o bem estar das pessoas – aspecto que não é levado em conta pelo nosso PIB.

Em resumo, o FIB coloca o ser humano no centro da questão ao levar em conta fatores como bem-estar psicológico, saúde, resiliência ecológica, governança, padrão de vida, uso do tempo, vitalidade comunitária, educação e cultura.

A boa notícia é que, conforme a imprensa tem divulgado, o Brasil pretende imitar o Butão tendo também o seu FIB. A Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV), através do seu recém-criado Instituto de Finanças, já está elaborando a metodologia do novo índice.

Mas, atenção, vamos com calma, nada de euforias antecipadas. Apesar de toda a boa vontade dos nossos economistas, vamos imitar o Butão só até a página dez. Se lá a satisfação do povo é mais importante do que o desempenho da produção industrial, aqui a coisa não vai ser tão radical assim – mesmo que o PIB seja considerado um índice incompleto porque, por exemplo, ignora dado como o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) ou o nível de segurança das cidades.

A verdade é que, gostem ou não, o nosso índice de Felicidade Interna Bruta que será proposto ao governo pela FGV, não irá deixar de lado a questão da produção. Até onde se sabe, ele vai fazer uma mistura de apuração da felicidade e da produção – quer dizer, o PIB tradicional será um dos componentes do cálculo do FIB.

Bom, sei lá. Vamos aguardar.

Como recentemente disse um nosso ministro, o brasileiro tem um jeitinho próprio de fazer as coisas e que no fim dá tudo certo. Tomara! Fico torcendo para que sim. Mas não posso deixar de me perguntar: será que existe mesmo um jeitinho pra se medir a felicidade do povo, tendo um olho no coração e outro na carteira?












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Floriano Serra - Portal da Família



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