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sábado, setembro 03, 2016

EIS QUE ESTOU A PORTA E BATO





Recuperação de texto

Povo, é muito triste o estado de pecado que vive o homem.  É também ordem divina, que os servos de Deus anunciem a Cristo! Lembremos: Jesus Cristo com toda Sua autoridade ordena: ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações em nome do Pai e do Filho. Misericórdia quero e não holocaustos; pois não vim chamar justos e arrependimento. Mateus. 9.12e13. 
 
É um grande momento em nossas vidas quando temos absoluta certeza que estamos bem pertinho de Jesus Cristo, com humildade e comunhão.  Assim sentimos que somos enorme manancial de amor.  O convite de Cristo é irresistível, viver plenamente ao lado de Cristo é um momento “prometido” um momento ímpar. “EIS QUE ESTOU A PORTA E BATO” (Ap.3,20), destacamos a primeira parte do versículo para nossa meditação, observe é muito forte o convite de Cristo. A exortação a Igreja de Laodicéia, se destaca como uma “Igreja morna”, quando na verdade deveria ser quente e nem fria era.  O contexto não sugere uma referência a segunda vinda de Cristo e o banquete messiânico, são na verdade boas-vindas a vivência de Cristo no seu meio. Seu culto, portanto, era uma fraude vazia.

Jesus Cristo se refere à Igreja, mas se qualquer indivíduo, porém, quer abrir a porta do seu íntimo e ouvir a chamada de Cristo, então Cristo entrará para dirigir sua vida e lhe oferecer Sua convivência. Dividir, separar se faz necessário neste momento se é Cristo quem salva, e não a Igreja; mostramos que a Igreja tem vivido como casca, mantendo seu culto formal, todavia faltando o coração que é a comunhão, ficará sempre longe do Senhor. Com este comportamento continuará sendo uma verdadeira “casca”.
                  
No que se refere ao versículo em destaque; Deus prefere ser compassivo em lugar do cumprimento meticuloso da Lei. Gostaríamos de dar maior ênfase ao Apelo Divino, o chamado para o pecador! Lá em Isaías (Cap.1,18), diz assim: Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã. Se observarmos o que o Profeta anuncia, é um convite aberto para um judicioso ajustamento de contas, aquilo que Jó havia pedido (Jó 23.7). Perante a justiça divina, ninguém sairia impune, mas o próprio Deus se oferece a nos revestir da brancura da santidade, ao invés da cor de carmesim que representa nossa vida de pecado.

Chamada divina ao arrependimento e a uma Vida Reta. Em Jr. 35.15. Diz assim: Começando de madrugada, vos tenho enviado todos os meus servos, dizendo: Convertei-vos agora, cada um do seu mau caminho, fazei boas as vossas ações e não sigais a outros deuses para servi-los; assim ficareis na que vos dei a vós outros e a vossos pais; mais não me inclinastes os ouvidos, nem me obedecestes a mim. Observemos que o cap. 35.15 ensina-nos a fé combinada com a obediência, que formam a soma chamada “fidelidade”.
              
Ainda observamos no texto preceitos humanos, porém com intentos de uma adoração mais pura de Deus, seguiram a risca durante muitos séculos.  A família dos recabitas viu nisto a razão de ser.  Muito mais, pois, o povo de Deus, fundamentado sobre as alianças de Deus, especialmente a nova aliança firmada na pessoa de Jesus Cristo deve refletir a natureza e a vontade de Cristo em toda a Sua doutrina, Suas atitudes e Suas ações.

Atendendo a Tríplice chamada, aplicamos aqui o último apelo evangelístico do Espírito pregado pela Igreja.  “O Espírito e a Noiva”. Os que anseiam pela Vinda de Cristo! O Espírito, que inspira o profeta e ilumina a Igreja. Os que têm sede pela justiça, os humildes que não têm nenhum mérito próprio para receber a salvação. Que meditem no convite do Mestre! “EIS QUE ESTOU A PORTA E BATO”. O convite de Jesus Cristo é “Imutável Ímpar”.  

Realmente recebidos pelo pecador, alcançarão todos os planos do Pai Celeste. Já não bastasse tamanha graça, exaltemos a Jesus Cristo, com muita alegria em nossos corações, o Mediador de todas as oportunidades, o perdão, a Salvação e o maior de todo “O Amor”. Louvemos sempre: O Espírito e a noiva dizem: Vem. Aquele que ouve diga: Vem. Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da Vida. (Ap.22,17). Amém



Diácono Rilvan Stutz
Igreja Presbiteriana do Brasil
Apecom

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