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LEIA A BÍBLIA

quarta-feira, junho 30, 2010

NÃO FOMOS ESQUECIDOS

EDIFICAÇÃO



É certo que o Senhor nosso Deus não nos abandona. Em quaisquer situações da vida Ele permanece ao lado daqueles que o temem. As pessoas, muitas vezes, se voltam contra o que somos e levantam suas vozes para ocasionar danos irreparáveis ao nosso futuro. Nos relacionamentos familiares, na escola, no trabalho e na igreja é possível experimentar esta realidade, mas o Senhor nos assiste em todas as tribulações.

Para o apóstolo São Paulo, Nosso Deus concede mais que assistência. Ao escrever a Timóteo ele disse que: “...o Senhor me assistiu e revestiu de forças...” (2 epístola de Paulo a Timoteo 4.17). Para Paulo, o Senhor que consola é o mesmo que renova nossas energias. Isto significa que nEle podemos refazer as forças perdidas por causa das decepções, das mágoas, dos desentendimentos, das feridas e dos distanciamentos que experimentamos. Em Nosso Deus encontramos conforto e vigor.

Tais certezas permitem que cumpramos os propósitos para os quais fomos chamados por Ele. Nele, ultrapassamos situações passadas, encaramos desafios presentes e esperamos novidades futuras, sabedores que nada pode ser maior do que Aquele que está em nós.

Então, a partir destas verdades cabe a cada um firmar importantes passos: colocar a vida de todas as pessoas na presença do Altíssimo, inclusive e principalmente aquelas que procuraram nosso mal; entregar nossa própria vida no altar do Senhor e confiar no seu amparo e companhia; e finalmente, procurar incessantemente a vontade dos céus para o que somos e fazemos.

É bom saber que não estamos sozinhos. Não fomos esquecidos. Diga isso a você e aos outros todos os dias, afinal contamos com o cuidado e a lealdade do Senhor.










Igreja Presbiteriana do Brasil
Rilvan Stutz - Membro Catedral - ipb
Ministério Pão Quente Diário
Rev. Sergio Andrade - Catedral Anglicana
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

segunda-feira, junho 28, 2010

POR FAVOR, APOIEM O ÓBVIO

CUIDANDO DA SAÚDE




Analisar as limitações brasileiras nas suas políticas de controle tabagístico é como observar, inúmeras vezes, a mesma cena de violência em câmera lenta. Depois de ver e rever, sabe-se o que acontecerá, sofre-se a angústia do indesejado, planeja-se como evitar, imagina-se o benefício da prevenção, mas o plano de mudança fracassa e o desfecho se repete. O Brasil, após conquistas inquestionáveis na contenção da epidemia tabagística, atualmente é um observador estagnado do avanço de outros países na modernização das suas legislações sobre o tema. Age em câmera lenta. E muitas vezes, perde a chance histórica e não executa o óbvio.

Hoje, 5,4 milhões de indivíduos morrem anualmente por doenças causadas pelo fumo, sendo 200 mil somente no Brasil. É a maior causa evitável de morte na humanidade. Como se já não fosse demais, pesquisas sobre tabagismo passivo (a terceira maior causa de morte evitável na humanidade) confirmam os sérios e mortais efeitos à saúde da exposição involuntária à fumaça do tabaco, que se relacionam ao aumento, entre os não-fumantes, do risco de morte por cardiopatias e cânceres, além de se constituírem em importante fator de risco para as crianças – agravamento da asma, doenças respiratórias infecciosas, síndrome da morte súbita infantil e outras. O risco estabelecido de câncer de pulmão entre não-fumantes expostos à poluição tabagística ambiental é 30% maior que entre os não-expostos, e para doenças cardiovasculares é 24%.

As políticas de áreas livres de fumo são os meios mais econômicos e efetivos de evitar as conseqüências da exposição à fumaça do tabaco. A simples separação de fumantes e não-fumantes dentro de um mesmo espaço não elimina a exposição, nem os sistemas de ventilação oferecem solução satisfatória à poluição tabagística ambiental.

Apesar de o Brasil contar com um avançado Programa de Controle do Tabagismo e um quadro legislativo amplo, preenchendo grande parte das obrigações estabelecidas na Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (tratado internacional de combate ao tabagismo, ratificado pelo Brasil em 2005), sua legislação sobre fumo em ambientes fechados (Lei Federal nº 9.294/1996 e Decreto nº 2.018/1996, que a regulamenta) está defasada em relação às conclusivas evidências científicas, bem como está incompatível com as diretrizes do artigo 8º da Convenção-Quadro que trata da adoção de medidas eficazes de proteção contra a exposição à fumaça do tabaco, com os termos da Constituição Federal de 1988 e com as relevantes convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT), referentes à segurança e à saúde dos trabalhadores no ambiente de trabalho.

Essa fragilidade da legislação em vigor põe em risco a saúde da sociedade brasileira, principalmente daqueles que trabalham, transitam, convivem e/ou permanecem em locais fechados inalando as substâncias tóxicas da poluição tabagística ambiental.

Próximo passo para evolução da legislação brasileira: proteger a população da inalação involuntária de fumaça proveniente da queima do tabaco. Inalação que, sabidamente, leva ao desenvolvimento de prejuízos à saúde, no longo prazo. Prejuízos que atingem reflexos na qualidade de vida, nos gastos com saúde, no desempenho laborativo, na preservação ambiental e na economia das nações, entre outros. Passo óbvio e necessário.

Proibir o consumo de fumaça de tabaco inalada em locais coletivos fechados, além de uma medida com ampla aceitação social, tem baixo custo quando comparada à inesgotável sangria proporcionada às vidas dos cidadãos e aos cofres públicos, beneficiando a todos igualmente. Pesquisas já mostraram aprovação da proposta pela população, por exemplo, com 88% dos paulistanos favoráveis (85% de aprovação entre os fumantes). Além disso, a experiência internacional revela que tal medida não reduz a procura de clientes por ambientes comerciais que se tornam livres do tabaco, como argumentam erroneamente alguns comerciantes.


Quais os motivos de uma determinação simples, com aceitação social, benéfica a todos (inclusive aos fumantes), ainda não estar devidamente regulamentada deixando brechas inaceitáveis com o conhecimento que temos hoje?
=
Os fumantes sabem que a fumaça prejudica os outros e estão prontos para se proteger e evitar danos a terceiros. Mesmo assim, o que nos parece óbvio anda lentamente nos corredores da capital. Em câmera lenta. Violento, em nossas casas, em nossas famílias. Estaremos prontos para evitar a fatídica repetição? O incansável olhar do espectador revoltado apela ao óbvio: senhores, por favor, parem de corroborar para o desfecho de mortes, sofrimento e perdas financeiras que o tabagismo (ativo e passivo) promove na sociedade brasileira.

Paula Johns é diretoria da Aliança para Controle do Tabagismo (ACTbr).

Sérgio Ricardo Santos é coordenador da Comissão de Tabagismo da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia.










Igreja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
AMEB - Associação Médica Brasileira
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sábado, junho 26, 2010

O PERDÃO QUE VENCE A CULPA

EDIFICAÇÃO



“Agora, pois, já nenhuma condenação há para
os que estão em Cristo".

( Epístola do Apostolo Paulo aos(Romanos 8.1)
=
O sentimento de culpa atormenta-nos a todos, quer sejamos religiosos ou não. A maneira humana de lidar com a culpa é a expiação. Os estudiosos da “psiquê” humana asseveram que muitas doenças físicas e psíquicas, acidentes e frustrações na vida pessoal e profissional são tentativas de auto-expiação; isto é, uma forma de punição que o sofredor administra a si mesmo com o propósito de “saldar a dívida” advinda da culpa.

O moralista usa a sua religiosidade, ou código moral, a fim de reprimir a culpa. Contudo, reprimir, esconder, projetar ou negar a culpa, não resolve os tormentos com os quais sofre a mente culpada. O que se sente “pecador” e “miseravelmente e desgraçadamente” culpado, por sua vez, busca livrar-se da culpa mediante a expressão pública das suas faltas. Quase sempre, contudo, este mecanismo revela-se como uma falsa humildade ou pseudo-arrependimento, haja vista que a autocomiseração também é uma tentativa de auto-expiação.

O caminho para a solução do problema da culpa é simples! No Evangelho de Jesus Cristo, aliás, tudo é demasiadamente simples! O início da caminhada depende, contudo, da decisão humana de romper com seus mecanismos de defesa e de auto-expiação e assumir a responsabilidade pessoal pelas faltas cometidas, transgressões, erros e delitos.


Reconhecer a culpa e a insuficiência dos nossos esforços de auto-expiação é fundamental, mas não é suficiente. A Palavra de Deus ensina-nos que “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a nossa injustiça” (I João 1.9). Confessar, contudo, não é simplesmente fazer um relato das faltas, como se Deus precisasse ser informado sobre nossos atos. Afinal, Ele conhece todas as coisas (Hebreus 4.13). Confessar é acima de tudo concordar com Deus no fato de que meus erros transgridem a Sua vontade, reconhecer que sou merecedor da condenação, crer que Jesus Cristo se fez condenação em meu lugar, efetuando o pagamento da minha dívida ao levar sobre si a minha culpa, e decidir voluntariamente e prazerosamente cumprir a Sua vontade.

Não existe confissão verdadeira sem arrependimento verdadeiro. Arrependimento é o reconhecimento da culpa. É despojar-me das máscaras e das sutilezas auto-expiatórias da repressão e autocomiseração e crer na obra propiciatória de Cristo. O senso de culpa que nos leva a Deus nos revela, assim, o seu amor e o seu perdão. A confissão, fruto de sincero arrependimento, traz-nos o perdão de Deus; este, por sua vez, vence a culpa e nos traz a paz! “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo”. (Romanos 5.1). Por isso o apóstolo Paulo, depois ter exclamado o desespero causado pela culpa (Romanos 7.21-24), escreveu: “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo“. (Romanos 8.1).

Não obstante a obra de Deus ser perfeita, o que fora perdoado pode reter na memória a culpa pelos seus erros e fracassos! Ainda que perdoado, o cristão pode viver continuamente acuado pelas lembranças de seus erros, penalizando-se e sofrendo os danos da auto-acusação. A fé em Cristo, contudo, não apenas nos livra da condenação, mas também da acusação. “(...) se o nosso coração nos acusar, certamente Deus é maior do que o nosso coração” (I João 3.20); e ainda: “Pois, para com suas iniqüidades, usarei misericórdia e dos seus pecados jamais me lembrarei” (Hebreus 8.12).










Igreja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Ministério Pão Quente Diário
Rev. Ezio Martins de Lima - Artigo
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sexta-feira, junho 25, 2010

QUANDO O VERBO AJUDA O AMOR

MENSAGEM





Em maio, muita gente costuma casar – ou juntar escovas, como queiram. Fica aqui nossa maior torcida para que novas e belas histórias de amor estejam começando ou se consolidando neste mês. Para garantir, não custa nada dar uma espiadinha em alguns verbos que ajudam a entender por que alguns casamentos dão certo e outros não.
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Certamente muitas razões podem influir para que a viagem amorosa que está começando seja navegada em mares tranqüilos ou revoltos. Não há fórmulas infalíveis para que tudo dê certo, mas com certeza há alternativas de comportamento que podem facilitar as relações. Vamos recorrer a alguns verbos.

Falar - Ah, como é importante cada parceiro expressar ao outro seus sentimentos. Todos. Seja para dizer “te amo”, seja para dizer “você me magoou”. Nenhum parceiro é telepata, não vai ler seus pensamentos – logo, é preciso verbalizá-los para que se tornem objeto de diálogo. Muitas relações literalmente afundam porque usam a metáfora do iceberg. Só cuidam da pontinha externa do problema, aquela que aparece na superfície e muitas vezes é levada na brincadeira - mas deixam de administrar seriamente a essência do problema, aquela imensa quantidade que está submersa. E porque não aparece, nunca é discutida - como jogar as cinzas debaixo do tapete. Quanto mais o casal expressar seus sentimentos e pensamentos, menor será o pedaço oculto do iceberg.

Ouvir - Um parceiro só conseguirá falar se o outro se dispuser a ouvir. Alguns parceiros de relações que já estão se esvaindo, costumam falar para as paredes ou para seus próprios botões porque o outro está “ausente”, mesmo estando presente. Ouvir significa estar ligado, no aqui e agora. Olhos nos olhos – e não no jornal ou na televisão. Este é um verbo importante: ouça atentamente seu parceiro e leve a sério o que ouve, por mais fútil, superficial ou incorreto que você considere. Respeite a sensibilidade dele. Depois você poderá fazer seus comentários a respeito e então será a vez do outro ouvir.

Compreender - Cada pessoa julga ter suas verdades e as defende com unhas e dentes, muitas vezes aos gritos. Ora, sabemos que toda verdade é relativa e por isso precisa ser constantemente reavaliada, contestada e às vezes até reformulada. É preciso que o parceiro pratique a empatia, ou seja, se coloque no lugar do outro para procurar entender suas razões. Pode até acontecer que você não concorde com os motivos que o parceiro alega, mas isso não quer dizer que você esteja certa e ele errado. São apenas pontos de vista diferentes. Muitas discussões e conflitos conjugais acontecem porque um dos parceiros, ao começar o “diálogo”, já está previamente decidido a não aceitar as explicações do outro. Para concordar ou discordar, é preciso ouvir e refletir a respeito, levando em conta as motivações do parceiro.

Negociar - Uma relação tem muito mais oportunidades de sobreviver quando os seus parceiros estão dispostos a fazer concessões. Ao se unir a outra pessoa, nenhum dos parceiros precisa abrir mão das suas características e hábitos pessoais; é o que se chama “manter a individualidade”. Um casal é constituído por dois indivíduos e não por duas cópias. Portanto, haverá diferenças individuais entre o casal, E para que tais diferenças não afetem a harmonia da relação, É preciso que sejam administradas através de uma negociação que satisfaça a ambos. Não funciona mais essa historia do “eu sou assim e se me quiser tem que ser assim”. Cada um deve procurar agir de forma a preservar e reforçar cada vez mais a relação sem invadir os direitos do outro, mas também sem se sentir invadido.

Namorar - Este é o verbo óbvio. Independente de quanto tempo esteja junto, o casal precisa e deve namorar – cada um no seu estilo e na sua intensidade. Do período do namoro ao do casamento, as emoções não desaparecem, apenas mudam de essência, foco e características. A sedução, o desejo, o carinho – tudo isso deve e pode ser preservado ao longo dos anos – desde que o casal mantenha motivação e criatividade para isso. Tudo numa relação pode ser inovado, reformulado e reconstruído. Se houver amor, claro.

Na verdade, o Amor usa muitos verbos para contar sua história, mas por enquanto vou limitar-me a apenas estes cinco. Talvez em outro artigo eu complemente a lista mesmo que não seja maio...









Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Prof. Floriano Serra - P. Família
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quinta-feira, junho 24, 2010

"BURNOUT" E "BULLYING": OS 2 "BÊ" QUE PODEM DERRUBAR UMA LIDERANÇA

MENSAGEM




Muitos gestores ainda não perceberam as novas tendências comportamentais dos colaboradores. Hoje, mais do que nunca, todos querem ser felizes no trabalho. Querem tratamento respeitoso, justo e digno. Simples assim. No entanto, as relações de trabalho em muitas organizações não estão compatíveis com essas novas tendências.

É óbvio que as empresas não são entidades beneficentes, nem parques de diversões. Elas investem pesado em seus negócios e visam, com todo o direito e justiça, os melhores resultados possíveis, traduzidos na forma de crescimento e lucros.

Mas também é óbvio que isso não justifica que esse crescimento e lucro sejam obtidos à custa do bem estar e da saúde dos seus colaboradores. O que não se pode tolerar é que, em nome de cada vez maior produtividade e ganhos, uma organização submeta seus colaboradores a pressões que coloquem em risco sua saúde física e psicológica.

No campo dos modelos de gestão de pessoas, a mídia começa a dar o devido destaque a dois “bês” ingleses que estão comprometendo a saúde dos empregados, as relações do trabalho, a imagem da empresa e, por extensão, seus resultados.

O burnout é um deles. Trata-se de uma resposta de caráter depressivo ao estresse ocupacional crônico, manifestando-se através de profundo esgotamento físico e emocional, de causa diretamente ligada aos relacionamentos pessoais no contexto profissional. Essa síndrome não é novidade. Já havia sido apontada há mais de 20 anos pelos Ph.Ds Christina Maslach e Michael P. Leiter, pesquisadores da Universidade da Califórnia / Berkeley, EUA. Inclusive está classificada no Código Internacional de Doenças (CID-10) sob o código Z73.

A Síndrome do Burnout se apresenta em 3 dimensões: exaustão emocional, despersonalização e baixa realização pessoal – todas comprometendo a saúde, a auto-estima, as relações e o desempenho, podendo também aparecer sob a forma de dores musculares, enxaqueca, gastrite, síndrome do intestino irritável, insônia, hipertensão, diabetes, depressão, alcoolismo e dependência a drogas.

E agora, como se não bastasse o “b” citado, surge o “Bullying”, expressão que define atos de violência física ou psicológica, praticados no trabalho, de forma intencional e repetitiva, por um indivíduo ou grupo, visando intimidar ou agredir uma pessoa incapaz de se defender. É, portanto, parente próximo do assédio moral. Em várias situações do trabalho pode-se perceber a presença do bullying: estabelecimento de metas e prazos impossíveis de serem cumpridos; atribuição de tarefas simples a profissionais altamente qualificados; cancelamento de reuniões e compromissos em cima da hora sem avisar aos envolvidos; “congelamento” de alguém da equipe; atribuição de tarefas que exijam a permanência no trabalho até altas horas da noite ou que sejam feitas durante feriados e fins de semana; omissão de informações relevantes e de interesse da equipe; ocorrência contínua de críticas destrutivas e atitudes semelhantes. Os profissionais que sofrem a ação do bullying, com a repetição do mesmo, podem adquirir distúrbios psíquicos até irreversíveis e serem compelidos a atos extremos.

Nenhum desses dois “bês” se constitui em novidade: de mesma forma que ocorreu com o burnout, também com relação ao bullying os primeiros alertas foram feitos há mais de duas décadas por médicos e pesquisadores do comportamento. Este segundo “b”, detectado inicialmente em ambientes escolares, apenas recentemente foi percebido também no ambiente corporativo.

Diante desse quadro, as lideranças, que sempre foram as responsáveis pela definição e manutenção da qualidade do clima e das relações nas suas áreas, têm agora um novo desafio perante suas equipes: o de impedir que as relações entre seus membros se deteriorem tanto que se aproximem perigosamente daqueles dois “bês” nefastos. Sob risco de fazerem surgir um terceiro “b”, aquele que se refere ao próprio “Boss”.


Floriano Serra é psicólogo clínico e organizacional, consultor, palestrante e presidente da SOMMA4 Consultoria em Gestão de Pessoas e do IPAT - Instituto Paulista de Análise Transacional. Foi diretor de Recursos Humanos em empresas nacionais e multinacionais, recebendo vários prêmios pela excelência em Gestão de Pessoas. É autor de uma dezena de livros, como "A Empresa Sorriso" e "A Terceira Inteligência", e mais de 200 artigos sobre o comportamento humano - pessoal e profissional, publicados em websites, jornais e revistas, inclusive no Exterior.










Igreja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quarta-feira, junho 23, 2010

CÉUS E TERRA

EDIFICAÇÃO



"No princípio, criou Deus os céus e a terra." Gênesis, 1.1

Onde estamos? Onde vivemos? Nesta maravilhosa terra criada por Deus, terra abençoada, lugar perfeito, bem planejado para o homem viver - e viver bem. Infelizmente invadida pelo pecado, tudo mudou, o mundo difícil ficou, o homem se tornou mal, destruiu e ainda destrói o lugar que precisa para viver. Tantas coisas ruins são realizadas e dificultam o meio e o bom ambiente para um viver feliz.

Sabemos que tudo vem de muito longe (sem precisar procurar culpados); somos cercados por ciladas, que muitas vezes nos carregam definitivamente para a perdição total ou para um profundo abismo de sofrimento que vai nos derrotando aos poucos, ficamos cegos para possíveis soluções – estão em nossa frente e já não encontramos forças para enxergar. Isto tudo porque pensamos somente a e na terra!

Sim, o ser humano aprendeu a viver somente a e na terra. O Acima é sobrenatural, cai em desconfiança para os desacreditados; os desconfiados afinam um caminho, um atalho para um mundo sem volta, ouvem falar de promessas, de soluções, mas não lhes dão valor - vidas sofridas e calejadas, marcadas pelo pecado, seguem este atalho de perdição. Assim é o homem de hoje, dominado em grande parte por este pensamento. Ainda vemos o poder do mais forte dominar o mais fraco. Quem pode tomar, toma sem clemência!

Uma porcentagem muito grande ainda desconhece que o Céu é a receita para uma vida feliz: o próximo lugar maravilhoso que Deus preparou para cada um de nós (temos esta promessa), onde será apagado todo o passado pecador do homem, sofredor, marcado pelo desespero, sem esperança – a grande maioria não sabe que o Céu tem para nos oferecer. O céu evoca o sobrenatural e o homem adquiriu uma formação mundana: isto o leva a ter medo do que é oculto. O pós-morte para os que creram e crêem no Salvador, será o “passaporte para o paraíso restaurado, prometido”. Para o homem que só vive a terra, tudo começa aqui e termina aqui, com o chamado Fim.

Em tempos tão difíceis, precisamos anunciar as promessas divinas, falar do Céu - próxima morada dos salvos, lugar maravilhoso onde o pecado não habitará. O homem de hoje precisa viver o céu no seu dia a dia, gozar com antecedência o conforto da promessa de uma vida totalmente mudada, diferente, prometida por nosso Deus. Precisamos viver o Céu hoje! Saborear tudo o que Deus, por Sua graça infinita e misericordiosa, prometeu e foi anunciado na Bíblia através dos profetas e apóstolos, que foram usados por Deus para nos ajudar a compreender este “Sobrenatural”.

Nossa ida para este Céu maravilhoso é um convite aberto para todo aquele que, se arrependendo do seu estado pecaminoso, aceitar e crer, na promessa do Senhor para salvar o ser humano: Jesus Cristo, nosso Salvador eterno, nosso advogado junto ao Pai, é aqu'Ele que nos levará para este paraíso. Ele nos defende de multidões de pecados, assim nos aceita e perdoa, capacitando a nova chance de quem era perdido, e agora é redimido.Ele oferece oportunidade para qualquer um que queira experimentar tão maravilhosa graça crendo N'Ele, "porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu Seu Filho unigênito, para todo o que n'Ele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João, 3.16).

Mesmo em tempos difíceis, vivamos o Céu aqui em terra, enquanto nosso Senhor Jesus Cristo não volta. Sabemos que não tardará; enquanto isto, pensemos nas coisas lá do alto, vivamos nas promessas, vivamos o Céu maravilhoso prometido hoje, enquanto “respiramos na terra”. Nossos sofrimentos diminuirão em muito, com a lembrança verdadeira de Cristo em nossas vidas. Lembrar que teremos uma casa celestial preparada por nosso Pai Celeste Criador, é viver o Céu hoje.










Igreja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

terça-feira, junho 22, 2010

SER CAMPEÃO

EDIFICAÇÃO

Prossigo para o "alvo", para o "prêmio" da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.
Fp. 3-14.
(Tenhamos este sentimento!).
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A todo o momento, sabemos que neste mundo, existem inúmeros tipos de competições, a maioria se envolve no esporte. Sabemos que todo final existe um momento de recompensa “O famoso Troféu ou medalha”, após isto, são grande os momentos de alegrias que duram para sempre!
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Sabemos também que eventos desta natureza motiva qualquer nação e, poucos são aqueles que não dão valor. Lembramos da palavra “disputa”, sim! Para ser um campeão se disputa e muito para se chegar ao bom objetivo. É isto que todos almejam ao final de uma competição, erguer o troféu da vitória. Muitos já conseguiram, este é o momento crucial que leva um competidor terminar a sua disputa, um final brilhante! Um belo sonho, “ser campeão”. Alias, destacamos uma das mais importantes, a Copa do Mundo de Futebol. Sabemos ser esta, a competição mais importante no mundo inteiro, a mais sonhada por seus participantes, não há quem não conheça a copa do Mundo e sua “bola”.
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Ouvi á alguns dias que antecederam a Copa do Mundo, uma das muitas reportagens e entrevistas sobre a copa, e nela, um dos jogadores do Brasil dizia que a sua meta agora, não era a expectativa de ser um simples “melhor jogador da Copa”, ou “pensar no sucesso pessoal”. Seu alvo é buscar mais uma estrela para o seu País. Ele destaca, para isso, o grupo deve estar unido, todos devem seguir as orientações técnicas, treinar bastante, cada um deve fazer bem sua parte, sempre em função da vitória, ser a meta principal. Buscar o esforço máximo para alcançar o objetivo desejado.
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Confesso fiquei impressionado com a entrevista. Realmente onde há união, esforço e dedicação, certamente o alvo será alcançado, ou com certeza ficará bem perto. Esta entrevista me lembrou do Apóstolo Paulo, que teve sempre como meta principal atingir o alvo, seja da vitória em Cristo ou entre os Irmãos.
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Falando sobre a busca da perfeição como meta áurea de todos os Cristãos, Paulo afirma: “Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”. “A expressão” prosseguir para “o alvo” tem em si muitas lições importantes para cada um de nós, por exemplo: a finalidade da Igreja que deve buscar a perfeição a cada dia, mesmo sabendo que tal meta será alcançada no céu. Aqui, nesta esfera terrena da vida, estamos no lugar de preparo, de treinamento.
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Mesmo sendo uma meta árdua, o apóstolo afirma que o Cristão não deve esmorecer em momento algum, precisamos abandonar coisas que pesam e atrapalham nossa caminhada Cristã. Devemos renovar cada dia em decisão de prosseguir. Lembremos a determinação de alcançar o alvo, este sim! Atenda a vontade de Cristo. Ao chamar Abraão lhe disse: Anda na minha presença e sê perfeito (Gn.17.1).
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O Apóstolo Paulo, alerta o cristão: precisa e deve estabelecer forças para alcançar a “estatura de Cristo”, como alvo a ser alcançado. (Ef. 4.13). Sabemos que o assunto chega a ser extenso, mas, o que nos chama atenção, é que temos um alvo para ser alcançada a persistência no trabalho Cristão, como Igreja saudável e eficaz condutora das Boas Novas! O Evangelho de Cristo, nossa primeira meta, nosso alvo.
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Com atitudes e pensamentos renovados no Senhor, abandonemos os velhos costumes e partamos para o alvo da vitória em Cristo! Assim renovados, certamente seremos vencedores de Cristo, o campeão!
Amém.








Igreja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

segunda-feira, junho 21, 2010

O QUE FAZER QUANDO UMA CRIANÇA QUEBRA OU PERDE UM DENTE NUMA QUEDA?

CUIDANDO DA SAÚDE

As crianças são irrequietas por natureza. Gostam de brincar, correr e pular. Só que, às vezes, em casa ou mesmo na escola, acontece aquele tombo e... Nossa! Eis um dente quebrado! O que fazer numa situação dessas? Calma, pode ser que ainda haja salvação para esse dente.

Para a Dra. Cristina Rocha, especializada em Odontopediatria que atua na cidade de São Paulo, quando uma criança quebra ou perde um dente numa queda, a porção fraturada ou o próprio dente deve ser guardado em um recipiente com água, soro, leite ou até mesmo saliva, e a criança deve ser levada imediatamente ao dentista que, em muitos casos, poderá reimplantar esse dente. Essa é uma dica importante, dentre outras, que ela costuma dar a pais e professores em palestras nas escolas.

“Na verdade, invisto muito na orientação dos pacientes, pois atitudes diretivas em momentos de ‘apuros’ trarão, consequentemente, maior número de casos com sucesso”, diz ela.

Segundo a Dra. Cristina, o dente é uma estrutura "viva", e quando ele é perdido, no caso de um trauma, deve ser colocado em meio úmido para se manter hidratado. Desta forma, com certeza a possibilidade de sucesso do reimplante fica aumentada. É importante lembrar que o mesmo procedimento fica indicado para caso de fratura dental. "A porção fraturada deverá ser guardada em água, soro, leite ou saliva, e prontamente ir ao dentista."

Este procedimento se aplica tanto a dentes decíduos (de leite) quanto a permanentes. A demora em procurar o dentista diminui muito a possibilidade de sucesso.













Holdings. Tel - Aviv - Jafra - Israel
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Dra. Cristina Rocha - Portal da Família
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sábado, junho 19, 2010

AÇÚCAR MASCAVO - NATURAL OU INDUSTRIALIZADO?

CUIDANDO DA SAÚDE
Nas gôndolas dos mercados, o espaço reservado aos produtos naturais não pára de crescer. E ao mesmo tempo que a variedade aumenta, novas dúvidas surgem na cabeça do consumidor. Quem nunca parou diante de uma prateleira tentando entender a diferença de aparência, de preço e, principalmente, das propriedades nutricionais existente entre os produtos naturais e os industrializados?

Livres, ou quase livres, de produtos químicos e do processo de industrialização pelo qual a maioria dos alimentos passa, os produtos naturais têm ganhado cada vez mais adeptos.

Em busca de uma alimentação melhor e mais saudável, muitos tentam substituir os tradicionais industrializados pelos produtos naturais, ou simplesmente incluir alguns deles ao cardápio. Mas será que existe muita diferença entre eles? Que tipo de benefício ou malefício um e outro pode trazer ao organismo? Os produtos naturais são menos calóricos? O consumo desses alimentos pode enriquecer a dieta?

Para sanar essas e outras dúvidas, e até mesmo para fazer com que a possível mudança de hábitos alimentares seja mais pensada e consciente, esse assunto será tratado nesta e nas colunas seguintes. A cada semana um tipo de alimento será detalhado para esclarecer quais são as diferenças entre a "versão" industrializada e a natural.

Hoje é a vez do açúcar, alimento cujo sabor é capaz de agradar quase todos os paladares e é até mesmo usado para acalmar as emoções.

Há vários tipos de açúcar no mercado, mas a diferença calórica entre eles é ínfima. No entanto, o processo pelo qual cada um passa antes de chegar à mesa acaba afetando a quantidade de vitaminas e sais minerais presentes neles. Veja como é a produção de cada um e, na sequência, suas informações nutricionais:

Açúcar refinado: é processado a partir do melado de cana ou do açúcar mascavo. O produto, que inicialmente é marrom, recebe adição de gás sulfídrico e outras substâncias químicas para ficar claro. Nesse processo, o açúcar refinado perde vitaminas e sais minerais.

Açúcar mascavo: extraído da cana de açúcar, não passa por processo de refinamento, mantendo assim as vitaminas e sais minerais.

Açúcar demerara: é um tipo de açúcar cristal, mas mais escuro porque não sofre processo de branqueamento. Apresenta valores nutricionais similares ao açúcar mascavo.

Açúcar orgânico: no plantio da cana não são usados adubos nem fertilizantes químicos. O processo de industrialização é livre de cal, enxofre, ácido fosfórico, folímetro e outros elementos adicionados ao produto refinado. Além disso, a embalagem do produto é biodegradável. Tem valores nutricionais similares ao mascavo.

Frutose: é extraída das frutas e muitas vezes do milho. A frutose fornece a mesma quantidade de calorias que o açúcar refinado. A grande diferença é o seu "poder de adoçar", 33% maior que o açúcar comum.


Em 100 gramas de açúcar encontramos:

Refinado Mascavo e demerara Orgânico Frutose
Energia 387 kcal 376 kcal 399 kcal 400 kcal
Carboidratos 99,90g 97,30g 99,3g n/d
Vitamina B1 0mg 0,010mg n/d n/d
Vitamina B2 0,020mg 0,010mg n/d n/d
Vitamina B6 0mg 0,030mg n/d n/d
Cálcio 1,0mg 85mg n/d n/d
Magnésio 0mg 29mg n/d n/d
Cobre 0,040mg 0,300mg n/d n/d
Fósforo 2mg 22mg n/d n/d
Potássio 2mg 346mg n/d n/d
Proteína n/d n/d 0,5% n/d

Fonte: Profª Dra. Sonia Tucunduva Philippi

Repare que entre o açúcar refinado e os ditos naturais (mascavo, demerara, orgânico e frutose) a energia fornecida é praticamente a mesma. A grande diferença é os naturais têm vitaminas e minerais e não passam por processos químicos, o que é ótimo para o organismo.

Depois de ler essas informações, que tal experimentar uma receita com açúcar mascavo? O bolo de maçã com damasco é muito bom!












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