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LEIA A BÍBLIA

terça-feira, novembro 24, 2009

DECISÕES E RESPONSABILIDADES

EDIFICAÇÃO



Os Céus e a terra hoje tomam por testemunhas contra ti que te propus a vida e a morte, a benção e a maldição; escolhe, pois, a vida para que vivas, tu e a tua descendência. Dt. 30:19.
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A oportunidade que temos neste momento é meditarmos na Palavra. Agradecer ao nosso Deus Eterno todo ensino recebido. Gostaríamos de envolver mais os Irmãos ao crescimento espiritual. Que seja este uma oportunidade apreciável que se concretize no momento certo, no tempo de Deus! Desejamos alcançar a todos quantos carecem do conforto da Palavra, como um texto forte, com a fonte de orientação divina e que exércitos de conselheiros preparados para a batalha Espiritual ao lado Do Senhor da Glória. Assim rogamos! Que alcancemos os carentes do alimento Espiritual.
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O tema: “Decisões e Responsabilidades”, encontram necessidades que nos levam para tão importantes questão elas estão em nosso dia a dia. Neste momento, surge o momento da ajuda, muitos necessitam de um texto forte, útil na esperança de confortar nosso viver. Gostaríamos de deixar como reflexão, para o bem estar dos Irmãos, na sua essência e conseqüências tudo que envolve“ Felicidade e dificuldades! ”.O tema abre um leque muito largo em nossas vidas, ele nos prova de todas as maneiras que precisamos estar prontos e atentos para tal.
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Observamos corretamente o momento em que vivemos. Encontramos o ser humano em situações das mais diversificadas possíveis, seja pobre, “ou seja”, rico. Falamos do ser humano, a criação de Deus que vive racionalmente, o homem! Ele tem este poder selado no “coração”. A mente perfeita na criação do Pai, a capacidade de raciocinar e tomar decisões são linda na graça e Vontade do Senhor, embora o cuidado é sempre necessário. Desta forma precisamos refletir sobre um envolvimento, que não terminara nunca, senão com a chegada da “morte”.
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Diariamente tomamos decisões sérias e, sabemos uma carga “leve ou pesada” vinda de uma decisão, cai sobre um alvo direto, sobre “cada um de nós” pois vem gerado de uma “decisão”, seja ela acompanhada de erros ou acertos. Existe um momento, chamo feliz; quando tomamos uma decisão correta! O outro o Triste; quando erramos! Acreditamos que erros são corrigíveis, mesmo assim, muitos causam danos, outros trazem trágicas conseqüências e deixam seqüelas tristes, quando percebemos já é tarde. Sem desanimo, entendemos que podemos tomar decisões e chegar com soluções no seu bom tempo.
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Sabemos “decisões” envolve diretamente a vida. É bom que saibamos através da bíblia, que Deus nos ensina como devemos nos portar em tudo sobre a vida, como tomar decisões acertadas. A vida não é uma mera extensão dos dias, a vida envolve tudo que fazemos. Carinhosamente lembramos do amor é lindo! Outro ponto crucial é a obediência, apegar-se ao Senhor, não devemos dar lugar para caminhos idólatras, o arrependimento depois do pecado é válido, mas não pode ser repetitivo. Todos são estimulados por nossa memória é neste momento que aparece o arrependimento, digamos uma volta para os corretos caminhos. Isto produz a restauração, resulta em amor renovado. Como encaixaríamos tudo isto se falando em “decisões”. A verdadeira vida envolve a sua própria decisão, e elas são várias, precisam ser levadas a sério, precisamos apegar-se a Deus por uma vida inteira em decisões vinda do Mestre.
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Lá em Salmos Cap. 63, versículo 8 diz assim: A minha alma apega-se a ti: a tua destra me ampara. Ah! Como é bom encontrar tanto conforto. Ah! Como é bom saber que temos um Deus que está ao nosso lado nos ajudando em nossa vida. Nota-se o progresso lógico de Busca-se a Deus, Deus torna-Se real, seguirmos o Deus que assim Se revelou. Temos vitórias nas decisões estando ao lado de nosso Deus, isto nos faz regozijarmos em Seus feitos. Em 1ª Rs. 18:21, nos confortamos com a exortação de Elias, disse Elias: Então Elias se chegou a todo povo, e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o; se for Baal, segui-o. Porém o povo nada lhe respondeu. Infelizmente o povo daquela época, seguia os Baalins, como informação à palavra hebraica Ba’al quer dizer “Dono” “Senhor” e “Marido”. No paganismo de Canaã, era nome coletivo para expressar várias idéias que o povo fazia. Desta forma um povo idólatra não poderia nunca tomar “decisões”, acertadas em conformidade com as leis e vontade de Deus. Trazemos para os dias de hoje e somos testemunhas vivas da idolatria que impera em maior parte, entre os homens, todos pela banda do mal, como poderão tomar decisões acertadas!
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Decisões e Responsabilidades estão no nosso dia a dia, estão na família, praticamos em todos os momentos de nossas vidas é necessário. Conforme já comentamos, precisamos colocar nossas decisões nas Mãos do Senhor! Procurar nos apegarmos um pouco mais aos ensinamentos bíblicos, ele trará felicidade e decisão acertada. Julgai todas as coisas, retende o que é bom; abstende-vos de toda forma de mal. Ts. 3,6. Colocaríamos, mais um precioso versículo que nos sustenta e conforta neste momento, diz assim: Cristo, porém, como filho, sobre a sua casa; a qual somos nós, se guardamos firme até ao fim a ousadia e a exultação da esperança HB.3,6. Até ao fim. A prova da realidade da regeneração é a fidelidade.
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Com esta base formada em nosso viver, estaremos prontos a tomarmos decisões acertadas. A responsabilidade estará em seu devido lugar, em primeiro lugar de nossa vida. Precisamos dar mais atenção as coisas que decidimos, pois elas envolvem toda uma família, o lar, os filhos o envolvimento com o mundo. Responsabilidade Cristã e tudo que precisamos para fazer parte dos planos de Deus. Quando Deus criou todas as coisas, as fez perfeita e, assim o ser humano. Ter comportamento sempre pronto para o “recuperar!” Acertaremos com certeza, tenhamos a vontade do Senhor em primeiro lugar e prioridade “Urgente!”. Desta forma olharemos para os Céus e sentimos Deus! Nele força para uma vida brilhante entre a Sociedade e, no seio Cristão. Isto é viver sob a Vontade do Criador.
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Lutemos para um comportamento saudável e mais correto, pois assim estaremos ajudando a nós mesmos, ser exemplo e mostrar ao Supremo Criador nossa força de vontade, assim estaremos ajudando ao Senhor no que Ele quer de melhor para mim! Já é tarde! Não! Suplicamos ao Senhor para que este bom viver, habite em nossas vidas. Passemos a observar mais a dedicação que é devida para a Sociedade e obediência ao Senhor dos Senhores! “Decisões e Responsabilidades!” Elas são preciosas aos Olhos do Senhor.
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REPETIMOS!
Os Céus e a terra tomam hoje por testemunhas contra ti que te propus a vida e a morte, a benção e a maldição; escolhe, pois, a vida para que vivas, tu e a tua descendência. Dt. 30:19.


Holdings. Tel - Aviv - Jafra - Israel
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

AUTORIDADE DOS PAIS

EDUCAÇÃO

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Como exercer a autoridade com os filhos na medida certa? Talvez seja essa uma das maiores dúvidas e causa de divergências dos pais de nosso tempo.

Antes, porém, de achar a dose certa, é preciso entender o que é autoridade. Sem pretender formular um conceito científico, gosto da definição de autoridade como sendo um tipo de influência exercida pelo que manda para o bem do que obedece. Há uma relação de poder e de sujeição no exercício da autoridade, mas essa somente é legítima se exercida em benefício de quem a ela está sujeito.

No entanto, é conhecida a afirmação de que “ninguém pode dar o que não tem”. Assim, para exercer a autoridade, os pais têm de adquiri-la antes. E ela não será verdadeiramente exercida se faltar o prestígio dos pais. E o prestígio se obtém na luta por adquirir virtudes, tais como serenidade, naturalidade, bom humor, dedicação, saber escutar, compreender, desculpar, exigir, coerência, constância, fortaleza, dentre outras. Por exemplo, os pais que se esforçam por ser leais aos compromissos assumidos e que também se esforçam por estar presentes nas reuniões escolares de seus filhos adquirem um grande prestígio com eles.

Também é muito importante que haja sintonia entre o pai e a mãe. Nada enfraquece mais a autoridade do que discutirem na frente dos filhos. É natural que haja divergências na hora de decidir, por exemplo, se é conveniente ou não ir à excursão da escola. Nesse caso, ambos devem decidir a sós e, tomada a decisão, seja ela qual for, diante do filho ou da filha a decisão deve ser dos dois, sem mais discussões e, certa ou errada, ambos assumem a responsabilidade.

O mau exercício da autoridade traz graves conseqüências para os filhos, inclusive em sua fase adulta. Um desses desvios de autoridade é o paternalismo, que consiste na figura do “super-pai” ou da “super-mãe”, que são aqueles que fazem tudo para os filhos, por exemplo, têm eles já oito anos e ainda sequer colocam o uniforme da escola sozinhos. Nesse caso, na fase adulta, costumam ser muito indecisos e inseguros.

Outro desvio é o autoritarismo, que é o pai ou a mãe extremamente severo, que incute no filho forte temor de modo que se obedece exclusivamente por medo. Nesse caso, costuma-se surgir dois tipos de conseqüências. Uma delas é que surjam filhos hipócritas, ou seja, como estão acostumados a obedecer apenas por medo, pensam que podem fazer qualquer coisa errada, conquanto que não o descubram. Outra conseqüência desse mau uso da autoridade é que os filhos sejam submissos, dependentes dos pais, mesmo na fase adulta e já com família constituída.=

Um terceiro mau uso da autoridade é o permissivismo, que consiste em permitir tudo, pois dizer muito “não” vai traumatizar, pensam. Nesse caso, na verdade, os filhos não se sentem amados, pois a mensagem que se passa é que não gostam deles, por isso que tudo permitem. A conseqüência dessa educação desleixada é que os filhos cresçam sem valores perenes, com sérias dificuldades de assumirem compromissos duradouros, tanto na vida familiar, como na profissional.
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Soube da história de um garoto que, durante uma viagem com os colegas de escola para um acampamento, queixava-se com o professor de que seus pais não lhe davam liberdade, que dependia da autorização deles para quase tudo. Esse bom professor deu ao aluno uma brilhante lição, que merece ser contada:
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“Seus pais não permitem que você faça tudo o que quer porque o amam. Veja esse pequeno riacho, em sua nascente, uma margem é bem próxima da outra. É o que ocorre com uma criança pequena, de tudo dependem dos pais. O riacho, conforme vai avançando, as suas margens vão ficando cada vez mais distantes, até que deságüe no mar, onde não há mais margens. Assim deveriam os pais fazer com os filhos. A autoridade dos pais é a margem dos rios que permite que cheguem ao destino.
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Quanto maior o rio, mais distantes as margens, quanto maior e mais responsável o filho, maior pode ser a sua autonomia. E veja, que bom que é a margem, imagine o que seria do rio sem ela? Veja aquela parte do rio em que a margem é menos resistente, parte da água caiu para fora e apodrece à beira do rio, não chegará no mar. Assim acontece com os filhos que possuem pais fracos, que não desempenham a obrigação de exercer a autoridade: deixam seus filhos perdidos nas ribanceiras do mundo, não chegam ao mar".
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Exmo Sr. Juiz Fábio Henrique Prado de Toledo
Juiz de Direito em Campinas - Articulista do Correio Popular
Baicharel em Direito Universidade de São Paulo
Conselho de Administração Colegio Nautas.






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Exmo Sr. Juiz Fábio H. Prado de Toledo
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