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LEIA A BÍBLIA

domingo, maio 11, 2014

PRESBITERIANO - TRADICIONAL E REFORMADO







 






Em 2013, escrevi um artigo intitulado “Sou Presbiteriano, Sim!” Na época, já percebia que algo não andava bem, e tomaria corpo com impressionante rapidez.  Algumas Igrejas começavam a ser “diferentes”.


Comentei que o que estava acontecendo não deveria ser um problema, mas, sim, motivo de alegria.  Afinal, ser Presbiteriano é, também, respeitar as diferenças, mantendo as diretrizes e toda sua genuína formação Bíblica e reformada.


Ser membro de uma Igreja é um ato democrático livre: cada um toma o rumo que lhe convém e segue o ensino que teve durante toda a vida. Observava, em épocas em épocas passadas, certos costumes contrários a tradição Presbiteriana que aprendi.  Enfim, existem diferenças.


Lutar para mudar algo é sempre trabalhoso e perigoso! Lutar contra o que já é constituído, formado, não é uma posição sempre correta – precisamos ter cuidado com “mudanças”, pois cabe aos Concílios, no caso dos presbiterianos, rever qualquer com uma ação necessária, principalmente no que diz respeito às mudanças.


Aprendi na Igreja a respeitar sua Doutrina e a conhecer a Constituição; estudei a Confissão de Fé e tomei conhecimento de um manual interno das sociedades; tudo isto me ajudou a dar valor à Igreja Presbiteriana e a entender o verdadeiro papel de um Conselho de Igreja, de um Presbitério e do Supremo Concílio.  Assim tornei-me um Presbiteriano tradicional e reformado.


Em tempos passados, havia maior preocupação com a ordem e a reverência nos Cultos.  Os hinos tradicionais, o coral sempre presente, quartetos e solos que nos emocionavam e nos edificavam muito... A juventude do passado dava mais valor ao estudo Bíblico. A Juventude de hoje se interessa mais por conjuntos, enfim, pela música contemporânea.


Confesso que sinto uma grande preocupação com o rumo da música na Igreja; não apenas a qualidade da melodia e da letra, mas o volume, às vezes, exagerado, que faz, em alguns Templos, com que pessoas se retirem no chamado “momento de louvor”.


Seria possível reconquistarmos uma liturgia genuinamente reformada? A IPB tem os seus princípios de Liturgia.  No seu capítulo III, Art. 8º diz que o “Culto público consta ordinariamente de Leitura da Palavra de Deus, pregação, cânticos sagrados, oração e ofertas”.


Estas normas são bem flexíveis, e a responsabilidade pela liturgia é do Pastor. Assim dependendo da linha que este adota, acaba contrariando aqueles que gostariam de uma Liturgia mas austera com hinos tradicionais e um ritual definido.


Alguns anseiam por mudanças, mas tais mudanças são praticamente impossíveis no País, pois são várias as tendências.  O que se considera sempre, em termos de Presbitérios, Sínodos e Supremo Concílio, é se a Igreja mantém sua Doutrina Presbiteriana; a liturgia fica mais ou menos livre, ao gosto de cada um.


Este grande dilema aborrece aos Membros mais antigos, que gostariam de ver a Igreja com uma liturgia mais solene e nada podem fazer.  O som de elevadíssimos decibéis se espalhou por tantas Igrejas que, mesmo numa cidade grande, onde existem outras Igrejas Presbiterianas, não se tem aonde ir.


Por outro lado, a Igreja que não abre espaço para a música contemporânea vai perdendo membros para as Igrejas mais liberais (nesta área) e é grande a evasão de Presbiterianos para Igrejas não tradicionais.


Que podemos fazer? Continuar orando para que alcancemos a edificação, a comunhão e a união! Esperar que a Igreja encontre um consenso, na certeza que ela é de Cristo.


Ele mesmo há de aparar as arestas.  Continuarei perseverante na minha escolha: sou membro da Igreja! Sou Presbiteriano, sim!  Tradicional e Reformado!

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Extraído do Jornal Brasil Presbiteriano

Autoria do Diácono Rilvan Stutz

Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro









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FÉ E PERDÃO






 











HOMENAGEM 
Igreja Presbiteriana Betânia - São Francisco – Niterói

De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam. Hebreus. 11, 6.



Revelada a Justiça, a perdão, por intermédio de Jesus Cristo, resta ao homem tão somente recebê-la. E a condição única que Deus estabelece na Sua Palavra, para que o homem se aproprie desse precioso perdão, que lhe vem como Graça, através de Jesus Cristo, é a Fé. Desta maneira, a justificação [perdão total] se torna possível a todas as criaturas humanas, porque a Fé é dádiva de Deus, distribuída entre todos, sem distinção de pessoas ou classe social. 



Deus, que é Amor e excelsa mente Misericordioso, não exige de quem salvar um quociente de boas obras praticadas, ou a maceração do corpo “através de penitências contínuas” e, muito menos a mistificada reencarnação indefinidamente repetida, em busca de purificação.

Nada disto! Aliás, digamos com reverência: Deus não exige do pecador, para justificá-lo, outra coisa a não ser Fé, primeiro porque a Fé é a única satisfação que o homem, na vileza do seu pecado, lhe pode oferecer. Segundo, porque a Fé exclui qualquer valor meritório da parte do homem moralmente falido.


A pessoa que reconhece Jesus como Salvador pessoal, e como justiça, expressa o reconhecimento não só de sua ruína moral e de sua perdição, mas também a sua incapacidade para o seu reerguimento espiritual, e o aperfeiçoamento pela prática de boas obras. Sendo assim, para salvar-se, ela não tem outra opção a não ser aceitar o plano redentor da cruz. Por conseguinte, não tem que se vangloriar.

O apóstolo Paulo no livro de Efésios, ele mesmo faz esta afirmação: “Pela Graça sois salvos, por meio da Fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. [Ef 2.8-9]. Em Romanos 1.17, está escrito: “Porque n’Ele se descobre a Justiça de Deus, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá da Fé”.


“Não há dúvida: o perdão se alcança somente pela Fé, no sacrifício de Cristo, sem qualquer possibilidade de escolha. O apóstolo Paulo, magnífico teólogo do Novo Testamento, escreveu aos Romanos para defender, com clareza a doutrina da Justificação pela Fé, e o fez com brilhantismo sob a inspiração do Espírito Santo”.

Por isto, não pode ser de outra maneira, ele está sendo frequentemente citado. Jesus já deixava registrado nos Evangelhos, a única exigência que fazia para conceder a graça de um milagre, ou a salvação de um pecador era a Fé, João 935-38.


 A Fé, pois, é o vínculo que nos une a Deus, e nos torna aceitáveis diante d’Ele, em Cristo Jesus. É o assentimento da alma humana ao “PLANO DA SALVAÇÃO” traçado por Deus, desde a eternidade.

O Blog “Rei dos Reis” agradece ao Conselho e ao Pastor da amada Igreja Presbiteriana de Betânia em Niterói, pela “Homenagem” e divulgação do texto Fé e Perdão.


Diác. Rilvan Stutz





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