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segunda-feira, agosto 30, 2010

METADE DOS ADULTOS BRASILEIROS ESTÁ ACIMA DO PESO

Cuidando da Saúde





Quase metade da população brasileira (49%) com 20 anos ou mais está com excesso de peso, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O dado faz parte do estudo “Antropometria e estado nutricional de crianças, adolescentes, estudo do IBGE avalia o estado nutricional da população a partir da altura para cada idade, peso para cada idade e o Índice de Massa Corpórea (IMC) para cada idade - o índice é obtido com a divisão do peso em quilograma pela altura em metro quadrado. Foram entrevistadas mais de 188 mil pessoas de todas as idades, entre maio de 2008 e maio de 2009.entes e adultos no Brasil”, divulgado nesta sexta-feira (27). O levantamento integra a Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008/2009.
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Dos 20 aos 24 anos, as medianas de altura e peso do homem brasileiro são, respectivamente, 1,73 m e 69,4 kg. Já entre as mulheres nessa faixa etária, as medianas são, respectivamente, 1,61 m e 57,8 kg (confira tabela completa de medianas por faixa etária no portal G1). Nessa faixa etária, o sobrepeso no sexo masculino saltou de 18,5% em 1974-1975 para 50,1% em 2008-2009. No sexo feminino, o aumento foi menor: de 28,7% para 48%.
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São consideradas com sobrepeso pessoas com IMC igual ou superior a 25 kg/m2 e menor que 30 kg/m2; e obesas pessoas com IMC igual ou superior a 30 kg/m2. Pessoas com IMC inferior a 18,5 kg/m2 têm déficit de peso, segundo o IBGE.
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Faça o cálculo do IMC
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A pesquisa aponta que, além da quase metade dos adultos brasileiros acima do peso, outros 14,8% apresentam obesidade e apenas 2,7% têm déficit de peso. A obesidade é maior entre as mulheres de 20 anos ou mais (16,9% delas) do que entre os homens (12,5%). Já o excesso de peso é registrado em maior parte entre os homens (50,1%) do que entre as mulheres (48%).
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Segundo o IBGE, a desnutrição, nos primeiros anos de vida do brasileiro, e o excesso de peso e a obesidade em todas as demais idades, são problemas de grande relevância para a saúde pública. Os dois índices são contabilizados a partir dos números que a Organização Mundial de Saúde (OMS) considera saudáveis. O estudo destaca que a curva de evolução do peso mediano das crianças brasileiras ultrapassa o padrão esperado pela OMS, independente da idade e do sexo.
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Das crianças de 5 a 9 anos, uma em cada três (33,5%) tem excesso de peso e 14,3% são obesas. Há déficit de peso em 4,1% das crianças nessa faixa etária. O número de crianças com excesso de peso representa um salto de 20 pontos percentuais em 20 anos.
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Já entre os adolescentes de 10 a 19 anos, 3,4% apresentam déficit de peso; 20,5% têm excesso de peso; e 4,9% apresentam obesidade. Nesta mesma faixa etária, a maior porcentagem de adolescentes com déficit de peso mora no Nordeste (4,9%). No Sul está a maioria dos que estão acima do peso (26,9%) e das pessoas entre 10 e 19 anos obesas (7,6%). Ainda de acordo com o IBGE, a desnutrição na infância está concentrada nas famílias com os mais baixos rendimentos e, do ponto de vista geográfico, na Região Norte (veja gráficos no Portal G1). O excesso de peso e a obesidade são encontrados com grande frequência, a partir de 5 anos de idade, em todos os grupos de renda e em todas as regiões brasileiras. O instituto afirma que, em adultos, o excesso de peso vem aumentando continuamente desde meados da década de 1970.
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Altura
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Segundo o IBGE, o padrão de crescimento das crianças e adolescentes brasileiros segue na direção do padrão internacional. Para as crianças de até 10 anos, independentemente do sexo, as alturas medianas praticamente coincidem com a curva padrão, que leva em conta medidas que a OMS considera ideais.
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Entre as crianças menores de 5 anos, com renda familiar mensal de mais de um salário mínimo per capita, 6% apresentam déficit de altura – 6,3% entre os meninos e 5,7% entre as meninas. Em ambos os sexos, a prevalência de déficit de altura foi máxima no primeiro ano de vida (8,4% e 9,4%, respectivamente), diminuiu para cerca de 7% no segundo ano e oscilou em torno de 4% a 6% na faixa etária de 2 a 4 anos.
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Conforme há aumento da renda familiar mensal per capita, há redução no percentual de crianças menores de 5 anos com déficit de altura. Em famílias com rendas de até um quarto de salário mínimo, 8,2% das crianças nessa faixa etária tinha déficit de altura. Já entre as famílias com mais de 5 salários mínimos por pessoa, esse índice passa a 3,1%. Quase 7% das crianças entre 5 e 9 anos têm déficit de altura – 7,2% entre os meninos e 6,3% entre as meninas. Dos meninos com déficit de altura, a maioria (8,9%) vive em áreas rurais e 6,8%, em áreas urbanas. Já entre as meninas, os índices correspondem, respectivamente, a 8,1% e 5,8%.

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O índice nessa faixa etária, segundo o IBGE, caiu de 29,3% em 1974-1975 para 7,2% em 2008-2009 no sexo masculino e de 26,7% para 7,9% entre as meninas.
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Fonte: G1.










Postado por Sheilla Carvalho Stutz

Igreja Presbiteriana do Brasil
Dra. Kilza Miranda - Dicas de Nutrição
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sexta-feira, agosto 27, 2010

O LIMITE E O RESPEITO

TEMA EDUCAÇÃO
Falando de limites, independente de quais sejam: dos adolescentes, da velocidade, do uso da bebida alcoólica, das drogas, das leis, esbarra-se sempre no respeito. Talvez não confiemos na possibilidade de que um limite seja a resposta para nossos problemas na educação, nos relacionamentos, pois nós mesmos não nos damos limites.
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Somos auto-indulgentes, auto-piedosos, sempre prontos a nos perdoar e a culpar os outros ( o problema-o inferno, segundo Sartre, são os outros). Isso fica transparente no que diz respeito às leis, onde não vemos vantagens dos limites para nós mesmos, só para os outros.
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Os antigos viam o limite como a capacidade de auto-domínio, de controlar as emoções, de viver o meio-termo. Isso, permanece até hoje, se pensarmos de maneira ética. Todo limite é uma experiência que se forma na relação com o outro. Nesse espaço entre o "eu" e o "outro" o que entra é o RESPEITO.
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Se o limite é a experiência que permite saber até onde se pode chegar, a dor protetora que permite saber aonde não se deve ir, o respeito é a única de todas as experiências que não pode ter limite.
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Porque o respeito é o modo de olhar o outro como algo positivo, ver alguém que mesmo sendo próximo, carrega dentro de si algo que não pode dizer de si mesmo, e portanto é para mim, intócavel.
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A ausência de respeito pelo outro, e essa existe, é caracterizada pela figura do perverso, o anti-social. Ele, o perverso, é aquele que por algum motivo rompeu com o limite. Ele vive da crença de que é capaz de submeter o outro. No entanto, mesmo quando detrói o outro, não deixa de enganar à si mesmo. Ele vive da crença de que tomou posse de sua vítima, mas é apenas uma crença. O perverso, em momento algum, mesmo não respeitando sua vítima, chegará ao âmago daquela pessoa.
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Porque, na verdade, o limite é, no fundo, o lugar inatingível de cada um.








Postado Por Sheilla Carvalho Stutz


Heldings. Tel - Aviv - Jafra - Israel
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Dra. Alexandra Fernandes - Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quinta-feira, agosto 26, 2010

MARKETING SIMPLIFICADO - COMO FAZER AS COISAS ACONTECEREM DE FORMA SIMPLES E RÁPIDA

NOTICIAS PELO MUNDO







Dicas de Marketing:

1. Prefira ser o “primeiro” a ser o “melhor”.
Quando você e teu concorrente, estiverem sendo perseguidos por um tigre faminto, lembre-se de que você não precisa ser um campeão olímpico dos 100 metros razos; basta ser mais rápido que o concorrente.

2. Ache o “seu lugar” onde poderá ser o “primeiro”. Quando em visita a uma de suas províncias, conquistadas pelo Império Romano, perguntaram a César (imperador de Roma) se ele gostaria de ser o imperador daquela província, ao que ele respondeu: “Prefiro ser o primeiro aqui, que o segundo em Roma”.

Procure ser o primeiro em algo, nem que tenha de criar este algo.

3. Ser o primeiro significa: ser o primeiro na mente do consumidor e estar disponível no ponto de venda. Não adianta nada ele lembrar de você, mas não te encontrar (ou teu produto), quando quiser fazer a compra.

4. O produto é importante, mas você deve brigar pela “percepção” que o cliente tenha do seu produto. Não basta que a esposa do rei seja honesta; ela deve aparentar honestidade.

5. Escolha x Oportunidade: Se você optar por uma alternativa, que é comprovadamente a melhor, automaticamente estará desistindo das outras. A escolha é como uma porta que você abre e entra; naturalmente as outras devem ser deixadas de lado. Não dá para ficar num “entra e sai”.

6. Se optar por algo que não seja o melhor, saiba o “por que”. Justifique para si e para os clientes. Exemplo: Possui esta aparência (feia) porque precisa ser seguro e robusto.

7. Se optar por algo muito bom, faça com que o cliente saiba os benefícios que terá com esta opção. Possui qualquer voltagem e portanto ... ; funciona em qualquer temperatura; etc.

8. Seja uma “fortaleza” e não apenas uma trincheira. Tente “invadir” e “tomar posse”. Se puder associar mente do cliente, teu produto e nome da empresa, isto será imbatível. Comprar uma Gilette; tirar uma Xerox; etc. Não perca tempo tentando “invadir” a fortaleza dos outros, ou seja, não perca tempo tentando associar tua imagem à fortaleza do concorrente.
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9. Dualidade: Com o decorrer do tempo a briga será sempre entre os dois primeiros.
A. Se você é o primeiro: inove, modifique, crie. Não se acomode nem fique com o “rei na barriga”, pois o fracasso surge rapidamente.
B. Se você é o segundo: inove, modifique e copie.
C. Se você é o terceiro: copie.
D. A cada aspecto forte do líder, encontre um aspecto forte do seu produto. Ao invés de se igualar no ponto forte do concorrente, procure outro ponto onde seja melhor. Por isso o líder precisa criar. Faça com que o cliente saiba disso.


10. Analise as tendências pois elas serão rentáveis sempre. Explore os modismos: eles serão rentáveis em curto prazo, mas lembre-se eles são como uma “ducha fria”: entre e saia rapidamente. Reconheça o seu lugar e esqueça os “bajuladores”, pois usa estratégia depende disso. Sendo o terceiro, não aja como o líder. Sendo o segundo, não aja como terceiro. Se for o líder, você é quem dá as cartas: vá em frente!

11. Especialize-se aceitando as mudanças e tenha flexibilidade.

12. Você não precisa ganhar todas as batalhas, mas deve ganhar a guerra. Ao lançar o produto, tenha paciência, mas não seja passivo. Isto é: dê tempo ao tempo e acompanhe cada fase, cada venda.
A.
O fracasso faz parte guerra empresarial – se tudo foi feito corretamente e não deu certo, não tenha medo de “sacrificar” o produto.
B. Use um remédio para cada doença
. Se você tem duas respostas para o mesmo problema, significa que:

i. O problema está mal formulado, pois um problema terá uma resposta única e não duas.
ii.
Uma das respostas está errada. Ambas as respostas estão erradas.
iii. Todas as alternativas acima, ou seja você está perdido: não conhece o problema e muito menos a solução.

C. O importante é fazer as perguntas certas: isto mostra que você está pensando. Se está “pensando” então está “vivo”!

13. Dividir para conquistar (o primeiro lugar): Especialize o produto em sub-categorias.

14. Se você é o líder e domina a mente do cliente em um produto-empresa-mercado, pode lançar outros produtos da mesma marca, mas só se for para competir com o primeiro e este primeiro for reconhecidamente bom. Isto traz duas vantagens: se o outro é bom e vc também, não surgirão tantos aventureiros e o cliente saberá que vc deve ser “respeitado” pois está competindo com alguém forte!

15. Você precisa de idéias e recursos adequados (dinheiro e pessoas). Se não tiver um deles, desista de ser o primeiro.

16. Não dá para ADIVINHAR, mas dá sempre para PREVER. Pessoas ajudam muito nisso: tenha os melhores.

17. Nem tudo o que os anúncios dizem é verdadeiro. Você ou seus concorrentes podem apresentar algo (bom ou ruim), mas que não é verdadeiro.

Espero ter colaborado e aproveitem o máximo!!








Postado Por Sheilla Carvalho Stutz

Holdings. Tel - Aviv - Jafra - Isarael
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Cleverson Tabajara Viana - Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sexta-feira, agosto 20, 2010

OUVIDOS QUE SE ABREM

EDIFICAÇÃO
A Receita de cura de Isaías


No seu livro capitulo 59 o profeta Isaías nos diz que o que cura é o amor.




Não adianta orar, jejuar, se humilhar, odiar com devoção piedosa o inimigo, dedicar-se aos cultos de vigília e combate, ou qualquer outra coisa, pois, sem amor, nada terá proveito; posto que sem amor toda existência se torne doença.

O cenário que Isaías divisava era caótico.Um povo que vivia cheio de crenças e nenhuma fé. Oravam por contenda e para buscar diante de Deus alguma vantagem sobre o próximo em qualquer coisa ou área da vida.

Por isto, diz o profeta, eles secaram.
Oravam e não eram respondidos. Jejuavam e apenas emagreciam... Buscavam vantagens, mas tornavam-se estéreis como um deserto. Suas obras viravam ruínas em seus próprios dias...

Enquanto isto, eles, em sua insegurança, buscavam exercer controle e poder sobre os outros. Por isto, prendiam, escravizavam, amarravam ao próximo ou o algemavam com cadeias de dependência ou de manipulação.

Então, vem Deus e diz:
Se vocês pararem de orar a oração do ódio, da contenda e da disputa, e se ao invés disso dedicarem-se a soltar as ligaduras da impiedade e a quebrarem toda dependência que vocês criaram ou que venham a encontrar posta sobre o próximo; e se vocês ao invés de se vingarem, tratarem o inimigo com bondade; e se abrirem a própria alma confessando fraqueza com os fracos, e se não fugirem do encontro com o próximo, o semelhante — então, Eu digo: Eu estarei com vocês de tal modo que serei glória nas costas de vocês e luz adiante de vocês; e serei Aquele que nem mesmo os deixará pedir ou clamar, pois, antes que o façam Eu já terei respondido; e antes que gritem..., Eu mesmo me adiantarei e direi: Ei! Eu estou aqui!

E mais:
Deus diz: Quando vocês começarem a curar o próximo e as relações de vocês com a vida, Eu mesmo curarei as doenças de vocês.

Desse modo, diz o Senhor:
Quem quer ser curado, ame; pois, quem cuidar das coisas do amor, esquecendo-se de si mesmo, esse será curado no caminho, enquanto liberta e cura outros. Esta é a verdade do Evangelho de Deus para mim e para você!

Nele, que nos cura pelo exercício do amor,








Postado por Sheilla Carvalho Stutz
Igreja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Ministério Pão Quente Diário
Rev. Caio Fabio d' Araujo - Artigo
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quinta-feira, agosto 19, 2010

COMO TIRAR MANCHAS DE MÓVEIS E OUTRAS PEÇAS

MENSAGEM


Tirar manchas é um sufoco em nossa casa. Pode até causar a perda de uma peça de roupa, a depreciação de um móvel. Veja como tirar algumas das manchas mais comuns em móveis e outros objetos.
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Mancha de Copo:
Se a mancha for de apenas de água em móvel de madeira basta embeber um pano com querosene ou azeite e passar no local. Para não perder o brilho, use uma flanela seca com bicarbonato polvilhado e esfregue. Se o móvel em questão fo envernizado, não tem jeito, será preciso passar uma demão de verniz. Evite que isso aconteça de novo: tenha porta-copos sempre por perto.

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Mancha de Cola nos móveis:
A mágica está em usar um pouquinho de creme hidratante, daqueles de limpeza fácil, e esfregar bastante. Vinho no Sofá, almofadas e tapetes: Se for tapete de lã é preciso usar água morna e sabão neutro, depois, enxaguar, deixar secar e escovar cuidadosamente. Para outros tipos de tecido, deve usar uma mistura de 1 colher de sopa de amoníaco doméstico com 1 xícara de água. use um paninho umedecido para limpar.

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Geladeiras:
Este objeto tão útil vai ganhando manchas, principalmente na parte superior onde depositamos objetos. Para começar a limpeza use delicadamente uma esponja de aço (não deve esfregar!) Para clarear a peça e tirar o amarelo, use água sanitária em um pano. Para recuperar o brilho depois, basta lustrar com cera incolor.
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Mofo na roupa:
Primeiro e preciso remover toda sujeira possível com uma esponja antes de levar a roupa. Use então um alvejante seguro para o tecido e lava com água bem quente. Para eliminar o cheiro de mofo é preciso ventilar os armarios, outra dica é usar deliciosos sachês perfumados pelas gavetas.
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Mancha de desodorante:
Em casos que a marca é intensa deve deixar a roupa de 5 a 10 minutos de molho e então lavar com alvejante à base de oxigênio (que é a formula mais segura para qualquer tecido). Se a mancha for leve: basta passar sabão e esfregar bastante.
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Roupa branca tingida por outra peça vermelha:
O pior dano existente, muito difícil de ser removido, mas se for percebido cedo, separe a peça e lave imediatamente a roupa com sabão e alvejante. Separar as roupas antes de lavar é fundamental!
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Gordura no assoalho e Pisos:
lave com agua gelada para que a gordura não penetre no assoalho, então remova o excesso de gordura com um pano. Só então você pode despejar água quente com detergente para louças e esfregar para limpar o quer falta.
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Óleo de Carro no concreto:
Molhe toda área e use detergente líquido no chão. Deixe 20 minutos de molho para depois jogar água fervente na mancha. Use uma escova de cerdas duras e enxágüe. Caso a mancha ainda esteja lá, repita todo processo.
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Estas são algumas "Dicas" para colaborar com os amigos.












Postado Por Sheilla C. Stutz
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Igreja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Por Dridri Pinto - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

segunda-feira, agosto 16, 2010

ASPECTO TÉCNICO-CIENTÍFICO DA PÍLULA DO DIA SEGUINTE EM LINGUAGEM POPULAR

MENSAGEM


A pílula do dia seguinte, cujo farmaco é o Levonorgestrel, divulgada à nível internacional como contracepção de Emergência, é vendida principalmente em países onde a Legalização do Aborto existe e este ocorre independente do motivo, até o 3º mês de gestação. Conforme sua bula e orientação posologica ela deve ser tomada até as 72 horas após a relação sexual, para que atinja a sua eficácia e o objetivo que é evitar ou interromper a gravidez indesejada.


Contudo é necessário entender que uma gravidez ou gestação ocorre com a fusão do óvulo e espermatozóide, no terço médio superior das trompas, em geral não mais que 2 horas após a relação sexual.

Como a vida humana, com seus 46 cromossomos, surge naquele instante, a ação da pílula do dia seguinte tem claramente a ação abortiva, significando não ser esta a ação de um “remédio “ que teria a função de tratar ou prevenir uma doença, esta droga impede que ocorra a nidação da criança em sua fase embrionária. (nidação, é uma palavra originária do latim que significa fazer ninho). A vida surgiu e foi interrompida. Não podemos dizer que o que foi interrompido foi simplesmente uma gravidez ou gestação, fazendo jogo de palavras. Um ser humano foi sim, morto através da ação química de uma droga que age na parede interna do útero, endométrio, impedindo que este ser humano em média com 7 dias continue a evolução natural durante o seu desenvolvimento até a morte por velhice.

Dizer que no primeiro momento após a fecundação, o que existe é um amontoado de células é estar na contra mão da ciência, que certifica ser uma Vida Humana desde seu primeiro estágio da célula ovo. O EARLY PREGNANCY FACTOR que traduzido do Inglês significa: Fator Precoce da Gravidez é encontrado nos primeiros dias de vida, antes da nidação. Ele comprova que a ação da pílula não é “fazer descer a menstruação” mas que o resultado final é a destruição da vida já existente pelo abortamento.

A Progesterona, hormônio pro-gestação predomina após a ovulação e se ocorre uma fecundação evita o surgimento de uma menstruação. A fração BHCG é um hormônio produzido pela criança concebida e não pela mãe e pode ser detectado na urina ou sangue no teste de gravidez. Poderíamos dizer que a criança manda uma ordem para a mãe: “mamãe eu estou aquí, não menstrue!”. Durante os nove meses de gravidez a criança se desenvolve até o momento que se sente estar madura e a progesterona não sendo mais necessária, diminuindo na corrente sangüínea , possibilita o nascimento do bebê
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O Direito a escolha deve ser defendido mas é mister clarearmos que Direito a Escolha em deixar uma criança continuar com vida e desenvolver-se é diferente de escolher a morte de um ser humano, escolher a eliminação de uma vida humana através de um ato deliberado e cômodo de ingerir uma pílula. A criança não eliminada, considerando a ação anticonceptiva e abortiva não ocorrer em 100% dos casos, pode vir à ter uma malformação possível. A procura, por isto, de um aborto cirúrgico provocado eugenicamente, isto é visando o não nascimento de uma criança deficiente ou do abandono da mesma, posterior ao parto, nestes casos ocorre de uma maneira drástica.

Os danos morais e psicológicos para o casal são possíveis, pois o ato da mulher tomar o comprimido de emergência destrói o potencial da paternidade e da transmissão da vida o que a curto, médio e longo prazo causará a doença denominada sindrome Pós – Aborto , aumentando com isto consulta à médicos, psicólogos e psiquiatras , e mais gastos particulares ou públicos .Concluindo: A criança na fase embrionária de pré implantação (nidação) tem vida própria, deve ser respeitada quanto ao seu DIREITO DE VIVER.









Igreja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Dr. Talmir Rodrigues - P. da Família
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quinta-feira, agosto 12, 2010

LÁGRIMAS QUE RESOLVEM

EDIFICAÇÃO





"Os que com lágrimas semeiam, com júbilo ceifarão."
(Salmos, 126.5)

Para muitos, lágrimas são um sinal de fraqueza. Mas a lágrima, na verdade, é um dos bens mais preciosos. Chorar é um escape, uma forma de esvaziar as dores da alma. Lágrimas retidas certamente endurecem o coração, devido ao acúmulo de mágoas: "Confiai n'Ele, ó povo; em todo tempo derramai perante Ele o vosso coração: Deus é o nosso refúgio."(Salmos 62:8)

Ana, uma israelita que temia a Deus, recebeu sua bênção (a cura da esterilidade), quando derramou a sua armadura e ressentimento diante do Senhor. Estéril, era humilhada constantemente numa época em que não poderia haver maldição maior - para uma mulher - do que ter a madre fechada. Mesmo estando diante de uma situação irreversível aos olhos humanos, Ana assumiu sua situação e resolveu derramar diante do Senhor toda a sua dor, amargura e esperança...

Às vezes, choramos por auto-compaixão ou por desânimo, ao invés de chorarmos por desabafo, como quem tem intimidade com o Senhor. Ele jamais se sensibilizou diante das lágrimas da auto-compaixão, mas sempre veio ao encontro de corações sinceros, humildes e doloridos. Por isso, às vezes temos a impressão de que o Senhor não escuta nossas orações. Mas Ele escuta! Escuta, e cala-se diante do nosso tom de cobrança e revolta. Motivo porque há tantos cristãos amargos e descrentes do poder da oração! "Com amargura na alma, orou ao Senhor, e chorou abundantemente". Ana chorou muito! Lágrimas derramadas aos pés do Senhor são valiosas - cada uma delas é recolhida e levada diante de Deus.

As lágrimas da intercessão não devem significar desespero da situação, mas o desnudar-se sem reservas da alma necessitada de Deus. O choro rega as sementes das nossas palavras: "não bebi nem vinho nem bebida forte, porém venho derramando a minha alma perante o Senhor... porque pelo excesso da minha ansiedade e da minha aflição é que tenho falado até agora." (I Samuel, 1.15,16), disse Ana.

Lágrimas diante do Senhor fortalecem a alma. "O meu coração se regozija no Senhor, a minha força está exaltada no Senhor; a minha boca se ri dos meus inimigos porquanto me alegro na Tua salvação..." (I Samuel, 2.1).

Lágrimas diante do Senhor prenunciam o consolo para todo aquele que consegue vislumbrar, através da escuridão momentânea das nuvens, as chuvas de bênçãos que se seguem. Muitas vezes a escuridão em que nos encontramos simplesmente anuncia o iminente derramar de benção sobre nossas vidas.

Acreditemos nisso!











Igreja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Rev. Ricardo Cesar - M.Pão Quente Diário
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quarta-feira, agosto 11, 2010

EUTANÁSIA E DIREITO

MENSAGEM

Por paradoxal que seja, poucas realidades, como a morte, obrigam-nos a meditar sobre o sentido de nossas vidas. Poucas realidades, como a morte, demandam de nós um juízo de valor, marcado pela entrada em jogo de uma concepção imanente ou transcendente da própria vida.

A autonomia pessoal, enraizada na dignidade humana, acompanha o exercício de nossas liberdades inseparavelmente. Quando falamos, por exemplo, da liberdade religiosa, não nos referimos só ao direito de professar esta ou aquela religião, mas ao direito de nos manter a margem de qualquer uma delas ou, ainda, de não ser ver obrigado a se pronunciar sobre este particular.

Não faltam,
não obstante, casos ou hipóteses nos quais o exercício de um direito parece converter-se em um dever para seu titular ou para as pessoas situadas em seu entorno. Assim se dá no direito à educação, durante o período etário para se receber o ensino fundamental, que se converte em dever dos pais.

A idéia de direito irrenunciável encontra seu exemplo marcante quando nos referimos ao exercício próprio da liberdade. Por hipótese, se alguém, livremente, resolvesse se vender como um serviçal para viver de uma famélica pensão, talvez alguém tão zeloso da liberdade como Stuart Mill, diria que “o fundamento de uma limitação de poder de voluntária disposição do indivíduo sobre si mesmo é evidente (...) o princípio da liberdade não pode exigir que uma pessoa seja livre de não ser livre.
Não é a liberdade o poder de renunciar à liberdade”. Caberia atribuir ao direito à vida similar condição?

Para muitos autores, a renúncia à própria vida é algo irracional. Se alguém deseja a morte, há eloquentes indícios de que sua autonomia está tão gravemente deficitária a ponto de estar invalidada para se justificar eticamente qualquer decisão nesse sentido. Na linha da presunção de consentimento deficitário, há irrelevância jurídica no caso de tentativa de suicídio na maioria das legislações penais, isto é, tal fato não é considerado crime e, quando o é, não é punível.

Talvez a questão decisiva consista em saber em dar ao direito o que é direito e a moral o que pertence à moral. Para tanto, é necessário elucidar quais exigências éticas que d
evem ser consideradas para uma legitima concepção de uma vida moral, daquelas que devam integrar o âmbito (jurídico) do publicamente vinculante e que cada cidadão tenha observar.

As soluções simples oferecem uma vantajosa facilidade, mas com o previsível custo de acabar resultando em respostas simplistas. Isso ocorreria se fosse estipulado solenemente que a moral deve reger a vida privada e o direito a vida pública. Semelhante obviedade implica em formular um juízo, por si só, de conotação estritamente moral, que, paradoxalmente, permite estabelecer a fronteira entre obrigações morais e jurídicas.

No momento de formular tal juízo acerca da vida, emerge o aludido debate sobre o caráter irrenunciável do direito à vida. É fácil imaginar a resposta moral se a vida é considerada como algo sagrado, a que estaríamos destinados a apenas administrar, mas que não poderíamos dela livremente dispor.

Não parece tão fácil que os incrédulos encontrem argumentos, desde uma perspectiva estritamente moral, que justifiquem a impossibilidade de dispor da própria vida. Todavia, muito diferente será minha atitude se a questão se coloca em um contexto propriamente jurídico.

Se se admite que a autonomia pessoal decorrente da dignidade humana inclui a chance de dispor da própria vida, qualquer intento de evitá-la pela via jurídica surgiria, à primeira vista, como fruto de um paternalismo legal e inútil. Se a lei chancelasse o direito à morte, o Código Penal não poderia incriminar a instigação ao suicídio e os médicos que conseguissem salvar a vida daqueles que tentassem o suicídio deveriam ser perseguidos por atentar contra a liberdade pessoal. Não se condena o ato que, em essência, não é criminoso. A justiça está neste equilíbrio: dizer onde está o essencial e compreender o ato circunstancial.











Igreja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Dr.André G. Fernandes - P. da Família
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

segunda-feira, agosto 09, 2010

AS ESTAÇÕES DA ALMA

EDIFICAÇÃO



Porque nem sempre é primavera em nossas vidas.

Assim como os anos têm diferentes estações e o fim de uma estação não representa o final do ano e, muito menos, da vida; assim como os animais têm suas próprias “estações” (o tempo de acasalar, o tempo de gestar seus filhotes, o tempo de tê-los, o tempo de alimentá-los e o tempo de parar de alimentá-los para que eles procurem por si mesmos as fontes de sobrevivência) e o fim destes ciclos não significa nada mais que o fato de que um período acabou; assim também o ser humano tem “estações” em sua vida.
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Muitas pessoas sofrem porque não são capazes de compreender (e aceitar) o caráter cíclico da existência. Ficam desesperadas porque olham pela janela e na vêem flores multicoloridas, borboletas bailando no ar e um dia claro sobre si. O que enxergam são nuvens pesadas de chuvas ou árvores nuas e sem graça. A vida não acabou, foi só a primavera que passou, mas outras primaveras virão. E, enquanto este tempo não chega, há muita coisa pra fazer. A vida não pára porque não é primavera, e nós também não podemos nos deixar paralisar. A arte de saber viver está diretamente ligada à força interior que nos habilita a um poderoso processo de adaptação ao meio e às circunstâncias impostas por este.
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Uma outra extraordinária lição que podemos aprender com as estações do ano é que quando é verão no hemisfério Sul é inverno no Norte, ou seja, as estações não são as mesmas para todas as pessoas, cada pessoa tem que enfrentar, à seu tempo, a sua própria estação. Além disso, as estações não duram o mesmo tempo em cada parte do globo. Há localidades, como o Recife, que quase não conhecem o outono, mas nem por isso as árvores deixam de renovar as suas folhagem todos os anos. Elas aprenderam (e nós estamos começando a aprender) que renovação é vida, que a mudança é parte essencial do esforço de continuar existindo, que não precisam chorar porque seus frutos e folhas caíram no chão. Há muitas espécies de seres que sobrevivem justamente porque tais quedas aconteceram e ela mesma, a árvore, precisa destas aparentes perdas para continuar sua jornada. O mesmo ocorre com muitos animais que mudam a sua pelagem ou plumagem, tais fenômenos não indicam a morte, falam apenas de mudanças e esta não é nem boa nem ruim, é somente parte da vida.
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Eu sei o que você está pensando. É ... mas este meu outono está durando tempo demais! Não é fácil mesmo. Eu gostaria de te abraçar neste momento, mas a única coisa que posso fazer é orar para que as palavras que eu escreverei em seguida sejam úteis para lhe trazer algum conforto e lhe inspirar paciência. Eu creio que Deus vê as nossas vidas com muito cuidado e bem de perto. Ele não “deu corda” em nossas existências e foi cuidar de outros assuntos mais importantes. Como para um pai o assunto mais importante da Terra é o seu filho que sofre, para Deus a questão mais relevante do momento é você.
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Com carinho,













Postado por Pb. Gerson Grip
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M.Pão Quente Diário - Rev. Martoreli Dantas
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