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LEIA A BÍBLIA

sábado, janeiro 24, 2009

O QUE ACONTECEU COM OS EVANGÉLICOS?

EDIFICAÇÃO
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Quando Paulo Romeiro escreveu Evangélicos em Crise em meados da década de 90, ele apenas tocou em uma das muitas áreas em que o evangelicalismo havia entrado em colapso no Brasil: a sua incapacidade de deter a proliferação de teologias oriundas de uma visão pragmática e mercantilista de igreja, no caso, a teologia da prosperidade. Fica cada vez mais claro que os evangélicos estão atualmente numa crise muito maior, a começar pela dificuldade – para não falar da impossibilidade – de ao menos se definir hoje o que é ser evangélico.
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Até pouco tempo, “evangélico” indicava vagamente aqueles protestantes de entre todas as denominações – presbiterianos, batistas, metodistas, anglicanos, luteranos e pentecostais, entre outros, que consideravam a Bíblia como Palavra de Deus, autoritativa e infalível, que eram conservadores no culto e nos padrões morais, e que tinham visão missionária. Hoje, no Brasil, o termo não tem mais essa conotação. Ele tem sido usado para se referir a todos os que estão dentro do cristianismo em geral e que não são católicos romanos: protestantes históricos, pentecostais, neopentecostais, igrejas emergentes, comunidades dos mais variados tipos, etc.
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É evidente a crise gigantesca em que os evangélicos se encontram: a falta de rumos teológicos definidos, a multiplicidade de teologias divergentes, a falta de uma liderança com autoridade moral e espiritual, a derrocada doutrinária e moral de líderes que um dia foram reconhecidos como referência, o surgimentos de líderes totalitários que se auto-denominam pastores, bispos e apóstolos, a conquista gradual das escolas de teologia pelo liberalismo teológico, a falta de padrões morais pelos quais ao menos exercer a disciplina eclesiástica, a depreciação da doutrina, a mercantilização de várias editoras evangélicas que passaram a publicar livros de linha não evangélica, e o surgimento das chamadas igrejas emergentes. A lista é muito maior e falta espaço nesse post.
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Recentemente um amigo meu, respeitado professor de teologia, me disse que o evangelicalismo brasileiro está na UTI. Concordo com ele. A crise, contudo, tem suas raízes na própria natureza do evangelicalismo, desde o seu nascedouro. Há opiniões divergentes sobre quando o moderno evangelicalismo nasceu. Aqui, adoto a opinião de que ele nasceu, como movimento, nas décadas de 50 e 60 nos Estados Unidos. Era uma ala dentro do movimento fundamentalista que desejava preservar os pontos básicos da fé (veja meu post sobre Fundamentalismo), mas que não compartilhava do espírito separatista e exclusivista da primeira geração de fundamentalistas. A princípio chamado de “neo-fundamentalismo”, o evangelicalismo entendia que deveria procurar uma interação maior com questões sociais e, acima de tudo, obter respeitabilidade acadêmica mediante o diálogo com a ciência e com outras linhas dentro da cristandade, sem abrir mão dos “fundamentos”. Eles queriam se livrar da pecha de intransigentes, fechados, bitolados e obscurantistas, ao mesmo tempo em que mantinham doutrinas como a inerrância das Escrituras, a crença em milagres, a morte vicária de Cristo, sua divindade e sua ressurreição de entre os mortos. Eram, por assim dizer, fundamentalistas esclarecidos, que queriam ser reconhecidos academicamente, acima de tudo.
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O que aconteceu para o evangelicalismo chegasse ao ponto crítico em que se encontra hoje? Tenho algumas idéias que coloco em seguida.
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1. O diálogo com católicos, liberais, pentecostais e outras linhas sem que os pressupostos doutrinários tivessem sido traçados com clareza. Acredito que podemos dialogar e aprender com quem não é reformado. Contudo, o diálogo deve ser buscado dentro de pressupostos claros e com fronteiras claras. Hoje, os evangélicos têm dificuldades em delinear as fronteiras do verdadeiro cristianismo e de manter as portas fechadas para heresias.
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2. A adoção do não-exclusivismo como princípio. Ao fazer isso, os evangélicos começaram a abrir a porta para a pluralidade doutrinária, a multiplicidade de eclesiologias e o relativismo moral, sem que tivessem qualquer instrumento poderoso o suficiente para ao menos identificar o que estivesse em desacordo com os pontos cruciais.
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3. O abandono gradual da aderência a esses pontos cruciais com o objetivo de alargar a base de comunhão com outras linhas dentro da cristandade. Com a redução cada vez maior do que era básico, ficou cada vez mais ampla a definição de evangélico, a ponto de perder em grande parte seu significado original.
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4. O abandono da confessionalidade, dos grandes credos e confissões do passado, que moldaram a fé histórica da Igreja com sua interpretação das Escrituras. Não basta dizer que a Bíblia não tem erros. Arminianos, pelagianos, socinianos, unitários, eteroteólogos, neopentecostais – todos afirmarão isso. O problema está na interpretação que fazem dessa Bíblia inerrante. Ao jogar fora séculos de tradição interpretativa e teológica, os evangélicos ficaram vulneráveis a toda nova interpretação, como a teologia relacional, a teologia da prosperidade, a nova perspectiva sobre Paulo, etc.
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5. A mudança de uma orientação teológica mais agostiniana e reformada para uma orientação mais arminiana. Isso possibilitou a entrada no meio evangélico de teologias como a teologia relacional, que é filhote do arminianismo. Permitiu também a invasão da espiritualidade mística centrada na experiência, fruto do reavivalismo pelagiano de Charles Finney. Essa mudança também trouxe a depreciação da doutrina em favor do pragmatismo, e também o antropocentrismo no culto, na igreja e na missão, tudo isso produto da visão arminiana da centralidade do homem. Mas talvez o pior de tudo foi a perda da cosmovisão reformada, que serviria de base para uma visão abrangente da cultura, ciência e sociedade, a partir da soberania de Deus sobre todas as áreas da vida. Sem isso, o evangelicalismo mais e mais tem se inclinado a ações isoladas e fragmentadas na área social e política, às vezes sem conexão com a visão cristã de mundo.
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6. Por fim, a busca de respeitabilidade acadêmica, não somente da parte dos demais cristãos, mas especialmente da parte da academia secular. Essa busca, que por vezes tem esquecido que o opróbrio da cruz é mais aceitável diante de Deus do que o louvor humano, acabou fazendo com que o evangelicalismo, em muitos lugares, submetesse suas instituições teológicas aos padrões educacionais do Estado e das universidades, padrões esses comprometidos metodológica, filosófica e pedagogicamente com a visão humanística e secularizada do mundo, em que as Escrituras e o cristianismo são estudados de uma perspectiva não cristã. Abriu-se a porta para o velho liberalismo.
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Não há saída fácil para essa crise. Contudo, vejo a fé reformada como uma alternativa possível e viável para a igreja evangélica brasileira, desde que se mantenha fiel às grandes doutrinas da graça e aos lemas da Reforma, e que faça certo aquilo que os evangélicos não foram capazes de fazer: (1) dialogar e interagir com a diversidade delineando com clareza as fronteiras do cristianismo; (2) abandonar o inclusivismo generalizado e adotar um exclusivismo inteligente e sensível; (3) voltar a valorizar a doutrina, especialmente os pontos fundamentais da fé cristã expressos nos credos e confissões, que moldaram os inícios do movimento evangélico. Talvez assim possamos delinear com mais clareza os contornos da face evangélica em nosso país.
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HOLDINGS. Tel - Aviv - Jafra - Israel
Rev. Augusto Nicodemos Lopes - IPB
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sexta-feira, janeiro 23, 2009

QUEM É OSAMA BIN LADEN

NOTÍCIAS PELO MUNDO
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Trata-se de um personagem obscuro cujas informações são bastante controversas.Diz-se que tenha nascido na Arábia Saudita em 10 de Março de 1957, ou em 30 de Julho do mesmo ano. Casou-se aos 13 anos com uma parente síria. Estudou administração pública na Universidade Rei Abdul-Aziz na Arábia Saudita. Filho de um milionário saudita e herdeiro de uma fortuna de 300 milhões de dólares.
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Iniciou suas atividades guerrilheiras quando foi convidado, na sua juventude, por amigos de uma Fraternidade Islâmica a visitar campos de voluntários afegãos e de várias origens muçulmanas a participar de treinamentos para combater o regime comunista de Cabul na Turquia. A comprovação deste período em sua história vem por meio de informações veiculadas por jornais italianos dando conta de que Bin Laden foi hóspede de um campo de treinamento de combatentes financiado pela cia -central de inteligência norte-americana- nas imediações de Istambul, na Turquia.
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Pode-se dizer que tenha desenvolvido um papel importante na guerra do Afeganistão, durante a incursão das tropas da então União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Isso porque os EUA necessitavam de um aliado na região e pretendiam exercer uma influencia indireta e por não contar com recursos e conhecimentos do local, pretendendo principalmente evitar um novo desastre como ocorrido no Vietnã, aliaram-se a este personagem para que este liderasse um exército inimigo contra as tropas russas.
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Ao participar dos treinamentos com a CIA, Bin Laden aprendeu a fazer bombas caseiras das mais variadas formas, fazer caixa 2 para disfarçar movimentações bancárias, esconderijos e esconder-se em adversidades e disfarçar seus posicionamentos, táticas de guerra e táticas guerrilheiras, entre outros.Durante os anos 80, Bin Laden ainda recolheu fundos com milionários sauditas organizando um fundo afegão de acolhimento de voluntários de diversos países.
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Chegou a participar de cinco batalhas contra as forças soviéticas antes da desocupação em 1989.Com o colapso da URSS, o Afeganistão perdeu importância no cenário ocidental. Bin Laden perdeu sua conotação sendo direcionado ao ostracismo, momento em que entrou em choque direto contra seu país de origem (Arábia Saudita) que confiscou seu passaporte acusando-o de fazer proselitismo.
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Bin Laden mobilizou seus irmãos e amigos da família real saudita a obter uma autorização para "negociar no Sudão". Isso porque este país não lhe era potencialmente hostil. Passou a ser um hóspede incomodo por se dizer "chocado"com a postura e participação dos EUA na Guerra do Golfo.Bin Laden passou a definir sua orientação oposicionista aos EUA. Com apoio do governo dos EUA, a Arábia Saudita tenta sequestrá-lo em uma série de atentados (ao todo 40), contra sua pessoa.Em 1994 a Arábia Saudita retira sua nacionalidade por interpretar que tenha tido participação no atentado ao estacionamento do World Trade Center em 26/02/1993.
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Vale lembrar que a Arábia Saudita é um país aliado aos EUA.Ao que se pode confirmar, Osama não tem gasto o dinheiro de sua herança, tendo sim arrecadado fundos para sua causa militar. Tem oferecido e exercido papel de influencia armada e organizado recursos para diversos grupos armados como na Tchetchenia. Atualmente é um refugiado que encontrou simpatia por parte do Taleban, movimento fanático que tem a quase totalidade do território afegão sob seu domínio.
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Dentre tudo o que podemos observar, Osama Bin Laden é um personagem formado por um cenário hostil onde existiam duas potências, os EUA e a então URSS, ou seja, nasceu durante a guerra fria. Seu papel enquanto líder guerrilheiro definiu sua personalidade.Ao ser fadado ao ostracismo, Bin Laden não se familiarizou nem pretendia permanecer nesta situação, preferindo organizar um grupo armado para orquestrar movimentos terroristas em todo o mundo, estabelecendo principalmente um inimigo direto, os EUA. Ao orquestrar a tragédia nos EUA em 11/09/2001, não deixou por menos, formando outro atentado na Espanha, tão somente porque o governo espanhol manifestou apoio à invasão dos EUA no Iraque.
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Fica inegável no entanto, que tenha sido um erro incontestável a formação de sua personalidade guerrilheira com apoio da CIA e do governo dos EUA, pois isso conferiu não apenas os resultados que percebemos com suas atividades, como também dificulta seu aprisionamento. Bin Laden aprendeu tudo direitinho e ao que parece muito bem, pois até o presente não foi capturado pelos EUA, não se tem notícia do seu posicionamento, não se consegue apreender seus recursos, não se consegue travar suas movimentações bancárias, ao contrário, a cada dia que passa parece que seus recursos aumentam por haverem simpatizantes muçulmanos que patrocinam suas atividades e este, consegue de outra forma, patrocinar atividades guerrilheiras e guerras em outras partes do planeta.Mas uma coisa me preocupa e muito. Com a queda da URSS, o país estava no colapso.
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Não haviam recursos e a economia em decadencia. Para sair da situação, a Rússia passou a exportar petróleo sem respeitar a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo). Entre as cenas desastrosas na economia, um grupo de cientistas russos resolveram vender uma arma química.Isso porque durante o período em que Mikhail Gorbatchev governava a então URSS, ordenou que seus cientistas criassem em laboratório, um novo vírus. Este vírus foi criado com a mistura do Ebola com a Varíola. Não existe cura e pode ser contraído pelo ar. Ao que se sabe, houve tres compradores e um deles é supostamente Osama Bin Laden. Não dá para saber o que pode vir por aí se este material estiver realmente nas mãos deste homem.
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Rogamos a Deus que esteja eternamente no comando do nosso Planeta, isto sabemos está! Só nós resta orar por este homem e que Deus nos abençoe! Amém.




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Luiz Henrique Tamura - M. Shvoong
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quinta-feira, janeiro 22, 2009

O RECONHECIMENTO QUE REALMENTE TEM VALOR

EDIFICAÇÃO
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"E chamando ele os seus discípulos, disse-lhes: Em verdadevos digo que esta viúva pobre depositou no gazofilácio mas do que o fizeram todos os ofertantes". (Marcos 12:43).
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Uma grande multidão estava reunida na rua, em frente a um hotel em Glasgow, Escócia. Eram torcedores dando as boas-vindas e comemorando ruidosamente o retorno do time local que acabara de chegar da Inglaterra, após uma grande vitória. No mesmo instante um pequeno homem entrava, sem ser notado, no hotel. Ele não tinha nenhuma importância para a multidão
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Ele era apenas o descobridor da penicilina. Qual o nome daquele time? Não sabemos. Qual era seu principal jogador? Talvez nem seus torcedores se lembrem. Mas até hoje, em qualquer lugar do mundo, todos reverenciam o trabalho maravilhoso de Alexandre Fleming, que tanto bemtrouxe à humanidade com a sua penicilina.
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Muitas vezes ficamos chateados por não sermos distinguidos pelo bom trabalho que executamos. Esforçamo-nos ao máximo para dar o nosso melhor e nem sempre somos reconhecidos. Muitos que julgamos sem grande valor recebem aplausos e nós, continuamos no anonimato. Mas será que, realmente, ninguém nos nota? Deus sempre vê o que fazemos. E não há maior notoriedade do que a que vem do nosso Senhor. O reconhecimento humano pode durar apenas alguns dias, mas o valor que o Senhor nos dá permanece para sempre.
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Quando nos oferecemos para servir a Deus, qual o nosso propósito? Quando estendemos a mão a alguém, demonstrando o amor que está em nós através da pessoa de Jesus, o que desejamos receber em troca? Quando nos apresentamos à liderança de nossa igreja, dizendo que pode contar conosco, estamos aguardando as congratulações ou o fazemos por gratidão a Deus?
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Aquela viúva colocou suas pequenas moedas na caixa de ofertas sem esperar nada em troca. Ninguém notou o que ela fez, mas desde aquele dia até hoje, dois mil anos depois, o Senhor está dizendo ao mundo: "Ela deu mais do que todos os demais. Meditemos.
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Paulo Roberto Barbosa - M. Shvoong
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong

Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

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sábado, janeiro 17, 2009

BEBÊS SOB MEDIDA

NOTÍCIAS PELO MUNDO
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A ousadia da espécie humana é cada vez mais incrível. Com os estudos do Genoma humano e das cadeias e códigos genéticos, é muito clara a intenção distorcida de muitos cientistas de criarem uma nova ordem mundial através da seleção genética dos seus indivíduos.
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Com a seleção de embriões considerados perfeitos, cria-se um difícil dilema: que lugar no mundo caberá ao menos afortunados e que não possuam as características consideradas ideais. As pessoas se dividem . Numa pesquisa feita nos Estados Unidos, 43% das pessoas foram favoráveis pela melhoria genética dos bebês por meio de métodos artificiais, o que torna o assunto ainda mais polêmico.
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Tudo fica mais simples quando olhamos o problema somente pelo ângulo científico, por exemplo: os cientistas alegam que será possível prever doenças e tratá-las antes do nascimento do feto, o que dá ao processo um aspecto bastante humano. Infelizmente essa visão do assunto não é verdadeira e não justifica as experiências com o gene humano.
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Não querendo levar o assunto para o plano religioso, mas é impossível não analisar esse caso à luz de Deus. A vida é uma dádiva de Deus e a perfeição só a ele pertence. A vontade do homem de criar um ser perfeito além de ser uma afronta a Deus é também impossível, pois essa suposta perfeição já nasce imperfeita, afinal, todos nós temos defeitos, físicos ou de caráter, que muitas vezes não são detectados a olho nu.
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Portanto, antes que nos acostumemos a encomendar bebês como se fosse um sanduíche, continuemos a fazer bebês como fazemos os " bolos". Nunca saberemos se vai solar ou não! A habilidade, a sensibilidade, o talento, nenhuma dessas aptidões podem ser geneticamente determinadas, se assim fosse o filho de Pelé seria um gênio do futebol, a filha de Elvis Presley a rainha do rock, e geralmente isso não acontece.
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Diante disso tudo entreguemos essas decisões àquele que criou a vida, pois o mesmo sabe o que faz, embora nós nen sempre entendamos.
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Lori B. Andrews - Membro Shvoong

Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong

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sexta-feira, janeiro 16, 2009

PROGRAMAS DE TV SÃO O REFLEXO DA NOSSA CULTURA

NOTÍCIAS PELO MUNDO
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Se você é uma das pessoas que leu a biografia do famoso Assis Chateubriand, saberá como é forte o poder manipulador da mídia, a lavagem cerebral que nos é feita diariamente. Ao longo de toda a semana, nossas casas são invadidas por inúmeros que por sua qualidade não nos dizem nada, não nos ensinam nada, pelo contrário, parece que nos emburrece, que nos leva cada vez mais à alienação.
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Confesso que a sensação de impotência é tão grande, que um dia pensei em sair do Brasil, viver num país melhor, onde a cultura fosse valorizada. Pensei logo na Europa. E lá fui eu, Inglaterra, Londres! E cá estou eu de volta. Sabe porque? Porque não vi nada de diferente lá fora! Lá também existem os programas alienantes, lá existem os Gugus deles, lá existem os Fautões deles e lá existem os BBBs também. Sabe que eu sinto isto há muitos e muitos anos... Lembra-se do Chacrinha? Lembra-se do Bolinha? Eles eram contemporâneos do Silvio Santos! Naquela época, a minha inocência me fazia pensar o seguinte: Quando estes caras morrerem, vão colocar uma programação mais interessante na TV!
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O fato é que o Chacrinha e o Bolinha já se foram, o Silvio continua aí, mas aí apareceram Faustões, Gugus, Ratinhos, entre muitos outros... Pois é isto que o povo quer, é isto que o povo gosta. Gosta de BBB, fazer o quê? Eu, de minha parte, estou na fase de fazer a minha parte, ou seja, não assisto. Nem me lembro quanto tempo faz que não assisto Faustão, que não assisto Gugu, nunca assisti Ratinho, não vi um único episódio deste BBB-7. No entanto, os caras continuam aí!!! E quer saber, no dia seguinte, sou eu o "cara chato", o "intelectualzinho", e por aí vai... Fazer o quê?
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A empresa da minha esposa patrocinou uma peça de teatro e deu quatro convites para cada funcionário para a pré-estréia. Sabem quantos confirmaram presença? Três, apenas três funcionários! Minha esposa e mais dois. Garanto que se fosse um "pagodão", iria todo mundo!E então, vou parar por aqui, deixando uma única pergunta, que talvez dê origem a novos e melhores artigos que o meu e, quem sabe, um dia, tenhamos uma solução para este caso que parece insolúvel: E o que nós podemos fazer?

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Sinésio Capece - Membro Shvoong
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
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quinta-feira, janeiro 15, 2009

CULTURA DOS TECIDOS

CUIDANDO DA SAÚDE
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A cultura de tecidos é um termo genérico que inclui a cultura de órgãos, o qual é o crescimento de pequenos fragmentos de tecidos ou de um completo órgão embionário, e cultura celular, onde as células de um tecido são dispersas por meios mecânicos ou enzimáticos e se propagam como suspensão celular ou são prendidas em uma superfície de vidro ou plástico.
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A cultura de tecidos requer condições estéreis, e um meio de cultura contendo água, sais, muitos nurientes, e soro sanguíneo para a sustentação celular e para seu crescimento fora do corpo. Um meio de cultura sem soro tem sido desenvolvido para satisfazer necessidades e funções crescentes das células. Uma cultura iniciada de um tecido ou órgão é conhecido como cultura primária. Uma única célula de uma cultura primária pode ser isolada para iniciar uma linha de células para fornecer grande quantidade de material para se utilizar por muito tempo.
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Células em crescimento podem ser observadas sob o micróscopio e seus movimentos monitorados pelo intervalo de tempo de uma gravação em filme ou video para estudos posteriores. As células e tecidos de culturas de animais são amplamente utilizadas para pesquisa bilológica. Por exemplo, os métodos da cultura de tecidos são válidos para o teste de drogas com aplicação na medicina e para o preparo de vacinas, anticorpos, fatores de crescimento, coeficientes de coagulação, e numerosas proteínas.
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Células sanguíneas podem ser obtidas na medula óssea de doadores sadios, onde sua cultura é feita na presença de fatores de crescimento e utilizados no transplante de recipientes compatíveis no tratamento de doenças malígnas, particularmente da leucemia. Os métodos de cultura de tecido estão sendo desenvolvidos para o transplante das células produtoras de insulina, isoladas de um tecido pancreático fetal em pacientes com diabetes que não respondem ao tratamento médico convencional.

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Dr. Sajeev Vasudevan - Membro Shvoong
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
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segunda-feira, janeiro 12, 2009

MEU FILHO, MEU DISCÍPULO

Muitas vezes, olhamos a sociedade, e sentimos o reflexo de como está a família. Nesta mensagem, Judith Kemp, descreve e dá instruções de como educar os nossos filhos. Ela informa e aconselha com autoridade, pois apesar de muitas pessoas até terem boa vontade, muitas vezes, só conhecem a teoria, mas Judith fala com conhecimento de causa, pois é casada com Jaime Kemp, também missionário, possuindo também duas filhas, ou melhor, três filhas.
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No título do desta mensagem, “Meu filho, Meu discípulo”, Judith Kemp, convoca a todo mundo, não só aos pais atuais, mas também aos futuros, independente de serem pais biológicos ou adotivos, para refletirem sobre o papel de educar uma nova geração de seres humanos. Não basta simplesmente colocá-los no mundo. É preciso conscientizar que vidas de outras famílias poderão ter a possibilidade de alcançar longos dias sobre a face da Terra, se instruirmos corretamente os nossos filhos, a proceder corretamente, a agir adequadamente em toda e qualquer situação.
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Precisamos ensinar nossos filhos. Mas, para isso temos que saber o que ensinar. Judith, com sabedoria apresenta-nos um modelo a ser seguido: o instrutor Jesus Cristo!
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Jesus, em uma passagem bíblica, disse aos seus discípulos: Ide e fazei discípulos de todas as nações, ensinando tudo o que lhe fora ensinado. Nesta mensagem, a escritora relata alguns princípios que Jesus ensina. Ele fala de amor, fé, compaixão, arrependimento, perdão e muitas outras pérolas. Pede que os discípulos façam o mesmo. Ensinou-lhes o que devia ser feito e bem feito, e nós, quando temos filhos, eles também devem ser ensinados, não somente pelos professores nas escolas, mas também por nós. Nossos filhos são, antes de tudo, nossos discípulos, pois discípulo, significa que é alguém que estar sendo ensinado por outro que possui maior conhecimento, experiência e uma visão além do que os nossos olhos naturais podem contemplar.
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Não basta simplesmente dizer aos discípulos (filhos) o que fazer, que o correto é assim desse jeito ou daquela maneira. Existe também uma outra forma complementar que tem uma importância muito grande, e que é o exemplo que eu, ou você, ou qualquer pessoa deve acrescentar. Os discípulos (filhos) tendem a seguir os nossos exemplos.
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Por isso, neste texto encontrarás conhecimento e sabedoria. Aproveite e aprecie.

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Judith Kemp
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro
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domingo, janeiro 11, 2009

SE DEUS É BOM, PORQUE PERMITE O MAL?

CARTA
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Na internet eu vejo muita maldade como aborto, tortura, a fome na África. Então queria perguntar: Se Deus vê tudo isso, porque não tira essas pessoas do sofrimento? Me refiro principalmente às crianças.
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Resposta: Paz e Bem, Querida Irmã,
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A questão do mal é um dos maiores temas da humanidade. Ao longo da história muitos pensadores se debruçaram sobre esta questão. Porque o mal existe? Porque inocentes sofrem? Se Deus é bom, porque permite tantas abominações?
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Toda pessoa com sensibilidade já questionou-se sobre este problema. Eu também durante muito tempo fiquei com a minha fé posta à prova por não encontrar explicação compatível com o mau que eu via no mundo.
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Algumas doutrinas buscam explicação sobre o mal através das explicações reencarnacionistas, onde o mal colhido hoje é conseqüência do mal plantado em outra encarnação. Sem querer entrar no debate sobre doutrinas, a verdade é que durante o tempo em que busquei respostas nesta via religiosa, não conseguia explicação sobre o mal primordial. Sobre como este ciclo de mal se estabeleceu de maneira tão concreta e abrangente. Eu não conseguia resposta sobre a origem do sofrimento e do mal, quem era o causador afinal disso tudo e como isto se tornou tão abrangente que afeta a todos, independente do caráter, da fé, do status sociais.
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No entanto, a Palavra de Deus nos dá explicação bem precisa sobre as causas do mal, sobre porque afeta inocentes e sobre os planos de Deus para que não mais venhamos a sofrer com este mal. Vamos viajar juntos na Palavra?
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No livro de Gênesis, Deus cria o mundo e após ter concluído toda a criação, ele criou também o homem. Deus após ter criado este homem à sua imagem e semelhança, o abençoou: “Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a Terra e sujeitai-a” (Gn 1:28).
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Pense comigo, quando Deus criou o homem Ele concedeu ao homem duas bênção, dois dons: Povoar a Terra e sujeitá-la, ou numa tradução mais livre, governá-la. A partir daquele momento coube ao homem a autoridade espiritual sobre toda a criação, autoridade esta que nos foi dada pelo próprio Deus.
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A Bíblia nos ensina que os dons e vocações de Deus são irrevogáveis (Rm 11:29). Deus é fiel, mesmo que sejamos infiéis ele permanece fiel, pois não pode negar-se a si mesmo (2 Tm 2:12). Este aspecto da natureza de Deus é o que nos garante que suas promessas sobre nossas vidas vão se cumprir, é que garante a salvação pela graça independente das obras de justiça. Se não fosse a fidelidade de Deus à suas promessas não haveria nenhuma esperança para nós. O Senhor não muda, por isso nós não somos consumidos.Do mesmo modo, quando o Senhor deu ao homem autoridade espiritual sobre toda a criação, implicitamente havia a garantia de que jamais esta autoridade lhe seria tirada.
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Mas não existe amor verdadeiro se não existe liberdade. Liberdade até mesmo para negar este amor. E Deus é amor, ou seja, o amor para Deus não é opção é essência. E, deste modo, ao criar o homem à sua imagem e semelhança, ao dar ao homem autoridade espiritual sobre toda a criação, forçoso era que este mesmo homem tivesse a liberdade de agir conforme seus próprios desígnios, senão não seria amor, seria a pura e simples escravidão, talvez em gaiola de ouro, mas ainda assim escravidão.
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Bem, usando desta liberdade o homem resolveu seguir o seu próprio caminho longe de Deus. É o que se chamou de pecado. A partir daí nada mais seria como antes. Para se ter uma idéia do tamanho da nossa queda, no mundo projetado por Deus o único alimento era os vegetais, tanto para homens quanto para animais. Não havia seres carnívoros como há hoje, mesmo as grandes feras alimentavam-se de capim (Gênesis 1:29-30). Não se matava, nem mesmo para comer.
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O homem caiu. E consigo arrastou toda a criação, toda a criação caiu junto com o homem. Leões desenvolveram presas e garras, tubarões se tornaram máquinas de matar, terremotos e maremotos passaram a se tornar realidade quase cotidiana. Tudo o que estava debaixo da autoridade espiritual do homem caiu junto com ele. A deformidade moral do homem se reproduziu sobre todos aqueles que estavam sujeitos a ele. É por isso que mesmo entre os animais, estupros contra bebês, assassinatos, violência contra o mais fraco, genocídios, abusos sexuais acontecem com a mesma freqüência que nas sociedades humanas. “Maldita é a Terra por tua causa” (Gn 3:17).
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É exatamente por isso que Paulo escreve aos romanos que toda a criação está sujeita à perversidade, não por vontade própria, mas por causa daquele que a sujeitou e a própria criação também aguarda a redenção e geme e suporta angustias até hoje. Ou seja, toda a criação sofre por causa daquele que tem autoridade espiritual sobre ela (Rm 8:19-22).
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O projeto de redenção em Cristo Jesus não é algo que se finca unicamente no homem, mas que é anseio de toda a criação que se perverteu por conta das disformidades que tomaram conta de nossas almas quando nos afastamos Dele.
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Como disse antes, os dons e vocações de Deus são irrevogáveis. Sendo assim, não havia como Deus restaurar as coisas sem perverter a si mesmo. Não havia como Ele destituir o homem da autoridade que Ele mesmo outorgou, a não ser que o próprio Deus se tornasse homem. É por isso que Cristo, o Verbo, se fez carne, se fez homem, para ser o novo Adão, Espírito vivificante que redime o homem e, no momento certo, redimirá toda a criação. Cada ser vivo deste mundo anseia pelo dia da volta do Nosso Senhor, quando poderão retornar à casa do Pai e à sua verdadeira vocação. Esperam ardentemente pelo dia em que “lobo e cordeiro pastarão juntos e o leão comerá forragem como o boi” (Is 65:25)
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Somos nós os responsáveis pelo mal no mundo.
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Veja, o próprio teor de sua carta denuncia aquilo que nós somos. Você se preocupa com o mal e clama para que Deus fosse bondoso e livrasse ao menos as criancinhas. Mesmo em seu questionamento por justiça, sua preocupação maior é com as nossas crianças, mas o que dizer dos bois que morrem em nossos abatedouros? O que falar dos animais abatidos a pauladas para sustentar as indústrias de peles? E quanto aos que são sacrificados em laboratórios como cobaias dos remédios que usamos e que salvam as nossas vidas e de nossas crianças?
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Mesmo quando nos preocupamos com o mal, nos preocupamos com o mal que nos atinge, pois mesmo os que defendem o direito dos animais guardam em si suas próprias contradições, seus interesses de egos ou de desprezo ao gênero humano. Mesmo quando buscamos a justiça e a bondade, nossas motivações, via de regra, são egoístas.
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Então porque há o mal no mundo? A Bíblia responde, existe o mal no mundo por minha causa, por sua causa, por causa de todos nós.
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De que se queixa o homem? Queixemo-nos dos nossos próprios pecados.


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Resposta: Rev. Denilson Torres
Ministério Fruto do Espírito
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro
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sexta-feira, janeiro 09, 2009

BARRICA VELHA


Bem como de Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram sócios. Disse Jesus a Simão: Não temas; doravante serás pescador de homens. Lucas. 5, 10.
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Um certo fazendeiro estava pescando em uma velha barrica de água, colocada no quintal dos fundos de sua casa. Em dado momento, ele foi repreendido por seu vizinho: "Homem, não existe peixe dentro dessa barrica. Por que está gastando seu tempo desta maneira?" "Sim, eu sei que não existe peixe aqui", foi a resposta do fazendeiro. "mas", continuou ele,"é bem mais cômodo e prático do que sair para pescar longe de casa."
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Estamos engajados no serviço do Senhor, cumprindo a Sua comissão, "Ide e Pregai", ou estamos preferindo, como o fazendeiro de nossa ilustração, viver um cristianismo conveniente, onde os nossos interesses têm primazia e onde os sacrifícios e renúncias são ignorados? Estamos prontos a pagar o preço do nosso chamado ou deixando que outros realizem a tarefa que a nós foi confiada?
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Muitas são as vidas que se encontram perdidas neste mundo de ilusão. Caminham sem rumo e sem esperanças, necessitadas de uma mão que esteja estendida para reconduzi-las ao porto da salvação. Aguardam com ansiedade, clamam com aflição, mas parece que ninguém as ouve.
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Muitas vezes a igreja pratica um "evangelismo de comodidade" que, na realidade, tem muito pouco da verdadeira evangelização. O evangelismo deve ser feito onde se encontram as pessoas perdidas. E quantos estão prontos e dispostos a deixar o conforto e o bem-estar de sua comunidade?
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Onde estão os pescadores de almas? Por que demoram tanto? Talvez estejam pescando em uma barrica velha nos fundos da igreja!







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quinta-feira, janeiro 08, 2009

DEPRESSÃO-DOENÇA DO SÉCULO

CUIDANDO DA SAÚDE
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A depressão é uma doença, que afeta o físico, humor e o pensamento. As pessoas com essa doença, não ficam curadas por conta própria ou com pensamentos positivos. Ela afeta o raciocínio, à vontade, as relações afetivas, em geral. As pessoas que sofrem dessa doença, não devem tentar se comparar com outras pessoas com o mesmo problema, pois as manifestações podem ser diferentes. Uns com tristeza, desânimo e outros irritados, rebeldes, sem tristeza e nem choro.
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Todas as causas dessa doença, não são ainda conhecidas. Ela pode se manifestar como Atípica, que é uma maneira disfarçada e Típica, que se apresenta com todos os sintomas emocionais, como tristeza, choro, apatia, desinteresse e etc. Atividade física é muito importante, pois libera endorfinas, que são antidepressivos naturais e que melhoram o bem estar, funcionando melhor o estado físico comprometido pelos sintomas da depressão.
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A depressão é considerada um dos grandes males do século atual e tem seu registro desde a antiguidade, no século IV A.C., Hipócrates, considerado o pai da medicina, a tratava com o nome de melancolia. Já no século XIX, os médicos da época, começaram a usar a terminologia “depressão”. Estima-se que 17% de adultos sofram de uma doença depressiva, em algum período da vida.Os primeiros antidepressivos foram descobertos na década de 50, e muito evoluiu, desde então.
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Os medicamentos são eficientes e não são calmantes. São específicos para a melhora do humor ou do afeto. O principal medicamento será sempre o antidepressivo, que não criam dependência física ou psíquica; quase todos precisam de três a seis semanas para se ter resultado. A Organização Mundial da Saúde alerta que a Depressão é q quarta causa de incapacidade para o trabalho e prevê que nos próximos 20 (vinte) anos, ela mudará de quarto para segundo
lugar, na lista de doenças fatais.


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quarta-feira, janeiro 07, 2009

ÁFRICA: FOME E GUERRA

NOTÍCIAS PELO MUNDO
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Um continente assediado pela fome. Pelas estatísticas recentes, as cifras desse flagelo não param de crescer, tornando-se mais graves e mais preocupantes. A cada ano, 27 milhões de africanos, a maioria crianças, estão ameaçados de morrer de fome. Dos 800 milhões de habitantes, pelo menos 150 milhões vivem em debilitante escassez de alimentos.
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Os países mais atingidos pelo flagelo são: Etiópia, Somália, Sudão, Moçambique, Malavi, Libéria e Angola. Além disso, são os mais atingidos por violentos conflitos internos, que ameaçam aumentar a ruína. No fluxo do comércio mundial, no qual a África não tem condições de tomar parte, contribuem com modestíssimos 1,5%. Anualmente os EUA destinam como ajuda 1 dólar para cada africano, enquanto Israel é beneficiado com 700 por habitante. Com a queda do comunismo, o ex-império de Stálin foram os primeiros a clamar por uma gorda fatia dessa ajuda, oferecendo em troca seus imensos mercados ao capitalismo.
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A áfrica corre o risco de ver o aumento da degradação social e se transformar num continente que sobrevive da caridade alheia, sem condições de tratar seus problemas, entre eles a fome e a AIDS. A falência quase total do processo de descolonização é atestada pelo fato de que hoje 3 a cada 4 africanos vivem em estado de pobreza absoluta e a dívida externa é 5 vezes maior do que no início dos anos 80 (250 bilhões de dólares contra 50).
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Ditadura-Siad Barre» Nascido em 1921 e apelidado pejorativamente de hiena foi o ditador da Somália. Calcula-se que durante o seu regime, que durou de 1969 a 1991, tenha mandado matar pelo menos 200 mil somalis, enquanto 1 milhão viu-se obrigado a procurar exílio. Conseguiu, recorrendo ao terror, manter-se no poder até 1991, quando uma revolta popular o derrubou. Zaire, um exemplo de degradação» Submetido à ditadura de Mobutu a partir de 1965, o país compreende 450 línguas e tribos. Em 1991, a renda média de um cidadão de lá era de 92 dólares por ano, muito abaixo dos 5370 dólares pelos quais o Banco Mundial mede o limite da pobreza.
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Uma obra ilustrada de 180 páginas chegou a custar 1250 mil zaires e um operário mais que 30 a 50 mil por mês, em 1985 1 Zaire equivalia a 2 dólares. O país é ex-colônia belga, o Congo Belga. Independente desde 1960. O regime pós-colonialista levou o país a beira da falência e por isso o trono de Mobutu, que parecia intocável, começou a ruir. A resistência dos donos do poder, quase sempre apoiados por militares locais, ainda é muito forte e certamente não serão afastados com facilidade e nem em curto prazo.
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O mundo inteiro assiste a tal situação, nos entristecemos, temos uma missão e, principalmente o Povo Evangélico: orar pelos nossos Irmãos Africanos.





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terça-feira, janeiro 06, 2009

IDIOMAS NO MUNDO

NOTÍCIAS PELO MUNDO
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A Babel está em perigo. Tanto que a Unesco decretou 2008 como o ano internacional das línguas. O objetivo é chamar a atenção para o fato de que muitas línguas estão morrendo, levando com elas lendas e tradições milenares.
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Além de animais e plantas, organizações internacionais preocupam-se com a extinção dos idiomas. Segundo a Unesco, existem no planeta aproximadamente 6.000 línguas. Estima-se que 3.000 delas correm o risco de desaparecer. O Brasil é um dos países que concentra maior número de línguas em risco de extinção. Poucas palavras de origem tupi sobreviveram no país, como é o caso de cutucas.
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A ONU tem 6 línguas oficiais, usadas em encontros e documentos internacionais. São elas: Árabe, chinês, inglês, francês, russo e espanhol. A Europa é um caldeirão de idiomas: muitos também em risco de desaparecer. O catalão é a línguas tem maior número de falantes no velho mundo. Na Turquia e Vetnã é possível ao menos "ler" as placas nas ruas, graças ao uso de letras latinas para a escrita.O conjunto de sinais e gestos utilizados pelos surdos-mudos também é considerado um idioma. As escolas que o ensinam, por exemplo, são consideradas bilíngües. No Brasil, o idioma surdo-mudo se chama Libras.
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Uol Educação - Fonte Shvoong
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Rádio Rei dos Reis