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LEIA A BÍBLIA

sexta-feira, outubro 17, 2008

PAI HERÓI

PLANO FAMILIAR - EDUCAÇÃO
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Sempre é uma boa oportunidade para pensar um pouco mais sobre o lugar do pai na família atual. Além da contribuição biológica que é uma participação vital, a afetiva no papel do pai em nossa vida sempre esteve na vida da nossa família. A função do pai mudou muito, na medida que a cultura foi se transformando, aliás, a própria família também mudou muito.
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Pai, criatura com missão, com limites e possibilidades. Perto ou distante, nesta ou em outra dimensão, tudo isto contribui para que, hoje, o lugar do pai seja um tanto difícil de definir. Mas algumas coisas não mudaram tanto. Criar filhos continua sendo uma tarefa difícil, trabalhosa e complexa como antes. E por isso essa tarefa precisa ser compartilhada. O pai continua sendo, na maioria das vezes, essencial tanto pra gerar quanto pra acolher uma criança. Ele continua sendo aquele com quem as mães também contam para compartilhar a função de criar os filhos.Em geral, quando se pensa em pai, a primeira associação é com autoridade.
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Mas muitas vezes o conceito de autoridade é mal interpretado. Na família, essa autoridade é o adulto, que ocupa a posição de responsabilidade, de influência e tem o direito e o dever de impor regras. É como o maestro regendo uma orquestra. Essa pessoa está na função que chamamos função de pai, que é fundamental pro desenvolvimento de uma pessoa. Basicamente, a função paterna é dar limites, de trazer pro mundo do filho a noção de lei. Na verdade, isso começa muito mais cedo do que parece. Antes de tudo, é preciso que se diga que os limites e as regras estão cada vez mais difíceis de sustentar.
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Pais e filhos se tratam como iguais, como se fossem colegas da escola. Até parece que as diferenças não existem: as diferenças de idade, de experiência, de capacidades e funções na família. E o mais preocupante é que isto é confundido com flexibilidade e liberdade. Se o pai - ou a mãe - é do tipo que zela pelo seu lugar de autoridade, ele é visto como pai careta, rígido, antiquado. Isso na verdade é uma distorção do verdadeiro significado de liberdade.
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Quando os dois, pai e mãe, realmente compartilham essa função, e estão sintonizados em relação às regras, os filhos só têm a ganhar. E pode ser que seja justamente porque os pais se sentem cada vez mais distantes afetivamente de suas crianças que o filho adulto que pensa que está sendo maravilhoso porque nunca nega nada ao filho, está negando o que ele mais precisa que seja alguém que preencha o lugar de autoridade. Quando este lugar fica esvaziado, acaba gerando a idéia de que cada um se governa por si mesmo, que é cada um por si, o que dá um sentimento de abandono imenso.
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E a verdade é que a dificuldade de substituir situações e de sustentar as regras e a lei acaba passando para o filho a idéia de que não é preciso se submeter a autoridades, regras ou limites. Todos os filhos estão crescendo em sabedoria e compreensão. Quando escutamos a voz que nos guia para um bem maior, está aí o nosso pai, perto ou distante, revelando meios melhores
para vivermos em harmonia e com sabedoria tocarmos estrelas com as mãos. Boas energias.

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Gilberto Pompermayer
Canal Shvoong - Membro
Editado Por Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro
www.reierei.blogspot.com

O COMPORTAMENTO DOS PAIS E SUA INFLUÊNCIA

EDUCAÇÃO
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Realmente, a criança sofre influência das pessoas que a cercam. Essa influência acontece de forma natural e, geralmente, inconsciente. Para as crianças, os adultos são modelos de comportamento e a forma como agem diante de situações boas, prazerosas ou situações difíceis, complicadas, é um referencial fundamental para sua formação. A prova disso é que muitas vezes nós, pais e mães “nos enxergamos” nas atitudes de nossos filhos.
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O que se torna um grande problema é quando os pais tentam fazer dos filhos uma continuação de si mesmos, ou ainda, tentam dar na vida dos filhos uma reviravolta que gostariam de ter dado em suas próprias vidas. Aí, os adultos passam a ser “ditadores” do destino de seus filhos, causando, muitas vezes, discórdia e sofrimento, pois pensam que podem controlar o presente e o futuro das crianças e adolescentes. Os pais, de modo geral, fazem somente planos bons para os filhos, sonham coisas maravilhosas para a vida deles. Mas, é importante levar em conta que nem sempre esse sonho é o melhor para eles.
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Muitos exemplos podem ser considerados, como aqueles pais que querem escolher a carreira profissional que os filhos devem seguir. Por vezes, essa carreira é a que eles, os pais, por um motivo ou outro, não conseguiram seguir. Tem-se a impressão que querem ver nos filhos a si próprios, quando mais jovens, interferindo até mesmo na aparência física, opinando sobre os cuidados com o corpo dos filhos, o que devem fazer, revelando nesse modo de agir os ideais de sua própria beleza.
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A criança e o adolescente precisam ter os próprios sonhos, precisam idealizar a própria vida. A influência desse modo pode acarretar insegurança e medo de não se dar bem em uma profissão que não foi a escolhida pelos pais e isso pode fazer com que os filhos acabem escolhendo e se ajustando a sonhos que não eram os seus. Percebe-se, então que, muitas vezes, semelhanças existentes entre pais e filhos, pode ser fruto da convivência, do comportamento dos adultos. E aí está um grande desafio nas relações familiares: aprender a aceitar as diferenças, as opiniões de outras pessoas, aceitar que os desejos dos filhos podem ser diferentes dos desejos dos pais. E que os filhos podem sim, ser felizes escolhendo e lutando, eles mesmos, pelo seu futuro.

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Professora: Sonia das G. Oliveira Silva
Editado Por Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiterina do Rio de Janeiro
http://www.reierei.blogspot.com/

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