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sexta-feira, outubro 23, 2009

QUANTO VALE A SUA VIDA?

VIDA NOVA!
Que tipo de jovem é você? Daqueles que recebe bela mesada ou não? Se recebe, você é daqueles que gasta tudo na primeira semana ou é daqueles que economiza para comprar algo no futuro?E se você não recebe mesada, que tipo de jovem é? Daqueles que não estão nem aí para as contas de sua família ou daqueles que pegam a lista de compra do mês e fica comparando os preços atuais dos produtos com os preços do mês anterior, para ajudar sua família a economizar?

Ooops! Se você está entre os jovens que gastam toda a mesada logo que a recebem ou dos que não estão nem aí para as contas de sua família, seria interessante fazer uma experiência: passar dois ou três meses economizando e acompanhando a evolução dos gastos de sua família, com você e com todas as pessoas de sua casa. Quem sabe você descubra novas situações, como a independência na escolha de algo que você queira comprar, pois você economizou para isso, ou compartilhe com seus pais a preocupação sobre o valor das coisas, que é, na verdade, o custo de vida. Por falar nisso, você já se perguntou quanto vale a vida?

Mas, vamos voltar ao assunto inicial. Se você é dos jovens que economizam a mesada, como forma de valorizar o dinheiro recebido e garantir sua independência, ou se você já compartilha com seus pais a preocupação sobre se os produtos vão continuar aumentando no mês seguinte, ou não, também é hora de fazer uma experiência: converse com seus pais e pergunte se eles também agem como você. Quem sabe eles têm algo a mais a lhe sugerir ou, até mesmo, quem sabe é você que tem algo a sugerir para os seus pais!...

É interessante ressaltar que não se faz experiências apenas em ciências. Elas também podem ser feitas em nosso cotidiano, tendo por base o nosso meio social, independente de qual seja, se rico ou pobre. Por exemplo, uma experiência como a que primeiro sugerimos pode ser feita da seguinte forma: você escolhe dois ou três produtos que sua família consome mensalmente, como arroz, feijão e óleo, e acompanha a evolução do seu preço durante dois, três ou mais meses para ver se eles se modificam.

Os dados coletados em sua experiência podem ser discutidos tanto com sua família quanto com seu professor. Por exemplo, se você percebeu aumentos ou quedas de preços é importante procurar a explicação disso. Se aumentou pode ter ocorrido o que costuma-se chamar de inflação, e, se diminuiu, deflação. Ou pode, até mesmo, ser um período de safra do produto que você escolheu, o que também pode interferir nos preços. Encontrar os motivos da ocorrência da inflação também são importantes. Uma observação: é importante que as marcas, e outras características como o peso dos produtos que você escolheu, sejam a mesmas durante os meses de sua experiência.

Quem está do lado de cá do computador espera que você não ache esse papo estranho. Nós, inclusive, já mencionamos sobre ele em outro texto, como por exemplo, os sucessivos aumentos do gás de cozinha, como já tinha ocorrido no início da Nova República. Como o assunto é muito importante, pois interfere diretamente na vida de todos, nós voltamos a ele, trazendo alguns elementos que são o aumento da gasolina, do diesel e do álcool. E se aumenta o combustível tudo aumenta no país, o que se reflete no aumento da inflação. Sua experiência pode ser muito oportuna neste momento para ver como isso ocorre.

Para termos uma ideia do possível impacto deste aumento nos preços dos alimentos basta lembrarmos que para que o arroz chegue até a panela de nossa casa ele precisa ser plantado, irrigado, colhido, descascado, ensacado e transportado. Destas seis fases da produção, quatro delas utilizam combustível para serem efetivadas. Ou seja, não tem jeito, tudo fica mais caro e nossas contas diárias acabam aumentando.







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