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sexta-feira, novembro 08, 2013

NUNCA HOUVE E NUNCA HAVERÁ ALGUÉM IGUAL A JESUS









Pai é chegada a hora; glorifica a teu filho, para que o Filhote glorifique a ti. João. 17. 1 – 13 ao 16.

Diante do quadro do mais profundo sofrimento, reservado para Jesus Cristo a morte de cruz, mesmo assim Ele tem um momento de alegria, o cuidado com os seus, apresenta um amor sem igual, amor incondicional.

Ele faz promessas divinas. Ele amou todos sem distinção, completou toda Sua missão, pregou o perdão, falou do presente do futuro, deixou claro o cuidado amoroso do Pai para conosco. 
Este foi Jesus O único, sem igual! Não houve nem haverá alguém igual a Jesus Cristo o Rei dos Reis. No versículo em destaque, Jesus Cristo intercede por Si e pelos discípulos.

A oração sacerdotal de Jesus se divide em três partes: 1-5, Jesus ora por Si mesmo: 6-19, pede pelos discípulos: 20-26, suplica pelos futuros crentes. Glorifica.

Por este imperativo de súplica Jesus roga baseado na Sua autoridade de conceder a vida eterna a todos os eleitos. Visa diretamente a paixão. Pai é chegada a hora. Ponto central no plano redentor de Deus. Junto aos seus discípulos, Ele os amou demais para deixa-los sozinhos. Então, promete-lhes o Espírito Santo que os acompanharia e instruiria em toda a verdade.

Em convivência com seus discípulos, Jesus aproveita também a oportunidade para motivar a credulidade dos discípulos.  Lendo João 14.5-14, vemos que Jesus, diante da fé ainda imatura dos seus amigos, apresenta desafios motivadores através de afirmativas contundentes.

Por exemplo: assevera que aquele que nele crer de todo coração fará as coisas que ele faz e as fará maiores ainda (v.12). Jesus diz que aqueles homens humildes em sua maioria absoluta fariam coisas tremendas caso depositassem nele a sua fé.


A leitura de todo este texto, principalmente a partir do cap. 13. 36 até 14.4 Jesus responde ao questionamento de Pedro, e acha espaço para encorajar e confortar os discípulos diante da possibilidade real de sua partida.  Ele ensina que se deve ter controle sobre as pressões externas ao dizer, “não se turbe o seu coração”. Aliado a isso Jesus à crença incondicional, dizendo “creiam em Deus creiam também em mim”.

Portanto, “depois de falar assim“ revela verdades tremendas para nossa fé. Tal expressão nos remete ao final de João 13, indo até ao capitulo 16. A leitura deste texto revela uma beleza singular.  Jesus estava próximo de um martírio aterrorizante até o último grau. Ele sabia a extensão do sofrimento que o aguardava. Mesmo assim, manteve a serenidade e achou espaço para abençoar a vida dos seus amigos ao redor.

O amor de Jesus Cristo é tão abrangente, preocupante no  17.v24, Jesus mostra ao Pai Sua grande preocupação, diz assim: Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha “gloria” que me conferiste, porque me amaste antes da fundação do mundo. O versículo 25 é descrito assim: Pai justo, o mundo não te conheceu; eu, porém, te conheci, e também estes compreenderam que tu me enviaste. Pai Justo. Os atributos divinos de justiça e santidade separam o mundo de Deus (Hb 7:26).

Conhecer a Deus pela experiência da fé real em Cristo (25b) traz junto o privilégio de clamar o nome divino. “Pai” (Rm 8: 15s; Gl 4: 6) e sentir o amor divino.  Cristo roga ao Pai que os crentes possam compartilhar a alegria do céu. Ali perceberão o grande privilégio de terem sido amigos de Cristo.

Que a fé real em Cristo encha nossos corações, clamemos o nome divino, Pai! Estamos aqui, tenha misericórdia de nós, fortifique nossa fé e que possamos participar das alegrias dos altos céus.
Amém.

Por Rilvan Stutz






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