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domingo, agosto 30, 2009

VIDA E MORTE

EDIFICAÇÃO



Hoje pela tarde um amigo me contou que sofrera ontem um acidente automobilístico. Salvou-se. Mas por um pouco, teria sido fatal. Estava um tanto perplexo por pensar que tinha tantos sonhos que desejava realizar e que estavam tão longe ainda. Temeu morrer e não concretizá-los. Então eu escrevi para ele, fazendo algumas reflexões sobre este tema de viver e morrer. Celebrei com ele o que eu considero como benção, graça, favor especial não merecido... O de estar vivo e sair ileso.

Resolvi enviar este escrito.

Rita Cytryn


Quando somos bem jovens acreditamos que a morte seja algo remoto. Algo que acontece às pessoas idosas... Algo longe demais. Mas evidentemente que é uma perspectiva irrealista da vida...



Estamos morrendo todos os dias, a própria caminhada da vida é uma caminhada para morte. Fato intransponível da existência de todos os seres vivos. Durante o percurso temos que escolher como viver, o que muitas vezes é feito de forma inconsciente, através da negação do fato de que o tempo é um recurso que não é renovável. O tempo perdido, o tempo mal vivido não tem como ser recuperado. São prejuízos irreversíveis, mas que por inconsciência, minimizamos.


Se for assim, então o que fazer com o tempo? Como escolher? Quais são as prioridades? O que não posso deixar de fazer enquanto estou aqui? O que acontecerá comigo quando eu morrer? Quando morrerei? Devo me preparar para este evento? Haverá outro lado? Que me espera? Nada me espera??



Talvez fosse bom considerar as circunstâncias da vida, às vezes trágicas, que ocorrem com os nossos irmãos de caminhada. Que é preciso não esquecer de que estamos... Mas não para sempre. E que aquelas perguntas precisam ser respondidas. Precisamos ter convicção, ir às últimas conseqüências para atingi-la, sem nos contentarmos com respostas que no íntimo não convenceram.


Se há realmente eternidade um equívoco desta natureza é de fato importante. A vida da qual estamos tratando é a nossa. A morte ronda a cada momento. E a vida será eterna?


Bem certo de que nem morte, nem vida, nem anjos, nem principados, nem coisas do presente, nem do porvir, nem poderes, nem altura, nem profundidade, nem qualquer outra criatura poderá nos separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 8.28,38).





Holdings. Tel - Aviv - Jafra - Israel

Rita Cytryn

Ministério Fruto do Espírito

Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong

Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro


ALINHAMENTO DO SOFTWARE COM O PROCESSO

NOTÍCIAS PELO MUNDO

Muitas organizações, quando estão implantando um sistema de Informação (ERP, CRM, etc..) acreditam que o softwere será a solução dos seus problemas. Mas na realidade o softwere é apenas uma ferramenta criada para facilitar as tarefas organizacionais.
Assim como toda ferramenta o software deve ser utilizado de forma adequada. O uso incorreto fatalmente trará resultados diferentes dos esperados, colocando em dúvida a eficácia desta ferramenta. O momento da implantação/ Desenvolvimento de um sistema é muito oportuno para pararmos e analisarmos as tarefas cotidianas e a forma em que as “Coisas” estão sendo feitas. Algumas perguntas devem ser efetuadas com o objetivo de analisar melhor os processos e encontrar soluções mais simples para muitos processos.

O alinhamento entre software e processo é fundamental para a o sucesso na implantação de um novo sistema. Antes da implantação, uma equipe técnica que conheça tanto a área de sistemas quanto a área de negócio (de preferência que não esteja ligado diretamente ao processo, isso evita que “vícios do dia-a-dia” acabem influenciando o trabalho) deve discutir práticas e métodos utilizados para evitar que algo seja automatizado, antes de ser melhorado. Quando um processo é automatizado sem uma melhor análise, abre margem para que “erros“ também sejam automatizados.

O software deve ser conseqüência de uma análise feita por um grupo de trabalho, primeiramente a organização deve buscar a melhor forma de execução de seus processos. Isso evita que uma solução seja implantada e ao término do trabalho muitos “remendos” tenham que ser efetuados para que ferramenta atenda (Muitas vezes apenas parcialmente) a necessidades destacadas. Esta análise deve ser possuir seu escopo muito bem definido e uma duração estipulada, pois senão pode-se correr o risco de nunca sair do papel.

Sem datas estabelecidas a equipe pode ficar idealizando o sistema perfeito e nunca iniciar o trabalho prático propriamente dito. Em muitos projetos a equipe envolvida acaba dando mais importância para detalhes (Tecnologia utilizada, interface, design) ao invés de analisar as funcionalidades necessárias e disponíveis no produto. Esta prática é muito comum e pode inviabilizar muitos projetos, pois a atenção dada a modismos de técnicas e metodologias de desenvolvimento acaba tornando-se mais importante do que o próprio objetivo final do Produto.




Holdings. Tel - Aviv - Jafra - Israel
Prof. Jaison C. Scheel - Membro-Shvoong
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

Rádio Rei dos Reis