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quinta-feira, junho 27, 2013

ISAÍAS “O SANTO DE ISRAEL!” SEU LIVRO: "O CORAÇÃO DA ANTIGA ALIANÇA”



EDIFICAÇÃO








Este Profeta, além de ser considerado o maior de todos, é reconhecido como o mais evangelista do Antigo Testamento, e o seu livro “O Coração da Antiga Aliança”. Certamente foi por isso que tomou o primeiro lugar entre os livros proféticos, embora haja profetas que viveram bem antes dele, cujos livros só se incluem depois das obras dos chamados “profetas Maiores”.

Isaías revela-se como evangelista especialmente nos seguintes trechos que profetizam a vinda do Messias; da sua Pessoa, dos seus sofrimentos e do Seu Reino. O começo do livro já é um convite ao pecador a aceitar o perdão divino.

Isaías é merecidamente conhecido como o Profeta evangélico, visto que apresenta a mais completa e clara exposição do Evangelho de Jesus Cristo que se pode encontrar em qualquer porção  do Antigo Testamento.  Sendo um tanto parecido com a epístola aos Romanos, no Novo Testamento, o livro de Isaías serve de compêndio das grandes doutrinas da época pré cristã, e aborda quase todos os temas cardeais de toda a gama da teologia.

Ênfase especial recai sobre a doutrina de Deus, em Sua onipotência, onisciência e amor redentor. Em contraste com os imaginários deuses dos pagãos adoradores de ídolos, Ele se revela como o único verdadeiro Deus, O soberano Criador do Universo, que ordena todos  os acontecimentos da história de conformidade com o Seu grandioso e completo plano.

Em demonstração da autoridade e da inspiração de Sua palavra, Ele cumpre maravilhosamente as predições proferidas por Seus  profetas antigos.  Ele é o sustentador da lei moral, que leva a juízo todas as nações ímpias dos pagãos, até mesmo as mais ricas e poderosas delas, consignando-as para os montões de cinzas da eternidade,  ao mesmo tempo que Seu povo escolhido sobrevive para glorificar ao Seu nome.

É principalmente na qualidade de Santo de Israel que Isaías apresenta o Senhor, que o impelia a profetizar.  Sendo Santo, Ele requer  da adoração  antes e acima das formalidades da adoração por sacrifícios, o sacrifício o vivo de uma vida piedosa.  Com essa finalidade Ele faz as mais vigorosas persuasões tomarem conta das consciências  de Seu povo, tanto na forma de advertências  e apelo profético, como na forma de pressão exercida  pelos castigos que tinham o desígnio de conduzi-los  ao arrependimento.  Porém  na qualidade de Santo de Israel, Ele se mostra inalteravelmente comprometido com Seu povo,  com o qual fizera aliança, e é o fiel fiador de Suas graciosas promessas para perdoa-los  quando arrependidos, livrando-os  do poder de seus inimigos.  Ele se mostra pronto para livra-los dos ataques de seus arrogantes opressores gentios, ou para levá-los de volta à Terra Prometida, tirando-os da escravidão e do exílio.

Não obstante, na análise final, até os próprios crentes israelitas, nutridos no Antigo Testamento e desfrutando de privilégios de acessos a Deus impossíveis de comprar, aprenderam ali que são inerentemente pecaminosos e incapazes de salvarem a si próprios do mal.  Seu livramento final só pode vir através de um Salvador, o Messias divino humano .  Esse Emanuel, virginalmente nascido, e que é o próprio Deus todo-poderoso, estabelecerá o seu trono como Rei eterno sobre a terra  inteira e porá em vigor as exigências  da santa lei de Deus, quando vier estabelecer a paz universal, a bondade e a verdade sobre o mundo inteiro.

Não obstante, esse Rei  Messias só alcançará vitória na qualidade de Servo do Senhor, rejeitado  e desprezado pelo Seu próprio povo, ao apresentar o Seu corpo sagrado como expiação pelo seus pecados.  Através desse sofrimento e morte, Ele dará  livramento de alma não apenas aos verdadeiros crentes da nação de Israel, mas igualmente aqueles gentios de terra distantes  que abrirem seus corações para receber a Sua verdade.  Tanto os judeus como os exultantes súditos de Seu Reino Milenar, que está destinado a estabelecer o governo e Deus e a paz de Deus sobre toda a terra.

Podemos dizer: este foi “O Santo de Israel”, filho de Amoz, foi membro de uma próspera e respeitada família de Jerusalém, pois não apenas o nome de seu pai é registrado, como também gozava de relações íntimas com a família real e com os mais altos oficiais do governo.

Isaías “O Santo de Israel” “O Coração da antiga aliança”, o grande profeta do Senhor. Igual não ouve, cumpriu sua missão, seus exemplos inigualáveis e por contrário teve morte horrenda, como podemos imaginar o porquê de fim tão triste, “Serrado ao meio”, morte que só os desígnios de Deus os têm para a alegria da “SALVAÇÃO ETERNA!”, Assim também nos lembramos de outros grandes homens, “Servos fieis do Senhor”, sofreram morte horrível, lutaram pela  Salvação em Jesus Cristo, nosso Mestre.

Amados, temos grande missão: “Anunciar a Salvação em Jesus Cristo“. Amém.





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