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LEIA A BÍBLIA

terça-feira, abril 30, 2013

PAPAI NÃO É PERFEITO

        

               
 

 
 
 
Este texto, real e interessante, pois questiona o papel do pai na vida dos filhos a partir de um trabalho escolar. O que seria um pai herói. Lucas tem um amigo na escola, o Bruno que vive se vangloriando de seu pai por ser atlético, bonitão, bom de bola etc. A professora pede uma pesquisa sobre o pai e se ele seria um herói. Ao ser chacoteado pelo amigo Bruno, dizendo você vai fazer este trabalho como. Realmente, Lucas também não via nada de herói em seu pai, mas não aceitou a provocação e ao chegar em sua casa conversando com a mãe e irmã, teve uma grande surpresa pois passou a ver realmente quem era seu pai. Um verdadeiro herói.

O pai de Lucas tinha sofrido uma trombose que lhe deixou com uma paralisia parcial, por isto para os padrões normais ele estaria longe de ser um herói, mas isto é o que veremos. Seu após doença, aos dezenove anos teve de superar muitos obstáculos. A partir da elaboração do texto sobre seu pai, Lucas foi conhecendo verdadeiramente o pai, sua obstinação, seu caráter.
 
Com a ajuda de sua mãe e da irmã ele fez uma retrospectiva da vida de seu pai após a doença, de sua superação e da vida normal e independente que levava. Do quanto seu pai lutou e continuava lutando para superar seus limites.
Tendo consciência dos seus limites, sendo feliz apesar de diferente das outras pessoas. Lucas percebeu que existe muito preconceito em relação ao deficiente e que as pessoas “normais” muitas vezes são doentes do coração, dos sentimentos.
 
Descobriu que deficiente é o mundo em que vivemos. Lucas passou a conceituar melhor o que é ser um pai herói. Passou a reconhecer o verdadeiro herói em seu pai. Este momento comovente, de amor filial e de reconhecimento da importância do papel do pai na vida dos filhos na formação do caráter dos mesmos.
 
Neste texto encaramos o que todo adolescente de fazer para aprender a lidar com as limitações que acometem aos seres humanos e assim aprender a valorizar os portadores de deficiência física. Reconhecendo que o mundo não esta preparado para lidar com os deficientes fazendo de conta que eles não existem. Lucas concluiu que seu pai é um lutador, pois luta no dia a dia contra dificuldades insensíveis e jamais desiste! UM HERÓI.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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domingo, abril 14, 2013

O QUE É EPISTEMOLOGIA?



             EDUCAÇÃO






A epistemologia é um ramo da filosofia preocupado com a possibilidade e a extensão do conhecimento humano. Do grego Epstein, que significa "conhecimento", a epistemologia diz respeito a cada disciplina científica que contribua para o esforço coletivo de seres humanos. Teorias epistemológicas procuram descobrir a natureza, as origens e os limites do conhecimento humano.

É seguro dizer que todos os filósofos desde o início da civilização tem se preocupado em algum grau com a epistemologia. A filosofia é, por definição, o amor da sabedoria ou a busca de conhecimento verdadeiro. Com uma análise cuidadosa, os filósofos tentam diferenciar a verdade da crença e aparências. Epistemologia pretende fornecer uma base para o que consideram ser o verdadeiro conhecimento.

Muitos dos mais importantes filósofos, como Platão e Aristóteles, afirmava que o conhecimento é possível. Sua epistemologia repousava sobre a capacidade de diferenciar claramente entre a aparência e a realidade. Para Platão, essa epistemologia foi famosamente ilustrada através de sua teoria das formas. Epistemologia de Aristóteles afirmou que o verdadeiro conhecimento poderia ser alcançado por meio do exame de causa e efeito, combinado com a aplicação da razão e da lógica.

Outras escolas filosóficas antigas, nomeadamente os céticos, declararam que todo e qualquer conhecimento é impossível. Para eles, o que chamamos de conhecimento só é considerado crença na melhor das hipóteses. Em outras palavras, nunca podemos ter certeza de que nada é o que parece. A epistemologia dos céticos provocou uma resposta importante a partir de outras escolas de filosofia, como os estóicos, que foram dedicados à idéia de que o conhecimento é de fato possível.

Embora o ceticismo fosse um produto da Grécia antiga, que experimentou um renascimento na Europa do século 16, no início do Iluminismo. O famoso filósofo Renée Descartes, frustrada com a ignorância geral da Idade Média, trabalhou para formar uma epistemologia que a prova da possibilidade do conhecimento verdadeiro. Descarte começou por adotar a postura do cético que não sabemos nada. Ao considerar todo o seu conhecimento prévio para ser apenas crença, sua mente estava livre para descobrir a verdade mais simples, básico e necessário que não poderia ser logicamente refutada. Ele chamou isso de "método da dúvida".

Descartes tornaram-se desanimado depois de descobrir que ele poderia duvidar de quase tudo, devido à possibilidade de que toda a sua experiência pode ser distorcida por suas percepções. Cada sensação derivada de seus sentidos físicos poderia muito bem estar enganando. Em última análise, ele descobriu que, a fim de ser enganado, ele deve ter uma mente e ser um ser pensante, ou como ele famosamente declarou: Cogito Ergo Sum, ou penso, logo existo. Ele deduziu que, porque ele poderia pensar, ele poderia saber com certeza que ele existia. Para Descartes, esta verdade foi o início de uma epistemologia que estabeleceu a possibilidade de conhecimento.
 




 



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terça-feira, abril 09, 2013

AS MARCAS DOS GIGANTES DA FÉ



             EDIFICAÇÃO

     





’Estai vós de sobreaviso, porque vos entregarão aos tribunais e às sinagogas; sereis açoitados e vos farão comparecer à presença de governadores e reis, por minha causa, para lhes servir de testemunho. Sereis odiados de todos por causa de meu nome; aquele, porém, que perseverar até ao fim, esse será  salvo.’’  Mc 13.9,13.

Recordo-me que quando li, já faz alguns anos, pela primeira vez o best-seller “ Torturados por Amor a Cristo’’ de autoria do Rev. Richard Wurmbrand, chorei copiosamente. Aliás, todas as vezes que volto a examinar essa obra profundamente espiritual, meus olhos se enchem de lágrimas.Vejo-me um pequeno anão na Fé, diante de gigantes do Evangelho na História da Igreja de Cristo. Envergonho-me em viver num mundo ocidental cujo Cristianismo tem sido manchado pela teologia da prosperidade, pelos múltiplos escândalos nas lideranças “cristãs’’, cada vez mais competitivas no mercado gospel, e por numerosos templos religiosos cheios de pessoas vazias de Deus que egoisticamente só se preocupam em alcançar a “ benção’’, esquecendo-se do Dono da benção.

Envergonho-me em ver uma geração analfabeta da Bíblia que corre atrás dos shows gospel e seus ídolos, enquanto milhares de cristãos no Oriente estão sendo perseguidos e martirizados. Permita-me, meu amigo (a), compartilhar o testemunho de um cristão cujo sofrimento por amor a Cristo, edifica milhões de vidas ao redor do mundo, inclusive a minha.

Consta em sua bibliografia relatada na obra supracitada que: “o Rev. Richard Wumbrand passou 14 anos como prisioneiro dos comunistas, torturado em sua própria terra, a Romênia. Em maio de 1966 chegou a testemunhar em Washington perante a Subcomissão de Segurança Interna do Senado Americano, ocasião em que tirou a camisa para mostrar aos presentes dezoito profundas cicatrizes provocadas pelas torturas físicas recebidas. Sua história foi levada a todo o mundo pela imprensa livre dos Estados Unidos, da Europa e da Ásia. 

Líder cristão tem-no considerado o “Mártir Vivo’’, o “Paulo da Cortina de Ferro’’ e “a voz da Igreja Subterrânea’’. Creio que essas credenciais já são suficientes para nos conduzir a reflexão sobre o tipo de Cristianismo que estamos vivendo em terras brasileiras. Será que a Igreja Evangélica em nosso país está preparada para exercitar um mesmo nível de fé e fidelidade, que a Igreja Perseguida sustenta nos países declaradamente hostis ao Evangelho de Cristo? Pense nisso.

Sabemos que a perseguição aos cristãos é um fenômeno que ocorreu em toda a história do Cristianismo, desde o seu nascimento, sob o judaísmo, passando pelos primeiros séculos, sob o Império Romano, e chegando até os nossos dias. A Bíblia diz que todo aquele que quiser viver piedosamente em Cristo será perseguido (2Tm 3.12).

Paulo diz: “A vós foi dado o privilégio não apenas de crer em Cristo, mas também de sofrer por ele” (Fp 1.29).O versado autor cristão, Rev. Hernandes Dias Lopes, em seu artigo ‘’Como ser um cristão fiel até a morte’’ relata que Dietrich Bonhoeffer enforcado no campo de concentração de Flossenburg na Alemanha, em 9 de abril de 1945 escreveu que o sofrimento é o sinal do verdadeiro cristão. Enquanto estamos aqui, muitos irmãos nossos estão selando com o seu sangue a sua fidelidade a Cristo.

Por isso, deixemos de viver um Cristianismo egocêntrico, superficial e mesquinho. Aprendamos com Paulo, as pisaduras do Mestre quando diz: ‘’ Ninguém me moleste; porque eu trago no corpo as marcas de Jesus’’(Gl 6.17). Querido (a), quais são as suas marcas espirituais que testificam o seu amor por Ele? Tem alguma? Pense nisso e que o Senhor te abençoe!  







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segunda-feira, abril 01, 2013

AVÓS E “PAIS”

       

            EDUCAÇÃO
 





Um fenômeno comum em nosso tempo é que a paternidade vem sendo assumida cada vez mais pelos avôs. Há muitas causas para isso: são, por exemplo, os pais ou mães separados que voltam a residir na casa paterna; decorre, também, da gravidez na adolescência, cujas conseqüências são assumidas, de fato, pelos avôs; é o caso, ainda, dos pais e mães que, embora casados e com um lar constituído, dedicam a maior parte do tempo a um trabalho intenso, “terceirizando” aos avôs o cuidado e a educação dos filhos.

Mas será que esse fenômeno é natural, uma mera característica do mundo moderno? Ou terá conseqüências indesejáveis nas relações familiares e no próprio futuro da nossa sociedade?


Indagações dessa natureza não comportam solução única. Evidentemente, há que se verificarem cada situação para se decidir, dentre as opções possíveis, a melhor. Há, por exemplo, casos de falecimento dos pais ou mesmo situações de doença, alcoolismo ou dependência química, cuja solução é mesmo deixar aos os cuidados dos avôs, que então de maneira heróica, saberão encontrar forças para levar a cabo com muito amor essa sublime missão.


No entanto, essas situações devem ser tratadas como excepcionais. É que a obrigação de cuidar, educar e formar os filhos compete, por princípio de direito natural, aos pais. A paternidade e a maternidade não se exaurem no ato de gerar. Bem ao contrário, trazem em si o grave dever de zelar pela formação da prole. E essa missão não pode ser pura e simplesmente delegada a ninguém.


Muitas vezes, porém, são os próprios avôs que contribuem para essa situação. Seja em decorrência de uma personalidade possessiva e dominadora, seja por um protecionismo exagerado, acabam por impor os próprios critérios na educação dos netos. Além disso, quando os pais não possuem recursos econômicos para prover às necessidades dos filhos, ou esses são muito escassos e insuficientes, criando uma dependência dos avôs, é freqüente que a figura de provedor acabe por implicar uma submissão dos filhos.


Nesse caso, é preciso deixar claro que os avôs não detêm a mesma autoridade que os filhos em relação aos netos. E mesmo quando contribuem economicamente para a sua educação, isso não lhes permite “comprar” o direito de impor os próprios critérios. Será então necessário ter a valentia e a humildade para ajudar sem exigir nada em troca, assegurando aos pais o protagonizou na educação.

Então qual seria, nesse contexto, o verdadeiro papel dos avôs?
É necessário ressaltar que podem desempenhar uma missão importantíssima e muitas vezes insubstituível. Dizem os especialistas que o avô e a avó estão num mesmo tempo biológico que os netos. É por isso que freqüentemente têm muito mais paciência para estar com eles, sem pressa, numa convivência saudável e propícia para a construção de bons valores.


Dizem que os avôs têm o direito de “estragar os netos”. Se bem entendida a frase, é necessário admitir que tenha uma boa dose de sabedoria. Não se trata, evidentemente, de destruir tudo o que os pais porventura tenham edificado na formação dos filhos. No entanto, permitir vez por outra um doce antes da refeição ou comer a pizza com a mão, contrariando alguns caprichos dos pais, não faz mal a ninguém. Com efeito, os avôs existem também e muito especialmente para temperar alguns rigorismos na educação dos pais.

Lembro-me das “aulas” de condução de veículo que tive com meu avô e das inúmeras travessuras que então ele fazia. Por vezes, agia como uma criança. No entanto, como era palpável e verdadeiro o amor que tinha por mim! Só de recordar aquela convivência maravilhosa me invade uma saudade que dilacera o peito. E aquele seu jeito brincalhão não significa que não tenha contribuído para a minha educação. Guardo bem gravada na memória um conselho que me deu num baile de formatura: “Filho, é dos pequenos gestos que se faz um grande homem”. Quantas vezes esse sábio conselho orientou minhas ações e decisões...






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