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sábado, janeiro 12, 2013

HISTÓRIA DA LITERATURA

           MENSAGEM

      










A história da literatura estuda os movimentos literários, artistas e obras de uma determinada época com características gerais de estilo e temáticas comuns, assim como todas as modificações ocorridas nas produções literárias e sua sucessão ao longo da evolução da sociedade no tempo.


Como todas as outras artes, a literatura reflete as relações do homem com o mundo e com seus semelhantes. Na medida em que essas relações se transformam historicamente, a literatura também se transforma, pois sendo sensível às peculiaridade de cada época, tende a problematizar a existência, questionar a realidade e idealizar a organizar e convivência social etc. 

Por isso,as obras de um determinado período histórico,ainda que se diferenciem umas das outras,possuem certas características comum que as identificam.Essas características dizem respeito tanto á mentalidade predominante na época quanto ás formas, ás convenções e ás técnicas expressivas utilizada pelos autores.



Chamamos de escolas literárias os grandes conjuntos em que costumamos dividir a história da literatura. Essas divisões tem uma função, sobretudo didático, ajudando-nos a compreender as transformações da arte literária ao longo do tempo.
 
As mudanças desses estilos, no entanto, não acontecem abruptamente. É comum haver um período de transição. Portanto, os estilos não admitem limites cronológicos rígidos. O que é um contínuo modificar-se, um processo dinâmico.


Não se pode dizer que há a simples substituição de estilo. As características de um período sobrevivem em outro. Se há substituição de algumas delas, podem-se identificar zonas fronteiriças em que as características se interpenetram, dificultando o estabelecimento de limites.


Estilos individuais

Classificar um autor como participante de um ou outro período literário é uma preocupação de natureza didática ou científica.


Cada poeta ou prosador tem uma marca pessoal que o diferencia dos demais. Essa marca é o seu estilo individual.


Ao se expressar, cada pessoa, utilizando-se de seu estilo individual, faz escolhas entre as infinitas possibilidades que a língua oferece.
  
Na literatura, o estilo se coloca a serviço da criação artística e se manifesta, por exemplo, na seleção de palavras em função da carga afetiva, do sentido (literal ou figurado), do valor expressivo das rimas, do ritmo, e da sonoridade, na organização textual, no uso de inversões e repetições.
 
Cada autor desenvolve seu estilo pessoal e imprime em seus textos um modo muito particular de se expressar fazendo uso da língua.


Todo artista vive numa determinada época e suas obras refletem de algum modo o espírito de seu tempo e de sua sociedade. Isso faz com que as obras literárias de artistas de uma mesma época histórico-cultural apresentem características comuns, tanto na forma, quanto no conteúdo.


Apesar de apresentarem afinidades com os estilos predominantes em suas épocas, os grandes escritores procuram produzir obras originais, transcendendo então as características dos períodos literários a que estão associados.


Além disso, a obra de um mesmo autor pode, por exemplo, apresentar traços românticos em  certo momento e, depois, mostrar-se marcadamente realista. É o caso de Machado de Assis. Seu livro Crisálidas (1864) apresenta versos ainda românticos, mas ele é considerado, nos livros de história da literatura, o principal representante do Realismo brasileiro.


Essas marcas coletivas, essas semelhanças de autores dessemelhantes, constituem os estilos de época ou Escolas literárias.


Cada escola literária pressupõe uma estética, isto é, uma maneira peculiar de entender e fazer arte. Assim, as expressões escolas escola literária, estilo de época e estética costumam ser usados como sinônimos.

Estilos de época:
Em um dado momento, convivem diversos autores, portanto diversos estilos individuais.

Notam-se, no entanto, certas afinidades entre as obras de uma mesma época, semelhanças, por exemplo, quanto à linguagem, aos temas abordados, ao modo como se apropriam da realidade e a recriam, à visão de mundo e do ser humano. Assim como cada autor tem seu estilo individual, cada época também tem seu estilo, identificado pelas características predominantes nas obras produzidas nesse período, ou seja, coexistem, num mesmo momento histórico, estilos individuais e o estilo de época, também chamado de movimento literário. Pode também ocorrer a convivência de estilos de época distintos em um mesmo momento. Um exemplo: na segunda metade do século XIX, paralelamente ao Realismo e ao Naturalismo na prosa, manifestou-se, na poesia, o Parnasianismo.


Como a realidade muda sempre, muda também o modo como o ser humano percebe essa realidade e como se relaciona com ela. Isso reflete tanto nos estilos individuais quanto nos estilos de época.


Enfim, há um diálogo constante entre as estéticas literárias, assim como há também um diálogo que se estabelece entre a literatura e o contexto histórico-social e entre a arte literária e outras artes.


Procurando principalmente facilitar a compreensão dessas transformações da arte literária, estudiosos, relacionando critérios sócio-históricos e estéticos, preocupam-se em dividir a história da literatura e nomear os vários períodos literários, aos quais correspondem estilos de época específicos.


Assim como, na História Geral fala-se em Idades (Idade Média, Idade Moderna), na História da Literatura temos certa quantidade de Escolas Literárias em blocos chamados Eras. As Eras Literárias relacionam-se culturalmente com as idades históricas.









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