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quinta-feira, maio 26, 2011

VAMOS A NÍNIVE?

EDIFICAÇÃO





Homenagem
IPB de Gurupi
-Tocantis - M.Grosso


“Dispõe-te, vai à grande cidade de Nínive e clama contra ela, porque a sua malícia subiu até mim”. Livro de Jonas. 1 e 2.
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Este convite “VAMOS A NÍNIVE?” Nos faz lembrar a história do Profeta Jonas. Sabemos que cada Cristão tem uma responsabilidade maior com o Senhor dos Exércitos, pregarem a Palavra, levar a Salvação ao nosso próximo. Lembramos de Jonas e ficamos preocupados, temos ido a NÍnive?


A ordem para Jonas e providencial exemplo para os Servos do Senhor nos dias de hoje. O Cristão precisa observar se está dentro deste contexto. Observar com cuidado se está dentro da Vontade maior a Ordem Divina, tanto como aconteceu com o Profeta Jonas, como no “Ide” do nosso Senhor Jesus Cristo. Estaremos negando a ambas as situações ou já estamos viajando para Nínive?


Vivemos vida regalada, fácil ou mesmo humilde não importa, mas como Servos precisamos cumprir o desejo do Senhor, caso contrário nossa vida ficará igual ao Profeta. Muitas vezes deixamos escapar ou relaxamos, o Servo se preocupa com si próprio, esquece que como Cristão tem algo mais a oferecer ao Senhor, se estender em missão, levando o Evangelho aos que não conhecem isto quer dizer: estou pronto para viajar até Nínive! Ou sucumbiremos em alto mar “na boca de um grande peixe?”.

O Profeta pensou que se esconderia do Senhor, planejou ir para a Cidade de Társís uma Cidade longínqua que fica ao Sul da Espanha, Jonas deixou de olhar para o grande poder de Deus que está presente em todos os nossos passos. Deus entregou a missão ao Profeta, podemos dizer que para a época era uma missão difícil, mas o Profeta preferiu fugir, negar a missão. Deus queria o Profeta Jonas um Missionário.

A missão do Profeta diga-se era difícil (embora para Deus nada nos impeça de fazer a Sua Vontade), mas Jonas faltou em sua fé, talvez fosse medo, fugiu. Nínive Capital do Império Assírio, ao nordeste da Palestina, Jonas tinha que pregar contra os pecados daquela cidade que eram grandes e exigiam intervenção Divina. A fuga de Jonas tinha por finalidade, escapar da missão, era incumbência difícil, e, talvez, evitar a conversão e a preservação daquela Nação que seria uma ameaça para Israel. Foi a partir deste momento que se dirigiu para o porto marítimo de Jope, mais acessível à Judá e a Israel. Pensava Jonas de lá ir para lugar bem longe de Nínive outro lugar mais afastado.

Entre todos os acontecimentos durante a fuga, a viagem para bem longe, levou Jonas a restauração, livre do grande peixe, trazido a terra, a voz do agradecimento o levou a promessa de oferecimento de sacrifício, o Profeta fala ao Senhor: “o que votei pagarei. Ao Senhor pertence à Salvação! (parte final do cap.2.v 9). Jonas já reconhecia a obediência, que conserva a comunhão com Deus vale muito mais que a satisfação da vontade própria, da alegria da carne, que inevitavelmente leva à desgraça. O peixe só restaurou Jonas a terra, depois de em seu coração se ter restaurado o desejo de pôr em prática a sua vocação missionária”.

Precisamos viajar até Nínive! Precisamos restaurar nossa voz missionária perante o Senhor! Ele é nosso comandante e espera por milhares e milhares de missionários.

À Vontade é que assim nunca esqueçamos que o Senhor da Glória espera pelos seus! Amém.

















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