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LEIA A BÍBLIA

quarta-feira, setembro 29, 2010

DEMOCRACIA, O DIREITO E DEVER DE TODOS

MENSAGEM




A palavra, democracia, expressa o direito de todos. Etimologicamente teve a sua origem na junção de duas palavras gregas: Demos traduzida por povo e kratein, traduzida por governo, resultando no vocábulo demokratía. Teve a sua origem na Grécia antiga, por volta do século V a.C. Caracterizava uma forma de governo que tinha como fundamentos três direitos essenciais, usufruídos pelos cidadãos atenienses: Igualdade, liberdade e maioria.
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Foi atestado, primeiro por Heródoto, o pai da história, no século V a.C. como "governo do povo pelo povo". O historiador dos lábios de Péricles, na oração póstuma aos atenienses mortos na Guerra do Peloponeso, declarou: "Nosso regime político é a democracia e assim se chama porque busca a utilidade do maior número e não a vantagem de alguns. Todos são iguais perante a lei, e quando a república outorga honrarias o faz para recompensar virtudes e não para consagrar privilégios. Nossa cidade se acha aberta a todos os homens”.

A Democracia, em seus primórdios, subsistia em duas modalidades. A primeira era a democracia participativa que consistia no direto que o cidadão possuía de impor suas próprias idéias, defender com afinco seus argumentos pessoais em prol do bem estar social e político. A segunda era democracia representativa que consistia na escolha de representantes legalmente conduzidos ao governo por meio do voto popular, ainda, assim, permanecendo o governo do povo para o povo. Contudo, o crescimento da humanidade resultou na sociedade de massas. Esse fenômeno intensificado na metade do século passado impôs, por necessidade de sua lógica, novos rumos para a democracia, trazendo à lume a legitimidade da democracia representativa.

Hoje, no Brasil, através da democracia representativa, o cidadão goza dos dois direitos fundamentais da política. A isonomia que é a igualdade de todos perante a lei e a isegoria que é o direito de expor e discutir em público opiniões sobre ações que o estado deve ou não realizar. Hoje somos envolvidos pelos reflexos dessa modalidade democrática em todas as áreas de convivências, em que, governo e disciplina são extremamente necessários.


A igreja Presbiteriana do Brasil, por exemplo, tem o seu governo democrático representativo. Está instituído na ação de representantes, eleitos em assembléias, para exercerem o governo eclesiástico nos concílios da igreja. Em uma igreja local, a Assembléia Geral da Igreja é o fórum em que se exerce o poder dos que governam e dos que são governados. Vejamos os fundamentos do Art 3°, da CI/IPB. Nela os que são governados, escolhem os presbíteros, seus legítimos representantes para exercerem, junto com o pastor, nos fundamentos dos Artigos 50, 51, 75 e 83, da CI/IPB o governo e a disciplina da igreja.

Oremos para que Deus nos abençoe, dando-nos sabedoria no uso da democracia, o uso de nossa liberdade não se torne em libertinagem, o pleito eleitoral do dia três de outubro transcorra na mais perfeita ordem.
Que Deus, em sua infinita misericórdia e em sua excelsa graça, nos abençoe!
Amém!

Rev. Cleuso Nogueira





Igreja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Rev.Cleuso Nogueira - Artigos

I.Presbiteriana Central de Minas Gerais
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sábado, setembro 25, 2010

A NECESSIDADE DE SE REVER A VERDADEIRA E REAL IGREJA PARA CRISTO

EDIFICAÇÃO

Anda na minha presença e sê perfeito.
Gn..17.1b.


Entendemos que a Real e verdadeira Igreja de Cristo é aquela em que seus membros se amam como Jesus amou. Assim, também devemos amar. Que perdoa como Jesus perdoou. Quando também devemos ter o mesmo sentimento. O Jesus que curou. Jesus que assistiu aos menos privilegiados e os amparou e, ainda ressuscitou a muitos.

Morreu por cada um de nós. Sua morte alcança pecadores para um estado diferente, a Vida Eterna! Isto é amor, o amor sublime, sentimos a Igreja de hoje a “terrena”, com tristeza, pois sabemos que nossos pecados nos impedem de alcançarmos o necessário alvo e estágio de Santidade. Também não é atitude Cristã ficar observando não necessariamente o Irmão de “um lado para outro”, pois assim nos tornamos inconvenientes, biblicamente falando.

Olhar para o defeito do meu irmão? Para que? O que nos preocupa muito é a falta de uma vida de busca dedicada ao Senhor. Por contrário, sem um bom comportamento e atitudes maduras não nos ajudaria a chegar perto de uma Igreja dedicada, mais consagrada. Um bom aperfeiçoamento e intensa busca na ação do Espírito Santo de Deus em nossas vidas é imprescindível.

Falar de Igreja é um dos motivos que mais nos faz meditar e nos preocupa, pois “TEMOS PERDIDO MUITO NA BATALHA PELA BUSCA DA SANTIFICAÇÃO. Nossa vida em poucas voltas já nos conduz ao pecado, a união com Cristo nos abastece em maior vigor, o que O Pai nos oferece, vem de Cristo, é gratuito.

Precisamos amar nos doarmos com o coração aberto. Encontraremos a certeza que nos levará para e, com atitudes mais reais, sinceras que nos levará a Cristo e Sua Igreja verdadeira. O Apóstolo Paulo, quando se dirige ao Povo de Filipos, sente alí a alegria, união à saudade de quem conhecia um Povo fiel, uma Igreja fiel, povo que amava a Cristo e sua Igreja.

Ele afirma que o Cristão não deve esmorecer. Desta forma devemos abandonar as coisas que pesam e atrapalham nossa caminhada Cristã. Assim devemos conduzir todos os nossos Irmãos os tornando “Um”, estaremos “erguendo uma Igreja mais real”, a Igreja de Cristo.

Ao mesmo tempo devemos renovar nossas decisões de prosseguir com determinação da busca e perfeição, isto como meta áurea para todo o Cristão, o Apóstolo Paulo diz: Irmãos quanto a mim, não julgam havê-lo alcançado para as que diante de mim estão, prossigo para o “alvo”, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.

Irmãos, a expressão “prossegue. (ato de prosseguir)”, para o alvo, tem em si muitas lições importantes para cada um de nós. Por exemplo: a finalidade da Igreja, é dever de seus membros buscar a perfeição a cada momento da vida, mesmo sabendo tal meta será alcançada no céu. Aqui, nesta esfera terrena da vida, temos sofrido com injustiças e ficamos separados. Não importa, nossa meta seja alcançar o “mover” dos homens e, tenhamos verdadeiramente como “meta a Igreja, o amor que Ele tanto merece”.

Ao chamar Abraão, Deus lhe disse: Ande na minha presença e sê perfeito (Gn. 17. 1). Ande em minha presença e persiga a meta da perfeição. O Apóstolo Paulo, nos alerta que também deveríamos como Cristãos estabelecer a “estatura de Cristo”, como alvo a ser alcançado, (Ef. 4.13). Como o Apóstolo Paulo eu falo: Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de contemplá-la até o dia de Cristo Jesus! Que sejamos Mais que vencedores em nossa meta, seja: alcançar o “alvo”.









Igreja Presbiteriana do Brasil
Diácono Rilvan Stutz - Membro Catedral
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

segunda-feira, setembro 20, 2010

CARTA DA CANDIDATA MARINA SILVA

NOTÍCIAS PELO MUNDO


CARTA DE MARINA SILVA


A direção deste blog informa aos prezados amigos, que não temos prioridade ou iniciativa direcionada de entrarmos no campo político. Mas, nos deparando com tão belo te
xto, que consideramos de grande exemplo de "Edificação", educação, carinho, amor, sabedoria e inteligência. Desta forma, não poderíamos nos refutar a publicação desta carta da Senhora candidata a Presidência da República, Marina Silva (em resposta).

A Direção do blog "Reis dos Reis".
Diácono Rilvan Stutz
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CARTA DE MARINA SILVA
Os textos abaixo pode ser conferidos em http://www.minhamarina.org.br/blog
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AO AMADO DOM MOACYR
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Li na Folha (22/5) sua afirmação de que sou frágil e não tenho perfil para a Presidência da República. No início, fiquei triste. Já tinha ouvido algo parecido do senhor, de forma carinhosa, mas ler assim como está no jornal tem outro peso. Refletindo mais, reconciliei-me com sua mensagem.
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Quando ando por aí, muitos me dizem que minha luta é de Davi contra Golias. Então vamos conversar sobre passagens bíblicas, que conhecemos bem. Elas se completam e iluminam o que quero dizer. Quando Saul terminava seu reinado, Deus mandou o sacerdote e profeta Samuel ungir novo rei entre os muitos filhos de Jessé. O profeta procurou entre os mais belos, os mais fortes e os mais habilidosos, mas Deus descartou todos. Jessé lembrou então de Davi, o seu filho mais novo, que pastoreava ovelhas. O profeta o achou muito fraquinho, meio esquisito. Mas Deus ordenou que o ungisse rei dos israelitas, porque olhava para o seu coração, e não para a sua aparência.
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Foi assim que Davi foi escolhido para ser rei. E logo provou seu valor ao enfrentar Golias, o gigante filisteu, guerreiro acostumado a usar escudo, capacete e armadura e a manejar a espada. O jovem Davi, aparentemente fraco e sem muito preparo para aquele tipo de duelo, ganhou a luta porque não tentou usar a armadura de Saul, que lhe fora ofertada e nem lhe cabia direito. Usou sua própria arma, a funda, e ali colocou a pedra para jogá-la no lugar certo, na testa do gigante.
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Assim como o senhor, dom Moacyr, Samuel era homem corajoso, temente a Deus, preparado para o sacerdócio desde um ano de idade. O senhor é muito importante na minha vida, da mesma forma que Samuel foi na vida de Davi. E está me vendo com olhos cuidadosos, preocupados com circunstâncias que talvez me causem sofrimento.
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Mas, como sabe por experiência própria, não podemos ficar presos às circunstâncias. Quando o senhor chegou ao Acre, aos 36, enfrentou os poderosos e ficou do lado de Chico Mendes e de todos os que eram aparentemente fracos e despreparados para enfrentar os gigantes das motosserras. Como me ensinou, não me intimido com as circunstâncias e procuro me encontrar com o que está no coração de homens e mulheres sinceros, que, como o senhor, buscam fazer o melhor, apesar das dificuldades e riscos.
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Aprendi com o senhor boa parte dos valores que me guiam, entre eles não vergar a coluna às pressões dos interesses espúrios. Por favor, meu amado irmão, não me diga agora que esses valores não servem para governar o Brasil e me fragilizam. Tranquilize-se: eles são e continuarão sendo a minha força e a minha funda diante dos desafios, qualquer que seja o tamanho deles.
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(Publicado originalmente na Folha de S. Paulo em 24 de maio de 2010).
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RESPOSTA DE DOM MOACYR
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Gostaria de desfazer possíveis ambiguidades de minha entrevista publicada em 22/5. “Fragilidade”, a respeito de Marina Silva, na minha intenção, é mais elogio do que qualquer crítica. Exprimindo melhor meu pensamento, a “fragilidade” se traduz por “sérias dificuldades” que vai enfrentar, caso eleita, para levar à frente o seu governo.
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Na verdade, concordo com Marina que o jovem Davi, tão frágil e tão mal armado, venceu o gigante Golias. O Deus de Jesus Cristo está sempre ao lado dos pobres e injustiçados, e nos dá força e coragem até para o martírio. Mas, em geral, não faz milagres, e conta com o trabalho até extenuante de seus discípulos por mundo um pouco mais justo e fraterno. E é assim que Marina tem se comportado desde que a conheço.
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Marina não precisa de “mentor político”. E, em caso de necessidade, não seria eu a pessoa indicada. A resposta de Marina (“Ao amado dom Moacyr“) está a altura da Marina que conheço.
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DOM MOACYR GRECHI, arcebispo de Porto Velho (Porto Velho, RO).














Igreja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Jornal Folha de São Paulo - Artigos
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro




DICAS DE NUTRIÇÃO PARA QUEM QUER PARAR DE FUMAR

CUIDANDO DA SAÚDE



Parabéns a você que decidiu parar de fumar!

Não é preciso nem falar das mais ou menos 5000 substâncias nocivas à saúde que existem no cigarro, e do quanto é difícil parar de fumar, mas não é impossível! Muitas pessoas já venceram essa importante batalha e hoje se encontram, e se sentem de fato, mais saudáveis.
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Com o processo de abandono do tabagismo pode ocorrer o ganho de peso, embora algumas pessoas não alterem o peso e conheço outras que até emagreceram. De qualquer maneira a questão do peso não deve ser usada como desculpa para a pessoa não parar de fumar. Conforme há a cessação do tabagismo a pessoa recupera o paladar, existe a tendência da pessoa “descontar” o nervosismo, que antes ia para o cigarro, para a alimentação. Por isso, escrevi algumas dicas de como cuidar da alimentação diária para evitar o ganho excessivo de peso:
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© fracione a alimentação em 6 refeições: café da manhã, almoço, jantar e os lanches de intervalo (manhã, tarde e noite): comer mais vezes ao dia com quantidade controlada dos alimentos;
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© coma devagar mastigando bem os alimentos para saboreá-los de verdade, facilitar a digestão e dar a sensação de saciedade de forma mais precoce;
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© realize as refeições a cada 3 ou 4 horas;
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© use carnes magras sem gordura aparente (remova-a antes do preparo): bovina, frango, peru ou peixe;
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© opte por leite e derivados magros/desnatados;
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© reforce a dieta com verduras e legumes (faça palitos de cenoura crua, pepino, erva doce, pois ajudam a disfarçar a falta da manipulação do cigarro e tem valor calórico baixo);
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© coma as frutas com calma: gomo por gomo, pedaço por pedaço...;
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© escolha os cereais (arroz, trigo, centeio, milho, ...), farinhas, pães, bolachas, torradas, de preferência os integrais, pois contem mais fibras quem também auxiliam no alcance da saciedade;
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© não se esqueça das leguminosas (feijão, ervilha, lentilha, grão de bico ou soja): de preferência mantendo os grãos inteiros por conta da fibra, mas sem acrescentar bacon, linguiça, paio...;
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© utilize óleo vegetal para preparar os alimentos, mas evite de fazer frituras, por serem mais calóricas;
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© tome água ao longo do dia para hidratar o corpo, e se usar chá, não adoce com açúcar ou mel para evitar calorias extras. Cuidado com o café que é um “gatilho” para fumar;
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© tenha cautela com o álcool, pois também é um “gatilho” para fumar. Prefira os sucos naturais ou chás mais suaves como o de camomila, erva doce, melissa (com adoçante), refrigerantes diet, light ou zero (com moderação);
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© assim que realizar a refeição saia da mesa e já escove bem os dentes. Cuidado com as refeições intermináveis!;
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© caso esteja nervoso (a) ou ansioso (a) não é a melhor hora para se alimentar. Tente se acalmar primeiro e depois sente para comer;
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© não troque o cigarro pela compulsão alimentar. Quando perceber que está “atacando” a geladeira ou a despensa, procure ler, fazer um trabalho manual, dar uma volta, escutar uma música relaxante, meditar, mas não desconte o nervoso, ansiedade, tristeza ou frustração nos alimentos, pois eles não tem culpa de nada. Se de todo não conseguir se controlar coma uma fruta ou pegue os palitinhos de legumes, tome água, chupe gelo ou coloque um cravo na boca!;
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© cuidado com bala e chiclete com açúcar, bolacha doce recheada, salgadinhos em geral, chocolates, ou seja, produtos que a pessoa fica com o pote ou o pacote na mão e vai comendo, comendo, e quando percebe foi o pote ou o pacote inteiro e junto com eles as calorias extras!
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Espero ter ajudado você com algumas estratégias para que consiga vencer essa importante batalha!
Boa sorte!








Postado Por Sheilla Carvalho Stutz
Igreja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Dra. Kilza Miranda - Dicas de Nutrição
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quarta-feira, setembro 15, 2010

TEORIA DO PROCESSAMENTO DA INFORMAÇÃO

EDUCAÇÃO






A teoria do processamento da informação adaptou o modelo do computador para descrever como a informação é apreendida pelos sujeitos e, como estes utilizam esta informação para interagir com o mundo.
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Esta explicação postula que da mesma forma que os dados entram num computador e são codificados para serem armazenados, assim acontece com um indivíduo: os dados são focados pela atenção que lhes é dedicada por um indivíduo, entram através dos receptores sensoriais (visão, tacto, audição, olfato e paladar) e são codificados e armazenados.

Esta metáfora, ainda que básica, permite explicar os mais importantes processos psicológicos da aquisição de informação por um indivíduo. De fato, a metáfora é muito bem conseguida, se não vejamos: Em termos psicológicos, a aquisição de informação depende de quatro processos básicos:

1 – Registro Sensorial – Num primeiro processo, a informação do meio capta a atenção de um indivíduo e ativa um receptor (órgão sensorial), sendo por breves momentos apreendida na memória sensorial. A memória sensorial, também designada de registro sensorial, retém a informação apreendida do meio e desperta um padrão de reconhecimento face às aprendizagens já realizadas por um indivíduo. É este reconhecimento que permite a fase seguinte, a codificação.
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2 – Codificação – Após registrada sensorialmente dá-se início a um processo que compara a informação registrada à já adquirida pelo indivíduo. Se a informação registrada não for relacionada com a já existente, não encontra forma de ser armazenada. Se, por outro lado, existe um padrão entre a informação registrada e a informação interna existente, a informação do registro sensorial é acrescentada à já existente, passando-se para a próxima etapa, o armazenamento. Sempre que não se encontre uma relação entre a nova informação e a já existente, então o indivíduo não tem como relacionar a nova informação (processo base da aprendizagem que determina a importância do nível ótimo das experiências).

3 – Armazenamento – Após identificado um padrão entre a informação codificada e a informação existente criam-se condições para o Armazenamento. Importa referir que o padrão que associa a nova informação à já existente não tem de ser concordante, fato pelo qual a nova informação pode desestabilizar ou chocar com a informação existente. O processo de armazenamento permite que a informação registrada do meio seja armazenada pelo indivíduo com recurso à memória de longo prazo. Este armazenamento pode ser armazenado por toda a duração de uma vida, permanecendo acessível ao indivíduo através do último processo, a recuperação.

4 – Recuperação – Atua como terminal de saída, ou seja, a informação inicialmente registrada do meio (1) pelos receptores sensoriais, codificada (2) em função das estruturas de conhecimento do indivíduo e armazenada (3) na memória de longo prazo, é recuperada sempre que o indivíduo faça uso dela quer seja de forma descritiva ou de forma a relacioná-la com nova informação.

A teoria do processamento da informação foi alvo de duras críticas, principalmente por parte dos cognitivistas, que a acusavam de ser simplista e ignorar a cognição em todo o processo de aprendizagem. De fato, apesar destas críticas que têm algum fundamento, a verdade é que esta teoria permite uma analogia muito feliz entre o computador e a forma como os indivíduos adquirem e processam informação do meio.









Postado Por Sheilla Carvalho Stutz

Heldings. Tel - Aviv - Jafra - Israel
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
VirNeto-Sprinthall - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana Rio de Janeiro

sábado, setembro 11, 2010

PAIS MAUS!

EDUCAÇÃO
Deus abençoe os pais maus!
Um dia, quando os meus filhos forem suficientemente crescidos para entenderem a lógica que motiva um pai, hei de dizer-lhes: amei-vos o suficiente para ter perguntado: aonde vão com quem vão, e a que horas regressam a casa?
Amei-vos o suficiente para ter insistido em que juntassem o vosso dinheiro e comprassem uma bicicleta, mesmo que eu tivesse possibilidade de comprá-la. Amei-vos o suficiente para ter ficado em silêncio, para vos deixar descobrir que o vosso novo amigo não era boa companhia. Amei-vos o suficiente para vos obrigar a pagar a pastilha que “tiraram” da mercearia e dizerem ao dono: “Eu roubei isto ontem e queria pagar”.
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Amei-vos o suficiente para ter ficado em pé, junto de vós, durante 2 horas, enquanto limpavam o vosso quarto (tarefa que eu teria realizado em 15 minutos). Amei-vos o suficiente para vos deixar ver fúria, desapontamento e lágrimas nos meus olhos. Amei-vos o suficiente para vos deixar assumir a responsabilidade das vossas ações, mesmo quando as penalizações eram tão duras que me partiam o coração.
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Mais do que tudo, amei-vos o suficiente para vos dizer NÃO quando sabia que me iríeis odiar por isso.
Estou contente, venci. Porque, no final, vocês venceram também. E, qualquer dia, quando os vossos filhos forem suficientemente crescidos para entenderem a lógica que motiva os pais, vocês hão de dizer-lhes, quando eles vos perguntarem se os vossos pais eram maus, diziam sim… que sim, que éramos maus, que éramos os pais piores do mundo: As outras crianças comiam doces ao pequeno almoço; nós tínhamos de comer cereais, ovos, tostas. As outras crianças bebiam refrigerante ao almoço e comiam batatas fritas; nós tínhamos de comer sopa, o prato e fruta. E – não vão acreditar – os nossos pais obrigavam-nos a jantar à mesa, ao contrário dos outros pais. Os nossos pais insistiam em saber onde nós estávamos a todas as horas. Era quase uma prisão.
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Eles tinham de saber quem eram os nossos amigos, e o que fazíamos com eles. Eles insistiam em que lhes disséssemos que íamos sair, mesmo que demorássemos só uma hora ou menos. Nós tínhamos vergonha de admitir, mas eles violaram as leis de trabalho infantil: tínhamos de lavar a louça, fazer as camas, lavar a roupa, aprender a cozinhar, aspirar ao chão, esvaziar o lixo e todo o tipo de trabalhos cruéis. Acho que eles nem dormiam a pensar em coisas para nos mandarem fazer.
Eles insistiam sempre conosco para lhes dizermos a verdade, apenas a verdade e toda a verdade. Na altura em que éramos adolescentes, eles conseguiam ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata.
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Os pais não deixavam os nossos amigos buzinarem para nós descermos. Tinham de subir, bater à porta, para eles os conhecerem.

Enquanto toda a gente podia sair à noite com 12, 13 anos, nós tivemos de esperar pelos 16.
Por causa dos nossos pais, perdemos imensas experiências da adolescência. Nenhum de nós, alguma vez, esteve envolvido em roubos, atos de vandalismo, violação de propriedade, nem foi preso por nenhum crime. Foi tudo por causa deles. Agora que já saímos de casa, somos adultos, honestos e educados; estamos fazendo o nosso melhor para sermos “maus pais”, tal como os nossos pais foram.




Postado Por Sheila Carvalho Stutz

Igreja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Portal da Família - Artigos
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segunda-feira, setembro 06, 2010

O CANTIGO DE VITÓRIA DOS REPROVADOS

EDIFICAÇÃO




Os filhos de Israel se achavam em um apuro desesperador! À sua frente, o Mar Vermelho; as montanhas à esquerda e à direita; e o faraó e os seus carros de ferro se aproximando por trás. O povo de Deus aparentava estar cativo e impotente - como patinhos que passam no tiro ao alvo, só esperando serem eliminados. No entanto, acredite ou não, Deus propositadamente os havia guiado à esta situação tão terrível! Havia pânico no acampamento de Israel. Os homens abanavam a cabeça com medo, e as mulheres e as crianças choravam ao se acotovelar aos avós e parentes. De repente Moisés foi cercado pelos irados pais de família que gritavam: "É claro que tudo acabou para nós! Não havia sepulturas suficientes no Egito para nos enterrar? Você tinha de nos arrastar até aqui para morrermos? Lá no Egito lhe falamos para nos deixar em paz. Era melhor sermos escravos lá do que morrer neste deserto miserável!"
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É possível que Moisés teve um momento de abalo nestas circunstâncias. Contudo, quando se lamentou, o Senhor o repreendeu: "Por que clamas a mim?" (Êxodo 14:15). Ninguém em Israel imaginava que grande livramento D´us estava prestes a realizar para eles! De repente os ventos separaram o Mar Vermelho, e o povo caminhou por entre as ondas que foram detidas sobre um chão seco. Quando o faraó e o seu poderoso exército tentaram segui-lo, as águas voltaram a se enfurecer - e os cobriu afogando a todos!
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Que visão terrível deve ter sido! O povo olhava do outro lado e via o seu poderoso inimigo sendo destruído como se fossem soldadinhos de lata. E então, não era pra menos, um cântico se elevou do acampamento ao compreenderem, mais uma vez, que Deus os havia livrado de circunstâncias impossíveis! As Escrituras registram a sua reação - e o cântico que entoaram: "E viu Israel o grande poder que o Senhor exercitara contra os egípcios; e o povo temeu ao Senhor e confiou no Senhor e em Moisés, seu servo. Então, entoou Moisés e os filhos de Israel este cântico ao Senhor, e disseram: Cantarei ao Senhor, porque triunfou gloriosamente; lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro. O Senhor é a minha força e o meu cântico; ele me foi por salvação; este é o meu Deus; portanto, eu o louvarei; Ele é o D´us de meu Pai; por isso, o exaltarei" (Êxodo 14:31; 15:1-2).
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Talvez você conheça este glorioso cântico de vitória tirado diretamente das Escrituras. Os cristãos elevam suas vozes para cantá-Lo em muitas igrejas hoje em dia: "E viu Israel o grande poder que o Senhor exercitara contra os egípcios... ENTÃO, entoou Moisés e os filhos de Israel este cântico" (Êxodo 14:31; 15: 1).
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Via de regra, como Israel, somos capazes de entoar o cântico certo - mas do lado errado! Cânticos entoados do outro lado do Mar Vermelho carecem de fé genuína - exatamente porque são cantados somente do lado da vitória e não do lado da provação.
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Podemos imaginar a cena em Israel após a sua vitória. Como devem ter sentido-se seguros e poderosos. Porém aquela era uma vitória ôca, pois Israel havia sido reprovado no teste daquele dia! Só Moisés tinha o direito de cantar do lado ocidental. Antes da separação das águas o povo havia gemido, murmurado, reclamado e chorado - Moisés, não!
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Certamente, para muitos de nós, já é mais do que tempo de afinar os instrumentos e iniciar o Cântico da Vitória, mesmo que esta nos pareça distante dos nossos pequeninos olhos. Sempre é tempo de celebrar o inexorável fato de que o Senhor jamais perde o controle das nossas preciosas vidas.
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Louvado seja o Seu Santo Nome!










Postado por Sheilla Carvalho Stutz
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Ministério Pão Quente Diário - Artigos
Pr.Ricardo Cesar Vasconcelos P.Penha
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sábado, setembro 04, 2010

PRINCÍPIOS BÁSICOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

TEMA - EDUCAÇÃO

L egalidade
I mpessoalidade
M oralidade
P ublicidade
E ficiência


1. Princípio da Legalidade:
» Permite-se a atuação do agente público, ou da Administração, apenas se permitida, concedida ou deferida por norma legal. Assim ao particular é dado fazer tudo quanto não estiver proibido e ao administrador somente o que estiver permitido pela lei. Logo podemos entender que de tal princípio decorre a proibição de sem que haja lei ou ato normativo que permita a Administração possa vir por manifestação unilateral de vontade, declarar, conceder, restringir direitos ou impor obrigações.

2. Princípio da Impessoalidade:
» Atuação administrativa que vise a satisfação do interesse coletivo, sem coprresponder ao atendimento do interesse exclusivo do administrado. A impessoalidade está relacionada a finalidade ou seja ao fim estatuído pela lei e cuja perdição significa desvio que invalida o ato, como também está relacionada à imputação da atuação administrativa e à necessidade de observância do princípio da isonomia. Indicativo de imparcialidade, que condiciona a atividade administrativa a deferir tratamento igual a todos, independentemente de qualquer interesse público.

3. Princípio da Moralidade:
» Proibição de a atuação administrativa distanciar-se da moral, dos princípios éticos, da boa-fé, da lealdade. A atuação administrativa não pode contrariar, além da lei, a mmoral, os bons costumes, a honestidade, os deveres de boa administração. A boa-fé, a lealdade, a razoabilidade e a proporcionalidade são princípios gerais que ditam o conteúdo do princípio da moralidade administrativa.

4. Princípio da Publicidade:
» É o dever de dar publicidade, de levar o conhecimento do ato ou da atividade administrativa a terceiros. Atuação transparente do Poder Público exige a publicação. A publicidade é obrigatória como meio conferidor de eficácia da atividade administrativa, mas se admite a manutenção do sigilo quando expressamente autorizar a Constituição ou quando concorrer possível prejuízo para a coletividade ou para outrem.

5. Princípio da eficiência:
» Preza-se por buscar a consecução do melhor resultado possível, deve-se atentar para os padrões modernos de gestão ou administração, vencendo o peso brurocrático, atualizando-se e modernizando-se. Exige que a atividade administrativa seja exercida com presteza, perfeição e rendimento funcional. A idéia de eficiência aproxima-se da economicidade. Visa-se atingir objetivos traduzidos por boa prestação dos serviços, do modo mais simples, mais rápido e mais econômico, melhorando a relação custo/benefício do trabalho da Administração.







Postado por Sheilla Carvalho Stutz

Holdings. Tel - Aviv - Jafra - Israel
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Prof. Aluizio Franca - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

Rádio Rei dos Reis