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LEIA A BÍBLIA

sexta-feira, dezembro 30, 2011

PAULO É ABSOLUTAMENTE CLARO AO REFURTAR O LIVRE-ARBÍTRIO

==EDIFICAÇÃO







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Rede de Divulgação


Os argumentos usados por Paulo são tão claros que é de admirar que alguém possa compreendê-los mal. Diz ele: "...todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer..."
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Estou admirado do fato que certas pessoas afirmam: "Algumas pessoas não se extraviaram, não se fizeram inúteis, não
são más e nem pecadoras. Há alguma coisa no homem que o inclina para o bem".
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Ora, Paulo não fez essas declarações em apenas algumas passagens isoladas. Algu
mas vezes ele as fez em termos positivos, em outras vezes, em termos negativos, usando palavras diretas ou utilizando contrastes.
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O sentido literal de suas palavras, todo o contexto e o escopo inteiro de seu argumento afunila-se neste pensamento: à parte da fé em Cristo nada existe senão pecado e condenação. Meus oponentes estão derrotados, ainda que não queiram se render!
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Porém, não está ao meu alcance convencê-los disso. Deixo isso à operação do Espírito Santo.










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Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "
Martinho Lutero - Eleitos de Deus

quinta-feira, dezembro 29, 2011

POSICIONAMENTO DOUTRINÁRIO DA IPB: ACERCA DO BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO

=EDIFICAÇÃO







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Rede de Divulgação



O batismo com o Espírito Santo foi prometido por Deus por meio de Joel e de outros profetas no Antigo Testamento (Jl 2.28,29; ver Is 32.15; 59.21; Ez 36.26,27; 37.14), bem como por meio de João Batista e do Senhor Jesus Cristo no Novo Testamento (Jo 7.37-39; ver Mt 3.11;Lc 24.49; Jo 14.16,17,26; 16.7-16; At 1.4-8). Essa promessa cumpriu-se no dia de Pentecostes, quando o Espírito Santo, já presente e atuante na Igreja do Antigo Testamento, vieram operar na Igreja Cristã nascente com poder e glória superiores à sua operação sob o Antigo Pacto, para apacitá-la a testemunhar do Cristo exaltado (At 2.16-21). Desse batismo participam todos os crentes de todas as épocas ao ser incluído na Igreja, o Corpo de Cristo, quando da sua regeneração-conversão (Ef 1.13,14; 1 Co 12.13).
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O batismo com o Espírito Santo no dia de Pentecostes marcou o início da fase neotestamentária da Igreja de Deus, confirmou a exaltação de Cristo à direita de Deus Pai, e inaugurou "os últimos dias” (At 2.16,17; 2.32-36). O poder prometido pelo Senhor Jesus aos seus discípulos, e que viria a eles por ocasião do Pentecostes, está relacionado com a evangelização apostólica até os confins da terra, e consiste essencialmente na capacitação de cada crente para testemunhar de Cristo e para viver uma vida em que se veja o fruto do Espírito (At 1.8; Lc 24.49).
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A Escritura ensina que a experiência normal do batismo com o Espírito Santo coincide com a regeneração-conversão, e que são sela¬dos por este mesmo Espírito todos os que crêem genuinamente em Cristo Jesus (Tt 3.5; At 2.38; Rm 5.5; 8.9; 1 Co 12.13; ver At 11.17, e ainda Ef 1.13,14; 2 Co 1.22; Ef 4.30). Portanto, o batismo com o Espírito Santo, indispensável para a genuína regeneração-conversão, não se confunde com a cha-mada "segunda bênção", referente ao derramamento do Espírito no livro dos Atos dos Apóstolos. Antes, é a graça vitalizadora e capacitadora disponível a todos os crentes, e não apenas a alguns. Acresce que a indizível bênção da regeneração-conversão de modo algum é inferior à chamada "segunda bênção". Portanto, a recepção inicial de Cristo pela fé está associada ao batismo com o Espírito Santo (1 Co 12.3; Rm 8.9,10; 1 Jo 4.2).
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A Escritura também ensina que o batismo com o Espírito Santo, como narrado no livro de Atos, foi dado soberanamente por Deus em circunstâncias especiais, ocorrendo algumas vezes de forma súbita, como do Pentecoste. Quando o Espírito veio sobre os apóstolos e os demais reunidos no cenáculo, tomou-os de surpresa, vindo "de repente" (At 2.2a). Eles esperavam o cumprimento da promessa, mas não sabiam quando e nem como ela se daria. Em outras ocasiões, o batismo com o Espírito ocorreu de forma inesperada, como na casa de Cornélio (At 10.44-46), e ainda em outras mediante a imposição de mãos dos apóstolos (At 8.14-16; 19.6. Neste sentido, aquelas experiências foram únicas, já que não temos mais apóstolos como os Doze ou Paulo).
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A Escritura dirige-se a todos os que já são crentes como tendo já sido batizados com o Espírito. Em nenhum lugar ela encoraja os que já são crentes a buscar esse batismo, quer por preceito, quer por exemplo. Na expressão "batizar com o Espírito Santo", o verbo ocorre no tempo futuro ("batizará") apenas antes de Pentecostes, e aponta para aquele evento como o futuro cumprimento da promessa do Antigo Testamento (Mt 3.11; Mc 1.8; Lc 3.16, e At 11.16). Após o Pentecostes, nas cartas escritas pelos apóstolos às comunidades, os crentes são reconhecidos como já tendo sido batizados com o Espírito, ver 1 Coríntios 12.13, "em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo".
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A Igreja alegra-se com o desejo de muitos dos seus pastores e membros de ter uma vida espiritual mais profunda e plena, e encoraja-os a buscar continuamente o ser cheios do Espírito, como Paulo ensina.

Igreja Presbiteriana do Brasil
Comissão Permanente de Doutrina
São Paulo, Setembro de 1995











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Comissão Permanente de Doutrína da IPB

terça-feira, dezembro 27, 2011

OUTRO OLHAR SOBRE O MUNDO

TEMA-EDUCAÇÃO






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==Rede de Divulgação



A ação humana; a sua análise e compreensão do Agir. A especificidade Humana do Agir. Do biológico ao racional.

Em relação ao Homem podemos acrescentar que ascende da natureza à cultura. Age de forma natural e determina sobre o que faz e o que não deve fazer. Em relação ao Animal podemos dizer que age por mecanismos primários, (Natureza Instintiva). Isto acontece mesmo nas espécies capazes de aprendizagem e só o fazem por hábito ou reflexo condicionado.
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Conseguimos definir: Natureza: O que está Inato, isto é, o instinto manifesta-se da mesma maneira.

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Cultura: O que é Adquirido.
No Homem, o Natural é moldado, ou seja, o que o Homem trás à nascença é moldado ou ajustado pela parte cultural. Através do que aprende, durante o seu processo de crescimento que é influenciado pelo ambiente onde vive os valores que adquire, e o tipo de sociedade que convive, o Homem vai-se transformando e à medida da civilidade.


Atos voluntários e Involuntários.

Rede Conceptual da Ação Dentro da Ação Humana pode destacar quatro momentos.
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Deliberada, Consciente, Refletida e Voluntária.
O Homem não age por automatismos, mas por fins; é determinado a agir por motivos e pode escolher as suas ações. Atos do Homem: Podem ser involuntários (independentes da vontade) Mecânicos, isto é, reflexos instintivos, habituais. Encontramos também comportamentos reativos. Espontâneos e automatizados. Atos Humanos: São intencionais, pensados, conscientes e voluntários. Quando na Filosofia nos referimos à ação, referimo-nos aos atos humanos.
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As Condicionantes da Condição Humana:
O Determinismo. Momentos do Ato voluntário.
No ato voluntário distinguimos 4 momentos. A Concepção: Pensar no que se vai fazer. Deliberação: Analisam-se as hipóteses. Pesam-se os motivos. Pensa-se nas vantagens e nas conseqüências.
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Decisão: É o Momento da Opção.
Execução: Pôr em prática. A passagem da intenção ao ato.

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Rede Conceptual da Ação
.
Em todas as ações autônomas descobrimos uma estrutura (ou componentes).
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O Agente.
Aquele que pratica a ação. O autor, ou seja, o que pratica a ação intencionalmente. Aquele que responde pela ação.
Uma Intenção – Aquilo que o agente quer fazer.
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O Motivo
O que leva a agir. Em toda a ação humana há sempre um motivo. As razões do agir.

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A Finalidade
O porquê da ação. O objetivo ou meta. (Dificuldade, por vezes em distinguir entre motivo e finalidade).

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Determinismo.

Determinismo: O Homem não é livre, quer no seu corpo, quer no seu espírito. O homem é regido pela lei geral que governa todos os fenômenos da natureza. Se pensa que tem algum poder sobre as ações, é porque ignora os condicionalismos que o levaram a praticar tais atos que considera livre.

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As escolhas que o Homem faz não passam de aparências.










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Dra. Maria Antónia Abrunhosa-Shvoong

segunda-feira, dezembro 26, 2011

LIBERDADE E SENTIDO

=TEMA-EDUCAÇÃO







===========================Rede de Divulgação


Dois fatos parecem converter a busca pela liberdade numa tarefa vã. O primeiro é a morte. Por mais livre que um homem chegue a ser, por maior que seja o autodomínio alcançado pelo desenvolvimento das suas potencialidades, se a morte acaba com tudo, tudo estará perdido no momento da morte.
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Nesse aspecto, a honestidade intelectual me obriga a reconhecer que o existencialismo contribuiu para a superação do mundo da utilidade imediata, ainda que Sartre e Heidegger negassem a possibilidade da transcendência divina e de sentido da existência.
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O segundo fato é que a plena auto-realização pode apresentar-se como meta inacessível. Parece que o homem está destinado à frustração de n
ão se realizar nem de chegar a satisfazer plenamente as suas necessidades. Destinado a nunca alcançar a liberdade absoluta, sobretudo se a liberdade é vista, equivocadamente, como sinônimo de “necessitar”, pois, por muito que possua, sempre necessitará de mais. Ora, um homem consciente de desejos não satisfeitos não se sente completamente livre.
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O desejo humano de praze
r ou de bens materiais talvez possa ser saciado. Mas o próprio fato – incontroverso - de se poder chegar a sentir náusea do prazer ou tédio dos bens de consumo é sinal certo de que a auto-realização humana não se caminha nessa linha.
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Contudo, muito pelo contrário, a morte e a saciedade material são dad
os empíricos que fomentam a conquista da liberdade, desde que vistos sob a ótica do instinto de eternidade do homem. Sim, o homem tem uma outra dimensão: a verticalidade.
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As apatias e indolências das pessoas com que convivemos nos dizem isso todo dia: cansei de namorar todo dia uma mulher diferente, cansei de beber até cair, cansei de viver no ócio, cansei de perder, agora vai ser diferente... No fundo, estão a exclamar: agora, quero ser eterno...

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Ausente este instinto da vida humana, não restaria muito para o homem. O nascimento consistiria em receber um assento no cartório de registro civil, com espaço para a averbação da morte, dali a setenta ou oitenta anos. O número de anos não modificaria a índole fatal do ocaso. E, quando alguém nos perguntasse a respeito do sentido da vida, só haveria uma resposta certa: a morte.
=
Os pensadores existencialistas acima citados não só admitiram essa realidade, como a escancararam de uma forma trágica, precisamente porque não conseguiram alcançar seu sentido. No homem, existe um instinto de eternidade, que, no campo intelectual, não tem o status que merecia, ao contrário do instinto de conservação, incontroverso.

=
O instinto de eternidade seria o reverso da medalha do instinto de conservação e, na realidade, mais entranhado que este, porque o instinto de conservação visa a algo negativo e transitório – não morrer – enquanto o outro busca algo positivo e permanente – viver para sempre.
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Por isso, é preocupante o fato de a filosofia contemporânea gastar sua energia em somente equacionar problemas superficiais do homem, almejando uma vida mais pragmática, amena, light, sem nunca abordar o dilema fundamental do homem: o sentido de sua existência, que lança suas águas, inevitavelmente, no instinto de eternidade.
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O silêncio a respeito do tema é propositado: a fuga do sentido “trágico” da existência. Isso tornaria o dia-a-dia mais “fácil” para o homem. Evidente que a justificativa repousa numa v
isão pessimista da vida. Todavia, a inércia a respeito só adia o momento de resolução do dilema existencial que cada homem, mais cedo ou mais tarde, enfrentará.
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A cultura em que vivemos, forjada dos restos de um racionalismo superado que equipara religiosidade à superstição, age como uma barragem e repre
sa as inquietações voltadas para o transcendente, recalca o instinto de eternidade e os anseios religiosos do homem.
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Não raro, provoca situações psicopatológicas, que vão desde depressão, passam pela dependência química e culminam na agressividade incontrolada. Em grau menor, a castração do instinto de eternidade provoca o apelo ao álcool, às desordens se
xuais e ao consumismo desenfreado.
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Em tais casos, o homem, que sente falido tal instinto, procura um refúgio nesses momentos de euforia hormonal para consolar, com uma alegria fisiológica e passageira, a voz daquele instinto que grita dentro de nós em estado de angústia: “Cansei de ser moderno, agora quero ser eterno”, poetizava Carlos Drumonnd de Andrade. E acrescento: “E livre. Para sempre”.
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André Gonçalves Fernandes, nascido em 1974, é Juiz de Direito da 2ª Vara Cível e de Família da Comarca de Sumaré/SP. Graduado, no ensino fundamental e médio, pelo Colégio Visconde de Porto Seguro em 1991. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco em 1996. Atua como magistrado desde 1997. Articulista do Correio Popular de Campinas e da Escola Paulista da Magistratura desde 2002. É membro da Comissão de Bioética da Arquidiocese de Campinas/SP desde 2008 e professor do Instituto Internacional de Ciências Sociais (IICS) desde 2011. Fala inglês, francês, italiano e alemão. Casado e pai de 4 filhos. É torcedor do São Paulo Futebol Clube.










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Juiz de Direito - André G. Fernandes


sábado, dezembro 24, 2011

DESENCONTRO DE OPINIÕES SOBRE O NATAL: ATÉ QUANDO?

EDIFICAÇÃO








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Rede de Divulgação



Amados Irmãos Evangélico. Fico profundamente triste quando é chegada está época chamada de "Natal", digamos: “A COMEMORAÇÃO DO NASCIMENTO DO SENHOR JESUS CRISTO”. Infelizmente nos deparamos com as mais diversas opiniões sobre o assunto. Lideres, pastores e autoridades escrevem sobre este dia.

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Não demora muito, chega uma avalanche de opiniões para rebater tudo que se diz a respeito do Natal. Um diz com autoridade comemoro, comemoro sim! Outro com a mesma autoridade diz: Não comemoro e nem em minha casa entra árvore de Natal! Mais adiante outro tenta mostrar na bíblia que é proibido! Chega mais uma autoridade Pastoral e diz que na casa dele se comemora sim! Tem árvore de Natal E sempre terá! Mais adiante, outro Pastor, vem cuidadosamente com certo texto bíblico e põe em duvida sobre os festejos, ou seja: podemos ou não enfeitar nossas casas com árvores e outros apetrechos.
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Amados amigos Evangélico, falo agora da nossa tão querida Igreja Presbiteriana do Brasil e pergunto: Temos por parte de alguma autoridade de nossa Denominação uma orientação segura? Aí alguns dizem: Antigamente... Colocam os Judeus o tempo antigo e outros, não queremos nos alongar, temos um ponto chave a chegar.
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Amado Presbiteriano, chegamos ao nosso tão querido Portal da IPB, já perceberam a variedade de opiniões que chegam a este Portal, tudo sobre o Natal. Amigo se você já leu todos os artigo, deu para entender? Já observaram a multidão de Irmãos que colocam em citação os artigo, com suas duvida? Pergunto aos Irmãos, somos críticos ou nunca aprendemos o certo em nossas Igrejas? Qual será o verdadeiro comportamento sobre o Natal?
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Amados pergunto mais uma vez: as autoridades de nossa tão amada Igreja não chegara a uma conclusão? Quando alguma autoridade constituída irá se pronunciar representado nossa Igreja, será que receberemos mais alguma orientação? Achamos ser necessário, pois a cada ano cresce em duvidas esta questão!
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Passamos por opiniões e que se diga: são muitas! Precisamos de estudo e esclarecimento saudável na Palavra, uma posição Bíblica. Estamos entrando cada vez mais em cruel debate de ano para ano! Será questão de Doutrina? Não! Em cada Igreja encontramos um posicionamento diferente, como pode? Quem estará certo? Digamos: uma orientação só, um pronunciamento mesmo que através de um simples texto, uma orientação segura e acabaremos com posicionamento diversificados e muitos errôneo.
Assim ao chegando o próximo ano estaremos mais instruídos e sabiamente esclarecidos.
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Eu como Diác. Presbiteriano, combato as festividades mais alarmantes! Ensino por onde passo que devemos cultuar ao Senhor Jesus Cristo “o pendulo da questão”, tudo sobre o Seu nascimento, coloco até a duvida o dia exato do nascimento, então como se posicionar na questão?
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Confesso que já estão me colocando em duvidas, digo, duvidas por tanto ouvir. Agora a minha opinião será a de sempre, desde menino! O dia do Senhor Jesus Cristo, não é preciso gastar um bom dinheiro para ornamentações e outros, cultue o seu nascimento Daquele que é o Único merecedor "JESUS CRISTO!"

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Alguns chegam a falar o quanto é bom a chegada do Natal, pois é a hora de ir ao Shopping passear, escutar tão belaS músicas natalina e fazer compras, como você está ensinando ao seu filho a se comportar no Natal.
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Amados lideres da Igreja Presbiteriana do Brasil! É uma boa hora de se rever a questão! Temos urgência em chegar a uma correta posição, esclarecer os amados Irmão. Achamos que já é chegada a hora de se terminar com esta insegurança.
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Precisamos nos orientar, unificar o que é correto para nossas Igreja. Um único posicionamento, ou continuaremos os debates, a cada texto uma citação da mais dolorosa, o trabalho nas respostas, o envolvimento de muitos e muitos a opinar! Até onde chegará nosso Portal com tantas opiniões, isto será saudável! O desencontro de opinião. O Portal, posta várias opiniões sobre o Natal, e pergunto: quem está com a razão! São muitos lideres a dar opiniões neste Portal, são lideres, pastor e outros.

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Conclamamos as autoridades Presbiterianas aproveitar este momento, opinar de forma clara para a nossa membresia, os acontecimentos atuais para um futuro adequado ao assunto, uma posição definitiva, sendo esclarecedora, segura, a luz da Bíblia, para todo o nosso Brasil.
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Ao findar esta “carta”, digo que só posso esclarecer o que aprendi em anos e, digo: comemore o nascimento de Cristo, com saudável clareza, não será a árvore, não serão os presentes, vá a Igreja, assista ao coral e cultue ao Senhor, não gaste rios de dinheiro, fique em oração, se alegre, pois você tem um Salvador que está sendo lembrado, mas nem a data do nascimento você sabe! Mas cumpra o calendário com descrição, Jesus Cristo não exige “Árvore de natal”, nem o presente? Não teria que ser para Jesus o presente? Sim, para Jesus! Porque para mim?
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Então ir a Igreja cumprir todos os festejos em culto especifico e fim de discussão! Amém.

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Por Diácono Rilvan Stutz









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Por Diác. Rilvan Stutz - IPB.

quinta-feira, dezembro 22, 2011

DESABAFO

EDIFICAÇÃO







==========================Rede de Divulgação


Ando meio triste ultimamente pelo evangelho que temos vivido, pela verdade que temos pregado em uma roupagem tão agressiva que muitas vezes parece uma falsa verdade, ouro de tolo, mais um devaneio de um grupo de fanáticos. Não quero ofender ninguém, nem quero ser portador de mensagem alguma, é apenas um desabafo. Mas não consigo entender este evangelho cheio de detalhes, cheio de nuances.

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Todo dia tento negar a mim mesmo, tento colocar a cada momento o meu Senhor como centro de minha vida, O amo com todo amor que meu fraco coração é capaz. Todos os dias tento desenvolver um coração perdoador, capaz de perdoar todas as afrontas que sofro. Sondo meu coração para ter a humildade de pedir perdão a todos, e não são poucos, os que magôo, a começar pelo meu Deus que se entregou por mim e que não merece as agressões que cometo contra ele. Além disso, quero desenvolver o amor ao próximo, ouvir suas necessidades, chorar com os que choram, ser uma voz de alento no meio do deserto, ser sal e luz que possa dar a outros esperança de que mesmo sendo um pecador, um fraco como eu sou, ainda assim Deus me ama e com certeza o ama também.
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Mas parece que tudo isto é muito fácil para alguns, não basta amar, perdoar, viver em Cristo, vejo tantas palavras de condenação, vejo pessoas que “em amor” são tão ríspidas umas com as outras. Vejo ironias, vejo maledicências, vejo dureza, que me pergunto se afinal o culpado não sou eu por ser tão inclusivista, por achar que todos que buscam Jesus com o coração puro mesmo com seus erros e limitações, encontrarão misericórdia.
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Realmente não consigo ter esta postura, não me vejo detentor da verdade, não me vejo como capaz de coisa alguma. Olho para pessoas que tiveram grandes traumas, tantas dificuldades, lutando com tanto denodo, enquanto eu que sou abençoado em todas as áreas tenho pecado miseravelmente. Eu não sofro de nenhum problema de compulsão, mas quantas vezes escolho o errado? Como posso falar com severidade? Só consigo amá-lo e orar por ele.

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Gostaria de ser um cristão fundamentalista, não como os “fundamentalistas” americanos, mas viver o fundamentalismo do amor radical, ter coragem de amar, sem me importar com os espinhos, com as galhofas. Sem me importar com o que dizem ou pensam de mim, de amar incondicionalmente e proclamar o perdão e a misericórdia de Deus a todos os que, pela fé, aceitam Jesus como Senhor. Gostaria de ter a coragem de lutar em prol de um cristianismo mais verdadeiro sem os dogmas que muitas vezes nos escravizam a ponto de esquecermos que a base do cristianismo são o amor, o perdão e a misericórdia de Deus em Cristo e nenhum outro mandamento pode, a pretexto algum, fazer com que fujamos daquilo que deveria ser a essência de nossas vidas.

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Só Deus sabe a grandeza dos meus pecados, só Ele conhece a dor que causei a meus queridos, do sofrimento que infringi a mim e a outros e tudo isto embalado na melhor retórica que uma alma cega pode conceber. Como posso condenar qualquer um que trilha, ou trilhou, os mesmos descaminhos que um dia eu trilhei? Só fui liberto quando experimentei não o juízo, mas o amor de Deus.

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Até hoje eu peco, cada dia é uma nova batalha, e novas vitórias tenho conseguido no Senhor, minha esperança está na certeza de que “mesmo que sejamos infiéis ele permanece fiel, pois não pode negar a si mesmo” (IITm2:13) e que “se o coração nos condena, maior é Deus do que o nosso coração, e conhece todas as coisas.”(I Jo 3:20). Portanto, eu sou a última pessoa indicada para criticar quem quer que seja.

Isto é apenas um desabafo...












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Pr.Denilson Torres-M.Fruto do Espírito

terça-feira, dezembro 20, 2011

A FIDELIDADE DE DEUS

==EDIFICAÇÃO







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Rede de Divulgação


A infidel
idade é um dos pecados mais proeminente nestes maus dias. Com raríssimas exceções, a palavra de um homem não é mais a sua fiança, nos negócios deste mundo. No mundo social, a infidelidade conjugal ocorre por todo lado, sendo que os laços matrimoniais são desfeitos com a mesma facilidade com que uma roupa velha é rejeitada. Na esfera eclesiástica, milhares que se comprometeram solenemente a pregar a verdade, sem nenhum escrúpulo a negam e a atacam. Nem o autor, como tampouco o leitor, pode arrogar-se completa imunidade deste pecado terrível: de quantas maneiras temos sido infiéis a Cristo, e à luz e aos privilégios que Deus nos confiou. Como é animador então, que indizível benção é erguer os olhos acima desta ruinosa cena e contemplar Aquele que, só Ele, é fiel, fiel em tudo, fiel o tempo todo.
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"Saberás, pois, que o Senhor teu Deus é Deus, o Deus fiel..." (Deuteronômio 7:9). Esta qualidade é essencial ao Seu ser; sem ela Ele não seria Deus. Pois, ser Deus infiel seria agir contrariamente à Sua natureza, o que é impossível. "Se formos infiéis, ele permanece fiel: não pode negar-se a si mesmo" (2 Timóteo 2:15). A fidelidade ê uma das gloriosas perfeições do Seu ser, É como se Ele estivesse vestido com esta perfeição; "O Senhor, Deus dos Exércitos, quem é forte como tu, Senhor, com a tua fidelidade ao redor de ti?!" (Salmo 89;8). Assim também, quando Deus Se encarnou, foi dito: "E a justiça será o cinto dos seus lombos, e a verdade o cinto dos seus rins" (Isaías 11:5).
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Que palavra, a do Salmo 36:5 — "A tua misericórdia, Senhor, está nos céus, e a tua fidelidade chega até às mais excelsas nuvens". Muito acima de toda compreensão finita está a imutável fidelidade de Deus. Tudo que há acerca de Deus é grande, vasto, incomparável. Ele nunca esquece, nunca falha, nunca vacila, nun¬ca deixa de cumprir a Sua palavra, O Senhor Se mantém estritamente apegado a cada declaração de promessa ou profecia, faz valer cada compromisso de aliança ou de ameaça, pois "Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa: porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria? (Números 23:19). Daí o crente exclama; "...as suas misericórdias não têm fim, Novas são cada manhã; grande é a tua fidelidade" (Lamentações 3:22-23).
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Há nas Escritura
s numerosas ilustrações da fidelidade de Deus. Há mais de quatro mil anos Ele disse: "Enquanto a terra durar, sementeira e sega, e frio e calor, e verão e inverno, e dia e noite, não cessarão" (Gênesis 8;22). Cada novo ano dá-nos um novo testemunho de que Deus cumpre esta promessa. Em Gênesis 15 vemos que Jeová declarou a Abraão; "...peregrina será a tua semente em terra que não será tua, e servi-los-ão... E a quarta geração tornara para cá" (versículos 13-16). Os séculos percorreram o seu curso fatigante. Os descendentes de Abraão gemiam entre os fornos de tijolos do Egito. Deus esquecera a Sua promessa? Certamente que não. Leia Êxodo 12:41: "E aconteceu que, passados os quatrocentos e trinta anos, naquele mesmo dia, todos os exércitos do Senhor saíram da terra do Egito". Por meio de Isaías o Senhor declarou: “...eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel" (7:14). De novo séculos se passaram, mas, "vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei” (Galatas 4:4).
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Deus é verdadeiro. Sua Palavra de promessa ê certa. Em todas as Suas relações com o Seu povo, Deus é fiel Pode-se confiar nEle, com segurança, Nunca houve alguém que tivesse confiado nEle em vão. Vemos esta preciosa verdade expressa em quase toda parte nas Escrituras, pois o Seu povo precisa saber que a fidelidade é uma parte essencial do caráter divino. Esta é a base da nossa confiança nEle, Mas, uma coisa é aceitar a fide-lidade de Deus como uma verdade divina, e outra coisa, muito diferente, é agir com base nisso. Deus "nos tem dado grandíssi¬mas e preciosas promessas", mas nós contamos realmente com o seu cumprimento por Deus? Esperamos de fato que Ele vai fazer por nós tudo que disse que fará? Descansamos com implícita segurança nestas palavras: “... fiel é o que prometeu" (Hebreus 10:23)?
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Há oca
siões na vida de todos em que não é fácil, nem mesmo para os cristãos, crer que Deus é fiel. Nossa fé é provada dolorosamente, nossos olhos ficam toldados pelas lágrimas, e não conseguimos mais encontrar o rumo dos baluartes do Seu amor. Os nossos ouvidos se distraem com os ruídos do mundo, arruinados pelos sussurros ateísticos de Satanás e não conseguimos mais ouvir a doce entonação da voz mansa e delicada do Senhor. Sonhos alimentados foram frustrados, amigos em quem confiávamos falharam conosco, um falso irmão ou irmã em Cristo nos traiu. Vacilamos. Procuramos ser fiéis a Deus, e agora uma trevosa nuvem O esconde de nós. Achamos difícil, impossível mesmo, à razão carnal harmonizar a Sua sombria providência com as promessas da Sua graça, Ah, alma titubeante, companheiro de peregrinação provado com tanto rigor, procure graça para ouvir Isaías 50:10; "Quem há entre vós que tema a,Jeová, e ouça a voz do seu servo? Quando andar em trevas, e não tiver luz nenhuma, confie no nome do Senhor, e firme-se sobre o seu Deus".
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Quando você for tentado a duvidar
da fidelidade de Deus, brade: "Para trás de mim, Satanás". Ainda que você não possa harmonizar os misteriosos procedimentos de Deus com as Suas declarações de amor, confie nEIe e aguarde mais luz, Na hora dEIe, certa e boa, Ele fará com que você o veja com clareza, “...o que eu faço não o sabes tu agora, mas tu o saberás depois" (João 13:7). A seqüência dos fatos demonstrará que Deus não abandonou nem enganou Seu filho. "Por isso o Senhor espe¬rará, para ter misericórdia de vós; e por isso será exalçado, para se compadecer de vós, porque o Senhor é um Deus de eqüidade: bem-aventurados todos os que nele esperam (Isaías 30:18).
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"Não julgues o Senhor por tua mente, porém, confia nEIe por Sua graça. Por trás de uma severa providência Ele oculta um semblante sorridente. Animai-vos, ó santos temerosos! As nuvens que temíveis vos parecem, ricas são de mercês, e irromperão em bênçãos derramadas sobre vós."
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"Os teus testemunhos que ordenaste são retos e muito fiéis" (Salmo 119:138). Deus não nos falou apenas o melhor, mas também não retirou o pior. Ele descreveu fielmente a ruína efetuada pela Queda. Ele diagnosticou fielmente o terrível estado produzido pelo pecado. Fielmente fez conhecido o Seu inveterado ódio ao mal, e que ê preciso que Ele o puna. Advertiu-nos fielmente de que Ele é "fogo consumidor" (Hebreus 12:29). Sua Palavra não contém somente numerosas ilustrações de Sua fidelidade no cumprimento de Suas promessas, mas também registra numerosos exemplos de Sua fidelidade em fazer valer as Suas ameaças. Cada estágio da história de Israel exemplifica esse fato solene. Foi assim com indivíduos: Faraó, Core, Acã e uma multidão de outros mais, são outras tantas provas. E será assim com você, meu leitor, a menos que você tenha buscado ou busque refúgio em Cristo, as chamas eternas do Lago de Fogo serão a tua porção certa e segura. Deus é fiel.
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Deus é fiel na preservação do Seu povo. "Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor'" (l Coríntios 1:9). No versículo anterior foi feita a promessa de que Deus confirmará o Seu povo até o fim. A confiança do apóstolo na absoluta segurança dos crentes estava baseada não na força das resoluções deles ou em sua capacidade para perseverar, mas sim na veracidade dAquele que não pode mentir. Visto que Deus prometeu ao Seu Filho certo povo como Sua herança, livrá-lo do pecado e da condenação e fazê-lo participante da vida eterna na glória, é certo que Ele não permitira que nenhum dos pertencentes a esse povo pereça.
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Deus é fiel na disciplina ministrada ao Seu povo. Ele não é menos fiel naquilo que retira, do que naquilo que dá. É fiel quando envia tristeza como quando outorga alegria. A fidelidade de Deus é uma verdade que devemos confessar não somente quando a tranqüilidade nos bafeja, mas também quando nos afligirmos sob o castigo mais áspero. Tampouco esta confissão deve ser apenas de boca, mas também de coração. Quando Deus nos fere com a vara da punição, é a fidelidade que a maneja. Reconhecer isso significa que nos humilhamos diante dEle, confessamos que merecemos totalmente a Sua correção e, em vez de murmurar, damos-Lhe graças por isso. Deus nunca nos aflige sem algum motivo: "Por causa disto, há entre vós muitos fracos e doentes..." (1 Coríntios 11:30), ilustra este princípio. Quando a Sua vara cair sobre nós, digamos com Daniel; "A ti, ó Senhor, pertence a justiça, mas a nós a confusão de rosto..." (9:7).
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"Bem sei eu, ó Senhor, que os teus juízos são justos, e que em tua fidelidade me afligiste" (Salmo 119:75). Problemas e aflições não são apenas coerentes com o amor de Deus empenhado na aliança eterna, mas são partes da sua administração. Deus é fiel não só quando afasta as aflições, mas também é fiel quando no-las envia. “Então visitarei com vara a sua transgressão, e a sua iniqüidade com açoites, Mas não retirarei totalmente dele a minha benignidade, nem faltarei à minha fidelidade" (Salmo 89:32-33). O castigo não é apenas conciliável com a benignidade amorosa de Deus, mas também é seu efeito e expressão. A mente dos servos de Deus se tranqüilizaria muito se eles se lembrassem de que a aliança de Deus O obriga a aplicar-lhes correção oportuna. As aflições são-nos necessárias: "...estando eles angustiados, de madrugada me buscarão" (Oséias 5:15).
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Deus é fiel na glorificação do Seu povo, "Fiel é o que vos chama, o qual também o fará" (1 Tessalonicenses 5:24). A referência imediata aqui é aos santos serem "preservados inculp
áveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo". Deus nos trata, não com base em nossos méritos (pois não temos nenhum), mas por amor do Seu grande nome. Deus é constante para consigo mesmo e segundo o propósito da Sua graça, "... aos que chamou... a estes também glorificou" (Romanos 8:30). Deus dá plena demonstração da constância de Sua bondade eterna para com os Seus eleitos, chamando-os eficazmente das trevas para a Sua maravilhosa luz, e isto deveria torná-los seguros da certeza da sua continuidade. "... o fundamento de Deus fica firme..." (2 Timóteo 2; 19). Paulo estava firmado na fidelidade de Deus quando disse: “... eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele dia" (2 Timóteo 1:12).
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A percepção desta ben
dita verdade nos protegera da preocupação. Estar cheio de preocupações, verem a nossa situação com prenúncios sombrios, antecipar o amanhã com ansiedade, é ofender a fidelidade de Deus. Aquele que vem cuidando do Seu filho através dos anos, não o abandonará quando o filho envelhecer. Aquele que ouviu as orações que você fez no passado, não se negará a suprir suas necessidades na presente emergência. Descanse em Jó 5:19: “Em seis angústias te livrará; e na sétima o mal te não tocará".
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A percepção desta bendita verdade calará as nossas murmurações. O Senhor sabe o que é melhor para cada um de nós, e um efeito da confiança nesta verdade será o silenciar das nossas petulantes reclamações. Deus é grandemente honrado quando, sob provação e castigo, temos bons pensamentos sobre Ele, vindicamos a Sua sabedoria e justiça, e reconhecemos o Seu amor mesmo em Suas repreensões.
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A percepção desta bendita verdade gera crescente confiança em Deus. "Portanto também os que padecem segundo a vontade de Deus encomendem-lhe as suas almas como ao fiel Criador, fazendo o bem” (1 Pedro 4:19). Quando confiantemente nos re-signarmos e deixarmos todos os nossos interesses nas mãos de Deus, plenamente persuadidos do Seu amor e fidelidade, tanto mais depressa ficaremos satisfeitos com as Suas providências e compreenderemos que "ele tudo faz bem”.










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