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Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

sexta-feira, novembro 29, 2013

PODEROSA, GRACIOSA, A ORAÇÃO








"Pedi, e dar-se-vos-á: buscai e achareis;
batei, e abrir-se-vos-á.  Pois todo que pede, recebe;o que busca encontra; e, a quem bate, abri-se-lhe-á".
(Mateus 7,7-8)
Vivemos em um mar de problemas; são tantos que pensamos não poder suportar. Passamos por crises de todas as espécies, das mais graves até as mais simples; destacamos, por exemplo, o rompimento do lar, e sabemos ser o mais triste dos problemas, pois a família é o projeto principal de nosso Deus. Destacamos as crises financeiras, as doenças de todas as espécies, muitas ainda sem solução para a ciência.

Destacamos ainda, a crise social, que tem sufocado o povo, e ainda muito mais os menos favorecidos; guerras e grandes desentendimentos entre Nações. Tantos são os problemas que nos amparamos nos ensinamentos bíblicos e pensamos: o dia final se aproxima. Dentro desse contexto, o que fazer para amenizar e suportar tantas adversidades, onde encontrar solução para estes problemas em nossas vidas?
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Parece que andamos esquecidos de que temos um Deus maravilhoso, nosso Pai Celeste, que nunca falhou e nunca falhará; Ele nos deixou a mais graciosa arma: a oração - precisamos nos colocar como filhos de Deus diante d'Ele mesmo e assim, pedir. Jesus Cristo, no evangelho de Mateus, nos deixou preciosa promessa no versículo acima.
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Temos buscado soluções e resposta por todos os lados. O desespero aumenta e só lembramo-nos de Deus quando não suportamos mais, quando chegamos ao fundo do poço. Exemplo disto foi a experiência do rei Ezequias: doente, recebeu através do profeta Isaías a notícia de que morreria. Contritamente, orou ao Senhor, suplicando Sua misericórdia; quase de imediato, recebeu de Deus a resposta: "Ouvi a tua oração e vi as tuas lágrimas; eis que Eu te sararei; ao terceiro dia subirás à casa do Senhor. E acrescentarei aos teus dias 15 anos, e das mãos do rei da Assíria te livrarei, a ti e a esta cidade; e apararei esta cidade por amor de Mim, e por amor de Davi, Meu servo." (II Reis, 20. 5-6).
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A oração é necessária... Sim, vital... A fim de que nos mantenhamos dentro da vontade e do plano divino. Muitas exortações são feitas ao cristão para que ore, ore muito e ore constantemente. A oração incessante é uma medida muito sábia, haja vista os inimigos que temos de enfrentar: o mundo, a nossa própria carne e o acusador (diabo). Os filhos de Deus têm pouca força para opor-se a tão perverso trio. O poder necessário à persistência e à vitória vem novamente através da oração.

É verdade que muito frequentemente somos obrigados a orar às cegas. Devemos pedir a Deus para que Ele tome certas decisões por nós, as quais não seríamos capazes de tomar acertadamente. Porém, não devemos nos esquecer de que Deus não é cego, e que, com nossas mãos bem apertadas nas d'Ele, não existirão erros de decisão. Oremos ao Senhor.

Por Rilvan Stutz






Holdings – Tel Aviv – Jafra – Israel
Blog- “A Serviço do Senhor”
Diác. Rilvan Stutz “ O servo com Cristo”   
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro
 


quinta-feira, novembro 28, 2013

EM QUE SITUAÇÕES EU NÃO DEVO TOMAR A SANTA CEIA?






 





O que é comer a santa ceia indignamente? Em que situação eu não devo tomar a santa ceia?  Essa é uma questão que confunde muitas pessoas. Muitos acham que comer a santa ceia indignamente é ter um pecado não confessado ali no momento ou coisa do tipo. Vamos então compreender melhor essa questão para não cometermos equívocos.
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O texto que contém essa questão é esse: “Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor.” (1Co 11. 27). É um texto que apresenta uma advertência muito séria: Participar da ceia “indignamente” é se tornar culpado perante Deus de um grave pecado.

Mas o que Paulo quis dizer nesse texto com a palavra “indignamente”?
Para compreendermos corretamente a mensagem do texto, precisamos avaliar o contexto (o que vem antes e o que vem depois desse texto). Observe que o versículo mencionado está dentro de uma sessão que vai dos versículos 17 ao 34. E é dentro desta sessão que encontramos a resposta que estamos buscando. É importante observar que a Palavra de Paulo é dirigida a igreja (aos crentes). É evidente que quem é descrente não deve participar da santa ceia, pois não teria significado algum.

Nos versículos 20 a 22 vemos claramente o que o apóstolo quis dizer com a expressão “indignamente” (utilizarei a Nova Versão Internacional – NVI para facilitar a compreensão do texto):
“Quando vocês se reúnem, não é para comer a ceia do Senhor, porque cada um come sua própria ceia sem esperar pelos outros. Assim, enquanto um fica com fome, outro se embriaga. Será que vocês não têm casa onde comer e beber? Ou desprezam a igreja de Deus e humilham os que nada têm? Que lhes direi? Eu os elogiarei por isso? Certamente que não!” (1Co 11. 20-22).

Vemos aqui o que Paulo quis dizer com comer a ceia “indignamente”.
Eles não estavam observando o modo correto de fazer a ceia, por isso, se afastaram de seu real significado. Estavam fazendo do jeito errado. “Quando vocês se reúnem, não é para comer a ceia do Senhor”. Vemos que a ceia perdeu seu significado, ficando vazia. Mas o que eles estavam fazendo errado?
Eles estavam tentando celebrar a ceia de forma dividida e não em unidade (como corpo de Cristo, igreja) como devia ser. Os ricos desprezavam aqueles que nada tinham ou eram pobres, fazendo sua própria ceia, enquanto os pobres ficavam chupando dedos desprezados num canto e também fazendo a ceia do seu jeito. “porque cada um come sua própria ceia sem esperar pelos outros. Assim, enquanto um fica com fome, outro se embriaga.”. Paulo condena essa desunião. Uma ceia dividida dentro da igreja não era a santa ceia que Cristo instituiu e, por isso, era pecado.

Os pobres eram envergonhados como se não fizessem parte do corpo de Cristo por serem pobres. “Não tendes, porventura, casas onde comer e beber? Ou menosprezais a igreja de Deus e envergonhais os que nada têm?”.

Dos versos 23 ao 26 Paulo relembra a eles o real significado da Santa Ceia.
Seguindo com sua orientação, Paulo busca uma correção para a questão, orientando uma mudança de atitude baseada na reflexão: “Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice; pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si.” (1Co 11. 28-29). Esse “examinar” está ligado à questão anterior, ou seja, examinar se da forma que está participando não está pecando contra seus irmãos na fé e consequentemente contra Deus. Paulo nos chama a examinar a seriedade do ato de participar da santa ceia como indivíduos que fazem parte de um corpo.
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Paulo finaliza reiterando o caráter de união da ceia. União de todos os servos de Cristo. Participar da ceia com qualquer forma de desunião é comê-la indignamente. “Assim, pois, irmãos meus, quando vos reunis para comer, esperai uns pelos outros.” (1Co 11. 33).

Concluo essa questão dizendo que nem mesmo um pecado ocasional deve ser um empecilho para que você deixe de participar da ceia. Confesse o seu pecado e participe da ceia. A ceia é momento de [união] do povo de Deus e de relembrar o sacrifício do nosso Salvador, bem como, de avaliação interior e fortalecimento espiritual de cada um de nós e da igreja como um todo. Por isso, devemos refletir tomar decisões para reparar possíveis erros e participar dela, fortalecendo-nos como indivíduos e como igreja (isso é comer a ceia dignamente).






Holdings –Tel Aviv – Jafra – Israel
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Diác. Rilvan Stutz – “O Servo com Cristo” 
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro
André Sanches – Cristianismo Simples
 

quarta-feira, novembro 20, 2013

PAI NOSSO QUE ESTÁS NOS CÉUS










Mateus 6. 9 a 15. - Os discípulos de nosso Senhor desejavam saber como deveriam orar. Eles vieram a Ele solicitando-Lhe que os ensinasse a orar, tal como João, o batista, ensinara aos seus próprios discípulos. Conforme Lucas 11:1-4.

Muito graciosamente, o Senhor aquiesceu, dando-lhes a mais preciosa gema de oração. Ela é nosso modelo por causa da autoridade de Jesus Cristo, que a ensinou a seus discípulos. Tão bela que se tornou o modelo para todas as orações. “ Pai Nosso que estás nos céus”. E, no entanto, essa oração nunca foi dada aos discípulos a fim de ser repetida monotonamente. Antes, é para nos fornecer um modelo, cujas partes constituintes formam uma base aceitável a Deus, assim também como preenche todas as exigências dos princípios da oração.

Um aspecto mui digno de nota nessa amável oração é a sua divisão. A primeira metade é vazia de petições, porém é dedicada completamente a adoração, à reverência e ao louvor a Deus. Que comentário sobre nossas próprias orações em geral, as quais geralmente principiam e terminam com pedidos insistentes. Se este modelo nos ensina alguma lição primária, é que o primeiro requisito para que façamos uma oração verdadeira é o reconhecimento da onipotência de Deus e a consequente adoração que Lhe é devida. Seu nome deve ser santificado (separado), honrado.

Em seguida vem nossa concordância sincera de que os planos e propósitos de Deus são fiéis e perfeitamente justos. O desejo dos nossos corações é que o Seu reino venha, e Sua vontade seja feita em toda parte. Essas devem ser coisas bem reais na vida de todo crente. Esses são assuntos que melhorarão toda a maneira de viver da humanidade.

E, no entanto, Deus percebe perfeitamente as necessidades básicas de seus filhos, e, por isso, o restante da oração fala com eloquência, do interesse de Deus pelas vidas individuais de Seus filhos. Sendo a origem de todas as boas dádivas, é Ele quem nos pode proporcionar perdão diário. Como Pai e Juiz, Ele perdoa nossas iniquidades; como sábio Guia através da vida, Ele nos desvia da tentação e do mal. Nada que a alma humana requer deve ser omitido de nossas orações diárias. E não há coisa alguma que seja tão difícil que nosso Pai celestial não possa prover.

A oração modelo termina com uma adoração de louvor. Nunca foi dito tanto em tão poucas palavras. Aqui se encontram todas as possíveis necessidades do homem. Aqui temos a realização completa de nossa relação para com nosso Pai celestial. Em verdade, é sábio o filho de Deus que molda a sua oração, segundo esse modelo.

Algumas Condições de Sucesso de nossas orações
A oração a Deus deve ser uma oração A Deus. Devemos tomar em consideração a grandeza Daquele a quem estamos a orar, crendo, igualmente, na Sua habilidade de responder aos nossos maiores pedidos. A oração nunca pode ser da estatura que deveria ser, enquanto não estivermos plenamente convencidos de que nada... Absolutamente nada, é demasiadamente difícil para Ele. Deus se deleita em responder se... Suponhamos uma pessoa verdadeiramente regenerada, um crente. Significa isto que agora ela pode apelar aos recursos de Deus, por qualquer coisa que seu coração venha desejar? A resposta é “sim”, se a petição se conforma à vontade do Altíssimo. Não há nada neste mundo que esteja além do alcance de nossas orações... Se orarmos segundo a vontade do Senhor. Que significa orar conforme a vontade de Deus? Antes de tudo, aceitemos o fato de que Deus também tem vontade, um propósito, um plano. Este universo não é apenas um titubeio, uma vacilação da mente de Deus. 

Há sabedoria atrás de tudo. Deus tem um plano importantíssimo, e Ele esta tornando real aquele plano, dia a dia. Ele não está atrasado nem um só minuto, e nada daquilo que Deus planejou deixará de ser cumprido. Nada é mais certo na vida que os propósitos de Deus, pois serão levados até o fim.

Dentro deste pensamento, com a humildade a frente de nossas vidas, nossas vontades, deixe o egoísmo de lado e pratiquemos com sabedoria, a perfeita oração do Senhor, “Pai nosso que estás nos céus”. Amém. 

Por Rilvan Stutz





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Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro
 

terça-feira, novembro 19, 2013

ENSINE O SEU FILHO A ESTUDAR










A maioria das crianças é apresentada às matérias na escola e os professores esperam que elas estudem para irem bem às provas e exames. Mas o que a maioria dos professores não faz é ensinar a criança como estudar. E sem saber por onde começar e como fazer para aprender, o tempo passado estudando pode ser um tempo perdido que não resultará em boas notas, nem em assimilação da matéria e ainda pode transformar a experiência do estudo em uma experiência negativa e frustrante para a criança. Talvez elas tenham que estudar um pouco mais em época de provas, mas é possível estar por dentro da matéria sem ter que passar horas em cima dos cadernos! 

O que Importa é a qualidade do estudo e não a quantidade 

Aqui vão algumas dicas de como você pode ensinar o seu filho a como estudar e assim colaborar para o crescimento e desenvolvimento infantil.

Organização
Tenha um caderno ou uma pasta para cada matéria, assim ele poderá manter juntas todas as atividades que já foram feitas para aquela disciplina. Você ainda pode separar aquilo que já foi corrigido pelo professor no final da pasta, e no começo aqueles que devem ainda ser entregues para correção. Mantenha esse material acessível para consulta durante todo o ano letivo, ele ainda será necessário!

Preparar o que for estudar
Uma semana antes da prova, a criança deve perguntar para o professor que tópicos que vão cair na prova, geralmente os professores vão dizer exatamente o que ele precisa saber e onde ele consegue encontrar isso, peça que seu filho anote tudo o que o professor disser!

Para as provas de matemática
Ajude o seu filho a resolver os problemas de exercício do livro, se ele conseguir resolver estes problemas, significa que ele entendeu como funciona a atividade, e provavelmente vai conseguir fazer na prova também. Peça também que ele refaça os exercícios que errou na primeira vez e caso ainda não entenda alguma atividade, que peça para o professor explicar.

Para as provas de ciências e estudos sociais
Peça para o seu filho fazer os exercícios no final da unidade ou do capítulo do livro. É possível que ele se depare com as mesmas perguntas na prova! Livros didáticos costumam vir com as respostas anexadas ao final do livro, dessa maneira ele pode checar se acertou.

Uma ajudinha extra
Mostre para o seu filho que você está sempre disposto a ajudá-lo a estudar, dê um espaço para que ele tente por si mesmo primeiro, mas tente procurar por respostas e soluções junto com ele quando não conseguir fazer sozinho, isso o incentivará a estudar e ao invés de ficar frustrado com algo que não entende ele poderá contar com você para apoiá-lo e tentar encontrar uma resposta juntos.

Rever, organizar e reescrever as anotações
Reescrever alguns tópicos importantes pode ser uma boa maneira de memorizar, para isso seu filho pode rever todas as anotações que ele fez durante as aulas e reescrever as mais importantes em uma folha avulsa que ele possa facilmente carregar para reler no ônibus ou no intervalo por exemplo.

Memorizar
Você verá que depois de fazer todos esses passos seu filho conseguirá lembrar-se de muito mais informações do que sem eles. E será um conhecimento mais profundo do que a simples “decoreba”. A memória funciona de maneiras diferentes para cada pessoa, por isso é muito importante que o seu filho teste diversas maneiras de estudar e que opte por aquela que é mais fácil para ele aprender. Também é importante que ele se sinta confortável ao estudar, pois uma das características do cérebro humano é que ele não funciona da mesma maneira sob estresse. Se a criança se sentir ameaçada será contra produtivo tentar estudar, pois o cérebro não permitirá que ela aprenda.

Assim para que a criança possa aprender é importante que ela se sinta confortável e, na medida do possível, que proporcionemos um ambiente tranquilo e agradável para estudar e aprender!


 



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