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sábado, junho 30, 2012

ÁGUA COM O ESTÔMAGO VAZIO

CUIDANDO DA SAÚDE








=================================Rede de Divulgação


Quanto mais se sabe, maiores hipóteses de sobrevivência...

Um cardiologista orienta seus pacientes, para que todos de uma "forma ou de outra", compartilhe estas orientações com seus amigos. Assim você podera até vir a salvar uma vida.

BEBA ÁGUA COM O ESTÔMAGO VAZIO.

Hoje é muito popular, no Japão, beber água imediatamente ao acordar. Além disso, a evidência científica tem demonstrado estes valores. Abaixo divulgamos uma descrição da utilização da água para os nossos leitores.
Para doenças antigas e modernas, este tratamento com água tem sido muito bem sucedido...

Para a sociedade médica japonesa, uma cura de até 100% para as seguintes doenças:
Dores de cabeça, dores no corpo, problemas cardíacos, artrite, taquicardia, epilepsia, excesso de gordura, bronquite, asma, tuberculose, meningite, problemas do aparelho urinário e doenças renais, vômitos, gastrite, diarreia, diabetes, hemorroidas, todas as doenças oculares, obstinação, útero, câncer e distúrbios menstruais, doenças de ouvido, nariz e garganta.

MÉTODO DE TRATAMENTO:

1. De manhã e antes de escovar os dentes, beber dois copos de água.
2. Escovar os dentes, mas não comer ou beber nada durante 15 minutos.
3. Após 15 minutos, você pode comer e beber normalmente.
4. Depois do lanche, almoço e jantar não se devem comer ou beber nada durante 2 horas.
5. Pessoas idosas ou doentes que não podem beber dois copos de água, no início podem começar por tomar um copo de água e aumentar gradualmente.
6. O método de tratamento cura os doentes e permite aos outros desfrutarem de uma vida mais saudável.

A lista que se segue apresenta o número de dias do tratamento que requer para a melhora do doente:

1. Pressão Alta - 30 dias
2. Gastrite - 10 dias
3. Diabetes - 30 dias
4. Obstinação - 10 dias
5. Câncer - 180 dias
6. Tuberculose - 90 dias
7. Os doentes com artrite devem continuar o tratamento por apenas 3 dias na primeira semana e, desde a segunda semana, diariamente.

Este método de tratamento não tem efeitos secundários. No entanto, no início do tratamento terá de urinar frequentemente. É melhor continuarmos o tratamento mesmo depois da cura, porque este procedimento funciona como uma rotina nas nossas vidas. Beber água é saudável e dá energia.

Isto faz sentido: o chinês e o japonês bebem líquido quente com as refeições, e não água fria. Talvez tenha chegado o momento de mudar seus hábitos de água fria para água quente, enquanto se come.

Nada a perder,
tudo a ganhar!

PARA QUEM GOSTA DE BEBER ÁGUA FRIA.

Beber um copo de água fria ou uma bebida fria após a refeição solidifica o alimento gorduroso que você acabou de comer. Isso retarda a digestão. Uma vez que essa 'mistura' reage com o ácido digestivo, ela reparte-se e é absorvida mais rapidamente do que o alimento sólido para o trato gastrointestinal. Isto retarda a digestão, fazendo acumular gordura em nosso organismo e danifica o intestino. É melhor tomar água morna, ou se tiver dificuldade, pelo menos água natural.

Observação muito importante - perigoso para o coração:

As mulheres devem saber que nem todos os sintomas de ataques cardíacos vão ser uma dor no braço esquerdo.
Esteja atento para uma intensa dor na linha da mandíbula. Você pode nunca ter primeiro uma dor no peito durante um ataque cardíaco.
Náuseas e suores intensos são sintomas muito comuns.
60% das pessoas têm ataques cardíacos enquanto dormem e não conseguem despertar. Uma dor no maxilar pode despertar de um sono profundo...

SEJAMOS CUIDADOSOS E VIGILANTES.

Quanto mais se sabe, maior chance de sobrevivência...
O cardiologista comenta que todos deveriam ter tais hábitos, levar para seus amigos esta mensagem, e pode ter a certeza de que, pelo menos, poderá salvar uma vida.











Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "

quinta-feira, junho 28, 2012

A HORA DA FAMÍLIA

=MENSAGEM








==========================Rede de Divulgação


De forma oculta, com cuidado e utilizando das infinitas possibilidades que os meios de comunicação oferecem, os inimigos das estruturas tradicionais de convivência estão esfregando as mãos diante da bagunça que suas ações contra a família estão provocando. A questão vem de longa data, mas nestes últimos anos - e na Espanha, principalmente- deu passos de gigante.

Boa parte daqueles que dominam o âmbito das ideias (escritores, filósofos, políticos, jornalistas) parece que se deram as mãos para arrastar para o penhasco a família, que é a escola básica do amor e núcleo fundamental para o desenvolvimento do ser humano.

Querem acreditar que, com o desaparecimento da família (por mais que se esforcem em continuar usando o termo “família”, aliando-o a adjetivos com os quais é impossível combinar) conseguiriam a instalação de uma Arcádia feliz (NE: “um mundo novo”) onde a liberdade do homem não conhece limites nem amarras (nem entre pais e filhos), longe de todo critério ético e moral. É então que se abre a porta da casuística do possível, desde o matrimônio entre pessoas do mesmo sexo à filhos escolhidos em um cardápio de opções, passando por mais tipos de uniões antinaturais que um Maquiavel poderia imaginar.

Faz tempo que a maioria da sociedade se deixou convencer de que o divórcio é uma necessidade generalizada e não uma exceção para solucionar algumas situações afetivas. Fala-se do direito de se ter uma nova vida, do direito a uma segunda, terceira..., ou sexta oportunidade. Mas em nenhum lugar consta que a lei tenha colaborado em algo para a felicidade do homem e da mulher. Além disso, a dor infligida a uns e outras e, sobretudo aos filhos, não conhece comparação. O divórcio transformou o amor num artigo de troca, num capricho com mais conotações sexuais que afetivas, aumentando ainda mais a dor que a falta de entendimento provoca entre aqueles que um dia decidiram compartilhar tudo.

Mais grave ainda é a destruição provocada pelo aborto. O que se legislou como exceção à lei, há vinte anos se proclama como sendo um direito do adulto sobre a vida que nasce.

Os números mostram: boa parte da sociedade perdeu, inclusive, o respeito aos fracos e nem sequer se importa quando alguém se atreve a demonstrar que nosso país é o reino do infanticídio (o autor refere-se à Espanha, onde leis que liberam o aborto foram aprovadas. N.E.). Querem que o aborto seja algo deixado para a consciência individual, como se a manipulação do começo da vida fosse igual a um vestido que se pode usar e descartar. Se um cientista é capaz de destruir um embrião, dizem, por que colocar limites?

Mas o mais perverso deste panorama é que aqueles que dominam o âmbito das ideias conseguiram convencer as plateias de que o que acabo de expor não são mais do que triunfos da razão, êxitos do estado de direito, passos de gigante para a humanidade. Por isso, para essas pessoas, nós, que acreditamos na natureza do amor humano, que se fundamenta na liberdade de escolha para o compromisso, no empenho de levar adiante o projeto comum de uma família unida, alheia a todos estes bizarros conceitos, somos relegados ao museu dos horrores. E nos apresentam uma ou outra vez em seus canais de propaganda, dizendo que vivemos presos ao passado, que desprezamos o progresso, que pertencemos a um mundo morto...
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Quando é esse nosso o único mundo voltado para o amor mais desinteressado ao qual o homem pode aspirar, aquele que se gera e se mantém na família, uma família que não necessita de nenhum adjetivo, porque no próprio substantivo se reconhecem todas suas propriedades: a estabilidade da fidelidade a um projeto comum no qual os fracos tem toda a nossa proteção e que sobrevive através das gerações, de pais e filhos, sem solução de continuidade.


Deste meu humilde canto quero animar a todas as leitoras para que vivam o orgulho de ser mãe, filha e irmã, que contagiem a todos com o dom maravilhoso daquele amor que está disposto a dar sem a condição de receber, que se façam defensoras da dignidade de conceber um filho, de dar à luz, cria-lo, educa-lo e ama-lo num ambiente propício e livre que o converta num homem ou numa mulher de bem.

Sou apenas um pequeno escritor, eu sei. Mas sou filho. E sou irmão. E sou esposo. E sou pai. E estas são as únicas medalhas que me enobrecem.












Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog -" Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo "
Prof. Miguel Aranuren - P.Família

quarta-feira, junho 27, 2012

2012. ANO DO FIM DO MUNDO?

EDIFICAÇÃO








============================Rede de Divulgação



Paz e bem,
Lembro que na fase da minha vida em que fui Testemunha de Jeová (Pr.Denilson Torres), havia a imensa perspectiva de que estava próximo o fim do sistema de coisas que governavam o mundo. Naquela época as Testemunhas de Jeová ensinavam que Jesus havia voltado em 1914 e que a sua presença, ou parousia, no grego, se fazia sentir desde então com a eclosão da primeira guerra mundial e todos os acontecimentos daquele movimentado século XX que se tentavam encaixar nas previsões do que seria o fim do mundo.

Para os Testemunhas de Jeová daquela época, final do anos 70 e início dos anos 80, era quase um mantra a idéia de que aquela geração de 1914 não passaria antes que todas as coisas se cumprissem. Ora, o cálculo era que uma geração duraria no máximo oitenta anos o que levaria o tal fim do mundo para alguma coisa em torno do ano de 1994, se atrasasse muito, podendo acontecer até antes desta data, mas certamente dentro do limite daquela geração de 1914.

Fato é que 1994 já passou, a geração de 1914, no sentido usado pelos Testemunhas de Jeová, já se foi e o mundo não se acabou.

Hoje o discurso dos TJ é diferente, fala em algo vago como sendo a geração dos que não querem obedecer a Deus e não há mais datas preditivas ou datas limites.

Digo estas coisas apenas para destacar como nós somos fascinados pelo fim do mundo e volta e meia se arranjam previsões para este evento.

Houve uma época em que se acreditava que Nostradamus havia predito o fim do mundo para 1999 e isto fez surgir um festival de literaturas, documentário, filmes, matérias a respeito dele e de suas profecias. A linguagem cifrada de suas supostas profecias favorece praticamente qualquer interpretação. Assim, como 1999 se foi e o mundo não se acabou, as profecias foram deixadas na geladeira, mas aqui e ali ressurgem, pois por conta de suas forma hermética qualquer um pode revisar e prever outra data ou circunstância histórica e com isto vender seus estudos, matérias, documentários e bugigangas a respeito, a memória do homem a este respeito é curta e o seu senso crítico é anestesiado pela fascinação do fim.

Lembro também do cometa Halley em sua passagem em 1986 e da virada do ano em 2000 que alguns péssimos matemáticos determinaram como o início do milênio, quando na verdade o milênio começaria em 2001. Seria irônico o fim do mundo está sujeito a cálculos mal feitos.

Nesta época, inclusive, surgiu um novo “versículo bíblico” que dizia “A mil chegarás, mas de dois mil não passarás”. Eu tive problemas para convencer alguns de que não existia esta passagem em nenhum livro da Bíblia, encontrei gente que garantia que tinha lido esta frase na Bíblia, só que não lembrava o capítulo, o versículo nem em que livro...

Agora é a vez do calendário Maia. Acredita-se que ele prevê o fim do mundo para este ano de 2012 e tem até o dia exato, seria 21 em de dezembro.

Ora, todas estas coisas são tentativas de homens perdidos se enganarem fingindo que levam a sério as coisas espirituais. Mas a verdade pura e simples é que a única coisa séria nisto tudo é a industria de entretenimento que fatura horrores com este tema.

Usa-se o fascínio do homem comum para aumentar audiência e ganhar dinheiro, e muito, explorando a credulidade de todos. Enquanto o fim do mundo não chega, eles ficam cada vez mais ricos especulando sobre ele.

Esta é a lógica. Dois mil e doze vai passar e depois dele encontrarão outro evento ou profecia para marcar a data do fim do mundo de novo, e de novo... Até o dia em que cairão no descrédito e passarão a prever não o fim do mundo, mas prosperidade e bonança e aí sim poderá ser o dia em que seremos todos surpreendidos.

O que eu sei é que o dia chegará como ladrão. Quem já teve a sua casa assaltada pode afirmar com convicção que ladrão não deixa aviso de quando vai chegar, aliás, ele espera justamente o momento em que estamos mais desatentos.

O caminhar cristão não é esta especulação supersticiosa que, volta e meia, contamina alguns, muito pelo contrário! O caminho cristão é a incessante busca de estar separado, santo, tendo um viver que seja coerente com a fé que se professa. É este caminhar que a Bíblia compara com o comportamento sábio das virgens que mantinham suas lâmpadas sempre com óleo que as mantinham acesas em todo tempo.

Veja que na parábola das dez virgens registrada no evangelho de Mateus 25:1-12, todas elas são pegas de surpresa, a diferença entre as sábias e as néscias é que as primeiras estavam cuidando de suas lâmpadas, estavam cuidando de suas vidas espirituais.

É assim que devemos ser. Caminhar cuidando de nossas vidas e de nosso caminhar no Caminho. Quando o dia chegar, como ladrão, certamente poderemos ser surpreendidos, mas se estivermos com nossas vidas seguras no Senhor, não teremos o que temer.

Que possamos manter nossas lâmpadas sempre acesas com o óleo do Espírito.










Igreja Presbiteriana do Brasil
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Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo "
Pr. Denilson Torres - Fruto do Espírito

segunda-feira, junho 25, 2012

A GRANDEZA DO HOMEM

MENSAGEM









===============================Rede de Divulgação


Num mundo amplamente globalizado e enraizado no individualismo, difunde-se a ideia de que a competição é a melhor forma de se destacar e conseguir um espaço, por menor que seja ao brilho dos raios do sol. E nesse panorama, constantemente somos atingidos pelo complexo do superlativo. Sempre se discute sobre o esportista que mais se destaca o homem mais alto, o mais inteligente, o melhor articulador, o mais perspicaz, e assim por diante, numa sucessão de superlativos que acabam por se tornar a meta de todos que querem ter o seu espaço.
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Valoriza-se uma característica e coloca-se que, através da competição, abrir-se-á espaço a todos aqueles que querem se destacar. Muitas vezes, grande energia é despendida e, ao se obter o resultado daquela disputa, percebe-se que não era o desejado. No entanto a vida continua e o sistema atual se repete vestido de novas roupagens, mas o mesmo princípio de competição se repete. E igualmente o clima de insatisfação aumenta no ser humano. Por quê?
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Por que a constante disputa por um espaço ao sol não é capaz de dar ao ser humano a satisfação desejada? É sabido que a vida é instável, da mesma forma que o movimento o é.
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A instabilidade é que dá a oportunidade de mudança de estado, por abrir nova oportunidade de manifestação, nova forma de visão, novo ângulo de entendimento. A disputa, da mesma forma, abre essa oportunidade. Só que ocorre algo diferente na disputa, competição. No sistema atual, disputa-se apenas e tão somente pela disputa em si.
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Em princípio, não existe, pelo menos conscientemente, razão para a disputa e o ser humano torna-se infeliz, por não saber, durante toda uma disputa, sua jornada e sua vida, a razão de estar disputando e, em última análise, a razão da disputa e, consequentemente, que o tornará feliz.
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E nesse quadro, torna-se estéril qualquer tipo de disputa, por não haver razão que mostre a importância dessa disputa. Pois bem, percebe-se que a grandeza do Homem não é limitada por esses fatores, pois essa grandeza está sim centrada naquele homem que descobre sua importância, seu papel, sua razão de vida e se torna instrumento para manifestar aquilo que acredita. Quanto maior for essa razão de vida, maior será sua grandeza.
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E ao mesmo tempo torna-se desnecessária a disputa, pois não haverá mais a competição para aquele que quer seu espaço tirando de outro. Quando se descobre essa razão, percebe-se que através da união com seus iguais, pessoas estas que defendem o mesmo princípio, o resultado será maior, pois é a união de grandes seres humanos que passam a lutar por um único objetivo, o objetivo que norteia a vida de cada um.
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A competição, ao contrário da união, coloca um indivíduo contra o outro, não deixando espaço para que juntos, somem suas potencialidades e alcancem seus objetivos. E é nesse quadro que vivemos, difundindo a ideia do superlativo, fechamos as portas à somatória de forças e perdemos a oportunidade de crescermos ainda mais como seres humanos, por não darmos valor a todos tais como são.
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Observando essa situação, não seria a união de homens de boa vontade o melhor caminho para se construir um Mundo Melhor?











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GiulianoP. D'Abronzo -Shvoong.com

sábado, junho 23, 2012

O CAFÉ

MENSAGEM








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Rede de Divulgação


Um pastor da Etiópia (África) chamado Kaldi notou que suas cabras ficavam mais espertas quando comiam as frutinhas vermelhas de um determinado arbusto, e resolveu experimentar, e percebeu que o deixava mais ativo para o trabalho.

Sabendo disso um monge das proximidades usou como infusão para ver se conseguia ficar acordado à noite para rezar e conseguiu isso ocorreu no século VI. Desde então a descoberta estava feita, e começou assim pelo Oriente até chegar a Pérsia.

Os primeiros a torrar os grãos foram os árabes que espalharam pelo mundo, e deram o nome de Kahwah, que quer dizer na língua deles força.

Foi graças aos holandeses que o café ficou conhecido no mundo, isso ocorreu no século XVII, ele foi consumido inicialmente como remédio para vários males. A partir desse século o café passou a ser uma bebida.

No Brasil, o café chegou em 1727, por Francisco de Mello Palheta, vindo da Guiana Francesa, a desculpa era que teria vindo para resolver questões de fronteiras, mas acredita-se que tinha interesse do governo em algumas sementes plantadas na região de grande valor comercial.

O galante Palheta conquistou a mulher do Claude d´Orviller, o governador da Guiana Francesa. Ao se despedirem, a madame deu de presente um vaso no qual veio cinco mudas de café e algumas sementes. Então foi assim que se deu uma das maiores riquezas do país, cultivado inicialmente no norte do país, a produção só cresceu depois que chegou ao Rio de Janeiro, foi pelo Vale do Paraíba que chegou a São Paulo.

No final do século XIX, com o clima e as terras férteis das regiões transformaram o Brasil no maior produtor mundial. O café teve influência na cultura brasileira, e até hoje tem estimulado o desenvolvimento econômico.

A bebida ao longo do século ganhou fama de dar mais animo ao espírito.

A ciência provou que graças a cafeína, o café faz com que melhore o raciocínio, estimula a memória e aumenta a concentração. Os cientistas alegam que ela estimula a fabricação de noradrenalina, o neurotransmissor responsável por atuar nosso sistema de alerta, faz com que o raciocínio e os reflexos fiquem mais
rápidos, melhora a memória. Segundo os especialistas ele é um grande aliado em
tratamento de crianças que tem problemas de memorização no aprendizado.

O café contém ácidos clorogênicos, que trazem benefícios atuando no sistema nervoso central contra a depressão e o humor.

Nos anos 90 descobriu na bebida uma molécula que servia como uma chave para fechar alguns receptores do cérebro que se afinam quimicamente com o álcool, a maconha e a cocaína, e que o café podia ser usado na prevenção do consumo de drogas, diminuindo assim à vontade de consumir.

Foi pesquisado e chegaram a conclusão de que 4 xícaras diárias de café são capazes de prevenir a depressão e tendências suicidas. Ele ajuda a digestão, pois estimula a produção de suco gástrico.

Os especialistas em distúrbios do sono diz que a bebida realmente atrapalha quem quer dormir tranquilo, por esse motivo que quem sofre de insônia é bom não tomar café depois do jantar. Nesse caso, pode tomar o descafeinados, para quem não consegue ficar sem o cafezinho.

Estudos já provaram que quem é sadio aumenta a pressão arterial em três décimos, o que é insignificante pelos médicos, mas recomendam moderação para os que têm distúrbios cardíacos ou hipertensão.

A cafeína estreita as artérias dilatadas do cérebro, pois ela é a responsável pela dor de cabeça, pois muito dos remédios para combater a dor de cabeça contém pequenas doses de cafeína. A substância parece estar ligada à liberação de endorfina, neurotransmissor produzido pelo cérebro que tem efeito
analgésico.










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Chef De Cordeiro - e-familiCynet.

quinta-feira, junho 21, 2012

CÂNTICO DOS CÂNTICOS

EDIFICAÇÃO







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Em todo o enredo bíblico, do Gênesis ao Apocalipse, a relação entre Deus e o homem se dá de uma forma crescente e intensa. No Cântico dos Cânticos esta relação é simbolizada pelo amor intenso do noivo e da noiva. Dentro do registro bíblico, o formato literário de vários oráculos proféticos, de igual forma, resume em linguagem romântica, o relacionamento entre Deus e seu povo.

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Cânticos dos Cânticos faz então a declaração de amor mais repetida em todos os tempos, dizendo: “O meu amado é meu, eu sou dele” (Ct. 2:16); declaração que também é feita por Deus, repetidas vezes, através dos profetas, dizendo: “Vós sereis o meu povo, eu serei o vosso Deus” (Jer. 30:22)..
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Na abordagem desta obra sobre Cântico dos Cânticos, passamos a interpretar o poema rastreando as "palavras chaves" de cada verso ao longo de toda a Escritura Sagrada, partindo do princípio de que esta é uma das partes das escrituras, que só pode ser interpretada, adequadamente, à luz de toda a Escritura. Assim, o nosso desejo é fazer compreender o real significado e sentimento de Cânticos, que se expressa com palavras vindas de um coração que ama.
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Desejamos ainda que o mesmo Espírito que o inspirou nos comova com o sentimento que brota dele, com a mesma intensidade e beleza, como está ali, cuidadosamente esculpido em palavras de amor, no maior cancioneiro de todos os tempos, no Cântico dos Cânticos.












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Manoel A. A. Barbosa - Shvoong.com/

sábado, junho 16, 2012

DIREITO E AMOR

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Curioso notar que o Direito dispõe sobre muitas normas em diversas dimensões da vida humana, mas nada trata sobre o amor humano. A título de curiosidade, o revogado artigo 1.338 do Código Civil de 1916 era o único dispositivo legal em que a expressão “amor” foi empregada pelo legislador: “O gestor responde pelo caso fortuito, quando fizer operações arriscadas, ainda que o dono costumasse fazê-las, ou quando preterir interesse deste por amor dos seus”.
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O novo Código não manteve a palavra. Inclusive, consegue a rara façanha de tratar dos deveres do casamento, sem mencionar expressamente a expressão “amor”. Nesse ponto, será que existe uma relação entre o direito e o amor? E, caso positivo, no âmbito da relação conjugal, qual regra deveria iluminar as relações entre os casados: a lei natural ou a espontaneidade do amor?
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É um fato notório que, por trás de algumas posturas atuais em relação ao matrimônio, há uma clara, porém, aparente contraposição entre aquilo que se denomina como exigências do amor e o que, tradicionalmente, é chamado de lei natural. São tendências que defendem a autenticidade como um dos pilares da atuação do homem, inclusive numa relação matrimonial.
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A autenticidade estaria na espontaneidade do amor, num livre fluir da relação amorosa, marcada por uma invencível fragilidade intrínseca, algo bem retratado na famosa obra literária de Milan Kundera, “A insustentável leveza do ser” (1984), frente à inautenticidade representada pela lei, sobretudo pela lei natural, reduzida a um produto cultural de uma mentalidade ultrapassada e alienante.
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Estas tendências partem do pressuposto de que o homem é considerado um ser autêntico quando segue a inclinação espontânea que radica em si, porque toda inclinação é natural, ou seja, é conforme ao seu ser. Negam, sob outro ângulo, que a pessoa possa ter uma desordem em suas inclinações naturais, como a concupiscência.
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A desordem não teria espaço, porque, inspirado na concepção rousseauniana de natureza humana, o ser do homem não portaria nem o bem e nem o mal: há simplesmente o seu ser, que deve ser assumido tal como é ontologicamente, em virtude de sua bondade inerente.
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Eis a chamada autenticidade: uma tese pertinazmente proclamada e vivida por muitos, os quais, certamente, não acreditam que a antropologia kantiana aproxima-se muito mais da realidade posta acerca da natureza humana, dado que o homem é naturalmente capaz de fazer, além do bem, o próprio mal. E sem necessidade de sociedade, de qualquer estrutura ou mesmo instituição, que fazem apenas potencializar o bem ou o mal praticado individualmente.
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Superada a questão a respeito da possibilidade de desordem nas inclinações naturais, a espontaneidade do amor surge como a regra de ouro da ação humana. O mal está em agir sem amor. Migrado este critério ao amor conjugal, infere-se, sem muito esforço intelectual, que esta regra deva pautar as relações entre os cônjuges, já que, onde há amor espontâneo, não pode haver desordem.
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Mas aí reside o engano antropológico. Há um só amor, esse primeiro movimento da vontade que se orienta e adere intencionalmente ao objeto amado. É o primeiro movimento da inclinação natural do homem ao bem.
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Contudo, o homem tem, dentro de si, um fator de desordem em sua tendência inata ao bem, de maneira que, apesar da lei natural, goza também de uma inclinação para o mal, a chamada concupiscência. Uma vez domado por esta, o amor fica cego. E se o amor é cego, nunca acerta o alvo, como já dizia Shakespeare. Salvo melhor juízo, é o que penso.











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Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "
Exmo Sr.Juiz André G. Fernandes-P. da Família

Rádio Rei dos Reis