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sábado, janeiro 16, 2010

DEPRESSÃO VERSUS DEPRESSÃO CLÍNICA

CUIDANDO DA SAÚDE



Todo ser humano muito provavelmente vai experimentar depressão em sua vida. A principal diferença entre depressão e depressão clínica é a causa e o tempo pelo qual a pessoa fica deprimida. O período de atividade normal da depressão deve decorrer do processo natural de sofrimento como resposta a um problema ou tragédia externa.
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Alguns exemplos são a morte de um membro da família, um divórcio, a perda de um filho, ser demitido do trabalho, desemprego, um grave trauma físico, e dor (especialmente por um longo período de tempo). A depressão é normal e chega a ser, na verdade, um processo saudável a se passar como reação a um trauma externo. A depressão vira depressão clínica, ou depressão grave, em duas diferentes circunstâncias. A primeira acontece depois que as experiências de uma pessoa com depressão causada por uma situação externa (como as mencionadas acima) se prolongam por um período de tempo fora do comum.
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Médicos e cientistas teorizam que o sofrimento faz com os níveis normais de seratonina da pessoa (um hormônio no cérebro ligado aos sentimentos de contentamento e felicidade) baixem, e por alguma razão (possivelmente motivado por estresse ou de origem genética) o corpo da pessoa se torna incapaz de repor aquele nível de seratonina novamente. Nesse caso a pessoa foi de um sofrimento para uma depressão clínica. A segunda maneira de desenvolver depressão é reconhecível porque ela não acontece como resposta a qualquer trauma esterno, como a morte de um ente querido. Ao invés disso, a pessoa afunda gradualmente numa profunda depressão sem nenhuma razão explicável. Normalmente as pessoas que se tornam clinicamente deprimidas desta maneira têm uma história pessoal ou familiar de depressão ou doença bipolar. Pessoas com uma história pessoal ou familiar de alcoolismo também correm o risco de desenvolver depressão clínica.
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Não importa a causa, uma vez que a pessoa esteja experimentando tristeza contínua ou uma inabilidade de apreciar a vida, acredita-se que o culpado é um nível baixo de seratonina no cérebro. Portanto, depressão originada de um longo período de sofrimento ou estresse, ou de predisposição genética, são ambas tratadas com os mesmos medicamentos (anti-depressivos).







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