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domingo, junho 30, 2013

COMO FICA O CORAÇÃO?



EDUCAÇÃO






Nos últimos tempos a imprensa fala bastante da realidade homossexual, especialmente depois do Canadá se tornar o terceiro país a admitir o casamento entre pessoas do mesmo sexo, depois da Bélgica e da Holanda. Também há pouco se tornou público o parecer do Supremo Tribunal americano sobre o caso que revogava a lei da sodomia no Texas, e tudo isso coincidiu com o dia 28 de Junho: o dia “internacional” do “Orgulho Gay”. Notícias e artigos apresentam o fato como uma realidade que se impõe, a qual a sociedade tem que aceitar e defender, porque se trata de uma minoria que se sente vítima.

Nos últimos trinta anos, o número de pessoas que se declara homossexual, ou que tem tendências homossexuais, cresceu significativamente. Isto não prova, de forma alguma, o mito de que 10% da população tenha esta tendência, mas sim que na nossa sociedade ocidental estão ocorrendo uma série de fatores que conduzem a desordens na identidade sexual. Ainda que a famosa Associação Psiquiátrica Americana (APA) tenha tirado a homossexualidade da lista de distúrbios, na realidade, e chamemos com que nome for, trata-se de uma “anormalidade”, um comportamento não natural de acordo com o que se entende por homem e por mulher. E eu entendo anormalidade não como algo pejorativo, mas simplesmente como algo diferente do que nos é dado pela natureza.

A nossa sexualidade não é uma característica acidental como pode ser a cor do cabelo; cada uma das nossas células, de todo o nosso corpo, está marcada de acordo com o seu próprio gênero: masculino ou feminino, XY ou XX. Isto não acontece com nenhuma outra dimensão humana. A sexualidade não é um elemento acidental que se possa alterar por “preferência sexual” sem que afete essencialmente a pessoa. A sexualidade é dada pela natureza, não é um elemento cultural mutável, apesar de ser influenciada pela cultura.

Temos que partir de uma base: a natureza humana é o que é, e realização do ser humano dá-se nela e não contra ela. Assim, uma alteração no campo da sexualidade afeta essencialmente o ser humano. Os estudiosos explicam que se pode falar de vários níveis de sexualidade: a genética, a gônada, a hormonal e a psicológica. Esses quatro níveis têm que estar “coordenados” para que a sexualidade humana desenvolva suas funções normais. 

Dentro desta perspectiva entende-se melhor o princípio que diz que “a unidade é o princípio do ser”. A sexualidade, como todas as funções humanas, tem as suas finalidades. Assim como os pulmões permitem respirar, a sexualidade é um mecanismo complexo que permite que a humanidade continue a existir. Este mecanismo espiritualiza-se quando somos capazes de enquadrar esta experiência numa realidade amorosa entre homem e mulher. O homossexual, pelo menos ao princípio, sente atração por pessoas do mesmo sexo; isto é, passa por uma disfunção séria entre o sexo corpóreo e o sexo psicológico; o que lhe impossibilita viver uma sexualidade natural aberta à vida, que é um dos principais objetivos da vivência da sexualidade natural humana.

A maioria dos estudos que estuda a gênese destes comportamentos costuma mencionar algumas das seguintes causas para esse fenômeno: alienação do pai na infância; o pai foi tido como hostil, distante, violento ou alcoólatra; no caso de filhos, a mãe foi super protetora; a mãe precisava de muito afeto e ao mesmo tempo era muito exigente; os pais nãos fomentaram a identificação dos filhos com o próprio sexo; abuso sexual ou violação; fobia social ou timidez extrema e não tratadas. Em alguns casos, a atração ou a atividade homossexual ocorre em pacientes com algum outro diagnóstico psicológico, como, por exemplo: depressão grave; ideias de suicídio; neurose de angústia generalizada; abuso de drogas; desordens da conduta adolescente; personalidades psicóticas marginais; esquizofrenia; narcisismo patológico.

Mas, atrás de cada um destes fatores se esconde o grande câncer da nossa sociedade, alimentado até a saciedade pelo materialismo, hedonismo e superficialidade: a falta de amor. Possivelmente esta inclinação não é mais que o sintoma de uma profunda carência afetiva. O homem se asfixia sem amor e, se não o encontramos através dos canais naturais, criamos novas pontes, mas isto não é algo opcional. Esta falta de amor não só é a causa do início, como também do desenvolvimento do processo, porque quando cada uma destas pessoas, por que razões forem, começou a sentir esta inclinação, provavelmente não encontrou, no seu ambiente quotidiano, compreensão, aceitação, um desejo profundo de alguém para ajudá-la; talvez tenha encontrado rejeição, desprezo e humilhação, o que abriu ainda mais sua ferida emocional.

E o amor como doação desinteressada pelo outro, em busca de um bem objetivo, torna-se o melhor meio de resolver o problema. Não aparecem na imprensa, nem se organizam manifestações que os defendam, mas há muitos homens e mulheres empenhados em ajudar os que querem redescobrir a si próprios e em canalizar toda a sua capacidade afetiva nos caminhos que a natureza lhes deu. Cito, literalmente, o testemunho de um doutor em Medicina e Filosofia, Jeffrey Satinover, de quem tomamos o pensamento que inspirou estas ideias: 

“Tive a sorte grande de ter encontrado muitas pessoas que conseguiram sair do ambiente homossexual da sua vida. Quando vejo as dificuldades pelas quais passaram, a coragem que tiveram, não só ao se defrontarem com essas dificuldades, mas também ao confrontar uma sociedade que usa todos os meios para lhes negar a validade dos seus valores, metas e experiências, sinto-me admirado… São estas pessoas – anteriormente homossexuais, e todos aqueles que estão lutando neste momento na América e nos outros países – que me parecem um modelo de tudo o que há de bom e possível em um Mundo que leva o coração humano… Muito a sério. Nas minhas explorações pelo mundo da psicanálise, psicoterapia e psiquiatria, nunca antes havia visto curas tão profundas.” (Satinover 1996). 

Parece utópico, mas é real. Para ajudar, temos que acreditar no outro, na sua grandeza interior, na sua capacidade de amar, na sua dignidade, até chegar a sentir inclusive admiração. O Doutor Sattinover afirma convencido, que “… Parece-me um modelo de tudo o que há de bom e possível em um Mundo que leva o coração humano… muito a sério”. Este respeito sincero pelo outro tem a qualidade mágica de gerar confiança naquele que necessita e estimula a lutar para ser melhor. A pessoa que quer sair deste mundo ou reorientar a sua inclinação necessita, antes de tudo, de acreditar no seu próprio coração e levá-lo muito a sério; compreender que só amando poderá se realizar e realizar os outros. É necessário ampliar muito o coração para perdoar o que for necessário e elevar-se acima de tudo, sem ressentimentos, disposto a… aprender a amar como homem ou como mulher, integrando todas as dimensões de sua pessoa de acordo com sua realidade natural. 

Um sábio escritor francês dizia “Descobri assombrado que falar era, de fato, o melhor modo de calar o essencial” e é exatamente isto o que acontece com o tema da homossexualidade. Fala-se muito que não há possibilidade de volta nem de conversão, que é possível que a homossexualidade seja algo genético, ainda que isto nunca tenha sido demonstrado, que são muitos os que têm esta inclinação… que no meio de tantos argumentos fica escondida a outra metade da moeda: os testemunhos de vida de centenas de pessoas que foram homossexuais e que conseguiriam mudar, graças a uma terapia adequada e ao apoio daqueles que realmente descobriram neles sua dignidade humana. O que estas pessoas nos ensinam é guardado em silêncio, mas deita por terra, existencialmente, muitos slogans mais sentimentais que confiáveis. 

Uma vez mais demonstram que o homem é um ser para o amor, que o amor é luta, mas que só por este caminho se alcança a paz e a alegria reais. O homem e a mulher que lutam para serem autênticos são sempre dignos de admiração. Esta é a diferença pela qual vale a pena arriscar-se. 
 
Para amar temos que levar o coração humano muito a sério.







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Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo"
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quinta-feira, junho 27, 2013

ISAÍAS “O SANTO DE ISRAEL!” SEU LIVRO: "O CORAÇÃO DA ANTIGA ALIANÇA”



EDIFICAÇÃO








Este Profeta, além de ser considerado o maior de todos, é reconhecido como o mais evangelista do Antigo Testamento, e o seu livro “O Coração da Antiga Aliança”. Certamente foi por isso que tomou o primeiro lugar entre os livros proféticos, embora haja profetas que viveram bem antes dele, cujos livros só se incluem depois das obras dos chamados “profetas Maiores”.

Isaías revela-se como evangelista especialmente nos seguintes trechos que profetizam a vinda do Messias; da sua Pessoa, dos seus sofrimentos e do Seu Reino. O começo do livro já é um convite ao pecador a aceitar o perdão divino.

Isaías é merecidamente conhecido como o Profeta evangélico, visto que apresenta a mais completa e clara exposição do Evangelho de Jesus Cristo que se pode encontrar em qualquer porção  do Antigo Testamento.  Sendo um tanto parecido com a epístola aos Romanos, no Novo Testamento, o livro de Isaías serve de compêndio das grandes doutrinas da época pré cristã, e aborda quase todos os temas cardeais de toda a gama da teologia.

Ênfase especial recai sobre a doutrina de Deus, em Sua onipotência, onisciência e amor redentor. Em contraste com os imaginários deuses dos pagãos adoradores de ídolos, Ele se revela como o único verdadeiro Deus, O soberano Criador do Universo, que ordena todos  os acontecimentos da história de conformidade com o Seu grandioso e completo plano.

Em demonstração da autoridade e da inspiração de Sua palavra, Ele cumpre maravilhosamente as predições proferidas por Seus  profetas antigos.  Ele é o sustentador da lei moral, que leva a juízo todas as nações ímpias dos pagãos, até mesmo as mais ricas e poderosas delas, consignando-as para os montões de cinzas da eternidade,  ao mesmo tempo que Seu povo escolhido sobrevive para glorificar ao Seu nome.

É principalmente na qualidade de Santo de Israel que Isaías apresenta o Senhor, que o impelia a profetizar.  Sendo Santo, Ele requer  da adoração  antes e acima das formalidades da adoração por sacrifícios, o sacrifício o vivo de uma vida piedosa.  Com essa finalidade Ele faz as mais vigorosas persuasões tomarem conta das consciências  de Seu povo, tanto na forma de advertências  e apelo profético, como na forma de pressão exercida  pelos castigos que tinham o desígnio de conduzi-los  ao arrependimento.  Porém  na qualidade de Santo de Israel, Ele se mostra inalteravelmente comprometido com Seu povo,  com o qual fizera aliança, e é o fiel fiador de Suas graciosas promessas para perdoa-los  quando arrependidos, livrando-os  do poder de seus inimigos.  Ele se mostra pronto para livra-los dos ataques de seus arrogantes opressores gentios, ou para levá-los de volta à Terra Prometida, tirando-os da escravidão e do exílio.

Não obstante, na análise final, até os próprios crentes israelitas, nutridos no Antigo Testamento e desfrutando de privilégios de acessos a Deus impossíveis de comprar, aprenderam ali que são inerentemente pecaminosos e incapazes de salvarem a si próprios do mal.  Seu livramento final só pode vir através de um Salvador, o Messias divino humano .  Esse Emanuel, virginalmente nascido, e que é o próprio Deus todo-poderoso, estabelecerá o seu trono como Rei eterno sobre a terra  inteira e porá em vigor as exigências  da santa lei de Deus, quando vier estabelecer a paz universal, a bondade e a verdade sobre o mundo inteiro.

Não obstante, esse Rei  Messias só alcançará vitória na qualidade de Servo do Senhor, rejeitado  e desprezado pelo Seu próprio povo, ao apresentar o Seu corpo sagrado como expiação pelo seus pecados.  Através desse sofrimento e morte, Ele dará  livramento de alma não apenas aos verdadeiros crentes da nação de Israel, mas igualmente aqueles gentios de terra distantes  que abrirem seus corações para receber a Sua verdade.  Tanto os judeus como os exultantes súditos de Seu Reino Milenar, que está destinado a estabelecer o governo e Deus e a paz de Deus sobre toda a terra.

Podemos dizer: este foi “O Santo de Israel”, filho de Amoz, foi membro de uma próspera e respeitada família de Jerusalém, pois não apenas o nome de seu pai é registrado, como também gozava de relações íntimas com a família real e com os mais altos oficiais do governo.

Isaías “O Santo de Israel” “O Coração da antiga aliança”, o grande profeta do Senhor. Igual não ouve, cumpriu sua missão, seus exemplos inigualáveis e por contrário teve morte horrenda, como podemos imaginar o porquê de fim tão triste, “Serrado ao meio”, morte que só os desígnios de Deus os têm para a alegria da “SALVAÇÃO ETERNA!”, Assim também nos lembramos de outros grandes homens, “Servos fieis do Senhor”, sofreram morte horrível, lutaram pela  Salvação em Jesus Cristo, nosso Mestre.

Amados, temos grande missão: “Anunciar a Salvação em Jesus Cristo“. Amém.





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domingo, junho 23, 2013

O QUE O DINHEIRO NÃO PODE COMPRAR




  MENSAGEM






Não faz muitos anos que uma conhecida operadora de cartão de crédito dizia, em seu comercial, que havia coisas na vida que não tinham preço, mas, para todas as outras, existia o cartão de crédito dela (embora o da concorrente fosse tão bom quanto)...

De lá para cá, ao que parece, o cenário mudou: pode-se ganhar muito dinheiro perdendo peso em desafio televisivo; participando de programa de exposição coletiva da intimidade alheia; vendendo o direito de lançar toneladas métricas de gás carbônico na atmosfera; “terceirizando” a gestação na barriga alheia e, como o céu é o limite, é possível ficar rica (lamento: só para mulheres) leiloando a própria virgindade... 

Vivemos numa época em que quase tudo pode ser comprado ou vendido. O deus mercado e “sua mão invisível” passaram a governar nossa vida como nunca. Com o fim da guerra fria, ele assumiu um prestígio sem precedente, boa parte dele decorrente do fato de que nenhum outro mecanismo de organização e produção de bens tinha se mostrado tão eficaz na prosperidade material da maioria dos povos e nações. 

Mas não nos demos conta de que, na medida em que esse deus alcançava domínios cada vez maiores, seus valores – estritamente econômicos – começavam a desempenhar um protagonismo cada vez maior não só no mundo das trocas de bens materiais. Mas para além dele. E não demoraram a adentrar na vida social. Nos dias atuais, a lógica do mercado não dá as cartas somente para o regime de oferta e de demanda de bens materiais: conduz crescentemente a vida como um todo. 

Boa parte da crítica a respeito da última crise financeira limitou-se a apontar a falha moral do triunfalismo do mercado à ganância dos investidores, que os levou a assumir um grau de risco irresponsável. E, como é crucial, a reprovação moral veio entoado pelo coro dos desocupados de plantão, dos intelectuais engajados e dos desajustados ideológicos, em mais um capítulo da série “muito barulho por muito pouco”. 

Por muito pouco mesmo, porque o grau ensurdecedor da crítica tornou o diagnóstico superficial: se a ganância teve sua parcela de culpa na crise, a maior mudança no perfil do mercado não foi o aumento estratosférico da ganância de seus agentes, mas a extensão do mercado e de seus valores para esferas da vida com as quais não guarda qualquer relação natural, como no caso da virgindade, que costumava ser perdida privadamente e não leiloada mundialmente... 

Quando o pensamento e as regras do mercado assumem tal proporção na vida social, esta fica privada de um fundo moral. O mercado não costuma julgar as preferências de quem atende. Pouco lhe interessa se certa forma de avaliar um bem é preferível a outra. Se alguém estiver disposto a pagar por sexo, vender um rim no mercado negro de órgãos ou alugar sua participação numa passeata qualquer e, do outro lado, existir um adulto disposto a negociar, a primeira pergunta será: “Quanto é?” 

Para vencer esse quadro, contornar a ganância é o menor dos problemas. Devemos, antes, repensar o papel que o mercado deve desempenhar em nossa sociedade. E, se for necessário, devolvê-lo para seu devido lugar. Para esse debate contemporâneo, precisamos analisar os limites morais do mercado, perguntar se existem certas coisas que o dinheiro não pode comprar e, ao fim, se for o caso, concluir que, para todas as outras, ainda existe o cartão de crédito da dita operadora... 

Nossa época – a era do pensamento mercadológico – fala muito de economia e esbanja possibilidades inovadoras. Realmente. Economiza no debate dos limites morais do mercado e esbanja inovação ao faltar com critérios na escolha daquilo que pode ser comprado ou vendido.

Com respeito à divergência, é o que penso.






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Eximo Sr. Juiz André G. Fernandes
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Rádio Rei dos Reis