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LEIA A BÍBLIA

segunda-feira, novembro 30, 2009

ONDE ESTÁ A CAUSA DE NOSSAS DOENÇAS

CUIDANDO DA SAÚDE



O homem é criação de Deus e perfeita, mas como uma máquina, se deve entender que existem órgãos que se depreciam e não funciona tão bem quando a idade avança. Isso é fácil de detectar, pois é comum ouvirmos pessoas de idades variadas queixarem-se de fatiga, cansaço, sono constante etc...
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É um sinal vermelho para que essas pessoas compreendam que algo está errado em seu organismo. No entanto, como podemos entender isto? Vamos por passos. O ser humano tem um Sistema Imunológico Eficiente, e na realidade ele é composto de: Amígdalas, Apêndice, Baço, Timo, Medula Óssea e nódulos linfáticos. As amígdalas só funcionam perfeitamente até a idade da puberdade, depois desta idade ela simplesmente decai e à medida que a idade avança isso se torna ainda mais deficiente.
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O mesmo acontece com os demais órgãos relacionados à nossa imunidade, ou em outras palavras, a nossa defesa. Para que o leitor tenha uma idéia mais abrangente, o apêndice é um órgão, que até hoje se discute a sua função. Para alguns, é apenas um deposito de bactérias que são benéficas para a digestão, enquanto para outros, ele está ligado à fabricação de linfócitos, (linfócitos - são células sanguíneas, responsáveis pela defesa do nosso organismo).
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Já outros no entanto, defendem que ele está diretamente ligado a fabricação do Omega³, que é uma substância que elimina o colesterol ruim do nosso organismo, sem falar que existe 7% da população que já fizeram uma Apendicectomia. O baço é considerando um dos maiores órgão do sistema linfático, e é responsável pela fabricação de linfócitos, principalmente em crianças, o grifo é meu, e também produz anticorpos (Proteínas produzidas pelo sistema imunológico em resposta a qualquer agente agressor, tais como vírus, bactérias...).
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Temos também o Timo, que é outro órgão responsável pela nossa imunidade, porém ele com a idade avançada já não funcionarão tão bem. Mesmo que nesse período seu desempenho já não seja vital, existe uma compensação pela proteção imunológica conferida pelo baço e nodos linfáticos. Podemos explicar melhor assim, um ajuda ao outro a se manter funcionando. A deficiência deste órgão causa a hipoplasia, (hipoplasia – diminuição de células, ou de um órgão e até mesmo de um tecido etc.)
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Isto significa dizer que a Hipoplasia é uma doença comum da velhice, como por exemplo, a Osteoporose. A Hipoplasia também pode acometer a um jovem, através de stress, má nutrição (regimes alimentares, ou através de irradiações, ou uso de medicamentos, como os corticóides). Outro Sistema Imunológico é a medula óssea que é responsável pela fabricação de células sanguíneas, ou seja, de todo sistema hematopoiético tais como: hemácias, leucócitos, plaquetas que são células responsáveis pela defesa de todos e quaisquer ataques de agentes externos e danosos a nossa saúde.
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Desse modo, podemos perceber que a cada dia que se passa estamos morrendo aos poucos. Eu recentemente encontrei um reparador que pode suprir essa deficiência. É um produto americano, a base do colostro do leite da vaca e do ovo da galinha, onde eles o chamam de Transfer Factor, da 4LIFE. Ele atua com eficácia e de maneira direta nesta deficiência imunológica de nosso organismo, fazendo com que a nossa imunidade aumente de 103% até 437%. Fiz um estudo sistemático e achei fantástico.
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Acredito que o Brasil está carente deste produto visto que muitas pessoas vivem um quadro de total stress, fadiga, cansaço e inúmeras doenças. Isto significa dizer que tudo isso está diretamente ligado a deficiência na imunidade, ou seja, defesa baixa no organismo susceptíveis às doenças. O leitor deve ter percebido que seus órgãos com o passar da idade já não são tão vitais, como de uma criança. Porém, é necessário compreendermos que existe em nosso sistema alertas de que ele não está funcionando como deveria, e daí surgem as sintomatologias.






Holdings. Tel Aviv - Jafra - Israel
Dra. Socorro C. Alves - Membro Shvoong
Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sábado, novembro 28, 2009

SOU PRESBITERIANO SIM!

EDIFICAÇÃO




Vivei, acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo.
Fp.1, 27. =A obediência em primeiro lugar!

Queridos Irmãos, o momento Presbiteriano tem nos preocupado muito. Certos costumes invadem nossas Igreja, nossa genuína Igreja Presbiteriana, tradicional reformada. Há alguns anos atrás escrevi uma matéria sobre este assunto. Muito foi falado na época sobre o conteúdo do artigo. Eu exortava e defendia com o coração dolorido, os caminhos que seguiam algumas Igrejas naquele momento e continuam até hoje. Escrevi em um Jornal Presbiteriano de São Paulo, (O Mediador) e foi bem aceito o tema, confesso aos Irmãos esperava mover alguns lideres, pois a matéria foi escrita, observando por muito tempo procedimentos errôneos tanto na Liturgia e comportamentos no Templo.
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Esperava ser útil com um artigo sobre o assunto, confesso visava certas Igrejas, principalmente em minha localidade, mas infelizmente estamos exatamente “pior!” Só que agora temos notícias que tais costumes que“enegrecem” a Igreja de forma lamentável. Existem desvios e atalhos perigosos, este procedeimento afetam os membros que até de certa forma, disfarsadamente são enganados e acabam abandonando a Doutrina. O lamentar é tão somente por costumes ser aceitos e praticados por nossos lideres. Permitem mudanças para ver sua Igreja bem“cheia”, aquele costume gostoso que o mundo tem apreciado, (uma Igreja bem agitada). Assim carregam os menos preparados. A grande causa, é a direção os princípios litúrgicos deturpados, colocam a Igreja em situação difícil. Sabemos crescem rapidamente, atingem proporção muito maior em nossos dias, porque? Estão indo bem!
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Na matéria escrita no passado, levanto a questão da lei, nossa lei! Nossa Constituição, breve catecismo, confissão, a complicada situação da liturgia, também um melhor aprimoramento do estudo bíblico, lutamos para tentar formar verdadeiros Presbiterianos. Precisamos entender e respeitar a postura Doutrinária, que um dia prometemos diante ao Púlpito e Pastor. Toda Igreja foi testemunha por meus atos futuros e, quando não cumprimos, a maioria vai se afastando como muitos.
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Lembramos o estudo de meses na classe de catecúmenos, hoje sem tom de crítica, sabemos que as mesmas são fracas. O Apóstolo Paulo, fala no Livro de 2ªTimótio 2.1-17, ele usa três figuras de linguagem para exemplificar a postura, a ação dos verdadeiros de Cristo. Começamos com a metáfora usada pelo Apostolo é a do soldado. O pressuposto é que somos enquanto Cristãos a “tropa de elite” comandada pelo Senhor. Partindo desta frente, nossa meta nos envolver com sinceridade e verdade com nossa fidelidade prometida frente à Igreja! Sou soldado de Jesus até a morte, sempre obediente ao meu comandante! Assim posso dizer “SOU PRESBITERIANO SIM!”.
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Ainda lembramos que somos também verdadeiros atletas, este, de acordo como Apóstolo Paulo, deve ter um objetivo primordial, qual seja: competir segundo as regras. Não podemos nos deixar corromper pela idéia de sucesso e popularidade, pois aí aparecem os perigosos desvios. Não deve usar anabolizantes de modo a aparecer o que não é, desta forma confrontamos nossos membros de hoje se deixando levar pelo vento da Doutrína.
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Há bem pouco tempo, fui convidado participar da formatura de novos membros em uma Igreja em minha região, que se diga Igreja Presbiteriana do Brasil. No término dos trabalhos, no momento dos comprimentos engrenei uma conversa com um dos formandos no pátio do Templo. Em determinado momento, quando falávamos sobre doutrina, nos aprofundamos no assunto, e perguntei: irmão como vê a Constituição? O Irmão olhando bem fixo para mim, como se “engasgado”, retrucou com outra pergunta: Irmão, sobre o que está falando, que Constituição é essa? Eu não sei, não sei lhe responder!
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A nossa base Presbiteriana está de lado, alguns vivem com pressa, os objetivos e chegar logo a costumes que são seus, são variados. Nossos lideres formam novos membros de maneira tão moderna e não existe mais a preocupação de como está o candidato, como ele está, como chegou a Igreja e surge aí o “candidato!”. À vontade desta maioria está em ver a Igreja bem lotada!
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Classe de Catecúmenos, como és importante! Em tempo passado, só o Pastor da Igreja lecionava nesta classe, eram três meses de estudo. Hoje infelizmente, em 15 dias temos um novo membro pronto para a formatura. Acrescentamos que os professores de hoje são Presbíteros, Diáconos e muitos já em disponibilidade, acrescentamos e sabemos muitos são capazes de cumprir tal missão, mas ficam as duvidas.
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Com a Igreja já doentia, nos aparece com força total o chamado Neo- Petencostal. O que nos intriga, pois desde o Seminário já deveria ser observado o comportamento de um candidato ao Pastorado, isto não tem acontecido. Não coloco de imediato a culpa em nossos seminários, a indicação, o exame, o papel do Presbitério, também deveria ser uma prova “a nível”, fidelidade no exame, mas não percebemos esta preocupação, falo o que sei e muito bem!
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Preparado para o pastorado, vem à mudança tão repentina. Porque Presbitérios, sínodos não procuram melhorar esta situação, boas visitas, apoio, alguns aconselhamentos, melhorando assim a postura Pastoral e “A DENOMINAÇÃO!” Tanto é fato que sempre temos alguns excluídos.
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Certas Igrejas permanecem fieis aos seus Princípios. Desde os primórdios dos antigos ensinamentos os novatos eram bem instruídos, o Pastor tinha o zêlo de aplicar o necessário para uma ideal formação. Por outro lado, hoje, ficamos divididos, adotam dois costumes e, vão indo a vista das autoridades. Voltamos ao Apóstolo quando fala do lavrador esforçado, tem dois prazeres em especial. O primeiro ver o fruto do seu trabalho e o segundo é ser o primeiro a participar dele. O Senhor requer soldados leais, disposto e obediente nas promessas feitas ao Senhor da Glória! Que, como Soldados, atletas e lavradores sejamos nós exemplos de postura e ação diante da comunidade, e possamos bradar bem alto, “SOMOS PRESBITERIANOS SIM!

Sim ou Não?




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Por Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quinta-feira, novembro 26, 2009

OS BENEFÍCIOS DOS LEGUMES

CUIDANDO DA SAÚDE


Os legumes são ricos em vitaminas e sais minerais, que contribuem para a beleza da pele que fica mais lisa e bonita, e dos cabelos que ficam sempre brilhantes.
Previnem a ocorrência de infecções e auxiliam também os músculos que ficam firmes e fortes. São ricos em água, hidratos de carbono e uma quantidade apreciável de potássio. Os alimentos ricos em potássio são: couve-flor, espinafres, soja, cogumelos, bananas, frutos secos (nozes, amêndoas, avelãs, azeitona, etc).
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Os legumes contém porcentagens substancialmente elevadas de amido resistente, quando comparados aos cereais, a farinha, e aos produtos a base de grãos. Este tipo de amido não é digerido facilmente. Passa pelo estômago e pelo intestino delgado antes de se depositar no cólon. Lá, as bactérias o atacam, da mesma forma que o fazem com as fibras, produzindo butirato, um ácido graxo de cadeia curta desejável por suas qualidades anti-câncer.
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As fibras fornecidas por esses alimentos favorecem o funcionamento intestinal, eliminando as impurezas do organismo. Muitos legumes contém as três substâncias antioxidantes - licopeno, luteína e zeaxantina, que tem sido relacionadas aos baixos índices de câncer na próstata e perda de visão relacionadas à idade. Segundo os pesquisadores do Instituto do Câncer da Universidade Estatal Waine, foi feita pesquisa em indivíduos que apresentavam câncer e começaram a se alimentar de legumes e verduras duas vezes ao dia por três semanas e observou-se que conforme aumentava os níveis das substâncias antioxidantes, o tumor diminuía.
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Uma outra pesquisa conduzida por John T. Landrum da Universidade Internacional da Flórida, em Miami, mostrou que o consumo de frutas e vegetais contendo luteína e zeaxantina, encontradas no brócolis, milho, abóbora e vegetais de folhas verde-escuras, como espinafre e couve reduz a incidência da cegueira relacionada à idade, que é a maior causa da perda da visão em indivíduos com mais de 50 anos. O ideal, segundo os especialistas é que se faça 7 refeições por semana rica em legumes e vegetais para assim prevenir o câncer.





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Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quarta-feira, novembro 25, 2009

A PALAVRA

EDIFICAÇÃO
Fiel é esta palavra e digna de Inteira aceitação.
I Timóteo: 4. de 9 a 13.


Até à minha chegada, aplica-te à leitura. A exortação, ao ensino "Parece-nos até que a Palavra de Deus tem vida própria e que insiste em andar ao nosso lado”, principalmente quando a rejeitamos, desconsideramos e nos sentimos incomodados com a sua voz. Independentemente de como a julgarmos, ela é a fonte da revelação divina para a solução de todos os problemas, e única que põe fim ao problema da alma humana. Ela traz ânimo ao desfalecido, esperança ao desesperado, alívio ao ferido e direção ao perdido...
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Palavra de Deus é o conjunto das Suas promessas e revelações. Diante dela a sabedoria humana é débil, o tempo, apenas um sopro, e a ciência, continente, se rende e a confirma... Ela é absoluta, completa, poema eterno da Graça que narra o imensurável Amor do Criador pela obra prima das Suas mãos. Amor condensado milagrosamente em Cristo força motriz da Sua vida, morte e ressurreição. Amor sobrenatural que só em Cristo refaz a obra da criação, toda a vez que torna alguém nova criatura habilitando-o, então, a amá-Lo divina e eternamente "in glória".
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Há muitos entre nós, renitentes, teimosos e céticos diante da nova vida que nos propõe a Palavra de Deus. Mas o passaporte, o que faz a diferença, é a fé. E sem fé, diz a Bíblia, é impossível agradar a Deus... Impossível Vê-Lo face a face...
Amém.




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Por Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

terça-feira, novembro 24, 2009

DECISÕES E RESPONSABILIDADES

EDIFICAÇÃO



Os Céus e a terra hoje tomam por testemunhas contra ti que te propus a vida e a morte, a benção e a maldição; escolhe, pois, a vida para que vivas, tu e a tua descendência. Dt. 30:19.
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A oportunidade que temos neste momento é meditarmos na Palavra. Agradecer ao nosso Deus Eterno todo ensino recebido. Gostaríamos de envolver mais os Irmãos ao crescimento espiritual. Que seja este uma oportunidade apreciável que se concretize no momento certo, no tempo de Deus! Desejamos alcançar a todos quantos carecem do conforto da Palavra, como um texto forte, com a fonte de orientação divina e que exércitos de conselheiros preparados para a batalha Espiritual ao lado Do Senhor da Glória. Assim rogamos! Que alcancemos os carentes do alimento Espiritual.
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O tema: “Decisões e Responsabilidades”, encontram necessidades que nos levam para tão importantes questão elas estão em nosso dia a dia. Neste momento, surge o momento da ajuda, muitos necessitam de um texto forte, útil na esperança de confortar nosso viver. Gostaríamos de deixar como reflexão, para o bem estar dos Irmãos, na sua essência e conseqüências tudo que envolve“ Felicidade e dificuldades! ”.O tema abre um leque muito largo em nossas vidas, ele nos prova de todas as maneiras que precisamos estar prontos e atentos para tal.
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Observamos corretamente o momento em que vivemos. Encontramos o ser humano em situações das mais diversificadas possíveis, seja pobre, “ou seja”, rico. Falamos do ser humano, a criação de Deus que vive racionalmente, o homem! Ele tem este poder selado no “coração”. A mente perfeita na criação do Pai, a capacidade de raciocinar e tomar decisões são linda na graça e Vontade do Senhor, embora o cuidado é sempre necessário. Desta forma precisamos refletir sobre um envolvimento, que não terminara nunca, senão com a chegada da “morte”.
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Diariamente tomamos decisões sérias e, sabemos uma carga “leve ou pesada” vinda de uma decisão, cai sobre um alvo direto, sobre “cada um de nós” pois vem gerado de uma “decisão”, seja ela acompanhada de erros ou acertos. Existe um momento, chamo feliz; quando tomamos uma decisão correta! O outro o Triste; quando erramos! Acreditamos que erros são corrigíveis, mesmo assim, muitos causam danos, outros trazem trágicas conseqüências e deixam seqüelas tristes, quando percebemos já é tarde. Sem desanimo, entendemos que podemos tomar decisões e chegar com soluções no seu bom tempo.
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Sabemos “decisões” envolve diretamente a vida. É bom que saibamos através da bíblia, que Deus nos ensina como devemos nos portar em tudo sobre a vida, como tomar decisões acertadas. A vida não é uma mera extensão dos dias, a vida envolve tudo que fazemos. Carinhosamente lembramos do amor é lindo! Outro ponto crucial é a obediência, apegar-se ao Senhor, não devemos dar lugar para caminhos idólatras, o arrependimento depois do pecado é válido, mas não pode ser repetitivo. Todos são estimulados por nossa memória é neste momento que aparece o arrependimento, digamos uma volta para os corretos caminhos. Isto produz a restauração, resulta em amor renovado. Como encaixaríamos tudo isto se falando em “decisões”. A verdadeira vida envolve a sua própria decisão, e elas são várias, precisam ser levadas a sério, precisamos apegar-se a Deus por uma vida inteira em decisões vinda do Mestre.
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Lá em Salmos Cap. 63, versículo 8 diz assim: A minha alma apega-se a ti: a tua destra me ampara. Ah! Como é bom encontrar tanto conforto. Ah! Como é bom saber que temos um Deus que está ao nosso lado nos ajudando em nossa vida. Nota-se o progresso lógico de Busca-se a Deus, Deus torna-Se real, seguirmos o Deus que assim Se revelou. Temos vitórias nas decisões estando ao lado de nosso Deus, isto nos faz regozijarmos em Seus feitos. Em 1ª Rs. 18:21, nos confortamos com a exortação de Elias, disse Elias: Então Elias se chegou a todo povo, e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o; se for Baal, segui-o. Porém o povo nada lhe respondeu. Infelizmente o povo daquela época, seguia os Baalins, como informação à palavra hebraica Ba’al quer dizer “Dono” “Senhor” e “Marido”. No paganismo de Canaã, era nome coletivo para expressar várias idéias que o povo fazia. Desta forma um povo idólatra não poderia nunca tomar “decisões”, acertadas em conformidade com as leis e vontade de Deus. Trazemos para os dias de hoje e somos testemunhas vivas da idolatria que impera em maior parte, entre os homens, todos pela banda do mal, como poderão tomar decisões acertadas!
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Decisões e Responsabilidades estão no nosso dia a dia, estão na família, praticamos em todos os momentos de nossas vidas é necessário. Conforme já comentamos, precisamos colocar nossas decisões nas Mãos do Senhor! Procurar nos apegarmos um pouco mais aos ensinamentos bíblicos, ele trará felicidade e decisão acertada. Julgai todas as coisas, retende o que é bom; abstende-vos de toda forma de mal. Ts. 3,6. Colocaríamos, mais um precioso versículo que nos sustenta e conforta neste momento, diz assim: Cristo, porém, como filho, sobre a sua casa; a qual somos nós, se guardamos firme até ao fim a ousadia e a exultação da esperança HB.3,6. Até ao fim. A prova da realidade da regeneração é a fidelidade.
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Com esta base formada em nosso viver, estaremos prontos a tomarmos decisões acertadas. A responsabilidade estará em seu devido lugar, em primeiro lugar de nossa vida. Precisamos dar mais atenção as coisas que decidimos, pois elas envolvem toda uma família, o lar, os filhos o envolvimento com o mundo. Responsabilidade Cristã e tudo que precisamos para fazer parte dos planos de Deus. Quando Deus criou todas as coisas, as fez perfeita e, assim o ser humano. Ter comportamento sempre pronto para o “recuperar!” Acertaremos com certeza, tenhamos a vontade do Senhor em primeiro lugar e prioridade “Urgente!”. Desta forma olharemos para os Céus e sentimos Deus! Nele força para uma vida brilhante entre a Sociedade e, no seio Cristão. Isto é viver sob a Vontade do Criador.
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Lutemos para um comportamento saudável e mais correto, pois assim estaremos ajudando a nós mesmos, ser exemplo e mostrar ao Supremo Criador nossa força de vontade, assim estaremos ajudando ao Senhor no que Ele quer de melhor para mim! Já é tarde! Não! Suplicamos ao Senhor para que este bom viver, habite em nossas vidas. Passemos a observar mais a dedicação que é devida para a Sociedade e obediência ao Senhor dos Senhores! “Decisões e Responsabilidades!” Elas são preciosas aos Olhos do Senhor.
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REPETIMOS!
Os Céus e a terra tomam hoje por testemunhas contra ti que te propus a vida e a morte, a benção e a maldição; escolhe, pois, a vida para que vivas, tu e a tua descendência. Dt. 30:19.


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Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

AUTORIDADE DOS PAIS

EDUCAÇÃO

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Como exercer a autoridade com os filhos na medida certa? Talvez seja essa uma das maiores dúvidas e causa de divergências dos pais de nosso tempo.

Antes, porém, de achar a dose certa, é preciso entender o que é autoridade. Sem pretender formular um conceito científico, gosto da definição de autoridade como sendo um tipo de influência exercida pelo que manda para o bem do que obedece. Há uma relação de poder e de sujeição no exercício da autoridade, mas essa somente é legítima se exercida em benefício de quem a ela está sujeito.

No entanto, é conhecida a afirmação de que “ninguém pode dar o que não tem”. Assim, para exercer a autoridade, os pais têm de adquiri-la antes. E ela não será verdadeiramente exercida se faltar o prestígio dos pais. E o prestígio se obtém na luta por adquirir virtudes, tais como serenidade, naturalidade, bom humor, dedicação, saber escutar, compreender, desculpar, exigir, coerência, constância, fortaleza, dentre outras. Por exemplo, os pais que se esforçam por ser leais aos compromissos assumidos e que também se esforçam por estar presentes nas reuniões escolares de seus filhos adquirem um grande prestígio com eles.

Também é muito importante que haja sintonia entre o pai e a mãe. Nada enfraquece mais a autoridade do que discutirem na frente dos filhos. É natural que haja divergências na hora de decidir, por exemplo, se é conveniente ou não ir à excursão da escola. Nesse caso, ambos devem decidir a sós e, tomada a decisão, seja ela qual for, diante do filho ou da filha a decisão deve ser dos dois, sem mais discussões e, certa ou errada, ambos assumem a responsabilidade.

O mau exercício da autoridade traz graves conseqüências para os filhos, inclusive em sua fase adulta. Um desses desvios de autoridade é o paternalismo, que consiste na figura do “super-pai” ou da “super-mãe”, que são aqueles que fazem tudo para os filhos, por exemplo, têm eles já oito anos e ainda sequer colocam o uniforme da escola sozinhos. Nesse caso, na fase adulta, costumam ser muito indecisos e inseguros.

Outro desvio é o autoritarismo, que é o pai ou a mãe extremamente severo, que incute no filho forte temor de modo que se obedece exclusivamente por medo. Nesse caso, costuma-se surgir dois tipos de conseqüências. Uma delas é que surjam filhos hipócritas, ou seja, como estão acostumados a obedecer apenas por medo, pensam que podem fazer qualquer coisa errada, conquanto que não o descubram. Outra conseqüência desse mau uso da autoridade é que os filhos sejam submissos, dependentes dos pais, mesmo na fase adulta e já com família constituída.=

Um terceiro mau uso da autoridade é o permissivismo, que consiste em permitir tudo, pois dizer muito “não” vai traumatizar, pensam. Nesse caso, na verdade, os filhos não se sentem amados, pois a mensagem que se passa é que não gostam deles, por isso que tudo permitem. A conseqüência dessa educação desleixada é que os filhos cresçam sem valores perenes, com sérias dificuldades de assumirem compromissos duradouros, tanto na vida familiar, como na profissional.
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Soube da história de um garoto que, durante uma viagem com os colegas de escola para um acampamento, queixava-se com o professor de que seus pais não lhe davam liberdade, que dependia da autorização deles para quase tudo. Esse bom professor deu ao aluno uma brilhante lição, que merece ser contada:
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“Seus pais não permitem que você faça tudo o que quer porque o amam. Veja esse pequeno riacho, em sua nascente, uma margem é bem próxima da outra. É o que ocorre com uma criança pequena, de tudo dependem dos pais. O riacho, conforme vai avançando, as suas margens vão ficando cada vez mais distantes, até que deságüe no mar, onde não há mais margens. Assim deveriam os pais fazer com os filhos. A autoridade dos pais é a margem dos rios que permite que cheguem ao destino.
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Quanto maior o rio, mais distantes as margens, quanto maior e mais responsável o filho, maior pode ser a sua autonomia. E veja, que bom que é a margem, imagine o que seria do rio sem ela? Veja aquela parte do rio em que a margem é menos resistente, parte da água caiu para fora e apodrece à beira do rio, não chegará no mar. Assim acontece com os filhos que possuem pais fracos, que não desempenham a obrigação de exercer a autoridade: deixam seus filhos perdidos nas ribanceiras do mundo, não chegam ao mar".
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Exmo Sr. Juiz Fábio Henrique Prado de Toledo
Juiz de Direito em Campinas - Articulista do Correio Popular
Baicharel em Direito Universidade de São Paulo
Conselho de Administração Colegio Nautas.






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Exmo Sr. Juiz Fábio H. Prado de Toledo
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

segunda-feira, novembro 23, 2009

A LIBERDADE COMO SUPERAÇÃO

NOTÍCIAS PELO MUNDO


A liberdade humana que por propriedade, consiste em abrir caminhos na atitude para percorrê-los. Abrir caminhos não é fácil, porque uma série de obstáculos se opõe a isso. Em primeiro lugar, nossas limitações pessoais.
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Muitas limitações pessoais podem englobar-se na expressão “não saber”. Não saber pensar, não saber decidir, não saber estudar, não saber trabalhar, não saber descansar, não saber utilizar o dinheiro, não saber responsabilizar-se de algo, não saber organizar o tempo, não saber retificar, etc. A relação das coisas que não se sabem ou que não se sabem fazer é inumerável. E tudo isso pode ficar incluído no epígrafe geral de ignorância.
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Poderíamos fazer, pacientemente, um inventário do que habitualmente se ignora em cada idade, e seria uma ajuda valiosa, sem dúvida, na tarefa de organizar-se a ignorância de cada membro de uma família. Em todo caso, a ignorância prejudica tanto mais o crescimento de nossa liberdade quanto mais essencial é para o ser humano aquilo que se ignora.
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Esta afirmação soa verdadeira. E, entretanto, é algo que possivelmente, muitas pessoas não sabem, aquelas que se ocupam eficaz e até febrilmente do acessório e, escudadas em uma duvidosa “ignorância invencível”, descuidam do essencial.
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Cada ser humano, com idade suficiente para refletir, necessitaria perguntar-se freqüentemente: o que necessito saber e saber fazer? E a seguir: como poderia organizar meu tempo em função do que necessito saber e saber fazer? É, pois, uma questão de conhecimentos e de habilidades ou destrezas imprescindíveis. E, na transmissão, é uma questão de atitudes. Vencer as ignorâncias relacionados com o essencial - e com o secundário que, por sua relação com o essencial, é também importante - é algo que requer vontade e tempo. Poderíamos destacar algumas ignorâncias fundamentais como estas: quem sou eu? de onde venho? e para onde vou?, em cuja superação gastaremos toda a vida.
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Mencionado de outra maneira, não é possível chegar a saber e a saber fazer sem querer. Por isso, as limitações pessoais que se opõem ao querer, têm também a categoria de principiantes. Daí a importância de reconhecer o enorme papel limitado da passividade, a comodidade, a preguiça, a indecisão, inconstância, o egoísmo, etc., já que são modos de opor-se ao querer. Talvez de todas estas limitações, a mais grave seja o egoísmo.
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A ignorância e o egoísmo são, pois, nossas principias limitações. Há muitas, mas necessitamos concentrar nosso esforço de superação nas principais, se verdadeiramente apreciamos nossa liberdade, isto é, se queremos fazer de nossa liberdade responsável uma conquista pessoal, diária. Para abrir caminhos e poder percorrê-los necessitamos, em primeiro lugar, viver em nossa liberdade tentando superar as próprias deficiências e limitações, ainda que, apesar de nosso esforço, existam algumas insuperáveis.




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Prof. José A. Lopes Ortega - P.Família
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sábado, novembro 21, 2009

LUTE PELO SUCESSO DO SEU CASAMENTO

EDIFICAÇÃO
Há uma enome e considerável lista de fatores, que contribuem para todos os problemas que vão desde dificuldades financeiras, até a incompatibilidade de gênios. Entretanto, o que será considerado aqui é a formação de apego afetivo.
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Desde bem pequenos os seres humanos têm a necessidade de cuidados por parte de outrem. Durante o período de formação da personalidade existem algumas circunstâncias fundamentais a serem desenvolvidas. O vínculo afetivo é um elemento primordial nesta categoria. Ele é básico. Do latim, vinculum: atadura, laço, aquilo que une.Estudos conceituam o vínculo afetivo como sendo fundamental para as relações humanas.
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Alguns psicólogos acreditam que deve ocorrer algum relacionamento logo no início da vida da criança se quiser que ela forme, mais tarde, vínculos significativos. O que tem se tornado presente durante a estruturação da personalidade infantil são os contatos superficiais, cuja preocupação localiza-se em prover a criança com alimentos, moradia e escola. Todavia, são insuficientes. E, ainda, muitas mudanças geográficas e/ou trocas constantes de cuidadores dificultam a formação do vínculo.
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Posteriormente, na vida adulta, muitos obstáculos nas relações humanas relacionam-se a esta precariedade de vínculo. As pessoas não conseguem perceber este tipo de deficiência em seus relacionamentos. Focalizam os problemas em outras questões, ou ainda, preferem nem tocar no assunto. Há casos em que ignoram a possibilidade de lançar mão de uma psicoterapia. Entretanto, perde-se a chance de resolver na causa os efeitos de uma convivência difícil. Nestes casos, especificamente, onde houve uma deficiência na formação de vínculo na infância e as decorrências comprometem os relacionamentos subseqüentes, daremos o nome de Síndrome do Comportamento de Hospedagem ou SCH.
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No relacionamento de um casal onde há a presença da SCH, quando entra na rotina da convivência, faz surgir um novo tipo de comportamento. A pessoa age, inconscientemente, de forma semelhante a um hóspede dentro de sua casa. Realiza as suas atividades comuns. No entanto, a sua forma de ser apresenta frieza, ocasionada pelo distanciamento. Aos poucos, vai agindo como se estivesse hospedada na casa, cumprindo com alguns papéis pertinentes, todavia, trata as questões, antes parcimoniosas, de forma independente. Deixa as responsabilidades, sobretudo as domésticas, para o outro cuidar.
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Onde havia uma atmosfera de cordialidade e doçura, passa a existir um espectro de isolamento e pesar. O outro vai percebendo esta diferença e acaba por se sentir, pouco a pouco, só. A sensação deste isolamento origina-se na forma pela qual a ausência do vínculo se manifesta nesta relação. As discussões passam a existir com uma freqüência crescente. Os conflitos podem surgir e avoluma-se no processo bola-de-neve. A pouca consciência a respeito da SCH provoca a discórdia entre o casal, atingindo quem estiver por perto nesta convivência, via de regra, os filhos.
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Lembranças e cobranças de como a vida conjugal era boa anteriormente são lançadas no calor das discussões. Isto faz aquecer ainda mais o desentendimento. Esta é uma situação estressante para o casal, podendo levar os seus envolvidos à depressão e outros males, além da separação. Este comportamento reflete o quanto o seu portador, inconscientemente, procura manter distância afetiva do outro para que não haja envolvimento. Por se tratar de uma síndrome enraizada na formação vincular faz-se necessária uma avaliação psicológica. Além de indicar tratamento através de profissional especializado nas relações familiares, objetivando as mudanças terapêuticas necessárias.
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Não raro, crê-se que a síndrome nasceu dentro do relacionamento. Todavia, ela foi desencadeada, apenas, durante o convívio. A pessoa não enxerga o problema já antigo. É possível comparar relações anteriores a atual e sentir que há algo semelhante nelas. Contudo, é insuficiente para aceitar a síndrome e o seu tratamento. O jogo de culpa é apenas um instrumento para se defender, na tentativa de diminuir as péssimas sensações diárias. De nada adianta. Só aproxima o casal da separação.
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Separar, por sua vez, traz de volta o estado de isolamento requerido pela síndrome. Buscar ajuda especializada é o remédio para este mal. Crer numa solução de poucos recursos como o esperar o tempo como agente de mudanças é dar oportunidade para que se instale a piora da SCH. Uma boa avaliação psicológica pode dar novos rumos às vidas das pessoas que pretendem o convívio. Dialogar, e, entenda-se bem, conversar com o coração aberto, oferece uma primeira abertura para se compreender a vida do casal. Dar o primeiro passo pode modificar aquilo que já era considerado algo inevitável, como a separação. Há uma necessidade de crescimento por parte das pessoas envolvidas.
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O grau de maturidade determinará o quanto se quer conviver bem. Ambas as partes devem estar dispostas e comprometidas em participar deste processo, apoiando-se. Cuidar da questão, alterando o comportamento de hospedagem para o de comprometimento afetivo em conjunto permite existir a unidade fundamental das relações conjugais: a dependência equilibrada e necessária do vínculo. Vale a pena lutar com vontade, ajuda e conhecimento.




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Por Armando C. S. Neto - P. Família
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