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LEIA A BÍBLIA

domingo, setembro 23, 2012

AOS PÉS DO FAROL

EDIFICAÇÃO








Paz e bem, Fui buscar meu filho no hospital. Ele teve uma reação alérgica e os médicos acharam por bem mantê-lo em observação. Enquanto aguardava, resolvi dar uma volta para refletir. Fui até o Farol da Barra, um dos cartões postais aqui de Salvador. É uma belíssima construção que data do século XVII, mais precisamente 1627, visava defender a cidade do ataque de piratas, muito comum àquela época. De lá do farol se observa o mais belo pôr-do-sol de Salvador, no verão, baianos e turistas se reúnem ao final da tarde para apreciar este espetáculo da natureza. 

 Bem, como eu estava dizendo, eu fui ao farol dar uma volta; desci a escarpa que o circunda e fiquei junto ao mar, apreciando o espetáculo das ondas batendo nas pedras aos pés do farol. Eu sou muito tocado pela visão do mar. Em momentos de luta interior, quando tenho necessidade de estar só com Deus, tenho o hábito de pegar o carro e ir circundando as praias de Salvador. São cerca de vinte quilômetros à beira mar ao final dos quais invariavelmente encontro-me renovado pelo Espírito. São momentos preciosos de intimidade com o meu Senhor. 

Ali aos pés do farol, vendo as ondas batendo contra as pedras me dei conta que antes de eu e você existirmos, de o farol ter sido construído; antes do primeiro habitante humano desta terra, talvez até mesmo antes de o Senhor soprar do fôlego da vida nas narinas de Adão, essas ondas já se chocavam contra as pedras. E mesmo depois que nós nos formos, estas ondas continuarão seguindo este ritual de arremessarem-se contra as rochas.

Refletir sobre isto me dá um pouco da dimensão de como nossa vida é como uma nuvem que se esvai e que este período que passamos de angústias, lutas, dores, decepções, tristezas, alegrias e vitórias é um átimo diante da eternidade que nos espera. 

Nós nos angustiamos, sofremos, guardamos rancor, ressentimentos, por tantas coisas que se formos ver bem, não valem o desgaste, pois a vida nesta terra é apenas uma neblina que se dissipa, um sopro frente à eternidade, e é nesta eternidade que iremos estar diante Dele. 

Ao final de tudo o que fará diferença em minha existência nesta caminhada neste mundo que perece é saber onde depositei a minha confiança, meu amor e meus caminhos. O quanto me deixei levar por este amor de Deus em Cristo e me permiti amar, perdoar e servir ao meu irmão de caminhada. 

A Palavra diz que você foi eleito antes da fundação do mundo, ou seja, mesmo antes de essas águas começarem a se chocar nestas pedras o Senhor já te amava, e mesmo depois do dia em que elas pararem o Senhor continuará a te amar. E é em Jesus que este amor se torna concreto, é na cruz que este amor ganha a eternidade. 

Esta misericórdia de Deus nos acompanha onde quer que nós estejamos, e por mais que a vida nos maltrate, Ele estará conosco, ainda mais constante do que as águas que batem nas pedras aos pés do farol.

“Entregue seus caminho ao Senhor, confie Nele e o mais Ele fará” (Sl 37:5)






 




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Diác. Rilvan Stutz"O Servo com Cristo"
Pr. Denilson Torres F. do Espirito



quinta-feira, setembro 20, 2012

A GÍRIA NA SOCIEDADE


NOTICIAS PELO MUNDO




 





Quando se fala em gíria a primeira coisa que muitas pessoas pensam é que gíria é coisa de jovens e que é passageira, da idade, e que assim que eles “crescerem” e se tornarem adultos vão parar de usar gírias e “aprender a falar como gente normal”. 

 Esse tipo de critica ou comentário vem dos pais, professores ou pessoas que estão em contato com jovens e vêem essa manifestação lingüística conhecida como gíria de forma preconceituosa. 

O jovem ou adolescente que usa gírias às vezes é visto como alguém que não se preocupa com a “língua correta” ou então que faz questão de falar “errado” só para frustrar os adultos. 

O que essas pessoas que criticam os jovens por usarem gírias não se lembram é que no tempo em que eram jovens eles também usavam gírias. Com certeza não eram as mesmas que os jovens de hoje usam, mas mesmo assim eles usavam e alguns ainda continuam usando. 

Qualquer adolescente que tenha um pai ou mãe que se considera “moderno” sabe do que estou falando. A todo custo os adultos tentam penetrar no universo jovem dos filhos e geralmente tentam interagir por meio da linguagem, mas ao contrário dos filhos que usam gírias atuais, os pais usam as gírias de seu tempo. 

Um pai ou mãe que viveu sua juventude na década de 70 por exemplo deve ter usado gírias como: e ai bicho (amigo camarada), tudo jóia (tudo bem)? Que eram compreendidas por outros jovens sem nenhum problema, mas que ficam deslocadas quando são faladas no meio de jovens de hoje. 

A gíria é um meio de expressão oral e informal, que pode ser de grupo ou comum. A gíria de grupo é um vocabulário particular de grupos sociais restritos (Preti, 2004), ou seja, é algo exclusivo de um grupo de indivíduos que tem em comum serem jovens ou skatistas ou patricinhas ou qualquer outro grupo social.

 Esses grupos específicos determinam um uso diferente para determinadas palavras e as vezes somente os que participam desse grupo conseguem entender, excluindo outros indivíduos da participação. 

Já a gíria comum é quando pelo contato dos grupos restritos com o restante da sociedade a linguagem desses grupos se divulga e se espalha começando a fazer parte do vocabulário popular (Preti, 2004), ou seja, quando a gíria de um grupo acaba incorporada a fala de pessoas que não fazem parte do grupo. 

Como exemplo a situação seguinte, ao ver uma garota bonita passando os fankeiros poderiam chamá-la de tchutchuca, os skatistas poderiam dizer mina, um pai que foi jovem na década de 80 diria gatinha e o avô que foi jovem na década de 40 poderia dizer brotinho. 

Os dois primeiros exemplos, tchutchuca e mina são gírias de grupo, pois pertencem a indivíduos de um mesmo grupo social, os fankeiros e os skatistas. Já os dois últimos exemplos, gatinha e brotinho, são exemplos de gíria comum, pois eram usados pelos jovens em geral nas décadas de 80 e de 40 e não só por um grupo especifico de jovens. 

A gíria é um fenômeno lingüístico que já acontece há muito tempo, provavelmente sempre que houve linguagem houve também uma maneira diferente de cada um fazer uso dessa linguagem, mas que só agora esse fenômeno começa a ser compreendido com os estudos lingüísticos que vem se dedicando a entender melhor as gírias e como elas são utilizadas. 

Ao contrário do que os pais, professores e puristas da língua afirmam a gíria não é “linguagem de malandro”, é a identificação cultural dos grupos e das pessoas e mostra como a língua é viva e se renova criando as mais variadas formas para que as pessoas possam se expressar.

Não se prega aqui que todos parem de falar a língua culta e comecem a sair por ai falando gírias, pois a gíria é unicamente expressão oral informal e só como tal deve ser usada. 

Quando exigida pela situação, por exemplo uma entrevista de emprego ou uma apresentação formal, a língua culta deve ser usada, porém não há mal nenhum em se utilizar de gírias numa conversa informal num bar, num shopping ou em casa. 

A função da gíria na linguagem é facilitar a comunicação, tornando-a mais dinâmica, simples, ousada e direta, criando entre os falantes um elo de interação e identificação. 

Por causa desse “papel social” da gíria é que ela se renova tanto e com tantas variações, pois precisa estar sempre atendendo as necessidades dos falantes da época, sendo descartada assim que deixa de cumprir sua função facilitadora da comunicação. 









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terça-feira, setembro 11, 2012

POR QUE JÓ FOI PROVADO?

EDIFICAÇÃO











Carta Consulta:

Pr. Denílson Torres,

Tenho muitas duvidas em minha cabeça. Sou cristã a pelo menos seis anos e já ouvi muitas pregações a respeito de Jó dizendo que ele perdeu tudo porque Deus queria mostrar ao diabo o quão ele era um servo fiel. Mas aí ficam minhas duvidas:

1ª. Dúvida - Deus, antes mesmo da criação, já sabe quem somos então Ele já sabia quem era Jó e o quão fiel o mesmo era.

2ª. Dúvida - Pra que Deus haveria de sacrificar a vida de Jó por causa do diabo, se a Bíblia mesma fala que satanás não tem valor?

3ª. Dúvida - É provável que Jó e sua esposa tenham morrido sem nunca sequer imaginar a conversa de Deus com Satanás.

O que quero colocar em questão é o fato de Deus saber da fidelidade de Jó, pois senão Ele mesmo não teria dito para o diabo que não havia servo fiel e justo como Jó e mesmo assim ter permitido que o diabo o tocasse. Para que? Por quê?

Essas são minhas perguntas que te faço, já que até hoje você foi a única pessoa que vi falar da mulher de Jó tão bem e de maneira esplanada que não me deixou duvidas nenhuma.

Eu sou mãe e tenho um filho de quatro anos, e conheço meu filho, sei quando ele faz algo de errado, eu não deixaria que ninguém o tocasse para provar que meu filho é bom.

Porque Deus fez isso? Até mesmo porque Ele deu tudo em dobro pra Jó, mas e os filhos que eles perderam? Vieram outros, mas não creio que isso possa substituir os filhos que já existiam.

Sei que as perguntas que faço são complexas, mas tenho passado por uma tremenda fraqueza espiritual. Eu penso demais em coisas que não tenho respostas. Não tenho como fazer esta pergunta pra nenhum irmão que eu conheça por aqui. Pois já sei as respostas: “Deus permitiu”, ”Deus sabe”, “Deus é justo”, “É mistério”... E etc.

Mas isso não saciará minha mente. Preciso de respostas. Não creio que Deus tenha feito tudo isso só pra provar para o diabo uma coisa que Ele já sabia. Seria Deus então um “farrista”? Um egoísta?

Só pra provar tocou num servo que sabia Ele ser fiel? Aguardo respostas. Não me entenda mal, mas fui tremendamente ferida por pessoas do evangelho e minha mente questiona muitas coisas, mas a única sem uma resposta é essa.
Paz irmão. Deus te abençoe cada vez mais, pois cada vez que entro neste site aprendo alguma coisa nova.

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Resposta do Pr.Denílson Torres:

Paz e bem,

Este aspecto é um dos mais polêmicos entre os eruditos. Alguns creem que Jó teve o desacerto de estar no lugar certo (andando em santidade) na hora er
rada (justamente quando se operava a tal “aposta”). Outros dizem que o livro de Jó é uma obra de ficção, como uma peça de teatro e, portanto, o sofrimento que se fala nunca ocorreu e a intenção é apenas didática para nos ensinar a adorar a Deus mesmo nas vicissitudes.

Pessoalmente eu discordo das duas abordagens, primeiro não creio que Deus escolha alguém para sofrer apenas com o propósito de provar uma tese. Um Deus que faz de sua
s criaturas ratos de laboratório é um Deus difícil de ser adorado, principalmente porque o Evangelho nos ensina a adorá-lo motivados pelo amor e não por medo.

A segunda explicação, de que o livro seria apenas uma obra de ficção, é ainda pior que a primeira, pois não resolve a questão do caráter de Deus já que, independente de ser fato real ou não, há o uso premeditado de alguém que é usado como cobaia para comprovação de suas ideias. Além disso, se a história de Jó é apenas criação de um autor humano e não um fato cria-se a dúvida razoável sobre quais passagens bíblicas seriam reais e quais seriam obras de ficção. Ou seja, nem explica a questão principal e ainda cria novas perguntas.

Penso que o único caminho para entendermos este aparente enigma é conhecermos mais profundamente o
nosso Deus e também conhecermos um pouco mais este homem chamado Jó.

Para tal, é necessário primeiramente conhecer o caráter de Deus conforme as escrituras claramente nos apresentam.

O caráter de Deus revelado em Cristo nos mostra que ele é justo e misericordioso. O apóstolo João nos diz em sua primeira epístola que “Deus é amor” (I Jo 4:8) e Paulo nos ensina que o amor é benigno, não procura seus interesses e não se alegra na injustiça (1 Coríntios 13:4-6
). O mesmo Paulo salienta que “todas as coisas conjuntamente contribuem para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm 8:28).

Portant
o, um Deus que por conta de uma “aposta” ou “desafio”, permite que um inocente pague unicamente para ao final dizer: “eu não tinha razão?” está contradizendo a própria essência daquilo que Ele mesmo diz ser em sua Palavra e contradiz a própria vida, exemplo e ensinos de Jesus que é Deus encarnado. Deste modo, a própria escritura nos mostra claramente que o Deus de amor seria incapaz de fazer de seus filhos marionetes. Portanto, descartemos de uma vez por todas este argumento como sendo a motivação de Deus no sofrimento de Jó.

Firmados no conhecimento sobre Deus, vamos agora conhecer a um pouco mais de Jó. Vamos n
os aprofundar mais na sua estrutura psicológica.

Jó é co
nsiderado pelo próprio Deus como homem íntegro, reto, temente a ao Senhor e que se desviava do mal. À primeira vista tais características são tudo aquilo que é necessário para que um servo de Deus seja aprovado e Jô, em suas obras de justiça, tinha a aprovação divina. Mas, identicamente ao jovem rico de Mateus 19, faltava uma coisa a Jó.

A Bíblia nos diz que o jovem rico ao achegar-se a Jesus perguntou-lhe o que deveria fazer
para alcançar a vida eterna. Cristo lhe recitou os mandamentos: não matar, não cometer adultério, não furtar, não dizer falso testemunho; honrar pai e mãe e amar o próximo... O jovem alegrou-se ao dizer que cumpria tudo isto desde sua mocidade, era alguém que cumpria todos os ditames da lei. Mas, amando-o muito, Jesus lhe fez ver que toda a sua justiça própria não era suficiente, faltava-lhe algo. Quando informado sobre aquilo que lhe faltava, o jovem saiu entristecido.

Não sabemos o que ocorreu depois, talvez tenha tomado a decisão certa,
talvez tenha se perdido para sempre, mas em relação a Jó tal lacuna não existe, ele encontrou o que lhe faltava.

Mas, afinal o que faltava a Jó, este homem integro, reto, temente a Deus e que se afastava da prá
tica do mal? O que mais seria necessário?

Se você
ler com atenção o primeiro capítulo do livro de Jó, verá que em todas estas coisas boas e belas que Jó fazia havia um profundo sentimento de medo. Senão vejamos, a cada banquete que seus filhos faziam, Jó os santificava e sacrificava por eles, pois vivia com medo de que eles porventura viessem a fazer algo de errado e com isto atraíssem o castigo de Deus. Em toda a narrativa vemos um homem submisso não a um Deus com quem tivesse intimidade, mas a um Deus a quem temia desagradar e que tinha pavor da punição que poderia advir.

Esta era a adoração de Jó, baseada na submissão provinda do medo e de certo espírito de barganha.

A certa altura de sua provação, Jó desabafa: “Aquilo que temo me sobrevém e o que eu receio me acontece” (Jó 3:25).
A expressão hebraica “pachad” que na maioria das versões é erradamente traduzida como temor, é mais bem traduzida como “pavor”, “terror”. Todos nós temos o temor de perder os filhos, o sustento, a saúde. Mas Jó era vítima de um sentimento muito mais obsessivo. Na verdade o que o texto diz é: “Aquilo que me apavorava, que me aterrorizava, me aconteceu”.

Havia em Jó o sentimento de submissão a Deus e sinceridade na prática de justiça e retidão,
mas o seu coração era profundamente apegado a seus bens, seus filhos e a boa vida que levava. O Jovem Rico de Mateus 19, assim como Jó, era totalmente irrepreensível, em sua justiça e retidão, tanto que Jesus o amou em sua sinceridade, mas repare que de todos os mandamentos que o Senhor Jesus cita ele omite um: “amar a Deus sobre todas as coisas”, era este amor a Deus que faltava àquele jovem e, por saber que ele amava mais aos bens terrenos do que a Deus, foi que Cristo o convidou a abrir mão deste ídolo e entregar aos pobres suas riquezas.

Assim também era com Jó. Apesar do discurso piedoso, ele na verdade se achava mais justo que o próprio Deus. No capítulo 9 ele começa falando da soberania e da justiça de Deus, mas termina reclamando que Deus é juiz injusto, pois mesmo Jó tendo razão, Deus o tornaria culpado, pois é um Deus que se ri das desgraças dos inocentes e entregou o mundo nas mãos dos perversos (Jó 9:1-24).

Todos os três amigos de Jó foram obri
gados a pedir perdão por suas palavras néscias, mas teve um quarto amigo que falou e este não foi obrigado a pedir perdão. O nome dele era Eliú e sua indignação se acenderam porque Jó “pretendia ser mais justo que Deus” (Jó 32:2). Este sentimento de justiça própria é um dos grandes fatores que afastam o homem de Deus e falamos isto aqui no site no texto: “Ser bom pode ser mau”, que creio ser muito edificante ler ou reler.

Foi exatamente quando perdeu tudo e só lhe restou o Senhor, que Deus se revelou a Jó. Se prestar atenção ao texto deste discurso de Deus você verá que Deus não perde tempo explicando o papel de satanás na trama, mas confrontando e mostrando a Jó que a sabedoria e justiça de Deus excedem à visão míope do homem.

Quando finalmente se vê sem nada e apenas tem o Senhor é que Jó finalmente confessa:
“Antes eu te conhecia de ouvir falar, mas agora meus olhos te veem” (Jó 42:5).

Este foi o objetivo de Deus em todo o sofrimento de Jó. Ele usou a maldade de satanás para que Jó pudesse verdadeiramente conhecer o Senhor. Note que é Deus quem provoca satanás quando pergunta: “Viste o meu servo Jó?”. Deus tinha um projeto de benção e vida, pois que adian
ta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder sua alma? Que adiantaria a Jó ter uma vida sem percalços e não conhecer verdadeiramente o Deus da vida?

Para finalizar. O sofrimento de Jó, segundo alguns eruditos, não durou mais que seis meses. Jó recebeu em dobro tudo aquilo que havia perdido: ovelhas, camelos, bois e jumentos, mas ele tinha dez filhos e não recebeu mais vinte filhos. Ele recebeu mais dez filhos porque para Deus os outros dez nunca morreram. Ele é Deus de vivos, não de mortos.

Neste momento, Jó deve estar agora se regozijando junto com todos os seus filhos, aguardando ansiosamente a plena revelação do Justo Juiz, para quem até mesmo os poderes das trevas se dobram e em q
uem “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que o amam”.







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Pr. Denilson Torres - Fruto do Espírito


segunda-feira, setembro 10, 2012

PROBLEMAS DE VISÃO

CUIDANDO DA SAÚDE










Geralmente pensamos logo nos nossos avós, pois a maioria dos idosos tem dificuldade para enxergar. Mas ao contrário do que se pensam os problemas de visão ocorrem na infância e adolescência. Pesquisas revelam que uma em cada cinco crianças em idade escolar sofre de problemas de visão. Uma criança não tem como comparar se está enxergando bem ou não e dificilmente vai se queixar o que pode trazer sérios problemas para o aprendizado e a saúde.

OS SINTOMAS PODEM SER:
Dificuldade de leitura: Quando você lê um livro, preste atenção se precisa aproximá-lo dos olhos ou se é necessário afastá-lo. Observe se as letras ficam meio embaçadas, como se tivesse uma nuvem de fumaça sobre seus olhos.

Piscar em excesso: Observe se você pisca muitas vezes ao focalizar algum objeto ou durante a leitura.

Sensibilidade exagerada à luz: Em ambientes claros a pessoa não consegue abrir os olhos totalmente, que em seguida começam a lacrimejar.

TERÇOL FREQUENTE:
É uma inflamação geralmente localizada nas pálpebras, como se fosse uma espinha grande, deixando a região avermelhada e inchada.


Dores de Cabeça: Geralmente durante ou após a leitura ou ao assistir televisão.

Tonteiras: Também são frequentes durante a leitura.

Se você tem algum desses sintomas deve consultar um oftalmologista que irá fazer alguns exames para confirmar se você tem ou não problemas de visão. Se for confirmado, é capaz de você escutar uns nomes bem esquisitos como miopia, hipermetropia e astigmatismo. Mas não precisa se assustar. Esses são os nomes específicos para cada problema. Quer conhecer?

ENTÃO CONFIRA ABAIXO:
Miopia - Dificuldade de enxergar de longe
Hipermetropia - Dificuldade de enxergar de perto

Astigmatismo - A imagem fica desfocada, meio embaçada devido a uma alteração na Córnea (camada transparente sobre a parte colorida).

Depois disso, certamente você deverá usar óculos. E nem pensar em ficar chateado e achar que você é o único. Pelo contrário. Os óculos vão te fazer enxergar tudo, bem direitinho. Seja de longe ou de perto. E além do mais, hoje em dia, existem óculos com armações bem modernas. Podem ser coloridos, redondos ou quadrados, grandes ou pequenos. Existem até alguns em que as armações são tão fininhas que ficam quase imperceptíveis.

É só escolher um que você se sinta bem ou fazer uma coleção. Já pensou que legal usar um óculos diferente todo dia ?
Então, nada de ficar com medo de ir ao médico fazer o exame. Você verá a vida com outros olhos.

ALERTA A POPULAÇÃO
Este ano foram registrados mais de 16 mil casos entre os meses de fevereiro e abril no Rio de Janeiro. Devido a isto, a população deve estar atenta para os riscos de um novo surto da doença na cidade. A conjuntivite causa inflamação na membrana que recobre a parte externa do olho (conjuntiva).

Por ser uma doença viral não possui tratamento, remédio ou vacina. Por isso, o único meio de combater a doença é a prevenção.

O QUE É CONJUNTIVITE?
Conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras. Em geral, ataca os dois olhos, podem durar de uma semana a 15 dias e não costuma deixar sequelas.

QUAIS AS PRINCIPAIS CAUSAS?
Contaminação do olho com bactérias ou vírus. Os dois tipos de infecção são contagiosos. As virais são as que mais frequentemente causam epidemias.

Irritação química é outra causa de conjuntivite. Os causadores podem ser a poluição do ar, sabonetes, spray, maquiagens, cloro, produtos de limpeza, etc.

Alguns indivíduos apresentam conjuntivite alérgica (sazonal), devido a alergia a polens.

COMO A CONJUNTIVITE É TRANSMITIDA?

Pode ser através do contado direto com secreções oculares de uma pessoa infectada transmitida principalmente pelas mãos, por toalhas, cosméticos ou indiretamente por meio de instrumentos, superfícies ou soluções contaminadas. É muito comum a contaminação dentro do meio familiar, isto é, o contato direto e indireto de um indivíduo infectado com outro da mesma família.

QUAIS SÃO OS SINTOMAS?
A combinação de vários sintomas pode estar presente na conjuntivite como: coceira, olhos avermelhados e lacrimejando em excesso, visão embaçada e sensível à claridade, inchaço das pálpebras, e ainda pode ocorrer também dor de cabeça, mal-estar geral e inflamação nos gânglios.

QUAIS SÃO OS MÉTODOS PREVENTIVOS?
Evitar por as mãos nos olhos e mantê-las sempre limpas. Por ser uma doença transmitida através do contato com qualquer coisa contaminada, os cuidados com a higiene devem ser rigorosos.

Não compartilhar travesseiros, toalhas de rosto e de banho, sabonetes, óculos, maquiagem ou qualquer outro objeto de limpeza.

Limpar os olhos some
nte com materiais descartáveis.

Não frequentar ambientes coletivos como shoppings, cinemas, piscinas e praias.

Os pacientes devem ser afastados do ambiente de trabalho e escola para evitar a cadeia de transmissão da doença, por um período de 15 dias.









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Paulo Rachell - Membro Shvoong


sexta-feira, setembro 07, 2012

O CONSELHO E A TÉCNICA DO HAMBURGUER

NOTÍCIA PELO MUNDO









Na vida familiar e social, enfim na convivência diária, vamos verificar nossa contas de hábitos, costumes, qualidades e também defeitos das pessoas. Nossa atitude perante este fato pode variar dependendo do grau de confiança, de afeto e de interesse que tenhamos.

Em princípio todas as pessoas deveriam nos interessar. Ou, melhor deveríamos nos interessar verdadeiramente pelo bem de todas as pessoas, especialmente aqueles que estão mais perto.

Mas o que sucede habitualmente é que achamos que “não podemos nos meter na vida dos outros” e por isso nos calamos.

Deixamos muitas vezes de ajudar alguém a melhorar sua conduta, atitude por acharmos que o problema não é nosso. Porém, o que também é habitual é a facilidade com que criticamos os outros! Por que será que a crítica sai tão fácil dos nossos lábios e já o conselho fica sempre engasgado com mil justificativas.

Diante de atitudes desajustadas de nossos filhos, nosso esposo (a), não costumou ficar indiferentes. Mas será que utilizamos a melhor forma para levá-los a uma mudança? A indiferença deu a sentença de morte a muitos casamentos e ela é consequência de uma rotina mal entendida e da falsa impressão de que a vida dos outros não é da nossa conta.

Você deixaria sua filha sair de casa com uma roupa muito ridícula e não lhe falaria nada? Tenho certeza que não. Mesmo que não conseguisse dar um conselho da forma mais adequada, dificilmente ficaríamos calados.

Para aprender a aconselhar bem, precisamos entender que o conselho é um grande valor. “ O valor do conselho nos ajuda a perceber as possibilidades de melhora que tem as pessoas, transmitindo ideias que orientem e facilitem o crescimento individual de cada uma delas nos diferentes aspectos de suas vidas.”
Um conselho para quem vai dar conselhos: sempre a sós com a pessoa interessada. Nunca em grupo, nem na hora das refeições.

É preciso que lembremos que se dar um conselho nem sempre é fácil, receber também não é. Em geral reagimos instantaneamente quando nos chamam atenção de algum aspecto de nossa conduta.

Sabe uma boa dica para dar conselhos? A técnica do “hambúrguer”! É o seguinte: pão, carne, pão. Ou seja, primeiro uma palavra amável um elogio sincero, depois o conselho em si, e por fim uma palavra de incentivo. Exemplo: o quarto de sua filha está como elas mesmas dizem uma “zona”! Primeiro, fale alguma coisa que a predisponha a ouvir do tipo:

Filhinha, vê que você está estudando prá valer!Depois: “sabe que se seu quarto ficar mais arrumado vai facilitar muito encontrar suas coisas?” Por último: Que tal se nós duas déssemos uma “geral” nesse quarto?

Seria muito diferente você entrar no quarto e dizer: “Meu Deus que bagunça!” Não sei como alguém pode viver nesse chiqueiro! Será que você não percebe? Dou 5 minutos para você por ordem nesse quarto!

Por aí já percebemos o quanto é mais difícil dar conselho do que criticar. Pois o conselho não é uma critica imprudente nem precipitada. Necessita da nossa reflexão, de encontrar a palavra certa no momento justo. Para isso é preciso analisar a circunstância, as necessidades dos outros, o temperamento etc. Como nos arrependemos daspalavras ditas sem pensar.

Nosso conselho, principalmente como pais e mães, deve ser um conselho responsável, quer dizer devemos lutar por melhorar pessoalmente naquilo que vamos aconselhar. Se o conselho é no âmbito da ordem, analisar como estamos nós mesmos de ordem. Se é no âmbito elegância, a mesma coisa, e assim por diante.

Que moral teria uma mãe que não sai do celular aconselhar sua filha a usar menos o seu. O que adianta muito é propõem esforços conjuntos. Explico-me. No quesito ordem, por exemplo. Você pode notar que suas coisas, escrivaninha, bolsa, armário não estão “aquela” ordem e pode propor ao seu filho. “ Nós dois precisamos melhorar um pouco na ordem de nossas coisas. Que tal se tentarmos melhorar nessa semana num só aspecto. Você mantém sua mochila organizada e eu minha bolsa. E ao longo da semana os dois vão se cobrando mutuamente.

O que percebemos é que quando nos propomos a ajudar os outros com sinceridade, é em primeiro lugar trabalhoso e árduo para nós mesmos. Quem dá conselho não é quem faz tudo certinho, mas quem ama! E quer o bem do outro! Se precisássemos ser imaculados para poder aconselhar teríamos que ficar todos caladinhos!

Nosso empenho por melhorar vai validar nossos conselhos e mais ainda, vai nos aproximar das pessoas. Porque não falamos do alto de uma cátedra, mas horizontalmente na linha da amizade.

Um dado importante para não desanimar. Nossos conselhos nem sempre serão acatados. Há quem diga, e com razão que por dar conselhos já perdeu amizades. Mas o tempo dirá. Se o conselho foi verdadeiro, com intenção sincera de ajudar as consequências momentâneas não são a ultima resposta.

Em família, como pais e mães, temos que distinguir entre conselho e ordem. Os pais tem e devem exercer a autoridade em alguns aspectos concretos. Por exemplo para crianças pequenas, a hora de dormir, por exemplo. Você vai efetivamente dar uma ordem para ser obedecida. Com todo carinho, com criatividade e jeito mas é uma ordem. Não é apenas um conselho. O conselho, por sua vez, é passível de aceitação e em princípio não exige obediência. Você pode aconselhar uma amiga a usar um determinado tipo de roupa que lhe cai melhor e ela não fazer o mínimo caso!

É bom fazermos o firme propósito de receber os conselhos com serenidade, sem julgar quem nos aconselha.

E também ter consciência de que nem sempre receberemos o conselho da forma mais adequada ( modelo hambúrguer) que seria o melhor. Mas podemos tentar ( não sem esforço) tirar das críticas conselhos. Quando alguém nos dirigir uma crítica, saibamos refletir e filtrar o que é verdadeiro e justo do que não é. O hábito de refletir sobre as coisas que nos dizem (principalmente o mais próximos) pode nos oferecer muitas boas oportunidades para nossa melhora pessoal.

A propósito, tudo o que acabo de escrever é um conselho! Se quiser acatar, muito bem, se não quiser... Continuamos amigos!











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Prof: Dora Porto - Dicas de Nutrição - Artigos
Dra. Kilza Miranda - Dicas de Nutrição


Rádio Rei dos Reis