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LEIA A BÍBLIA

sexta-feira, junho 19, 2015

NÃO EXISTEM ATALHOS... LEVA TEMPO!

"Pois, com efeito, quando devíeis ser mestres, atendendo ao tempo decorrido, tendes, novamente, necessidade de alguém que vos ensine, de novo, quais são os princípios elementares dos oráculos de Deus; assim, vos tornastes como necessitados de leite e não de alimento sólido. Ora, todo aquele que se alimenta de leite é inexperiente na palavra da justiça, porque é criança. Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal" (Hebreus 5:12-14).


Quando James Garfield era presidente da Academia de Hiram, em Ohio, USA, um homem trouxe seu filho para estudar naquela instituição pedindo que fizesse o curso em tempo reduzido, menor do que o regular. 

"O menino não precisa de todas as matérias, pois, não precisa aprender de tudo", disse o pai, "e quer concluir no menor tempo possível. 

O senhor pode organizar isso para ele?" 

Sr. Garfield, um ministro pedagogo, respondeu: "Oh, sim, ele pode fazer um curso pequeno; isso depende do que você quer fazer dele. Quando Deus quer fazer um carvalho, Ele leva cem anos, mas ele leva só dois meses para fazer uma aboboreira." 

Muitos pensam que podem adquirir espiritualidade de maneira rápida, como quem faz um café instantâneo ou batatas fritas! 

Estão equivocados! 

Não existe um curso pequeno de espiritualidade! 

Não podemos reduzir o caminho porque não existem atalhos! 

O crescimento espiritual leva tempo! 

Exige uma sequência! 

Muitas vezes fracassamos no cumprimento do propósito de Deus em nossas vidas porque temos pressa. 

Queremos vitórias rápidas... queremos resultados imediatos... queremos chegar no topo antes da hora! 

Deus tem propósitos diferentes, tem um tempo diferente, tem um caminho diferente. 

O tempo não pertence a nós, a quantidade de passos também não depende de nós. 

A nós cabe apenas uma coisa: obedecer. 

E podemos estar certos de que, submissos à vontade do Senhor, nós chegaremos lá! 

Vitoriosos!

segunda-feira, junho 15, 2015

ESPERANDO O MELHOR

"Porque, na esperança, fomos salvos. Ora, esperança que se vê não é esperança; pois o que alguém vê, como o espera? Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o aguardamos" (Romanos 8:24, 25). 

Por vários anos uma mulher teve dificuldades para dormir à noite, por medo de assaltantes. 

Uma noite, seu marido ouviu um barulho estranho na casa e foi investigar. 

Quando chegou na parte de baixo, encontrou lá um assaltante. "Boa noite", disse o dono da casa. 

Estou contente por encontrá-lo.

Venha comigo até a parte de cima para que eu o mostre à minha esposa. 

Ela tem esperado você por dez anos." (William Marshall) Aproveitando essa antiga anedota, gostaria de refletir, de maneira séria, sobre nossas expectativas espirituais. 

O que temos esperado depois que Cristo entrou em nossos corações? 

Quais são nossos sonhos? 

Por que nossas almas anseiam? 

Quais são os motivos de nossas lutas e esforços? 

Se a nossa resposta é "prosperidade", já temos a promessa do Senhor de "suprir todas as nossas necessidades". 

Se a nossa resposta é "notoriedade e fama", temos o ensino de que "quem quer ser o maior, seja o que serve". 

Se a nossa resposta é "receber muitas bênçãos", o que Deus quer é que "sejamos nós uma bênção. 

O grande problema de nossas vidas é que, mesmo sendo espirituais e sabendo que o Senhor prometeu estar conosco, todos os dias, somos, na maior parte do tempo, "pessimistas". 

Parece que sempre esperamos o pior! "Eu não vou conseguir aquele emprego que tanto desejo"; "eu creio que não tenho nenhuma chance diante daquelas pessoas mais preparadas"; "os que têm mais dinheiro serão os preferidos"; "há mulheres mais bonitas que eu, não vale a pena insistir"... 

E onde fica o "tudo é possível ao que crê"? 

Esperemos com fé pelo melhor. 

É isso que Deus tem para nós.

segunda-feira, junho 08, 2015

A VERDADE... SEMPRE

"... porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira" (João 8:44). 

Dois políticos estavam mantendo um debate quando, de repente, um deles disse: "Você está mentindo". 

O outro respondeu: "Eu sei, mas deixe eu acabar de falar." 

Não nos importa o nome daqueles políticos, ou sua nacionalidade, ou o que estavam debatendo, mas, que nós, como cristãos, devemos preservar a verdade em tudo o que falamos. 

A verdade glorifica a Deus; liberta os oprimidos e desiludidos; edifica vidas espirituais sólidas e inabaláveis. 

As Escrituras nos ensinam que a mentira é própria do diabo e dos que caminham sem Deus. 

É dita por aqueles que não temem ao Senhor e não amam ao próximo. 

É cultivada por muitos que certamente não terão o que colher ou colherão aquilo de que não gostarão. 

Os que gostam de mentir são contados entre os que não merecem confiança, que não conhecem o Caminho e não sabem para onde estão seguindo, que necessitam da misericórdia de Deus e da salvação através de Jesus Cristo. 

Podem até frequentar uma igreja, mas, não se identificam com o Senhor da igreja. 

A verdade engrandece o nome do Senhor, glorifica Seu santo nome, celebra Sua santidade e ilumina qualquer conversa. 

A verdade transforma vidas e ambientes, dissipa trevas e desfaz armadilhas criadas pelo diabo. 

Em nossa casa, na companhia dos amigos, nas reuniões da igreja, nosso compromisso é com a verdade. 

Devemos estar com Cristo, a verdade, para que alcancemos as bênçãos desejadas e vivamos de maneira abundante e feliz.

terça-feira, junho 02, 2015

CRUZ FIANÇA

"e cancelou a escrita de dívida, que consistia em ordenanças, e que nos era contrária. Ele a removeu, pregando-a na cruz, e, tendo despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo público, triunfando sobre eles na cruz." (Colossenses 2:14-15

Eu moro de aluguel há muitos anos, e sei bem certinho o que é um fiador. 

Já fui fiador também. Fiador é aquele que, se tudo der excepcionalmente certo, não ganha nada. 

Qualquer coisa que der errado, por simples que seja, ele perde. 

Não tem qualquer ganho previsto ou vantagem, é quase um desaforo. 

Assim fez Jesus por nós naquela Cruz, sendo nosso fiador de uma dívida impagável, que custaria nossa morte e nos condenaria ao inferno. 

Ter um fiador só faz diferença quando não podemos pagar a conta, pois se tudo corre dentro da normalidade o fiador é dispensável. 

Louvo a Deus por homens e mulheres que assinaram por mim nos tempos em que precisei deles, mas me alegro mais ainda de nunca ter colocado nenhum deles em enrosco financeiro ou cadastral, para Glória de Deus. 

Se as contas estão em dia o fiador simplesmente consta presente mas não comparece. Mas, e o que dizer do débito do nosso pecado diante do Pai? 

Era, é e sempre será impagável - sem fiador, é processo perdido. Sem entender estes conceitos a mensagem da cruz pode passar simplesmente como algo simbólico ou meramente histórico. 

De fato, para alguns pensadores e estudiosos a crucificação de Jesus não passou de um fato contemporâneo ao seu contexto histórico. 

Não desmereço suas opiniões, respeito-as, mas acho que vai mais além. 

O fato está na morte expiatória e não em dois pedaços de pau em forma de cruz; está na humilhação e não no formato; está no ato de fiança e não na "morte" em si. 

Fato: sem morte não haveria pagamento da fiança pois este é o preço, mas não confundamos as coisas pois se houvesse outra forma, outro preço, outra maneira – quem daria seu único Filho por fiador de uma humanidade inteira? 

Notemos que não podemos tirar os olhos da cruz, pois ela é o símbolo máximo e suficiente dessa quitação de dívida. 

Como simbologia, nada pode superar sua simplicidade, sua eficiência, sua objetividade, sua representatividade. Foi assim que Deus quis... 

Se Jesus fosse morto pelos nossos pecados apedrejado (condenação comum na época para crimes religiosos), o que teríamos para nos referenciar? 

Um túmulo vazio? 

Um corpo ressurreto? 

Uma pilha de pedras? 

Não importa, temos a cruz. Sendo nossa carta-fiança, Jesus foi suficiente, foi o bastante. 

Portanto, tendo em mente que jamais em qualquer tempo, nem que qualquer modo, poderíamos quitar essa dívida de pecado contra o amor do Pai. 

Só com um fiador. 

E o fiador, meu querido leitor, quis fazer do jeito que fez - pela cruz. "Senhor, obrigado por providenciar uma forma de quitar minha divida pois eu por mim mesmo jamais poderia fazê-lo. 

Me ensina a valorizar esse tão grande sacrifício em meu favor."

Rádio Rei dos Reis