Seguidores

Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

sábado, janeiro 21, 2017

SUPER MERCADO DO CÉU




Um dia, andando pela estrada da vida, vi um letreiro que anunciava “Super Mercado do Céu”. Aproximei-me e chegando perto, uma porta se abriu. Sem me dar conta, lá estava eu, dentro da loja. Vi um exército de anjos... anjos por  a  parte. Um me deu uma cesta e disse, meu filho faça bem suas compras! E o que o Cristão necessita estava ali.

Eu não perdi tempo e comecei a circular pelo mercado.  Primeiro comprei paciência. A caridade estava na mesma seção, pegou um pacote, logo após, resolvi pegar mais porque sempre precisamos muito dela. Comprei  ainda uma caixa de sabedoria e três de fé. Detive-me a contemplar o que era O Espírito Santo, Ele enchia tudo, a Salvação é gratuita e acabei levando bastante para mim e para outros que precisam.

Com minha cesta quase cheia, dirigi-me ao caixa para pagar a minha conta, já tinha o necessário para faz a vontade de Deus.  Enquanto eu passava pelos corredores vi escrito, oração e também coloquei na cesta, pois sabia que lá fora iria com certeza o pecado. 

No caminho para o caixa havia balaios com cantos e louvores, peguei vários!  Chegando minha vez ao caixa, um anjo passou todas as mercadorias e feita a soma perguntei: quanto devo? O anjo olhou para mim e sorriu, disse-me: leve tudo “aquilo” por onde eu andar e acrescentou: meu filho Jesus pagou a sua conta há muito tempo no calvário!

Faça bom uso das compras, vá em paz e volte sempre.

Não há diferença entre pessoas neste mundo, pois o mesmo Senhor é Senhor de “todos” e abençoa ricamente a todos que o invocarem o nome do Senhor Jesus Cristo será salvo.

Pois todos são salvos pela graça, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie. Efésios 2: 8-9.
Aceite a Jesus como seu único Salvador.  Amém.

Autor: Disk Solução
Por Diácono Rilvan Stutz – Escritor Apecom
Igreja Presbiteriana do Brasil

segunda-feira, janeiro 16, 2017

REVIGORAR OS JORNAIS



Os jornais perdem leitores em todo o mundo. Multiplicam-se as tentativas de interpretação do fenômeno. Seminários, encontros e relatórios, no exterior e aqui, procuram, incessantemente, bodes expiatórios. Televisão e internet são, de longe, os principais vilões. Será? É evidente que a juventude de hoje lê muito menos. No entanto, como explicar o estrondoso sucesso editorial do épico “O Senhor dos Anéis” e das aventuras de Harry Potter?

Os jovens não consomem jornais, mas não se privam da leitura de obras alentadas. O recado é muito claro: a juventude não se entusiasma com o produto que estamos oferecendo. O problema, portanto, está em nós, na nossa incapacidade de dialogar com o jovem real. Mas não é só a juventude que foge dos jornais. A chamada elite, classe A e B, também têm aumentado a fileira dos desencantados. Será inviável conquistar toda essa gente para o fascinante mundo da cultura impressa? Creio que não. O que falta, estou certo, é realismo e qualidade.

Os jornais, equivocadamente, pensam que são meio de comunicação de massa. E não são. Daí deriva erros fatais: a inútil imitação da televisão, a incapacidade para dialogar com a geração dos blogs e dos videogames e o alinhamento acrítico com os modismos politicamente corretos. Esqueceram que os diários de sucesso são aqueles que sabem que o seu público, independentemente da faixa etária, é constituído por uma elite numerosa, mas cada vez mais órfã de produtos de qualidade. Num momento de ênfase no didatismo e na prestação de serviços - estratégias úteis e necessárias-, defendo a urgente necessidade de complicar as pautas. O leitor que precisamos conquistar não quer o que pode conseguir na TV ou na internet. Ele quer qualidade informativa: o texto elegante, a matéria aprofundada, a análise que o ajude, efetivamente, a tomar decisões.

Um amigo gozador costuma dizer-me que a expressão “jornalismo de qualidade” é, hoje em dia, contraditória em si mesma. Outro dia, quis exemplificar-me essa sua opinião. “Veja”, dizia, “boa parte do noticiário de política não tem informação. Está dominado pela fofoca e pelo espetáculo. Não tem o menor interesse para os leitores.” A cobertura eleitoral, por exemplo, não trata de discutir políticas públicas, mas fica refém do marketing dos candidatos. E o leitor, por óbvio, passa batido. Não encontra reflexão, análise, interpretação, profundidade. O uso de grampos como material jornalístico, por outro lado, virou ferramenta de trabalho. A velha e boa reportagem foi sendo substituída por dossiê. De uns tempos para cá, o leitor passou a receber dossiês que, muitas vezes, não se sustentam em pé. Curiosamente, quem os publica não se sente obrigado a dar nenhuma satisfação ao leitor.

O leitor que confia na integridade dos jornais é o mesmo que em inúmeras pesquisas qualitativas nos envia alguns recados: quer, por exemplo, menos frivolidade e mais profundidade. Tradicionalmente fortes no tratamento da informação, alguns diários têm sucumbido às regras ditadas pelo mundo do espetáculo.

Ao atribuírem à televisão a responsabilidade pela perda de leitores, partiram, num erro estratégico, para um perigoso empenho de imitação. A força da imagem, indiscutível e evidente, gerou um perverso complexo de inferioridade em algumas redações. Perdemos a capacidade de sonhar e a coragem de investir em pautas criativas. É hora de proceder às oportunas retificações de rumo. Há espaço, e muito, para o jornalismo de qualidade. Basta cuidar do conteúdo.

Só uma séria retomada na qualidade informativa garantirá a fidelidade dos antigos leitores e a conquista de novos. Precisamos mostrar, com fatos e com obras, que os jornais continuam sendo úteis, importantes, um guia insubstituível para a navegação na vida real.


Carlos Alberto Di Franco
Diretor do Departamento de Comunicação do Instituto Internacional de Ciência Social.
Por Rilvan Stutz - Escritor - Apecom

quinta-feira, dezembro 08, 2016

MORITURI






Esta palavra latina significa, na nossa língua, “aqueles que vão morrer”. Na antiga Roma, os gladiadores davam a si mesmos esse nome quando, na arena, dispostos a enfrentar a morte, cumprimentavam o imperador: “Ave, Cesar, morituri te salutant” (Avé  César, os que vão morrer saúdam-te).

Mas “Morituri” é também o nosso nome. Estamos vivos e, portanto, somos aqueles que vão morrer.

Vamos morrer. Hoje mesmo ou daqui a algum tempo, com mais ou menos dor, com ou sem sangue. As estatísticas dizem que morrem no mundo, por minuto, muitas dezenas de pessoas… Existe uma lei inexorável à qual nenhum de nós poderá escapar.
Devíamos pensar na morte. Analisá-la, medi-la. Não como quem mede um inimigo, para ver se é possível derrotá-lo, mas como quem olha para dentro de si mesmo com o objetivo de se conhecer.

De todos os seres vivos, só o homem possui o conhecimento certo de que vai morrer. Esse conhecimento – Manifestação da grandeza do homem – é luminoso e útil: permite-nos saber o que somos e o que são realmente todas as coisas; permite-nos tirar conclusões sobre o sentido da nossa existência – temporária passageira – neste planeta que deambula num universo imenso.

Há muitas coisas que adquirem uma importância e uma cor diferentes no momento em que um médico nos vem dizer que temos apenas umas poucas semanas de vida.

Que nos importa então se o nosso clube ganhou ou perdeu, se o jantar é carne ou peixe, se visto esta camisola ou aquela, se certa pessoa disse aquilo de mim?

Visto à luz da morte, tudo isso adquire a sua verdadeira envergadura. E entendemos, então, o que é importante e o que não o é tanto. Ilumina-se o nosso olhar. E isso é útil para nós. Tira-nos de certos enganos a que somos extremamente atreitos.

Temos visto frequentemente como tantas pessoas orientaram a sua vida de acordo com as conclusões que tiraram de pensar na morte. Uns, considerando-a como final absoluto da existência, dedicaram os seus dias a satisfazer ao máximo os apetites, a obter o máximo possível de prazer… 

Antes  de tudo acabar. Outros consideraram que era possível viver eternamente – viver depois disto – e impuseram a si mesmos uma forma de vida com regras bem diferentes das dos outros, de forma a possuírem a esperança. Trocando o conhecido pelo desconhecido, o imediato pelo distante, o pequeno pelo grande.

Mas nós… Temos medo. Custa-nos pensar na morte. Gostamos de viver – porque a vida é uma coisa fantástica – e nem queremos pensar em pensar que ela possa terminar. Adiamos uma análise e uma luz e uma orientação que de todo nos são necessárias.

Temos muito tempo… E apressamo-nos a pensar noutra coisa quando a morte toca em alguém que estava perto de nós. E procuramos distrações, para fugirmos a uma reflexão que a nossa própria natureza nos exige. E ocupamo-nos em futilidades.
Temos muito tempo… Mas o tempo é qualquer coisa que se corta num golpe súbito de tesoura, quase sempre sem aviso. Três semanas, três anos, trinta anos… O tempo é apenas tempo. É água que escorre entre os dedos das mãos.

Verdade é que não temos muito tempo. Enquanto cometemos a tolice de ir vivendo como se fôssemos viver… Sempre, a nossa vida está às escuras, à espera de um ato de coragem que lhe dê cor e sentido.


Por  Diácono Rilvan Stutz  - Apecom
Paulo Geraldo – Professor  da língua Portuguesa
Aldeia – Portugal 
IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL

sexta-feira, dezembro 02, 2016

CHAPECOENSE: LAGRIMA, DOR E SAUDADES...




Abrimos este espaço no Blog “Rei dos reis”, pois não poderíamos deixar de sentir esta imensa dor, a dor da perca de vidas queridas, tão importante para a Cidade de Chapecó. Comoveu o Brasil, tamanha dor pela tragédia.

Somos Evangélicos, apreciamos o futebol, somos todos humanos e sabemos da violência da “Morte”, conhecemos a alegria da Salvação em Jesus Cristo.  Deus criou e Deus chamou, Bendito seja O Senhor. O Criador de todas as coisas comanda com perfeição todos os Seus Planos, seus desígnios são “Intocáveis”.

Neste grupo de jogadores, torcemos para que muitos já tenham ouvido da Salvação e talvez muitos já estejam ao lado do Senhor. Assim desejamos.

Aqui externamos nossa tristeza, pelos que foram, por familiares. Estamos orando ao Senhor da Glória para confortar e que sintam o amparo do Criador. 

Os Evangélicos também apreciam o futebol com muito respeito. É um esporte que move multidões, sabemos que o futebol pode causar problemas, brigas, mortes, mas sabemos que é um esporte “Saudável”.

Não iremos agora neste momento de “Dor” olhar defeitos e sim compartilhar nossa tristeza, oramos por todos e que se sintam revigorados para um novo início.

O fato acontecido de forma tão trágica fica para o Povo de Chapecó, só a lembrança dos bons momentos, nossos votos de coragem, força, pois tudo continuará,  a Chap com certeza  brilhara em disputas promissoras em muito breve.

Que O Senhor Deus esteja com todos vocês.  Força Chap!


 
Por Diácono Rilvan Stutz – Escritor Apecom
IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL


Rádio Rei dos Reis