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terça-feira, novembro 16, 2010

E OS PASSEIOS, VAMOS LÁ?

MENSAGEM






Na vida familiar, os passeios em conjunto trazem maior união, oferecendo também excelentes oportunidades de entrosamento e orientação e, não raras vezes, de reconciliação. Sobretudo aos que entram na adolescência, nada melhor do que essas ocasiões de descontração, quando os pais podem estar a sós com eles, para esclarecer dúvidas e situações delicadas e aliviar tensões.

Podem ser viagens curtas ou mais longas, dependendo da disponibilidade econômica do momento, ou simples caminhadas por praias afastadas e vazias ou pelo campo. A vitalidade inesgotável das crianças para andar, as descobertas que vão fazendo e relatando aos pais, o apanhar chuva, sol, calor ou frio juntos, desfazem tantas superproteções desnecessárias, além de provar que os filhos não são de papelão e que não se desmancham nem adoecem por esses pequenos imprevistos!

É muito oportuno planejar juntos os dias de feriado prolongado ou de férias. Pais e filhos fazem o levantamento dos nomes de locais possíveis de serem visitados e organiza-se uma votação: Praia ou montanhas? Fazenda, cidade, sítio, excursão? É evidente - e muito importante - que, ao proporem onde se passarão as férias e feriados, os pais levem em conta a época do ano, o afluxo de visitantes e as atividades nesses locais, para que todo o seu trabalho de formação e educação dos filhos quanto às virtudes, valores, pudor, trajes, bons hábitos, não seja prejudicado por ambientes contrários. Concretamente, levar os filhos adolescentes a praias concorridas durante o verão chega a ser, nas atuais circunstâncias, uma verdadeira aberração, que nenhum pai ou mãe de família responsável deveria permitir-se.

Feita a escolha do destino - excelente oportunidade para aprender, para treinar o hábito de saber ganhar e saber perder, cedendo (com boa cara!) aos desejos da maioria -, passa-se a planejar o que fazer, como fazê-lo, quem se incumbirá disto ou daquilo. É um excelente modo de treinar os filhos na capacidade de assumir responsabilidades, e ao mesmo tempo um belo exercício democrático que, no regresso, passará por uma avaliação, para futuras melhoras. Descobrem-se as habilidades, a criatividade, os talentos!

Não se deve esquecer também de pensar em programas diversos para dias de sol e para dias de chuva. Não devem faltar bons livros, sugestões de jogos, passatempos e brincadeiras de salão, teatrinhos, serões de histórias, fotos familiares, concursos, etc.

É sempre bom lembrar que muitos dos hábitos das crianças se formam pela observação das preferências ou rejeições dos pais. Vale a pena, por isso, não só estimular os acampamentos em família, ou entre várias famílias, mas também organizar com outros pais pequenos clubes na própria casa, de meninos ou de meninas, com atividades específicas de acordo com o sexo e a idade. Nesses clubes, podem-se promover com segurança atividades interessantes para os filhos: esporte, hobbies, coleções, teatro, música, artesanato, ciências, e até visitas a museus e pontos turístico-históricos da cidade. Assim, além de alargarem os seus próprios horizontes, tornar-se-ão um dia adultos de simpática e agradável presença, porque saberão conversar sobre vários temas, e não somente sobre a sua área profissional ou as manchetes de esporte dos jornais...











Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Mannuoun Chimelli - Portal da Família
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro