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LEIA A BÍBLIA

terça-feira, junho 17, 2008

A INSPIRAÇÃO DIVINA DA BÍBLIA





EDIFICAÇÃO

Há duas razões por que a bíblia pode revelar Deus aos homens. A primeira é que a bíblia é o registro de Seus atos de revelação na história de Israel e no ministério de Jesus Cristo (João. 20: 30-31). A segunda razão é que Deus é, em última análise, o Autor do Livro, de modo que, pela bíblia, Ele pode falar aos homens. Podemos dizer que a bíblia é a Palavra de Deus expressa em forma escrita.

É, portanto, um Livro divino-humano: humano, porque, escrito por homens, manifesta sentimentos e pensamentos humanos, às vezes em desacordo com os de Deus (ver, por exemplo, os discursos dos amigos de Jô); divino, porque é obra de homens a quem a Palavra de Deus foi revelada.

Isso se deu naturalmente de modo diversos: ora os escritores simplesmente registravam fatos históricos; ora registravam as mensagens que profetas e apóstolos recebiam de Deus; ora refletiam intimamente sobre coisas de Deus e Este usava seus pensamentos para levar Sua mensagem aos homens; ora eram guiados por Deus a escrever palavras revestidas de sentido mais profundo do que eles próprios sabiam.

Assim a Bíblia obra de autores humanos é, contudo de inspiração divina e isso num sentido mais elevado do que o que se dá ao fazer referência a outras obras que se costumam dizer inspiradas. É-lhe aplicado em 2 Tm 3:16 um adjetivo que significa ‘insuflado por Deus” (cf. Gn 2:7); seus escritores são chamados “homens impelidos ou “carregados”) pelo Espírito Santo” (2Pe 1:20-21; cf Ap 19:9 22:6 2Sm 23:2.

A aceitação da Bíblia como Palavra de Deus não é matéria de prova científica e sim de fé. Isto não quer dizer que tomamos atitude irracional ou sem fundamento. Antes, nossa atitude se baseia no testamento de Jesus, a respeito do Antigo Testamento e no testemunho da própria Bíblia, sobre sua natureza.

É uma atitude que vemos confirmada em nossa própria experiência, porque na Bíblia ouvimos e sentimos Deus falar-nos. De certo modo, podemos compará-la a nossa aceitação de Jesus Cristo como Filho de Deus, a qual não depende, em última análise, de provas humanas de Sua divindade, e sim de um ato de fé.

Semelhante ato de fé, todavia, não nos livra da responsabilidade de examinarmos os argumentos que sejam apresentados contra nossa fé. É o que vamos fazer. Amém.

Diácono Rilvan Stutz

Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro – Rio.


ENGANO DAS PEQUENAS COISAS


"Porque para com D´us não há acepção de pessoas.".
( Epístola de Paulo aos Romanos, 2.11)


A avaliação humana é sempre pela aparência: olhamos quantidade, valor, tamanho, qualidade, etc., usando, para tanto, referenciais pessoais. No entanto, a avaliação divina é feita pelo pleno conhecimento que o Senhor tem das nuances do coração humano. Ele não leva em conta a nossa casca, mas a nossa essência, da qual é profundo Conhecedor, afinal, foi Ele Quem nos fez...
Destafeita, a Ele somente cabe o julgamento das ações alheias. A Sua obra é pessoal, distinta; apenas Ele tem direito à manipulação do barro no qual cada um vai sendo trabalhado. Ele não é encontrado em parte alguma das Escrituras Sagradas pedindo a opinião de alguém sobre qualquer assunto.

Nossa tarefa é unicamente colocar ao Seu dispor nossos pães e peixes, independentemente de quantos e para que sejam; assim Ele opera o milagre de saciar a fome de milhares. Às vezes, perdemos tempo demais tentando ajudá-Lo a fazer Sua parte (o milagre), e nos esquecemos de cumprir nossa tarefa de entregadores. Por isso, tantos estão mergulhados na "fome da desesperança": porque perderam, ou nunca tiveram, a consciência da auto-entrega. Quem sabe D´us quer fazer algo novo em nosso tempo ou mesmo repetir algo maravilhoso que já tenha feito no passado? O certo é que devemos reverter em atitudes as nossas vidas de observadores, para que sejamos participantes da Obra do nosso Deus.

Zacarias nos fala dos humildes começos de Jerusalém (Livro do profeta Zacarias, 4.10). O salmista lembra que o chuvisco amolece a terra (Salmos, 65.10). Jesus compara o Reino de D´us com uma semente de mostarda (Evangelho de Mateus, 13.31). O segredo é jamais olhar as coisas pequenas procurando calcular resultados grandiosos nelas mesmas, nem calcular a extensão no nosso próprio esforço, pois tudo depende unicamente do Senhor que opera a partir delas [pequenas coisas], e através nossa fidelidade em nos submeter e acreditando no Seu infalível Poder!
Em Seu nome.


Rev. Ricardo Vasconcellos

Colaboração do Pão Quente Diário

Igreja Perbiteriana Unida da Penha/RJ

CONSOLO






EDIFICAÇÃO

Ao descrever as coisas terríveis que viriam sobre a terra nos últimos dias, Jesus acrescentou: “Ora, ao começarem estas cousas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima. (Lucas. 21:28) Jesus falava sobre o livramento e conseqüente entrada no novo mundo de Deus, onde “na esperança de que a própria criação, será redimida do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus”. Romanos. 21.

Que alívio será para a humanidade ser libertados fardos do passado e despertar todos os dias com mente cristalina, ávida por empenhar-se nas atividades do dia! Ninguém mais será estorvado pela sombra da pressão diária. A promessa segura para a humanidade é nosso consolo. “Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles”. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles.
Em lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras cousas passaram. (Apocalipse. 21: 3 e 4).

VOCE SABIA?

Diácono Rilvan Stutz


Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro - Rio

ARREPENDIMENTO





EDIFICAÇÃO

O vocábulo do Novo Testamento traduzido por “arrependimento” significa “mudança de pensamento”, e o arrependimento evangélico tem sido definido como “mudança de pensamento que leva a novo modo de agir”. É a revolta, consciente e definitiva, do homem contra o seu próprio pecado, que o leva a renegar esse pecado.
Inclui três aspectos:
1) o aspecto intelectual, ou seja, o reconhecimento, pelo homem, do erro de sua vida até então, sua culpa diante de Deus, sua incapacidade para, em suas próprias forças, agradar a Deus.

2) o aspecto emocional – pesar ao seu pecado como ofensa contra um Deus Santo e Justo.

3) o aspecto volitivo ou da vontade – mudança de propósito, resolução íntima contra o pecado e disposição para buscar de Deus o perdão, purificação e poder. ( Mt 12:41; At 2: 19-21; 17: 30-31; 20:21. Rm 2: 4; Co 7: 9-11). Amém.


VOCE SABIA?

Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro – Rio.

Rádio Rei dos Reis