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sexta-feira, setembro 27, 2013

SOU PRESBITERIANO SIM!










Vivei, acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo. Fp. 1, 27

Presbiterianos! Neste momento gostaria de participar com os amados Irmãos nossa preocupação com a amada Igreja Presbiteriana. Sabemos que vivemos certa tensão pelo caminhar de nossa amada Igreja. Não poderíamos negar que nos sentimos preocupados com alguns problemas que nos preocupam, mas a esperança e o amor do Pai são maiores. Sabemos e consideramos perfeitamente alcançados pelos nossos lideres e sabemos que a nossa fé, o amor e multidões de orações irão com certeza superar perfeitamente tudo que afeta a ordem, a disciplina que possam mexer com os seguimentos da nossa tão querida Igreja Presbiteriana do Brasil.

Irmãos! Assino este texto testemunhando experiências vividas no seio presbiteriano. Senti alegrias, fiquei triste, chorei muitas vezes e sem falar que em certo momento cheguei a pensar em deixar nossa Igreja.

O amor presbiteriano foi maior e estou aqui até os dias de hoje, com preocupação! Sim! Mas estou lutando. Nossa sede é muito grande por providencias, repito, pela Igreja neste momento e como estará amanhã.

Não poderia deixar de colocar alguns motivos que tanto clamamos: vivemos o hoje presbiteriano, sentindo saudades do passado. Lembro-me quando menino o medo de enfrentar uma classe de catecúmenos era real, uma tarefa árdua, ser aprovado era sinônimo de conhecer às Sagradas Escrituras, ou então éramos reprovados mesmo, o aluno teria que voltar para um novo período de estudos. Como era bom o tempo antigo de nossa Igreja, ter conhecimento por nossas leis. Entender a doutrina era uma obrigação inegociável de um novo membro, ou mesmo o antigo com novos costumes impróprios.

Devemos entender este momento, superar e saber!  Isto é necessário aos dias de hoje.

Como bom presbiteriano que sou lutador a trinta e cinco anos de professo, vinte e cinco anos de diaconato, me sinto chamado a clamar pela boa esperança.

Amados Irmãos nunca me senti tão incomodado com o comportamento de muitas Igrejas. São procedimentos totalmente fora da nossa lei, nossa constituição e doutrina.

Clamo de forma urgente, que nossos dirigentes voltem a rever estas situações, sabemos que nossas autoridades sabem e têm lutado por tal situação, acredito precisamos de maior atenção e vigor nesta luta, atenção especial para conseguirmos manter nossa autoridade, e sabemos de todo estudo pelo assunto. Destacamos como fator mais urgente oO RESPEITO E POSTURA DO CRISTÃO EM CONFRONTO COM A FORMA QUE TEM SE PRATICADO A IREAL DOUTRINA PRESBITERIANA POR ALGUMAS IGREJAS, preocupam e, muitas vezes desanimamos.

Tais irregularidades vêm se arrastando por alguns anos e, todas voltadas para nossa educação cristã, nosso comportamento, nosso respeito à constituição, nosso respeito com a doutrina, a genuína e única doutrina, este é nosso maior clamor, rogamos e esperamos que estes itens citados reais e verdadeiros, sejam neste momento os principais, pois sabemos que o erro revoluciona e ferem administrativamente a direção de cada Igreja de nosso Brasil.

Rogamos a colaboração de cada Igreja, Pastor, Conselho e membro, uma verdadeira forma de amar os princípios Presbiterianos e acatar nossas autoridades.

Sabemos que nosso Supremo Concilio tem lutado por uma solução doutrinária, sabemos até que a unificação doutrinaria já foi proposta, mas ainda estamos sem solução, estará faltando o verdadeiro amor!

Clamamos pela obediência, pelo verdadeiro “AMOR”, pois sem eles fatalmente ficaremos da mesma forma. Um atalho aberto será sempre perigoso, daremos sempre condições para o erro. Irmãos bastar-nos-ia tão simplesmente olharmos com obediência e carinho para nossa constituição. Assim fecharíamos perigosos “atalhos”, desagradáveis para  conduta dos verdadeiros Cristãos.

É importante que o saudável amor seja o alvo entre dirigentes legais de nossas Igrejas, sabemos assim será regada pela graça divina. A mudança é necessária, o respeito prometido no Santo Altar, precisa estar em primeiro lugar promovendo a paz e a boa conduta em nossas leis. A obediência é a solução, o bem estar é prioridade para nossa tão amada Igreja Presbiteriana do Brasil, isto se faz necessário.

Irmãos! Sabemos não ser bom ficar olhando erros do passado, mas certas providencias ficarão sempre estagnadas no tempo. Confesso em desejo ardente que até falhas do nosso passado possam servir de base para muitas correções, para um futuro glorioso, vitorioso, para que alcancemos a plenitude da organização, a educação religiosa e principalmente a “obediência” interna da Igreja atual, isto é a mínima coisa que devem fazer e respeitar.

Sabemos que nosso supremo concilio tem conhecimento de muitos problemas e buscam soluções, mas a grande verdade, “a nossa Igreja do hoje está sofrendo muito!”, pois há divisões e o famoso voto na hora de decidir, até neste momento a falta de preparo impera, os interesses são maiores, bloqueiam uma nova conduta tão necessária.   

Como podemos contribuir: conhecemos o comportamento de Igrejas, que de um bairro para outro, existe diferença doutrinária é fato indisfarçável, a divisão de presbitérios sem motivos aparentes e claros acontecem. Estes são só uma parte de imensos problemas enfrentados pelo nosso supremo, tem sido uma constante muito triste, quanta injustiça tem acontecido no seio Presbiteriano.

Sabemos de muitas divisões, membros mudando de denominações. “Por parte de presbitérios,” “se dividem da noite para o dia”, assim de um lado, fica um “forte” Presbitério, em contra proposta irrevogável a outra parte, padece caindo sem recursos.

Os poderosos com seus templos de grande porte, chamativos para os visitantes, aplicam uma doutrina a sua “vontade”, toda diferenciada, este é o motivo do sucesso em presença, querem uma Igreja recheada de pessoas, templos cheios de membros e visitantes com doutrina a seu gosto.

Voltamos a “pobre Igreja que ficou só”, vemos aos domingos, cultos ao Senhor com a presença de no máximo quinze a vinte pessoas e, assim muitas estão padecendo! Assim perguntamos: como estará em todo o Brasil? Também enfrentando situações iguais? Está tudo bem? Acredito que não! Tanto aparece a verdade, que o supremo considera realmente estes fatos um grande problema e, até hoje não se encontrou solução. Assim a Igreja Presbiteriana do Brasil, vai se dividindo e nos colocando em grande tristeza, parte enorme sofre o problema.

EDUCAÇÃO CRISTà
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Amados, coloco desta forma, pois precisamos prestar um culto verdadeiro, ordeiro e, dentro de nossas leis em vigor, todas elas endossadas pelo nosso egrégio Supremo Concilio da IPB. Assim com certeza apresentaremos um culto verdadeiro. As lutas do supremo concilio sobre a doutrina sairão vencedores, com esperança renovada, já se poderia realmente pensar na aprovação de uma doutrina unificada ou solução mais adequada. Quem sabe, seria o que tanto precisamos? Com certeza estaremos unidos em Igreja e ao nosso Senhor Jesus Cristo com esperança viva.

UM PEQUENO EXEMPLO

Há bem pouco tempo, fui convidado participar da formatura de novos membros em uma Igreja de minha região, que se diga Igreja Presbiteriana do Brasil. No término dos trabalhos, no momento dos cumprimentos, engrenei uma conversa com um dos formandos no pátio do templo, em determinado momento, quando falávamos sobre doutrina, nos aprofundamos no assunto, e perguntei ao novo membro: irmão, como vê a constituição? O Irmão olhando bem fixo para mim, como se “engasgado”, não respondeu e retrucou com outra pergunta: sobre o que está falando, que constituição é essa? Eu não sei, não sei lhe responder. Desta forma lembramo-nos daquela antiga classe de catecúmenos.

PRECISAMOS ORAR

Esperamos ser útil com um artigo sobre o assunto, mas com a oração a frente. Esperamos em pouco tempo adentrar em nossa Igreja com sorriso enorme. Mais sabemos precisamos da ajuda igualada, isto é essencial. Temos notícias que tais costumem  “enegrecem” a Igreja de forma lamentável e pioram a cada dia.

Existem desvios e atalhos perigosos, encontramos Igrejas com louvor desorientados, são gritos e verdadeiros “berros”, a pregação da Palavra não acontece, pois o tempo foi pouco. Lamentamos estes procedimentos, afetam membros, que até de certa forma, disfarçadamente são enganados.

Irmãos o momento presbiteriano tomou forma e jeito livremente lamentáveis. Certos costumes invadiram e irão continuar afetando de forma negativa nossas Igrejas, a nossa genuína Igreja tradicional reformada. Lembramos o estudo de meses na classe de catecúmenos, hoje sem intenção de crítica, sabemos que as mesmas, são fracas.

O apóstolo Paulo, fala no Livro de 2ª Timóteo 2.1-17, ele usa três figuras de linguagem para exemplificar a postura, a ação dos verdadeiros Cristãos. Começamos com a metáfora usada pelo apóstolo é a do soldado.

O pressuposto é que somos enquanto cristãos a “tropa de elite” comandada pelo Senhor. Partindo de nossa meta nos envolve com a sinceridade e verdade, com nossa fidelidade prometida na frente da Igreja. Sou soldado de Jesus até a morte, sempre obediente ao meu comandante.

Ainda lembramos que somos também verdadeiros atletas, este, de acordo com o apóstolo Paulo, deve ter um objetivo primordial, qual seja competir segundo as regras. Não podemos nos deixar corromper por ideias de sucesso e popularidade, pois aí aparecem os perigosos desvios. Não devemos usar anabolizantes de modo a aparecer o que não é exemplar, pois assim nossos membros se deixam levar pelo vento da doutrina.

A nossa base Presbiteriana está de lado, alguns vivem com pressa, os objetivos de chegar logo á boa quantidade e não qualidade. Nossos lideres formam novos membros de maneira tão moderna e rápida que não existe mais a preocupação de como está o candidato e, como chegou a Igreja, então surge aí o “candidato um novo membro”. À vontade desta maioria, está em trabalhar de sua forma.

Preparado para o pastorado vem à mudança tão repentina. Porque presbitérios, sínodos não procuram melhorar esta situação, boas visitas, apoio, alguns aconselhamentos, melhorando assim a postura pastoral e “A DENOMINAÇÃO!” Tanto é fato que sempre temos alguns excluídos da Igreja.

Certas Igrejas permanecem fieis aos seus princípios. Desde os primórdios dos antigos ensinamentos, os novatos eram bem instruídos, o pastor tinha o zelo de aplicar todo o ensinamento necessário. Por outro lado, hoje, ficamos divididos.

Voltamos ao apóstolo quando fala do lavrador esforçado, tem dois prazeres em especial: o primeiro ver o fruto do seu trabalho e, o segundo é ser o primeiro a participar dele. O Senhor requer soldados leais, dispostos e obedientes nas promessas feitas ao Deus Altíssimo!

O NECESSÁRIO!

Desejo que este soe como aroma suave. Com mais este alerta acreditamos ainda é tempo, amamos a Igreja Presbiteriana e queremos vê-la de forma correta de norte a sul. Rogamos ao Deus Altíssimo que metas sejam alcançadas, que este alerta seja a meta do atleta de Cristo! Assim poderei bradar bem alto,SOU PRESBITERIANO SIM!”.



Diácono Rilvan Stutz







Holdings - Tel Aviv - Jafra - Israel
O Blog - "A Serviço do Senhor "
Por Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

 

sábado, setembro 21, 2013

O DISCÍPULO DO AMOR





EDIFICAÇÃO






O tema do amor cristão me parece um desafio em dois andares. No andar de cima encontro o ensinamento de Jesus e de seus apóstolos, inspiradores e desafiadores. Nesse âmbito, ouço Jesus dizer que seremos reconhecidos como seus discípulos se tivermos amor uns pelos outros; ouço Paulo orar por nós, para que, pela fé, tenhamos raízes e alicerces no amor, ou então João, a dizer que aquele que não ama não sabe nada de Deus. No andar de baixo encontro o desafio da prática desse mandamento de Jesus, acrescido do entendimento apostólico de que fazer discípulos significa também ensinar a amar (Mt 28.19).

O discípulo de Cristo precisa conhecer o que seu mestre espera dele. Para isso, observa suas palavras e atitudes; considera o que seus apóstolos ensinaram a respeito e como eles mesmos vivenciaram esse ensino e exemplo. Por outro lado, o “discípulo do amor” precisa manifestar em sua vida comunitária esse sinal, essa marca da nova vida que recebeu do Espírito Santo.

Eis o desafio dialético: precisamos aprender e ensinar a amar — nos dois andares! Não basta abrir a Bíblia e aprender sobre o amor. Esse ensino fica incompleto. É preciso coerência com o térreo; com a “ortopraxia”: a prática correta; uma escada ligando os dois andares. Surge, assim, a questão inevitável: como se aprende a amar? Minha resposta: pelo andar de cima, obedecendo; ou seja, sem considerar emoções (gostar ou não), amando: abençoando, fazendo o bem, permitindo o bem, ensejando o bem a amigos e a inimigos. Já, pelo andar de baixo, aprende-se a amar sendo amado.

Sim, uma dimensão passiva dessa pedagogia divina. E é aqui, me parece, que a experiência do amor de Cristo “excede todo entendimento”. É onde aprendo sobre graça e afeto; sobre a segurança que o amor de Deus traz; sobre a incrível sensação de ser amado, apesar de ser conhecido como realmente sou. Ai, que conflito! Meu maior sonho é ao mesmo tempo meu maior temor: ser conhecido.

Na transparência (que advém da proximidade e que permite a comunhão) posso encontrar descanso e paz. Mas posso encontrar, também, rejeição. O temor é que, quando descobrirem meus defeitos, passem a me odiar. Mas é aqui que João nos exorta a que pela fé vençamos nossos medos e aprendamos, com sabedoria e oração, a “andar na luz”. E as palavras que ele usa para “luz” são: verdade, confissão, perdão e purificação — Transparência? Confessar tudo? Na minha igreja?  Botam-me na rua! Talvez nos falte um pouco do andar de baixo.

Procuram-se “mestres do amor”: gente que aprendeu a amar porque foi muito amada — apesar do seu pecado. Incondicionalmente, portanto. Oferecem-se “discípulos do amor”: gente desconfiada, que não crê mais nisso — mas que está disposta a tentar uma última vez.





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O Blog – “ A Serviço do Senhor “ 
Diác. Rilvan Stutz “ O Servo com Cristo “
Adaptado (Rubem Amorese)
 
 

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