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LEIA A BÍBLIA

terça-feira, novembro 27, 2012

A ELEIÇÃO QUE JESUS CRISTO PERDEU

             EDIFICAÇÃO

         




"A Eleição que Jesus Perdeu" De um lado Barrabás. Do outro Jesus de Nazaré. Entre dois procuradores romanos na Palestina, Pôncio Pilatos, representando o sistema político-militar vigente na região. De Jesus muito se sentia Espiritualmente, o amor ao próximo, às curas, Sua Missão, enfim não se pode relatar tudo que o Senhor fez e nos deixou.   

A respeito de Barrabás pouco ou quase nada é sabido. Uma nesga da história narra Barrabás como um criminoso, culpado de sedição e homicídio, que merecia morrer por crucificação segundo a lei romana. Outros historiadores tentam colocar uma neblina de charme à sua biografia, taxando-o de terrorista que promovera algumas ações na tentativa de derrubar o governo romano na Palestina.

De uma forma ou de outra alguém que vivia ao arrepio da lei. Merecedor, portanto, de julgamento e condenação, o que de fato ocorrera já que Barrabás estava na prisão tão somente à espera da hora de ser crucificado. Do ponto de vista eleitoral o cenário estava completo em Num patamar superior.
Lembrando os palanques de campanha dos dias de hoje os dois candidatos. Junto a eles o TRE daquele tempo, representado na pessoa de sua excelência Pôncio Pilatos. O período de campanha, embora curta fora muito bem trabalhado por um dos contendores e seus correligionários. O outro candidato não teve o direito de falar nada, embora anteriormente já tivesse feito inúmeros discursos sobre a Sua Missão naquela altura já quase que totalmente concluída. Naquele momento totalmente esquecido pelo marketing empregado, havia uma nítida vantagem para Barrabás sobre Jesus de Nazaré.

Os cabos eleitorais do bandido doutrinavam o povo sob intenso frenesi. Havia pressa, uma vez que não era desejo da elite religiosa permitir que o eleitorado viesse a raciocinar. Barrabás tinha que ganhar mesmo que condenáveis os métodos utilizados. Esse paralelismo em torno dos fatos reais da condenação de Jesus serve para demonstrar como são irracionais, em certas ocasiões, as escolhas que fazemos em nossas vidas.

Em sã consciência ninguém deixaria de votar em Jesus para sufragar o nome de Barrabás. Mas todos sabem o desfecho ocorrido naquele tempo. Por leviandade, emocionalismo e superficialismo gritante, cometeu-se uma das maiores injustiças já praticadas pela humanidade, fruto de um processo eleitoral cheio de vício e de técnicas deturpadas de persuasão coletiva. “Barrabás venceu a eleição!”

Embora não tendo a carga dramática da escolha que condenou Jesus à morte, o processo político vivido pelo Brasil atualmente tem uma importância crucial para a vida de milhares e milhares de pessoas.


E da mesma forma que naquele tempo, processos cavilosos de comunicação e persuasão tentarão vender gato por lebre, fantasia por realidade. O direito de exercer o voto é algo realmente extraordinário. Através dele ciclos inteiros na vida da humanidade foram alterados. Pela força do voto, não somente o voto do ponto de vista eleitoral, mas todo processo de escolha que envolva um posicionamento, uma alternativa,  o que era deixou de ser e o que não era passou a existir. Falo do voto muito além do contexto político.

Das tomadas de decisão que temos de adotar diariamente, de pessoas que temos de escolher como companheiros, parceiros, sócios. Dos processos que tomamos parte e que envolvem outras vidas. As chefias nas empresas, o comando nos quartéis, a liderança que exercemos na vizinhança, na comunidade, no seio da família... Em todo momento há a necessidade de votar, de escolher, de se direcionar.

E todo processo de escolha deve ser visto e tratado com responsabilidade e equilíbrio, visando o bem comum. E Jesus? Ah, a Ele nós traímos diariamente. Há uma tendência generalizada de condenar as pessoas que condenaram Jesus. Assistindo aos relatos da Paixão de Cristo as pessoas choram se emocionam  e julgam quem levou Jesus à cruz. Acontece que a todo instante um processo de escolha se estabelece diante de nós. Entre o que Ele nos ensinou e o que nosso querer determina. E agora, qual o procedimento a ser adotado? Viver a Palavra que Jesus Cristo nos deixou é o caminho a ser seguido. Perdoar, amar ao próximo, não corromper nem ser corrompido, defender o direito dos mais fracos, dos mais humildes. Mas, será que é assim?

Ao agir diferente do Seu legado estamos ou não O traindo como os escribas e fariseus fizeram naquele tempo? O período eleitoral de agora é também uma oportunidade de praticarmos o bem comum levando a sério o processo de escolha. Você    confirma?Estamos aceitando até os dias de hoje os sistemas adotados para levar alguém ao poder?Jesus perdeu em momento único! Com isto nos deixou a vitória “Eterna” logo após Sua crucificação. Amém.







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domingo, novembro 25, 2012

O SOFRIMENTO DE JESUS CRISTO









Tudo começou no local chamado getsêmani, localizado no monte das oliveiras. Jesus se pos a orar e, entrando em grande angustia, começou a soar sangue, o que parece muito estranho tem uma explicação médica. Caso raro que muito difícil pode acontecer, mas nesse caso Jesus Cristo passava por muita dificuldade, pois a hora da sua morte era chegada, quem ficaria contente sabendo a ora da morte e  da forma como acontecia a crucificação.

Segundo a medicina soar gotas de sangue é um fenômeno muito raro estresse emocional em excesso filo capilar das glândulas sudoríparas em processo de rompimento sentindo em seguida choque pelo corpo, fraqueza, causando um principio de hipotermia. Após a prisão foi esbofeteado seu primeiro trauma físico causado por um soldado, interrogado por caifaz e sendo humilhado diante de todos tampando os olhos dele pediram que ele identificasse quem batia e surrava a sua face de manha cedo Jesus surrado exausto com hematoma desidratado, sendo levada a Jerusalém para ser chicoteado, um soldado então o despiu amarando suas mãos ao poste acima da cabeça, segundo a lei da época era proibidas mais de quarenta chicotadas e para ter certeza que a lei não seria quebrada trinta e nove chicotadas eram dadas.

O chicote de couro com tiras pesadas bolas de chumbo nas pontas amarradas é batido com força contra as costas, ombros, e pernas cortando os tecidos abaixo da pele rompendo os capilares e veia tendo com isso hemorragia arterial profunda nos vasos sanguíneos da musculatura as bolas do chicote produzem grandes e profundos hematomas se rompem subsequente pesadas chicotadas deixam a pele das costas em tiras penduradas irreconhecível a massa do tecido todo couro picotado ensanguentado suando frio tremendo em choque por um momento é interrompido o massacre centurião responsável manda parar o prisioneiro.

Já esta perto de morrer, ficou ao chão por um período o manto nas costas estava grudado nas feridas e os soldados puxam o manto arrancando com força e novamente volta à hemorragia e então é colocada a coroa de espinhos na cabeça como e os soldados cospem na face de Jesus depois lhes é ordenado carregar uma cruz que com peso em media de 55 Kg e com esse peso ainda tinha que caminhar até o gólgota local da crucificação ainda perdendo sangue sofrendo muito ele cai após tropeçar em lascas de madeira que entram na pele dilacerada, os músculos dos ombros sangra.

Jesus levou a cruz até o gólgota, á cruz é colocada ao chão, Jesus sobre a cruz, procuraram a depressão entre os ossos do pulso da mão direita e entre os ossos do pulso da mão esquerda,  com um prego quadrado os soldados cravam o primeiro prego no pulso direito, Jesus gemendo e gritando de dor, é aplicado o segundo prego na mão esquerda e, outro prego então nos pés é cravado, daí então começa outra agonia a cruz é levantada e nela o escrita, "Este é Jesus, Rei dos Judeus".

Nesse momento começa um novo fenômeno, enquanto os braços se cansam grandes ondas de câimbras passam por todos seus músculos causando fortes dores, com câimbras ficam inabilitado de empurrar o corpo para cima pendurado por seus braços os músculos peitorais ficam paralisados e os intercostais incapazes de qualquer movimento, o ar pode ser expirado dos pulmões, mas não pode ser inspirado lutando para se levantar a fim de receber fôlego, neste momento dióxido de carbono é retido nos pulmões e no sangue,  as câimbras diminuem espasmodicamente ele é capaz de se levantar inspirar e expirar oxigênio, é nesse momento que Jesus conseguiu falar as sentenças registradas Olhando para os soldados Romanos lançando sorte sobre suas  vestes  disse “PAI PERDOA-OS,  POIS ELES NÃO SABEM O QUE FAZEM”.

Após horas com dor limitante, ciclo de contorção, câimbra nas juntas, asfixia parcial intermitente intensa, dor por causa das lascas enfiadas nos tecidos das costas dilaceradas e conforme ele se levantava contra o poste da cruz, então outra dor de agonia, uma profunda dor no peito enquanto seu pericárdio se enche de um líquido que comprime o coração, a perda de líquido dos tecidos  atingim um nível critico, o coração comprimido se esforça para bombear o sangue grosso e pesado aos tecidos, os pulmões torturados tentam tomar pequenos golpes de ar, os tecidos marcados pela desidratação mandam estímulos para o cérebro então Jesus suspira de sede, uma esponja embebida em vinagre vinho azedo o qual os soldados romanos utilizavam foi levantada até os lábios de Jesus, ele não toma a bebida, seu corpo já sem forças Ele consegue então dizer suas ultimas palavras: “ESTA CONSUMADO”.

Então seu peso pressionando sobre os pés e contra o prego estica as pernas e, tomando  fôlego,  Ele diz em seu último clamor “PAI EM TUAS MÃOS EU ENTREGO MEU ESPIRITO”.  Expirando pela Última vez cumpriu-se as escrituras.



 




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O QUE É PERSONALIDADE?



              EDUCAÇÃO 
 

 


Personalidade é a combinação particular de emocionais padrões de resposta com atitudes diretas comportamental de um indivíduo. Teóricos de personalidade diferentes apresentam suas definições próprias da palavra com base nas suas posições teóricas

Psicologia da Personalidade refere-se a padrões duradouros de cognição, emoção e comportamento que afetam negativamente a adaptação de uma pessoa. Em psicologia, psiquiatria e clínica, é caracterizada por rigidez adaptativa, ciclos viciosos de comportamento mal adaptativos e instabilidade emocional e o estresse.

Psicologia da personalidade é um ramo da psicologia que estuda as diferenças de personalidade e individual. Suas áreas de atuação incluem:
Construir uma imagem coerente do indivíduo e de seus principais processos psicológicos.

Investigando as diferenças individuais, como as pessoas são únicas.

Investigando natureza humana, como as pessoas são iguais.

"Personalidade" pode ser definida como um conjunto dinâmico e organizado das características possuídas por uma pessoa que influencia as cognições exclusivamente suas, emoções, motivações e comportamentos em várias situações. A palavra "personalidade" se origina do latim persona, que significa máscara. Significativamente, no teatro do mundo de língua latina antiga, a máscara não foi usada como um enredo para disfarçar a identidade de um personagem, mas era uma convenção empregada para representar ou caracterizar o personagem.

A personalidade pode também referir-se aos padrões de pensamentos, sentimentos e comportamentos consistentemente exibidas por um indivíduo ao longo do tempo que influenciam fortemente as nossas expectativas, auto percepções valores e atitudes, e prevê as nossas reações a pessoas, problemas e estresse. Em uma frase, a personalidade não é apenas quem somos Gordon Allport (1937) descreveu duas formas principais de se estudar a personalidade: o nomotéticas e ideográfica. Psicologia nomotética busca de leis gerais que podem ser aplicados a muitas pessoas diferentes, tais como o princípio da auto realização, ou o traço de extroversão. Psicologia ideográfica é uma tentativa de compreender os aspectos únicos de um indivíduo em particular.

O estudo da personalidade tem uma história ampla e variada em psicologia, com uma abundância de tradições teóricas. As principais teorias incluem humanista (traço) perspectiva, psicodinâmica, behaviorista, biológicos e perspectiva de aprendizagem social. Não há consenso sobre a definição da "personalidade" em psicologia. A maioria dos pesquisadores e psicólogos explicitamente não se identificar com certa perspectiva e muitas vezes tomam uma abordagem eclética. Algumas pesquisas são empiricamente conduzidas como modelos tridimensionais com base em estatísticas multivariadas como a análise fatorial, enquanto outra pesquisa enfatiza o desenvolvimento da teoria como psicodinâmica. Existe também uma ênfase substancial sobre o campo aplicado de testes de personalidade.

Na educação psicológica e treinamento, o estudo da natureza da personalidade e seu desenvolvimento psicológico geralmente são analisados como um pré-requisito para os cursos de psicologia anormal ou clínica. 

 
 




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