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LEIA A BÍBLIA

sábado, outubro 19, 2013

JESUS CRISTO O SALVADOR: ANTES E DEPOIS





    EDIFICAÇÃO
 

  



Amados Irmãos confesso tive que me dedicar muito no estudo Bíblico, tentando encontrar atuações da inteligência daquele que dividiu a nossa história: Jesus Cristo, enfim, não tentar mudar ou questionar nada do que diz a Bíblia, e sim tentar entender algo mais “SOBRE A INTELIGÊNCIA DE JESUS CRISTO”.

Olhar, entender suavemente Seu comportamento, suas palavras, sua capacidade de se proteger nos focos de tensão, sua habilidade de libertar seu imaginário e a fineza de sua arte de pensar, aplicada a situações em que por certo reagiríamos agressivamente ou timidamente deixa qualquer profissional que se disponha a estuda-lo em profundidade (psicólogos, psiquiatras, sociólogos, teólogos, filósofos). Ele conseguia atingir com delicadeza e sabedoria as regiões mais profundas do inconsciente humano.

Seguindo firmemente no estudo, ao estudar  Jesus, em primeira fase, entendo Jesus como um “Jesus um Cofre sem chaves!” por quê? Ele já se Deu, se Revelou impossível encontrar mais sobre a Obra do Mestre, em meu estudo encontra o impossível, entender Sua Inteligência acima de todos e, Seu “AMOR IMENSURÁVEL”, IMPOSSÍVEL ENTENDER “TANTO AMOR JAMAIS VISTO EM OUTRO PERSONAGEM”.

Jesus teve que eliminar de seu íntimo seu orgulho e sua vaidade, o que também se torna impossível de fazermos diante da grandeza do Cristo.

Ao lerem este texto, parece que eu perdi tempo em descobrir algo já “tão” revelado aos humanos, aqui em terra. Uma análise da inteligência do Supremo Mestre, só me trouxe alegria, de imaginar Jesus usando Sua Palavra, para “EDUCAR A TODOS”, indefinidamente, coloco como “O DEPOIS”, ATÉ O FIM DOS TEMPOS.

Sua Atuação, seus ensinamentos, oxigenou e continua oxigenando as mentes em direção à sabedoria desta vida e também na eternidade (...).

Jesus nos fornece ainda, uma série de possibilidades, tais como: Que o Mestre dos mestres lhes ensine que nas falhas e lágrimas se esculpe a sabedoria.

Que o Mestre da vida lhe ensine a não ter medo de viver a superar os ensinamentos mais difíceis da Vida. Que o Mestre do Amor lhe ensine que a vida é o maior espetáculo Teatral da existência.

A Inteligência de Jesus aponta para um “POÇO” de amor, que jamais seca, indica o cuidado com os seus até o fim necessário de cada Vida. Este Jesus lhe oferece cuidados até o último minuto de sua existência. 

O que descobri e é claro que o Pai deixou Seu único Filho para nos salvar, oferecendo aos que aceitam e, como se entendem a inteligência da sabedoria como se “AMA”,
Precisamos entender de forma muito mais “refinada e verdadeira” o que é o Amor de Jesus Cristo. Confesso ainda não descobri nem a metade, vamos assim dizer!

O que descobri: Ninguém, mais ninguém mesmo, ainda “ASSUMIU E DESCOBRIU O VERDADEIRO AMOR DE CRISTO, POIS AINDA NÃO “O” CONHECE  VERDADEIRAMENTE E DE FATO”.

No passado a Promessa: Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os Seus ombros; e o Seu Nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz. O Profeta Isaías relata a nossa promessa, linda, maravilhosa e Eterna.

No Futuro: João diz lá no seu último versículo em apocalipse, 23,20. Aquele que dá testemunho destas coisas diz: Certamente venho sem demora. Amém. Vem, Senhor Jesus!

Por Diácono Rilvan Stutz





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Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo"

Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sábado, outubro 12, 2013

O QUE É FRUTO DO ESPÍRITO SANTO?




       EDIFICAÇÃO
       

    
 O Fruto do Espírito Santo é um conceito teológico cristão contido no Novo Testamento, na carta do Apóstolo aos Gálatas. A passagem descreve o "fruto" como o que se espera de resultado na vida de quem o Espírito Santo tem atuado, em contraste com as Obras da carne na vida daquele que não tem o Espírito Santo e consequentemente não herdará o Reino de Deus.

Gálatas 5: 19 - 23 "Ora, as obras da carne são manifestas, as quais são: a prostituição, a impureza, a lascívia, a idolatria, a feitiçaria, as inimizades, as contendas, os ciúmes, as iras, as facções, as dissensões, os partidos, as invejas, as bebedices, as orgias, e coisas semelhantes a estas, contra as quais vos previno, como já antes vos preveni, que os que tais coisas praticam não herdarão o reino de Deus. Mas o fruto do Espírito é: o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade, a mansidão, o domínio próprio; contra estas coisas não há lei."

O que é o fruto do Espírito Santo?

É o conjunto de virtudes e qualidades expressas no caráter cristão; qualidades e virtudes estas que havia na pessoa bendita de Jesus Cristo, em seu ministério terreno e que é introduzido em nós através do Espírito Santo.

Fruto; e não frutos. 

Em Gálatas 5.22, lemos; "Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio." Veja bem, a palavra fruto aparece no singular e não no plural, o que nos leva a entender que são nove virtudes que fazem parte de um todo, de maneira que se faltar umas dessas virtudes em nós não estamos completos. "Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma." (Tiago 1:4).

 Qual o princípio da frutificação?

Encontra-se em Gênesis 1.11; Observe que; cada planta e árvore produz fruto segundo a sua espécie, e a frutificação espiritual segue o mesmo critério. Quais são os nossos frutos? Somos espirituais ou carnais, segundo à nossa espécie?


Qual a sua espécie? Romanos 6.12: "não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências." Gálatas 5.17: "porque a carne cobiça contra o Espírito e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro; para que não façais o que quereis."

Aqui está o segredo de nossa vitória contra o pecado, temos que nos submeter ao domínio do Espírito Santo e deixar que Ele nos guie nos oriente em todas as nossas decisões e em toda a nossa caminhada; fazendo assim, nos tornaremos um solo fértil onde todas as virtudes do fruto do Espírito serão produzidas em nós e então passaremos a ter o mesmo sentimento de Cristo. Filipenses 2.5-7: "Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus. Pois ELE, subsistindo em forma de DEUS, não julgou como usurpação o ser igual a DEUS, antes a si mesmo se esvaziou".

Entendemos que com a queda do homem, no Éden, nós herdamos a natureza pecaminosa de Adão. "Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram." (Romanos 5:12).

Nós que trouxemos a imagem de Adão, traremos agora a imagem de Jesus Cristo. (1 Coríntios 15.49), ou seja, o caráter de Jesus Cristo deve ser manifestado em nós, que O aceitamos como nosso Salvador, e fazê-lo conhecido através de nossas obras. Este é o fruto dos salvos: 

A SANTIFICAÇÃO

A qual não é causa e sim, a demonstração da salvação, mediante a manifestação do caráter de Cristo, ou seja, o Fruto do Espírito, completo.

Em Efésios 2:8-10 está claro como recebemos a SALVAÇÃO: “Porque pela graça sois salvos mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feituras dEle, criados em Cristo Jesus, para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas”.

Em Mateus 6.17-20 está escrito: "Assim toda árvore boa produz bons frutos, porém a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa produzir maus frutos, nem a árvore má produzir frutos bons. Toda árvore que não produz bom fruto é cortada e lançada no fogo. Assim, pois, pelos seus frutos os conhecereis". Portanto, pelos frutos conhecereis a árvore; agora sim deve estar no plural, pois fomos chamados para frutificar.

Devemos "andar" em Espírito (Gálatas 5.16). Como fazer isto? Ouvindo a voz do Espírito Santo, obedecendo-O e confiando nossas vidas às Suas orientações. "Andai" do grego peripateite, que significa: "conduzir a própria vida".

Conclui-se que o Espírito Santo, segundo a bíblia é um guia para a fé cristã.







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sexta-feira, outubro 11, 2013

A ARTE DE ARGUMENTAR GERENCIANDO RAZÃO E EMOÇÃO




            


Primeiro a sociedade cresceu e se expandiu demais. Há cem anos, a grande atriz francesa Sarah Bernhard, não confiando inteiramente no sistema dos correios, mantinha, entre seus criados, uma jovem encarregada de entregar suas cartas na cidade de Paris. Se ela vivesse hoje entre nós, poderia usar, além de um sistema de correio infinitamente mais aperfeiçoado e confiável, um telefone, um fax, ou a internet, além de poder, acessando a TV a cabo, assistir, em tempo real, a tudo aquilo que acontece nas partes mais remotas do planeta.

A outra reflexão é que, vitimados por uma educação desestimulante, submetidos ao julgamento crítico da opinião pública, massificados pela mídia, vivemos nossas vidas adiando ou perdendo nossos sonhos e isto nos torna infeliz. Até mesmo pessoas que conseguem sucesso financeiro e prestígio pessoal acabam tendo esse destino. Basta ler a biografia de gente famosa, como Howard Hugues, Elvis Presley, a princesa Diana, para sucumbir a essa evidência. Todos eles sofreram a doença da solidão, uma doença que nos separa até mesmo dos nossos familiares, com quem, muitas vezes, vivemos em um clima diário de discussões e ressentimentos.

Todos nós teríamos muito mais êxito em nossas vidas, produziríamos muito mais e seríamos muito mais felizes, se nos preocupássemos em gerenciar nossas relações com as pessoas que nos rodeiam, desde o campo profissional até o pessoal. Mas para isso é necessário saber conversar com elas, argumentar, para que exponham seus pontos de vista, seus motivos e para que nós também possamos fazer o mesmo.

Segundo o senso comum, argumentar é vencer alguém, forçá-lo a submeter-se à nossa vontade. Definição errada! Von Clausewitz, o gênio militar alemão, utiliza-a para definir guerra e não argumentação. Seja em família, no trabalho, no esporte ou na política, saber argumentar é, em primeiro lugar, saber integrar-se ao universo do outro. E também obter aquilo que queremos, mas de modo cooperativo e construtivo, traduzindo nossa verdade dentro da verdade do outro.

Argumentos Quase Lógicos Compatibilidade e Incompatibilidade

 Utilizando essa técnica, a pessoa que argumenta procura demonstrar que a tese de adesão inicial, com a qual o auditório previamente concordou, é compatível ou incompatível com a tese principal. No caso do exemplo de Ronald Reagan, o então candidato à presidência norte-americana demonstrou que a situação do povo americano nos quatro anos de governo Carter era incompatível com a reeleição deste  Presidente, mas era compatível com a eleição dele, Reagan.

Podemos, por exemplo, antes de tentar convencer o Secretário de Transportes de nossa cidade a retirar as lombadas das ruas (tese principal), fazê-lo concordar com a tese de adesão inicial de que, em caso de incêndio ou transporte de doentes, as lombadas prejudicam sensivelmente a locomoção de carros de bombeiro e de ambulâncias, que são obrigados a parar a cada obstáculo, atrasando um socorro que deveria ser imediato. As lombadas são, pois, incompatíveis com o bom funcionamento dos serviços públicos de emergência.

A ideia de se levar a sério o comprometimento de jeito “Inteligente”, a sinceridade no objetivo a ser alcançado, tudo isto nos compromete, tarefa de nossa Sociedade,  observando um “Gerenciamento leal, para cada situação”, desta forma o crescimento surgira de forma rápida e produtiva.



Meditemos






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Diác. Rilvan Stutz “ O Servo com Cristo “
Adaptação por Rilvan Stutz
Portal Shvoong - Antonio Abreu 
 

quinta-feira, outubro 10, 2013

ESTATUTO DO IDOSO E OS PLANOS DE SAÚDE



         MENSAGEM   



O presente tema não é de simples análise, haja vista envolver diversos interesses, sobremaneira pelo interesse econômico das empresas e por outro lado o interesse social, representado pela necessidade de se prestar uma assistência efetiva aos idosos. E a grande questão é: como oferecer um produto, no caso, o plano de saúde, capaz de gerar lucros às empresas e ao mesmo tempo atingir a finalidade de garantir à população o efetivo benefício.

Mas antes de adentrarmos propriamente neste tema, devemos relembrar um ponto de fundamental importância, mas que muitas vezes parece estar esquecido. A Lei é um produto genuinamente humano, ou seja, ela é feita por seres humanos, voltada a atender uma necessidade igualmente humana e que tem por objetivo maior regular a vida social. Ou seja, a lei é feita para servir ao ser humano e deve seguir as necessidades que aparecem à civilização, e não o contrário, como muitas vezes parece ficar demonstrado, onde a vida humana parece ser obrigada a se adaptar a uma lei anacrônica e despregada das reais necessidades humanas. Após essa breve observação, voltamos ao tema principal do texto.

Parece estar claro que o novo Estatuto do Idoso vem exatamente nesse sentido, ou seja, busca regular uma necessidade de se criar mecanismos para a proteção de uma parcela da população que dá sinais de debilidade, principalmente física, e que acabou, em alguns casos, sendo abandonada, mesmo depois de muitos préstimos prestados. Aliás, foi basicamente nesse mesmo ideal de proteção a uma parcela da população que apresenta menos discernimento que veio o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em 1.990. Aliás, a Lei 10.741/03 vem regular o que já estava disposto na Constituição Federal em seu art. 230 e parágrafos, bem como no art. 1º, III, art. 3º, IV, art. 5º, e no seu Preâmbulo, que já determinavam formas de proteção e respeito ao idoso, na sua condição de idoso e de ser humano. E para os idosos, um dos maiores clamores refere-se exatamente à saúde. E novamente devemos buscar na Constituição Federal que regulamentam essa questão.

Nos art. 196/200 da Constituição Federal o constituinte mostrou a grande importância dessa questão, pois dividiu com a sociedade civil a responsabilidade da execução de atividades ligadas à saúde, permitindo a exploração às entidades privadas e não relegou apenas ao Estado esse papel. E abrindo a possibilidade aos grupos privados, surgiria a necessidade da regulamentação, o que acontece atualmente com a Lei 9.656/98. Ocorre que essas empresas, e não poderia ser diferente, trabalham visando o lucro, entrando em choque algumas vezes com o interesse social.

Mas na legislação nacional encontramos o Código de Defesa do Consumidor que vem exatamente regulamentar a prestação de serviços e lá está descrito alguns dos mecanismos de defesa que a população possui quando se sente violada em seus direitos. Se observarmos os planos de saúde como um contrato entre partes e um dos princípios do capitalismo, qual seja que o empresário assume os riscos do negócio que empreende, concluímos que a empresa que vende planos de saúde, da mesma forma que sai lucrando toda vez que um contratante de seus serviços apenas paga sua mensalidade, mas não a usa, deve assumir os riscos de um eventual prejuízo originado de um contratante que necessitou dos seus préstimos.

É de lembrar ainda, que parte dos serviços prestados é reembolsada. Outra questão de grande importância, os planos de saúde são classificados como interesses individuais homogêneos e, diante da grande relevância social, cabe a toda sociedade civil zelar por sua efetiva prestação e, em especial, ao Ministério Público, observar os preceitos constitucionais e legais para que a população não sofra ataques naquilo que já conquistou. Uma última observação, caso haja alguma empresa de plano de saúde que se negue a vender planos aos idosos ou mesmo atendê-los, deve-se ressaltar o disposto na Lei 10.741/03, que proíbe esse tipo de discriminação.

Esse dispositivo, bem como outros tantos de proteção a grupos sociais, não seriam necessários se a Constituição fosse observada e respeitada. Ou mais ainda, se existisse no meio da sociedade princípios de respeito ao semelhante e a valorização da dignidade humana, não se faria necessário esse tipo de lei. Enquanto ainda existam pessoas desrespeitando outras, far-se-ão necessárias leis nesse sentido, que visam regulamentar a vida social. Agora estamos diante dessa realidade e precisamos refletir sobre o que estamos fazendo com aqueles que construíram nossa sociedade.









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Prof. Giuliano Pereira D’Ambrozo


Rádio Rei dos Reis