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LEIA A BÍBLIA

quarta-feira, setembro 28, 2011

CONCILIANDO FILHOS E TRABALHO

EDUCAÇÃO





Para muitos pais, cada dia se torna mais difícil conciliar trabalho e educação dos filhos. Muitos se sentem frustrados, culpados e impotentes devido à falta de tempo para estarem junto dos filhos, por se verem forçados a entregar sua educação aos cuidados de terceiros, por não poderem participar dela e acompanhá-los mais de perto em suas atividades etc. Todos nós sabemos que os pais constituem a base na estruturação da personalidade de seus filhos. O que não se pode admitir é que essa base tenha que ficar mais distanciada deles, em conseqüência de um trabalho ou emprego.
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Embora seja inquestionável que esse "abandono" repercute na formação da identificação das crianças, o certo é que elas acabam se acostumando e se adaptando, de uma forma ou de outra, a qualquer tipo de situação. É verdade que alguns sofrem a princípio, mas acabam por se habituar à rotina de sua família. Em momentos especiais, sentirão ainda mais falta, mas infelizmente em muitos casos nada se pode fazer para solucionar essa situação.

Educação á distância
Em situações como a dos pais que trabalham fora, e por isso têm que passar o dia inteiro longe de casa e dos filhos, é preciso pensar num modo de programar momentos de encontro entre todos da família. A atitude dos pais, nesse sentido, precisa ser constante e bem planejada, já que todos os filhos necessitam igualmente do afeto, da atenção e do contato físico de seus genitores. Esse tempo que os pais partilham com as crianças representa uma incalculável riqueza, em todos os sentidos, e para ambas as partes. Ainda que seja pouco esse tempo, deve tratar-se de uma reunião familiar na qual os pais se encontrem totalmente voltados para os filhos, demonstrando atenção e interesse em ouvi-los e escutá-los no que têm a dizer das suas experiências vividas.
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Todavia, acrescentam os psicólogos que os pais devem agir com naturalidade, não como se cumprissem uma obrigação, visto que as crianças têm uma sensibilidade tão acurada que as faria perceber a falta de um real prazer e de alegria dos pais nesses momentos, podendo interpretar a atitude deles como "não me amam", ou como "eu os aborreço", ou ainda "não apreciam o que faço". A espontaneidade nessa relação de pais e filhos é demasiado importante.
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Os pais não devem se sentir culpado por terem que trabalhar. Porém devem estar, sempre que possível, no melhor e no pior, ao lado de seus filhos, brincando e conversando com eles. Se as crianças obtêm a atenção e o amor de que tanto necessitam, o vínculo afetivo com os seus genitores estará garantido, por ter sido estimulado, o que concorre para o aumento de sua auto-estima e confiança. Os filhos precisam saber que, mesmo estando longe de seus pais, deverão seguir as regras deles. Não é apenas na presença dos genitores que a sua educação se consolida.
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Qual seria a forma ideal?
A necessidade de conciliar vida familiar e profissional não pode desvincular-se da idéia de corresponsabilidade na família e na própria sociedade. Devemos estar conscientes de que as pessoas devem ser valorizadas pelo que são, enquanto pessoas, e não pelo que têm.
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Teresa López, decana da Universidade Complutense de Madri e vice-presidente da fundação Ação Familiar, declara, em um de seus artigos, que é tempo de se pensar em uma mudança de cultura, através da qual a família recobre o protagonismo merecido, como estrutura básica, que de fato é, de uma sociedade bem construída e equilibrada. Para isso, propõe três linhas de pensamentos, para posterior reflexão:
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1- A responsabilidade de criar filhos e educá-los é exclusivamente da família. A sociedade, em geral, e os poderes públicos devem colaborar para que a família tenha condições de cumprir as suas funções, porém nem a eles, nem a ninguém mais compete arbitrar políticas que substituam o próprio núcleo familiar. Não se trata de estender os horários dos colégios até as dez da noite para que as crianças "não incomodem", ou sobrecarregá-las de atividades extra-curriculares a fim de que, deste modo, mães e pais possam trabalhar sem ter que ocupar-se delas. Existe uma absoluta desconexão entre os horários de nossos filhos e os de nossos trabalhos. Não faz sentido que os horários irracionais de trabalho obriguem a prolongar a permanência das crianças fora do lar. O que é preciso é defender e respaldar uma mudança em nossa cultura, no que se refere ao emprego do tempo.
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2- As decisões tomadas no seio da família dizem respeito exclusivamente ao nosso âmbito privado. Se temos filhos, ou não, é uma decisão familiar, e embora deva permanecer portas adentro, evidentemente suas conseqüências extrapolam o âmbito da própria família, o que significa que existem fortes inter-relações entre as decisões que se tomam nas famílias e a própria sociedade. Uma afeta a outra, quando não deveria ser assim.
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3- Quando se fala de conciliação familiar e profissional, normalmente se fala de políticas públicas, concebidas como políticas de mulher, pelo que estamos falhando na base. A família é uma unidade que em si mesma contribui com a sociedade muito mais do que possa contribuir a soma de cada um de seus membros, motivo pelo qual essas políticas de conciliação devem abranger mais que os direitos da mulher, indo além e incorporando-se ao debate dos direitos de todos os membros da família, e com a mesma intensidade.
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A conciliação da vida familiar e profissional nunca será possível se não existir a devida co-responsabilidade, a qual exige que se valorize não somente o trabalho que a mulher assume dentro do lar, isto é, o trabalho basicamente educativo que realiza com seus filhos, mas também o seu desempenho profissional.
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A sociedade irá mudando à medida que as responsabilidades estiverem convenientemente bem repartidas entre homens e mulheres.












Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog - "A Serviço do Senhor
Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristro"

Portal da Família e Variedades
Edufam - Traduzido Mc Ferreira


segunda-feira, setembro 26, 2011

EDUCAÇÃO: UM CONCEITO


TEMA - EDUCAÇÃO







Toda vez que falamos ou ouvimos falar sobre educação, geralmente temos a tendência de reduzi-la a um período, que normalmente fica situado entre os anos de estudo vividos por uma determinada pessoa. Com isso, fica claro que nossa intenção é sempre relacionar educação com estudo.
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Porém, seria esta uma interpretação correta, com um significado todo próprio e lógico? Ou não estaria ocorrendo uma tentativa de transformar todo um processo natural e gradual, num simples limite específico (espaço físico), que poderíamos denominar sala de aula? Sabemos que os estudos acadêmicos fazem parte do processo de educação do ser humano. No entanto, é equivocado afirmar e limitar educação à etapa de estudo.
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Além do que, educação é muito mais do que um período, que uma etapa, que uma tarefa, ou ainda que uma fase. Educação o processo em que o humano vai buscando trilhar o caminho do amadurecimento integral. Este processo não é momentâneo ou passageiro, mas sim uma dinâmica que precisa ser buscada e vivida durante toda a existência. Esta interpretação parece, em primeira instância, um tanto superficial, sem muito fundamento. Enfim, com um significado distante e irreal daquilo que é "normal" escutarmos cotidianamente.
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Destarte, precisamos deixar de lado a intenção de querer sempre simplificar concepções, para que as mesmas se tornem mais acessíveis à nossa compreensão. É justamente por isso que, muitas vezes, não damos tanto valor às coisas importantes, neste caso, à educação, contribuindo assim, para que a mesma vá perdendo seu brilho e seu valor originário. Não podemos deixar que todo um processo existencial do ser humano se encaixe dentro de uma concepção simplista que formulamos. Educação é passar de uma mentalidade ou de um senso comum a uma consciência. Significa sair de uma concepção fragmentária, incoerente, desarticulada, implícita, degradada, mecânica, passiva e simplista, para assumir uma concepção unitária, coerente, articulada, explícita, original, intencional, ativa e cultivada.
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De tudo o que foi dito, conclui-se que a passagem do senso comum à uma consciência é condição necessária para situar a educação dentro de seu significado primordial. Preocupar-se com a elevação do nível de consciência de todo um povo, de toda uma nação, é reconhecer na educação o sentido e o valor de nossa existência.
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A filosofia da "práxis" (costumes) não quer maternos na consciência primitiva do senso comum, mas busca, ao contrário, conduzir-nos a uma concepção de vida superior. Da mesma forma, deveria nossa consciência ser trabalhada para que o sentido da educação fosse sempre mantido, ou melhor, visto como a essência que move nossa consciência.
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A educação nos vem de três princípios básicos: a natureza, o homem, e as coisas. Assim, o desenvolvimento interno de nossas faculdades e de nossos órgãos é a educação da natureza; o uso que nos ensinam a fazer desse desenvolvimento é a educação dos homens; e a adquirida dos objetos que nos impressionam, por experiência própria, é a educação das coisas. Por isso, educação não é somente uma atividade é, acima de tudo, a construção de um saber que ultrapassa o sentido escolar e se torna uma construção permanente na vida do ser humano.
















Igreja Presbiteriana do Brasil
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Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo"
Prof. Dennys Girardis - Membro Shvoong

sexta-feira, setembro 23, 2011

DE GÊNESIS A GÊNESIS

EDIFICAÇÃO





Amados, acredito que escrever um texto sobre o livro de Gênesis, seja uma tarefa difícil, (talvez pela posição contrária de alguns). Este livro, é alvo de muitas críticas, infelizmente, ainda se assevera muita discussão, põem-se em dúvida até seu autor. O mais agravante é quando tentam induzir o povo sobre o início da criação humana, a forma de como nosso Deus Criou todas as coisas. Esta é a forma direta, encontrada por aqueles que não possuem esclarecimento Espiritual firmado no Senhor. “Parece uma grande bobagem” analisar hoje, posições esdrúxulas que nos rodeiam. Assim o histórico bíblico, sofre (aparentemente) e sempre momentaneamente fica no alvo de maldosas dúvidas.
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Sabemos, sempre haverá discórdias, e estarão entre este quinhão de pessoas os incautos. Já por outro lado, estamos prontos a defender as Sagradas Escrituras e sua história, podemos tirar dúvidas, ensinar, esclarecer questões difíceis, falar com facilidade da bíblia, que revela a tão pura verdade que está em nossas mãos, “a” bíblia! “Revelação divina do Deus Vivo”, é a resposta viva para toda questão que elvolva qualquer dúvida.
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Quando comento que não faria qualquer comentário Bíblico, porque é tão primário pensar diferente ou distorcer o que já nos foi revelado. “fica muito claro que os defensores da teoria da evolução, simplesmente não acreditam em Deus, não acreditam na bíblia”.
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Por outro lado, para não sermos tão duros no que defendemos, acalentamos estas pessoas, esclarecendo que acreditamos na evolução de algumas espécies, até o próprio macaco, pode ter mudado muito por séculos passados, sofreu muitas mudanças por motivos climáticos. Por este motivo coloco que ficar bastante fácil para cada um de nós defendermos a questão.
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O Servo do Senhor tem “a Revelação selada em seu coração”, assim não temos dúvidas: temos sabedoria, discernimento que nos foi dada pelo amor de Deus, O ESPIRITO SANTO. Irmãos! Isto, quem mudará? Ainda pergunto: mais uma vez! Porque Moisés teria omitido esta parte da Criação? Será que ele falhou tanto? Estaria estas criaturas esperando um momento, como ato de mágica, se transformar em humanos nos dias de hoje? Graças a Deus sabemos “Impossível!".
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Oremos, por todos, pois o intuito deste texto é ser útil para pessoas sedentas de respostas para algumas questões relacionadas ao texto. Quem sabe possamos “mover corações”, para todos que ainda pensam em contrário.
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Triste e inválido procedimento é tentar mudar qualquer que seja a Revelação vinda do nosso Deus. Se alguém pretende mudar, nunca conseguiram! Nunca tentaram! (Assim atestamos) Esperamos que multidão alcançasse sabedoria do alto, mudem seus pensamentos, você é vida, um ser humano bem planejado! Você nunca foi um “Primata”. Você é Criação do Deus Vivo você é gente, um ser humano perfeito, você é um “homem!“. Imagem e Semelhança de Deus ”Maior e Melhor, não Há. Meditemos. Amém

















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Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo"

Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quarta-feira, setembro 21, 2011

RAWLS: O QUE É UMA SOCIEDADE JUSTA

NOTÍCIAS - OPINIÃO






Rawls: um dos mais ilustres pensadores do século XX. Sua obra-prima, Uma Teoria da Justiça, enfoca como tema principal das suas obras, sem preocupar-se em defini-la; limita-se aos princípios da justiça destinados a servir de regras para uma sociedade bem-ordenada.
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A justiça ocorre quando não há critério independente para o resultado correto. Um procedimento justo gera um resultado justo. Uma sociedade pode ser considerada democrática quando pode ser definida como bem-ordenada, isto é, quando os cidadãos têm uma compreensão de sociedade como um sistema eqüitativo de cooperação.
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Nas sociedades plurais nem todos aceitam uma mesma concepção moral ou religiosa; devido à razoabilidade, eles têm a possibilidade de atingir a um acordo sobre concepções políticas de justiça.
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A idéia de uma sociedade bem-ordenada é uma idealização. Quando se tem a adequação entre sociedade bem-ordenada a uma concepção de justiça, esta idéia ajuda na comparação entre as concepções de justiça. Uma sociedade bem-ordenada é regida por uma concepção de justiça publicamente reconhecida e os princípios de justiça são aceitos por todos. Estes são reivindicações dos cidadãos.
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Uma sociedade bem-ordenada estabelece uma base comum a partir da qual cidadãos justificam, uns para os outros, seus juízos políticos: cada um coopera socialmente com os restantes em termos aceitos por todos como justos. É esse o significado da justificação pública.
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A concepção de pessoa tem que ser política; os cidadãos são considerados como indivíduos que têm como característica a liberdade, concebem a si mesmo e aos outros como alguém que tem uma concepção do bem e podem rever , mudar a sua concepção por causa de motivos razoáveis e racionais; sua identidade pública de pessoa livre não é afetada. Em uma sociedade bem-ordenada os compromissos e valores políticos mais gerais são aproximadamente os mesmos, mas os cidadãos se consideram no direito de fazer reivindicações às instituições e estas podem promover suas concepções do bem.
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A justiça como eqüidade tem uma concepção política de pessoa como cidadão livre, igual, razoável racional, que tem um senso de justiça e uma concepção do bem. Uma concepção política da pessoa articula a idéia da responsabilidade pelas reivindicações levando em consideração à idéia da sociedade ser um sistema eqüitativo de cooperação.
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O razoável e o racional são idéias distintas; o justo não é derivado do bem. Na idéia de cooperação eqüitativa, essas duas noções são complementares: uma tem como significado o fato das pessoas terem a capacidade de senso de justiça e a outra encerra uma capacidade para terem uma concepção do bem.
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Tanto a idéia do razoável quanto a do racional mantém características peculiares. O razoável tem uma forma de público e o racional não a tem.
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A questão é: como se apresenta uma concepção de justiça como um fundamento para um acordo político, racional que todos desejam, mesmo nas sociedades sujeitas ao fato do pluralismo e que não se apóiam sobre uma única concepção de bem? O equilíbrio reflexivo é um método que aponta de que forma as pessoas razoáveis e racionais atingem a um consenso sobreposto.
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A possibilidade do apriorismo moral é descartada no método do equilíbrio reflexivo. Nele há um ajuste entre a construção teórica e os fatos; processo de ajuste e reajuste contínuo das intuições e dos princípios morais. O consenso é restrito aos elementos básicos da cultura pública e a estrutura básica da sociedade.
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As idéias numa sociedade plural razoável como a concepção.




















Igreja Presbiteriana do Brasil
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Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo!"
Doutoranda em Filosofia-Membro Shvoong
Dra. Eleonora Gondim - PUCRS - RS
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

segunda-feira, setembro 19, 2011

FAÇA O TESTE E DESCUBRA SE VOCÊ SABE COMBINAR VERDURAS E LEGUMES DE FORMA LIGHT E SAUDÁVEL AO MESMO

CUIDANDO DA SAÚDE






Turbinar a dieta, fazendo da saladinha sua refeição principal, pode ser uma ótima maneira de poupar calorias. Só é preciso tomar cuidado para que essa economia não atrapalhe sua saúde. "Se não for preparada adequadamente, a salada pode deixar o organismo carente de uma série de nutrientes", afirma a nutricionista da consultoria RGNNUTRI, Andréa Andrade. Pior: mal elaborado, o prato pode até te deixar com mais fome, tingindo de preto o sonho de usar um biquíni branco no próximo verão.
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Meta da segunda-feira
Você decidiu encarar uma dieta. Na empolgação, não resta dúvida: trocar o arroz e feijão por algumas folhinhas temperadas vai fazer o ponteiro da balança descer rapidinho. Qual das opções você escolheria para a substituição do prato quente?
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a) Salada completa: alguns vegetais folhosos legumes e umas lasquinhas de peixe ou frango.
b) Prato cheio de folhas coloridas e legumes crus regados a muito vinagre e limão. c) Além das folhas e legumes, diferentes tipos de queijo, torradas e batata palha vão compor sua salada. Afinal, você vai substituir seu almoço por ela. Contando as calorias.
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Ao substituir o prato quente pela salada, você:
a) Continua a dieta ao longo do dia. A salada foi apenas uma das refeições que mereceu cuidados.
b) Investe na sobremesa, afinal você merece depois de um almoço meio sem graça. c) Sente-se livre para comer (quase) tudo o que deseja no restante do dia, a cota de economia já foi cumprida pelas próximas horas.
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A pitadinha que faz a diferença
Sem dúvida, o molho dá um toque especial à salada. Dentre as muitas opções das prateleiras, você lança mão de:
a) Azeite, vinagre ou limão, já que você prepara seu próprio molho em casa.
b) Óleos vegetais comuns, uma opção simples, mas suficiente para garantir o gostinho especial da salada.
c) Qualquer molho pronto, eles são mais práticos e têm sabores bastante variados.
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Ao longo da semana, você busca alternativas para não enjoar do cardápio. Para incrementar sua salada e diversificar a refeição.
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a) Escolha folhas e legumes diferentes, deixando o prato bem colorido. Também varia na escolha das proteínas.
b) Continua optando pelas folhas e legumes de sua preferência, mas varia o tipo de molho.
c) Duplica a quantidade de folhas no prato. Afinal, alface e alguns ingredientes extras não engo
rdam mesmo.
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De olho neles
Os legumes marcam presença em um prato de salada que se preze. Assim como as folhas, a maioria contém baixas calorias, exceto:
a) Batata, mandioca e mandioquinha.
b) Cenoura, pimentão e abobrinha.
c) Pepino, berinjela e vagem.

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Crus ou cozidos?
Ao preparar os legumes que vão fazer parte da sua salada, você:
a) Faz a devida higienização, mas deixa todos crus. Alé
m de ser mais prático, eles perdem menos nutrientes se ingeridos desta forma.
b) Sempre preferem alimentados cozidos, temperados com sal.
c) Dificilmente adiciona legumes ao prato.
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Cardápio verde
Em sua opinião, fazer da salada seu prato principal por mais de duas semanas é:
a) Super tranqüilo, já que você é criativa e consegue incluir ingredientes que, d
e fato, suprem as necessidades nutricionais do organismo.
b) Meio difícil, pois você só segue o cardápio à base de folhas, rodelas de tomate e vinagre quando quer emagrecer.
c) Um horror. Você sofre ao passar tanto tempo comendo apenas folhas.
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RESULTADO: Maioria (A)
Se a maioria das suas respostas foi letra A, considere-se um expert em montar pratos balanceados de salada. Os molhos também merecem atenção especial, pois você certamente leu os rótulos desses produtos e descobriu que eles podem acabar com a versão light de qualquer salada. As versões industrializadas e aquelas que levam creme de leite e maionese na composição passam longe da sua mesa. "A melhor opção para temperar a salada é o azeite. Geralmente, recomenda-se uma colher de chá a cada prato", explica a nutricionista da consultoria RGNUTRI, Andréa Andrade. Procurar opções à base de iogurte é a dica da especialista para quem quer variar o molho e continuar na linha.
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Maioria B
Você está no caminho certo, mas ainda comete alguns errinhos na hora de equilibrar os ingredientes da sua salada. Para que a troca da salada pelo prato quente seja eficaz para a dieta e, ao mesmo tempo, para a saúde, não basta selecionar algumas folhinhas verdes. "A variedade de cores (tanto das folhas quanto dos legumes) indica diferentes tipos de nutrientes", afirma Andréa. Se um dia você optar por um prato de alface americana, rúcula, tomate, cenoura ralada, crótons e atum, por exemplo, no dia seguinte, você pode trocar a alface americana pela lisa, o tomate pela beterraba e o atum por peito de peru, respeitando cada grupo alimentar. Mas atenção a certos legumes ricos em carboidratos, como a batata, a mandioca e a mandioquinha.
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Maioria C
Você assinalou a letra C por mais de quatro vezes? Então está na hora de rever seus conceitos sobre saladas. O radicalismo é um de seus principais erros. Só folhas não bastam para deixar ninguém de pé: é preciso montar uma salada light, que tenha o mesmo valor nutricional de um bom prato quente. Por outro lado, abusar dos frios gordos, como queijo amarelo e presunto, ou ainda, adicionar mais de um tipo de cada grupo de alimentos, aumenta e - muito! - as calorias da refeição.
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Fonte: http://pt.shvoong.com/medicine-and-health/nutrition/1660506fa%C3%A7a-teste-descubra-se-voc%C3%AA/#ixzz1YR8Wg9od.











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Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo"

Caroline Martin - Membro Shvoong



domingo, setembro 18, 2011

O DIREITO INTRANSFERÍVEL DOS PAIS NA EDUCAÇÃO

EDUCAÇÃO





Têm vindo à baila recentemente no noticiário algumas pretensões governamentais de legislar sobre como os pais devem educar os seus filhos, dispondo sobre os limites dos castigos, das palmadas e dos beliscões por parte dos progenitores. Nessa mesma direção, autoridades judiciárias do Rio Grande do Sul chegaram inclusive a afirmar que “os filhos não são propriedades dos pais. Eles são cidadãos e por isso pertencem ao Estado, dessa forma é perfeitamente cabível a interferência dele na educação da criança”.


Diante dessas aberrações, é natural que todos nós educadores fiquemos alertas e apreensivos, pois de ideias deste tipo a nossa triste história está cheia. Já se comprovou que é por aí que estados totalitários começaram a invadir direitos humanos, desrespeitando a dignidade humana. Felizmente, a maioria dos pais reagiu prontamente, como se devia esperar. Na pesquisa recente do Instituto DataFolha, de São Paulo, 54% dos 10.905 entrevistados afirmaram ser totalmente contra o projeto de lei e 10% não sabiam o que responder. 36% dos pais, entretanto, foram favoráveis.

Diante destes fatos, talvez seja bom recordar alguns conceitos básicos de educação para esclarecer o pensamento tanto dos indecisos e favoráveis às intenções governamentais quanto do público em geral.

A primeira ideia básica, indicada na Declaração Universal de Direitos Humanos no seu artigo 26, é que os pais têm o direito de escolher a educação que preferirem para os seus filhos, em todos os seus aspectos. Os países que assinaram este acordo em 1948 chegaram a definir que este princípio seria considerado entre os mais básicos, e que sob pretexto algum um Estado poderia interferir nele ou negá-lo (Pacto de Direito Civis e Políticos de 1966, artigo 4º).

Este direito dos pais de educar seus filhos fundamenta-se no direito que os filhos têm de receber uma educação adequada à sua dignidade humana e às suas necessidades básicas. Um atentado contra este direito do filho, que em justiça deve ser reconhecido e amparado pela sociedade, é uma violência que jamais poderá ser permitida. Inclusive, no caso daqueles pais que se sintam incapazes de educar ou que acreditem que outras instituições possam fazê-lo melhor, o Estado terá que conscientizá-los de que não podem renunciar a serem educadores.


Sempre é bom recordar que a família é o lugar natural por excelência em que as relações de amor, de serviço e de doação mútua se descobrem, valorizam e aprendem. É nesse ambiente que o “ser animal”, que todos nós somos quando nascemos, tem facilidade para se tornar um verdadeiro ser humano, com todas as suas potencialidades bem desenvolvidas. Pais, irmãos, primos, tios, avós devem ser, portanto, a primeira grande escola da vida. Quem teve a sorte de ter nascido numa família numerosa talvez tenha mais experiências que ilustrem plenamente esta afirmação.


Se a educação é a atividade primordial de um pai e de uma mãe, qualquer outro agente educativo somente o será por delegação dos pais, e sempre subordinado a eles. Quando colocam seus filhos numa escola, os pais não devem se sentir livres da tarefa árdua de educar ou, o que é pior, como se estivessem transferindo essa responsabilidade para outras pessoas, supostamente mais preparadas. É preciso recordar-lhes que a verdadeira competência para educar bem os próprios filhos nasce pelo simples fato de serem eles os pais.


É lógico, tendo em vista a necessidade de não poderem dominar as várias linguagens técnicas, que recorram às escolas para que ensinem os filhos as competências técnicas, culturais, esportivas necessárias para a capacitação profissional. Mas acreditar que educar seja somente orientar para o futuro trabalho parece traduzir uma visão muito pobre do ser humano e da educação. Portanto, como já dizia o papa João Paulo II, em sua Carta às Famílias, “qualquer outro colaborador no processo educativo deve atuar em nome dos pais, com seu consentimento e, em certo modo, inclusive, por encargo seu”.


Parece ficar claro, portanto, que, para evitar intromissões do Estado, como a apontada no início, é preciso mudar radicalmente a visão que muitos pais têm da escola. Ela deve ser vista, de acordo com um educador espanhol, David Isaacs, como “um projeto comum de melhora integral de pais, professores, funcionários e alunos”. Um local no qual os pais pedem a colaboração de professores e funcionários para ajudá-los a continuar nessa tarefa que já fazem em casa de auxiliar os filhos a serem melhores. A escola deverá ser sempre um prolongamento do lar. Um instrumento para a tarefa dos próprios pais, enquanto pais, de educar e não só um lugar que proporcione uma série de conhecimentos. Por isso, deverá haver sempre uma grande integração entre os pais e professores. Ambos devem estar motivados para alcançar uma série de objetivos educativos e formativos para os seus filhos/alunos. Ambos devem falar a mesma linguagem ética, o que conseguirão se antes a viverem em suas vidas pessoais.


Os pais verão como prioritário, dentro de seus deveres quotidianos, participar das atividades escolares, pois sempre serão momentos de refletir sobre que aspectos poderão cuidar melhor, tanto na sua vida pessoal, quanto na forma de educar os seus filhos. Agindo desta forma, também estarão demonstrando para os filhos que tanto o pai quanto a mãe consideram a escola um elemento relevante na vida familiar.


Naturalmente, muitos leitores diante destas ideias terão sentimentos de culpa e pensarão: “preciso me dedicar mais à escola do meu filho..., mas como conseguir ter tempo para isto se na empresa...”. É evidente que, na vida que corre, isto parece quase impossível. Porém, ter tempo para as obrigações é sempre uma questão do que valorizamos e priorizamos.


De todas as formas, penso que ficou claro neste artigo que o pátrio poder é um direito intransferível que incumbe prioritamente à família como direito natural e humano. Jamais qualquer pai ou educador digno deste nome poderá ficar impassível diante de possíveis ameaças presentes ou futuras a este direito.


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João Malheiro é doutor em Educação pela UFRJ e diretor do Centro Cultural e Universitário de Botafogo - www.ccub.org.br. É autor do livro "A Alma da Escola do Século XXI", palestrante sobre o tema da educação e mantém o blog Escola de Sagres (escoladesagres.org).

















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sexta-feira, setembro 16, 2011

O PODER DE QUEM PAGA A CONTA

TEMA - EDUCAÇÃO







Alguns leitores já devem ter percebido que, quando por alguma razão certos clientes de prestadores de serviços se sentem contrariados, não hesitam em dar mostras públicas do seu poder e soltam pérolas como.

Eu estou pagando! Então exijo que seja feito assim! Nestes casos, é de se acreditar que a posse de dinheiro não seja proporcional à posse da boa educação.
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Infelizmente, em algumas famílias, também existe a presença de frases que pretendem deixar claro quem é que manda no pedaço:
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Enquanto você viver às minhas custas, as coisas aqui vão ser do jeito que eu quero! Em um grande número de empresas, guardadas as devidas proporções e contextos, ocorrem situações análogas àquelas: como elas pagam os salários e concedem os benefícios, o empregado tem que se submeter a condições e práticas nem sempre profissionais e saudáveis, como atestam os recentes e inúmeros casos de assédios, “burnouts” e “bullyings” que a imprensa vem divulgando.
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Nesses exemplos, há um lamentável e elementar erro de interpretação do significado e do objetivo do chamado poder econômico.
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Não custa lembrar que a finalidade desse poder não é impor nem obrigar pessoas a fazerem o que não querem ou algo que contrarie suas condições, seus valores e seus direitos. Aliás, para conseguir isso ninguém precisa de poder econômico: basta um ultrapassado chicote ou chibata usado farta e desumanamente no tempo da escravidão.
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O poder econômico também não existe para comprar corpos, consciências, corações e mentes numa organização, essas coisas não estão à venda, mas estão à inteira disposição de quem as convide para trilhar o caminho da ética, da justiça, da legalidade, do Bem.
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Estes comentários pretendem convidar determinados profissionais para uma reflexão sobre uma premissa óbvia, mas nem sempre observada: o poder que emana do dinheiro seja na forma de pagamento, mesada ou salário – não dá a nenhum tipo de liderança o direito de, sob qualquer pretexto, comprometer a qualidade de vida e a auto-estima dos liderados.
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A propósito deste assunto, permitam-se transcrever uma frase admirável, atribuída a certo Ed Liden, sobre o qual não tenho maiores informações, mas que certamente sabia o que dizia em matéria de gestão de pessoas: “Pode-se comprar o tempo de um Homem. Pode-se comprar a presença física de um Homem em determinado lugar.
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Pode-se até mesmo comprar um número exato de habilidosas ações musculares por hora e por dia. Mas não se pode comprar entusiasmo. Não se pode comprar espírito de iniciativa. Não se pode comprar lealdade. Não se pode comprar a dedicação do coração, da mente e da alma. Essas coisas você tem que merecer.”
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Em resumo: o poder econômico que não conduz as pessoas à felicidade, não merece o nome de poder.

Talvez chicote - ou chibata.

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Floriano Serra é psicólogo clínico e organizacional, consultor, palestrante e presidente da SOMMA4 Consultoria em Gestão de Pessoas e do IPAT - Instituto Paulista de Análise Transacional. Foi diretor de Recursos Humanos em empresas nacionais e multinacionais, recebendo vários prêmios pela excelência em Gestão de Pessoas. É autor de uma dezena de livros, como "A Empresa Sorriso" e "A Terceira Inteligência", e mais de 200 artigos sobre o comportamento humano pessoal e profissional,publicados em websites, jornais e revistas, inclusive no Exterior.

















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