Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

quinta-feira, agosto 22, 2013

COMO PROTEGER A SAÚDE DO AR SECO

EDIFICAÇÃO


 






 Clima favorece crises respiratórias e até problemas mais graves como o infarto.
Hidratação: beber líquidos ajuda a combater os efeitos nocivos do tempo seco.

O tempo seco, além de incômodo, aproxima problemas de saúde como rinite, asma e bronquite, além de outros mais sérios como infarto e acidente vascular cerebral (AVC).

A boa notícia é que algumas “receitas caseiras” ajudam a melhorar a qualidade do clima que chega aos pulmões. Colocar uma bacia cheia d’água no ambiente de trabalho – ou na sala e quarto – funciona mesmo, garantem os especialistas. Deixar o ambiente mais úmido é uma excelente maneira de evitar que os hospitais fiquem mais cheios.

Dados da Secretaria Municipal de Saúde paulistana indicam que quando o ar está seco, o movimento na ala de inalação cresce em até 30%, com picos de 50% a mais de movimento.

Já para os casos de infarto e avc a explicação da Sociedade Brasileira de Cardiologia é que o sangue fica mais denso, “entope” mais as veias e faz com que os acidentes vasculares cerebrais e panes no coração fiquem mais recorrentes.

Se atrelado ao fenômeno de baixa umidade, a temperatura estiver alta, oito idosos morrem a mais por dia, já contabilizou o Laboratório de Poluição da Universidade de São Paulo (USP).

O acúmulo de poluentes é outra consequência ruim da temperatura seca. Os gases tóxicos não conseguem dispersar na atmosfera, o que deixa os olhos com mais ardência e a garganta seca, com pigarro.

Moringas e garrafas para a sua casa

Para aliviar os sintomas, a Secretaria de Saúde de São Paulo dá algumas dicas para lidar melhor com o ar seco:

• Crianças e idosos são os mais afetados pela baixa umidade do ar, por isso, é necessário atenção especial a esses dois grupos. 

Incentive a ingestão de bastante água (cerca de dois litros ao dia), além de sucos naturais feitos de maneira adequada e água de coco.

• Também é importante manter a higiene doméstica. 

Evite o acúmulo de poeira, que desencadeia problemas alérgicos.

• Prefira alimentos frescos e produzidos o mais próximo possível do horário de consumo. 

Substitua frituras por alimentos assados, assim como o sorvete de massa por picolé, especialmente de frutas. 

Queijos amarelos podem ser trocados por queijos brancos

• Durma em local arejado e umedecido. 

Isso contribui para uma noite de sono tranquila (os ambientes podem ser umidificados com toalhas molhadas, reservatórios com água e até umidificadores)

• A pele também merece atenção especial neste período. 

Evite banhos com água muito quente, que ressecam a pele, e use, sempre que possível, um creme hidratante. 

Em caso de irritação das vias aéreas e dos olhos, use soro fisiológico para lavar os olhos e as narinas.








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terça-feira, agosto 20, 2013

"CANSAÇO ESPIRITUAL"





     EDIFICAÇÃO


  







Você está sentindo cansaço espiritual?


O cansaço espiritual é a soma do cansaço emocional e o cansaço físico. É aquele tipo de cansaço que parece inesgotável e que tem suas raízes fincadas no excesso de batalhas espirituais e nas lutas demasiadamente longas onde a vitória parece remota e quando parece que estamos perto de alcança-la ela volta a se afastar.

É quando sentimos que não adianta mais lutar e o desejo é de entregar os pontos, desistir da peleja, abandonar tudo, às vezes até mesmo fugir para um lugar distante e recomeçar do zero.


O cansaço espiritual pode contribuir para um quadro de depressão, mas ao contrário da depressão que é uma enfermidade que não necessita de uma razão específica, o cansaço espiritual tem uma causa conhecida por aquele que o experimenta: Pode ser um relacionamento turbulento, brigas constantes, discussões, separações e reconciliações em uma roda viva sem fim; pode ser a luta por um filho que escolheu caminhos longe dos laços de vida que os pais lhe desejaram; pode ser um ministério onde os frutos parecem não brotar.


Na Bíblia há muitos relatos de homens de Deus que experimentaram o cansaço espiritual: Moisés, Davi e João Batista são alguns destes, mas certamente nenhum chegou ao nível de cansaço espiritual de Elias, o profeta. No primeiro livro dos Reis, temos o relato do processo que levou este servo do Senhor à exaustão espiritual.


O nome “Elias” significa “O Senhor é Deus”. E o desejo que queimava no coração do profeta era levar o seu povo a experimentar a verdade expressa no seu nome.


Movido por este sonho, Elias se entregou a esta causa como poucos na história. Em nome do Senhor ele o arauto que anunciou uma dos mais cruéis períodos de seca. Ao se opor ao rei Acabe que levava o povo a se prostituir adorando outros deuses, ele foi obrigado a fugir, passando a viver sem destino certo. Sofreu com a escassez e recebeu a provisão sobrenatural; foi acolhido por uma humilde viúva, com a qual experimentou milagres, morte e ressurreição, em uma verdadeira montanha-russa emocional que lhe exauria as energias. Após tudo isto, voltou a enfrentar a fúria do rei e os quatrocentos e cinquenta profetas de Baal.


Pela oração do profeta, Deus fez fogo descer dos céus e, naquele momento de Glória do Senhor, o povo confessava: “só o Senhor é Deus” e os profetas de Baal foram entregues à espada. Finalmente parecia que as lutas de Elias tinham chegado ao fim. O seu sonho e a sua razão de existir finalmente tinham se realizado. Ouvir o povo proclamando que só o Senhor é Deus era música aos seus ouvidos. Ele certamente acreditou que suas lutas cessariam; que a glória do Senhor se manifestando de maneira tão grandiosa significaria a restauração do Seu povo e a punição dos ímpios. Ele poderia finalmente descansar.


Para coroar aquele momento especial, logo após o Senhor fazer o fogo descer dos céus, Ele também fez as chuvas caírem das nuvens encerrando o sofrimento dos três anos de seca. Parecia a realização final de toda uma trajetória de fé. Mas só parecia. Jezabel, tomada pela fúria, buscava vingança e mais uma vez Elias teve de fugir.


Três anos depois lá estava o homem de Deus novamente em fuga, sem destino certo e amargando a rejeição do povo de Deus. Foi neste momento em que sentia que nada estava dando certo; em que sua luta parecia vã e suas esperanças estavam absolutamente frustradas que o profeta pediu a morte.


Tem pessoas que dizem que o verdadeiro cristão não desanima; que não entra em depressão, que nunca cede e nunca deseja desistir da vida. Para estes seria bom conhecer um pouco deste irmão profeta do Senhor. Certamente terão olhos mais misericordiosos e compreensivos depois desta experiência.


Mas, voltando a falar de você. Se esta história de Elias se parece com a sua história pessoal e você está experimentando o mesmo sentimento que assolou o profeta, você está sofrendo o esgotamento ou cansaço espiritual, mas há esperança para você!


A Bíblia nos diz que Elias estava tão terrivelmente esgotado que não encontrou forças para mais nada a não ser se largar debaixo de um arbusto remoendo sua dor e clamando pela morte. O cansaço espiritual normalmente traz consigo o cansaço físico e foi por causa deste cansaço que contaminava seu corpo que o profeta adormeceu. Mas o Senhor não esqueceu seu servo. Sabendo que Elias não encontraria forças em si para superar aquele desânimo, Deus enviou-lhe um anjo que lhe despertou e ofereceu pão e água santos que restauraram suas forças físicas. Talvez você tenha sido trazido a este site e a esta reflexão por conta do agir de um anjo do Senhor, assim como aconteceu com o pão e a água trazidos para Elias!


Com as forças revigoradas Elias conseguiu caminhar quarenta dias e quarenta noites até o monte sagrado do Senhor, o Sinai, onde teve um encontro com Deus. A alma de Elias almejava ainda se esconder e se entregar ao sentimento de prostração, por isso o profeta entrou em uma caverna e ali ficou até que ouviu a voz do Senhor que lhe ordenou que saísse da caverna e subisse o monte. O profeta obedeceu e foi ali que teve o encontro que lhe deu a cura.


Este também o caminho da cura para sua vida: Saia da caverna e suba o monte.


Como disse, esta reflexão pode ser o pão e a água que lhe dará forças para o encontro com o Senhor, mas para que este encontro aconteça depende de você. Não fique mais na caverna, não aceite mais continuar no processo de auto piedade e desânimo. Pare de se esconder ante os aparentes fracassos. Pare de olhar para o tamanho dos problemas e olhe para a grandeza do seu Deus. Suba ao monte, adore o Senhor pelo que Ele é. Pelo imenso amor que Ele demonstrou por você na cruz. Saiba que você não está só, nunca esteve e nunca estará. Sempre haverão  joelhos que não se dobrarão diante do mal, sempre haverá o Deus que contempla e abençoa aqueles que são fiéis e para quem a caminhada nunca será vã.


Depois do encontro com Deus, Elias voltou a servir ao Senhor e encontrou descanso sendo arrebatado para o céu em um redemoinho. O irônico nesta história é que o homem que pediu para morrer nunca experimentou a morte. Aquilo que parecia ser o fim tornou-se o ponto de virada para coisas muito mais espetaculares na vida de Elias e certamente será também na sua vida.


Saia da caverna e suba o monte, o Deus que surpreende está esperando para ter um encontro com você.




 


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sábado, agosto 17, 2013

AMIGDALITE




CUIDANDO DA SAÚDE







 A amidalite é a inflamação das amídalas, ou seja, das estruturas localizadas na parte posterior da garganta, que têm a função de proteger o corpo, produzindo anticorpos e impedindo que infecções na cavidade oral e nas regiões vizinhas se alastrem por todo o organismo.

Justamente por funcionarem como uma barreira, essas estruturas são muito suscetíveis a processos infecciosos. Quando isso ocorre, as amídalas se inflamam, ficam inchadas, doloridas e dificultam a passagem dos alimentos para o aparelho digestivo.

Estima-se que ocorram 10 milhões de casos de amidalite a cada ano no Brasil. Apesar de ser um problema corriqueiro na infância, a amidalite não pode prescindir de um bom diagnóstico e de um tratamento adequado. Isso porque uma infecção bacteriana inadequadamente tratada pode evoluir para febre reumática, com consequentes complicações cardíacas no futuro, ou mesmo ser precursora de uma doença renal, a nefrite.

A inflamação cursa com febre, calafrios, dor de garganta, falta de apetite, mau-hálito, dificuldade para engolir e, às vezes, inchaço dos gânglios do pescoço e da mandíbula, muitas vezes de modo bem semelhante a uma virose, como a mononucleose. Nos quadros causados por bactérias, costuma haver acúmulo de pus nas amídalas. Nos bebês, além da febre, o único sinal evidente muitas vezes é a recusa à alimentação.

As amidalites são causadas principalmente por vírus e bactérias, mas podem ocorrer processos mistos e, às vezes, associações com fungos. Os vírus estão implicados com cerca de 50% a 70% das inflamações, especialmente os que causam também gripes e resfriados, como o adenovírus.

Entre as bactérias, os principais agentes envolvidos são os estafilococos e o estreptococo, que também provoca escarlatina e está associado à evolução da doença para febre reumática. Esses microrganismos costumam ser transmitidos de uma pessoa para outra, através da tosse, espirro e contaminação das mãos e objetos por secreções respiratórias.

Alguns fatores como mudanças bruscas de temperatura, convivência com fumantes, exposição continuada ao ar condicionado e, sobretudo, situações de queda na imunidade podem predispor o indivíduo à desenvolver uma amidalite. O refluxo gastroesofágico, igualmente, é uma causa importante de amidalites de repetição. O retorno do conteúdo ácido do estômago para o esôfago atinge a laringe, altera suas características e as bactérias naturalmente presentes na região se aproveitam da situação para proliferar.

O diagnóstico é clínico e depende basicamente da história do paciente e do exame da garganta. Em geral, a infecção viral atinge mais a orofaringe e a faringe, com comprometimento maior dos gânglios. Já a bacteriana se caracteriza pelo aumento acentuado das amídalas, frequentemente com a presença de placas de pus.

Na dúvida, alguns exames podem ser necessários, como o teste rápido para a pesquisa do estreptococo na secreção da garganta e mesmo a cultura, na qual o material biológico colhido é posto em meios próprios para o desenvolvimento de bactérias.

As amidalites virais são tratadas apenas com analgésicos e anti inflamatórios, mas as bacterianas não prescindem de antibióticos, em geral derivados da penicilina, como a penicilina benza tina e a amoxicilina. Qualquer que seja a opção de anti microbiano, a administração do medicamento não pode ser interrompida com a melhora dos sintomas, pois existe o risco de a bactéria permanecer no organismo e dar origem a complicações importantes, como a febre reumática.

Durante episódio de amidalite, a alimentação deve ser baseada em alimentos mornos, líquidos e macios para facilitar a deglutição. A ausência de resposta ao tratamento de uma amidalite com características virais indica um possível envolvimento bacteriano. Por isso, muitas vezes os médicos começam a terapêutica com um anti inflamatório e, na persistência da febre de um a dois dias depois, prescrevem um antibiótico. A remoção cirúrgica das amídalas, utilizada de forma indiscriminada há algumas décadas, está indicada apenas quando a pessoa apresenta amidalites bacterianas complicadas ou que se repetem várias vezes em um mesmo ano.

Pode ser realmente difícil evitar a aquisição de microrganismos causadores de infecções das vias respiratórias, especialmente nas crianças em idade escolar, mas alguns cuidados ajudam a reduzir o risco de adquirir amidalites, como observar bem os hábitos de higiene, lavando sempre muito bem as mãos e o rosto ao chegar em casa e antes das refeições, além de evitar ambientes com ar condicionado, ficar longe do cigarro e ingerir muito líquido para manter as mucosas da boca, do nariz e da garganta sempre bem hidratadas – quanto mais secas e irritadas, mais predispostas à ação dos microrganismos.

Na presença de amidalites de repetição, é importante afastar a hipótese de refluxo gastroesofágico com um especialista. Por fim, em qualquer situação, é fundamental evitar a automedicação com anti inflamatórios e antibióticos, que, se incorretamente usados, podem dificultar o tratamento e agravar o quadro. A combinação de dor de garganta com febre sempre pede consulta médica, em qualquer idade.







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sexta-feira, agosto 16, 2013

AFTA




CUIDANDO DA SAÚDE







A afta é uma ferida, tecnicamente chamada de úlcera, que aparece na mucosa interna da boca, em geral nos lábios, nas gengivas, no céu da boca, na língua e, mais raramente, na garganta. Costuma surgir de forma isolada ou múltipla e tem formato arredondado, com coloração branco-amarelada no centro e contorno avermelhado.

Muito comum, a lesão regride espontaneamente em cerca de 7 a 14 dias, se for pequena, sem resultar em complicações. Contudo, essa condição também se apresenta como sintoma de outras doenças, razão pela qual sua recorrência ou mesmo sua persistência merecem avaliação médica e/ou odontológica.

Causas e sintomas
As lesões provocam dor, mais acentuada na hora da alimentação, sobretudo se a comida estiver quente e condimentada. Esse sintoma pode ser mais ou menos intenso, conforme o tamanho e o número das úlceras. No ápice da evolução de cada afta, a manifestação dolorosa chega a ficar constante, independentemente do contato da ferida com alimentos ou bebidas, sendo, portanto, bastante incômoda.

Estas úlceras estão particularmente associadas a traumas locais, como machucar a gengiva na hora de escovar os dentes ou pelo uso de prótese (dentadura). A presença de múltiplas aftas pode sugerir que um vírus, como o do herpes, esteja causando o quadro ou uma doença auto-imune, como a Doença de Behçet.

Outros fatores de menor importância implicados com a condição incluem estresse, deficiências nutricionais, predisposição genética, alergia a alimentos, alguns medicamentos e, nas mulheres, alterações hormonais. As lesões também podem ser um sintoma de doenças sistêmicas, que afetam todo o organismo, e de infecções como a aids. Não há evidências científicas que comprovem a relação entre o consumo de alimentos ácidos e condimentados e o desenvolvimento de aftas.

Exames e diagnósticos
O diagnóstico se baseia na história do indivíduo e na identificação visual da afta, durante o exame clínico, por meio do qual o médico ou o dentista pode distinguir essas feridas de lesões mais importantes.

Eventualmente, podem ser necessários testes laboratoriais complementares, tanto para avaliar o estado geral da pessoa quanto para investigar a presença de infecções.

Tratamento e prevenções
O tratamento da afta comum visa a atenuar os sintomas até que a lesão se cure de maneira espontânea. Os quadros clínicos mais leves requerem apenas a aplicação local de anti-sépticos, antiinflamatórios, anestésicos ou ainda de revestimentos protetores de mucosa. Já os mais complicados podem exigir o uso de medicamentos antiinflamatórios potentes, como os corticóides.

Com ou sem medicação, é importante tomar alguns cuidados para não piorar os sintomas, como manter uma alimentação suave, com pouco sal e temperatura morna, já que os alimentos condimentados, quentes e ácidos acentuam a dor, e fazer uma higiene bucal adequada.



Como os traumas parecem ser fatores frequentemente envolvidos no surgimento das lesões, convém evitar traumas na mucosa da boca, tanto no momento da higiene bucal quanto na hora de mastigar os alimentos. Além de não favorecer uma boa digestão, uma mastigação muito rápida duplica a chance de ferir o interior das bochechas e dos lábios.





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