Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

sexta-feira, junho 03, 2016

VÁCUO MORAL





Direitos Humanos



Na mesma revista em que leio a reportagem sobre o Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH III) vejo, na última capa, uma propaganda sobre um projeto social que envolvia a UNICEF e uma conhecida e centenária fabricante de canetas europeia, desenvolvido a partir da premissa de que “a habilidade de ler e escrever é um direito humano fundamental”. Não se questiona o valor intrínseco da educação ou da saúde. Contudo, em longo prazo, prejudicaremos a essência da lei.

Hoje, qualquer um pode fazer um pleito, apresentando-o como "direito fundamental", pedir para um advogado assiná-lo e submetê-lo para um juiz, depois, dar a razão. O sistema legal tornou-se um catálogo de exigências individuais e, com o tempo, passou a incluir as demandas de grupos arbitrários. O governante e o legislador deixaram de ser garantes de uma certa coerência jurídica e transformaram-se em autores de regras que satisfazem todos os tipos de interesse.

As reformas das Constituições introduziram um inventário dos novos direitos: o direito à saúde, à habitação, ao meio ambiente sustentável. Há outros projetos: a de igualdade de gênero para as pessoas, não com base na diferença biológica, mas na livre escolha da identidade sexual. Essa proliferação de novos direitos acaba por se tornar num instrumento de luta política ou ideológica.

A lei, com efeito, vira um álibi para o individualismo. Na ausência de uma linguagem ética comum, cada um apela para seu modo de ser. Baseado no direito à saúde, na Holanda, a nicotina é proibida nos bares, mas não na rua, ao contrário da maconha, vedada na rua, mas liberada nos bares, o que, certamente, exige alguma atenção do fumante para não acender o cigarro errado...

Também é um paradoxo que assuntos públicos, como o aborto e a eutanásia, sejam relegados à esfera privada, enquanto assuntos parcialmente privados, como o tabagismo ou o álcool, fiquem sujeitos totalmente à regulamentação pública.

Entre os fatores que estão minando a essência da lei está a inflação dos direitos humanos. Em muitas agendas políticas, esses novos direitos são formulados de maneira vaga, sua aplicação não pode ser controlada a posterior e acabam por se converter num instrumento para outros fins que se afastam dos direitos fundamentais.
Um outro fator é a ideologização do direito. Nas agências internacionais, existe uma gama de projetos puramente ideológicos que criam “novos” direitos humanos, sem qualquer lastro na tradição filosófico-jurídica greco-romana ou mesmo nos valores tradicionais do Ocidente.

O resultado consiste na redefinição dos conceitos de pessoa, sociedade, ética... Não é à toa que a ONU, a mãe de todas as ONGs, resolva a apoiar projetos de estabilização da população mundial, de combate à homofobia e de acesso à saúde, entendida como um estado de bem-estar total com a inclusão, é claro, dos “direitos reprodutivos”.

Contudo, a falta de coerência e o vácuo moral desses programas virão à tona, como, aliás, tem acontecido com outros sistemas inconsistentes, como o racionalismo ou um de seus filhotes intelectuais, o marxismo. Não resistem à prova do tempo. Eis uma razão para se trabalhar na criação de uma ordem feita na verdadeira medida do homem.

Um dos caminhos para devolver a noção de valor ao Direito está em reconsiderar os conceitos de moral clássica. Nela, o direito não existe sem a correspondente obrigação e uma obrigação só existe em relação à uma determinada norma, uma regra geral. A moralidade de uma ação não depende de seu efeito sobre os outros, exceto quando tal efeito é diretamente procurado.

O fato de alguém se sentir ofendido ou discriminado não converte minhas ações, por si só, em atos reprováveis. São necessárias outras circunstâncias que demonstrem que a minha maneira de agir violou lei moral. Direito e moral não são idênticos, mas se o sistema jurídico se move longe da moral, suas prescrições perdem a legitimidade e a observância da lei se reduz a um mero cumprimento estoico de normas.



Por Rilvan Stutz
Portal da  Família

terça-feira, maio 17, 2016

PROCURADOR DE PECADOS





 Recuperação de texto

 E a mulher de Ló olhou para traz e converteu-se numa estátua de sal. Gêneses: 19: 26

Procurador é aquele que exerce uma atividade digna bem conhecida no seio da sociedade, merecedor da confiança daquele que o constituiu. Como por exemplo, citamos o advogado quando constituído por seu cliente, para defender seus interesses.

Assim, atua como aquele que procura mostrar sempre a verdade, para o bem daquele que o contratou. Atua também como um mediador, mandatário, enfim, uma pessoa de bem e qualificada, com função bem definida, desta forma está legalmente preparado para exercer sua atividade.

Olhando para a sociedade, encontramos outro procurador, não constituído oficialmente, sim por si próprio, este não está apto para exercer tal atividade de forma legal. Ele procura estar pronto para atuar como aproveitador, enganador, se coloca sempre em situações que lhe favoreça. Nosso dicionário, também nos fala sobre a 'Procuradeira', uma mulher curiosa, que gosta de procurar ou investigar; está sempre atenta toda pronta para usar sua astúcia, tirando sempre algum proveito com seu mal proceder.

Desta forma, em ambos os casos, estão sempre envolvidos em situações onde que causam problemas, sempre presentes onde não devem intrusos. O mais importante para se observar é que este tipo de pessoa procura envolver-se em diversas situações, tomando parte de casos de forma que lhe traga algum favorecimento, mesmo que assim prejudique o seu próximo. Geralmente são pessoas sem ética, mentirosas, enganadoras e maldosas.
Sabemos que todas estas situações são tristes, tem maiores incidência na crueldade que impera na sociedade são pessoas que não vivem a verdade, estão longe de Cristo, são enganadores que talvez por uma educação falha, tenham por consequência todos estes predicados, este é o resultado final de uma conduta destruidora da verdade e dos homens de bem.

Encontramos em nosso meio, o procurador de pecados, com uma conduta um pouco diferente, porém destruidora da mesma forma, caminham pela via expressa da mentira, ele está sempre presente. Sabemos existir, aqueles que muitas vezes duvidamos ser realmente evangélicos [é triste falar assim], mas existem! Pois exercem igualado costume. Entretanto, não devemos proceder da mesma forma em nossas Igrejas, procurando pessoas neste estado, devemos sim: encaminhá-las a correção necessária.

Desta forma, procuramos deixar um texto amparado em amor com ensinamentos bíblicos, para melhorar o discernimento espiritual desse tipo de pessoa. Oramos para que alcancem uma pronta recuperação e vivam como Cristo nos ensinou.

Quando usamos este título, 'Procurador de Pecados', não temos a intenção de acusar qualquer irmão que viva diretamente conosco e sim de conduzi-los à mudança, para que tal comportamento seja corrigido, não se torne sempre um mal entre os Irmãos. Caso contrário, só poderá trazer dor, tristeza, separação e muitas vezes causam situações irreparáveis. Existem pessoas, que procuram a falha do irmão, espalhando uma notícia em poucos segundos, certamente o acontecimento sempre está distorcido, muito a gosto do divulgador, ele procura defeitos em qualquer canto, até mesmo com o desejo e finalidade de prejudicar a comunhão do Irmão com a Igreja e ainda com pessoas do seu relacionamento.

Existem aqueles que apontam constantemente erros, rapidamente se espalham no seio da Igreja. Temos aquele irmão que aperta a ferida alheia até a exaustão, outros são vigilantes do erro, se alegram quando toma conhecimento da falha de alguém, aparecendo á chamada oportunidade, coloca o próximo, como mau exemplo na comunidade. Mais grave ainda é o chamado “Desenterra defunto”. O que seria isto? Buscar lá no passado, alguns acontecimentos que constrangeram bastante uma pessoa e trazendo para o presente esta situação, aflora o mau exemplo.

É uma conduta lamentável, é uma forma de perseguição, isto sabe também é antibíblico, pois maltrata muito qualquer Irmão nesta situação. O Irmão atingido, muitas vezes enfraquece e se deixam abalar em muito sua vida Espiritual na Igreja, atitudes como está é desastrosa, chega ser cruel.

Esperamos que este texto auxiliasse espiritualmente aos procuradores de pecados. Precisamos lembrar que tais atitudes são antibíblicas. Não estão harmonizadas em Cristo. Não temos o direito de inflamar situações que não nos pertencem e sim a Deus. Olhar para traz é pecado! Lembrar do erro do seu irmão é pecado! Guardar mágoas é pecado! Todo o passado de qualquer irmão está entregue a Deus. Olhar para traz é ir contra a vontade de Deus, ser desobediente. Lembramo-nos da mulher de Ló, que foi tomada a juízo, imediatamente por Deus “virando uma estátua de sal” quando olhou para traz, desobedecendo ao Senhor.

Precisamos viver Cristo verdadeiramente, amar o próximo, juntar ovelhas perdidas e colocá-las no pastoreio, curar quem precisa ser curado. Este procedimento é obrigação dos Cristãos.

Ressaltamos, que devemos sempre exortar o pecador isto é bíblico, mas não podemos curar ovelhas, lembrando-lhes seus velhos erros, precisamos deixar Cristo conduzir o nosso hoje sem nos prendermos ao passado.

O presente pertence a Cristo, é luz brilhando eternamente entre os irmãos. Não podemos ofuscar a luz de Cristo. Precisamos lembrar que pertencem às autoridades e autarquias, cuidar de todos os problemas que surjam no seio da Igreja, a eles pertencem o trabalhar neste sentido fazendo o melhor para que segundo os ensinamentos de Cristo, reflitam em atitudes dignas a serem seguidas pelos irmãos.

Não vamos elucidar problemas conforme nosso julgamento lembre sempre que o verdadeiro irmão deve viver em Cristo, sentindo o refletir de Sua maravilhosa Luz. O passado já tem o seu cuidado o juízo de Deus! O juízo de Deus é tremendo! Aos procuradores de pecados, desejamos e intercedemos que mudem, reflitam vivam novas atitudes conheçam a Cristo na sua totalidade e verdade, seja luz! Que vivam e aproveitem realmente as maravilhas da glória de Deus! Glória que está gratuitamente neste mundo maravilhoso.

A glória consumada em morte de cruz foi Jesus Cristo que sofreu por nossos pecados, nos concedeu a oportunidade da salvação e o perdão dos nossos pecados.  Amém.

Diácono Rilvan Stutz
Igreja Presbiteriana de Realengo – Rio de Janeiro

sábado, maio 14, 2016

PROJETO FAMÍLIA




Criou Deus, pois, o homem à Sua imagem, à imagem de Deus  o criou; homem e mulher os criou. Gênesis capítulo 1º versículo 27.


Não há projeto humano mais belo na terra do que construir uma família! Como é belo ver um lar com vários filhos e os pais sendo protagonistas da criação de filhos extraordinários que poderão ter uma parcela no futuro na transformação deste mundo!


Os projetos mais valiosos deste mundo são os projetos humanos e construir uma família é o projeto humano por excelência. Nada se compara a isto! A beleza de uma família é incontestável!

O casal que tem este projeto é um casal que fala com a boca cheia. Tem brilho nos olhos.

Construir uma família:
É perceber que o maior bem que há no mundo, sem comparação nenhuma com qualquer bem material, são os filhos;
É perceber que cada filho traz uma riqueza extraordinária à família;
É perceber que cada filho nos faz ser mais felizes, dilata o nosso coração, deixa a vida mais bela;
É perceber que cada filho é uma fonte de orgulho, de um santo orgulho;
é perceber que dá mais alegria este projeto do que ser presidente de uma multinacional, ocupar altos cargos profissionais.

Todos nós fomos feitos para coisas grandes. O que acham de ter este projeto?

Muitos dirão: “mais isto não é fácil, o senhor está falando de algo grande, de construir uma família bonita, de ter vários filhos, um, dois, três, quatro... Isto não é nada fácil!” E eu diria: e quem disse que é fácil? Nada que vale nesta vida é fácil. Como diz: “todo ideal grande custa sacrifício” e quanto maior o ideal, maior o sacrifício. Mas a beleza do ideal é o que ele vale não o que custa.

Gostaria que todos vocês sonhassem com este projeto de construir uma família bonita, grande, na medida do possível. Quem for mais velho e já não possa mais realizar este ideal que anime os mais novos a construí-la. Com quantos filhos? Não sei, isto depende de uma série de fatores: condições econômicas, condições físicas, psíquicas etc. Mais quem tem o projeto de construir uma família, tem o desejo de ter, na medida do possível, muitos filhos, pois eles são a materialização da expansão do amor. Quem tem este projeto coloca o ideal de expandir a família na frente de:
Ter um carro último modelo;
Ter uma casa no bairro tal, com tais e tais móveis de tal e tal loja;
Viajar para o exterior todo ano;
Ter roupas de marca etc.

Infelizmente muitas pessoas têm colocado estes requisitos na frente e acabam construindo um micro família não por razões de força maior, por razões de peso, mas por motivos egoístas, por querer acima de tudo “curtir a vida”, ter "uma vida regalada".

Volto a dizer: nada se compara a ter uma família maravilhosa, grande, na medida do possível, essas famílias que antigamente víamos nos filmes e tocavam profundamente o nosso coração. Elas fazem brilhar os nossos olhos, pois elas são fruto do amor e o próprio do amor é dar-se, expandir-se, abrir-se às alturas e colocar Deus a frente de todos os projetos, "a família em primeiro lugar".
Sonhemos todos nós com este ideal  o mundo se tornará muito mais feliz, lembremos que  O Criador do mundo, nosso Deus Eterno, tem a família como Seu principal cuidado, isto é uma dádiva não esqueçamos!


Por Rilvan Stutz
Portal da Família - Ramalho