Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

quarta-feira, maio 13, 2009

SOBREVIVÊNCIA SUSTENTÁVEL

EDUCAÇÃO: UM DEVER DA SOCIEDADE!


DIREITOS HUMANOS






QUANTO CUSTA EQUILIBRAR SOBREVIVÊNCIA E SUSTENTABILIDADE?
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Todos precisam saber que a sobrevivência do homem no planeta depende do processo de um gerenciamento comprometido com a sustentabilidade a cidadania, com a Educação no cotidiano presente em nome das gerações futuras e que a magnitude da natureza não seja sucumbida pela ganância do homem com base no utilitarismo perverso. Sou uma amante da preservação da vida, desde o momento que aprendi a amar minha geração vindoura (netos,bisnetos...) sem antes saber da sua existência.
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Amei cada partícula da natureza vegetal, animal, humana e dei início a uma metamorfose e uma catarse evolutiva de conscientização da cadeia interdependente dos seres. Então comecei a sonhar com a sustentabilidade, não mais por mim.. mas sim por aqueles que virão e no aprendizado subseqüente comecei a indagar e buscar conhecer a dinâmica e a presença de entidades sem fins lucrativos, de caráter filantrópico e dos investimentos em programas e projetos sociais, através de parcerias, pessoas que também sonham com a sustentabilidade.
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O gerenciamento responsável dos recursos naturais é um desafio devido a ambição que reina no coração do homem.... o desejo do usufruto sem moderação, sem partilha o poder o imperialismo existente, trazem conflitos que impedem a consolidação de um estado ambiental, mesmo sendo a questão ecológica um dos temas mais importantes do nosso século, o mais discutido e analisado.
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Quanto custa tudo isso?.....custa o envolvimento de todos,mais ainda do tutor legal, O ESTADO, responsável pela preservação e restauração dos processos ecológicos, manejo das espécies e ecossistemas, preservação da integridade do patrimônio genético de todo planeta.
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LEMBREM-SE:UMA RATOEIRA NA FAZENDA...PODE SER UM PROBLEMA PARA
TODOS".







Holdings. Tel Aviv - Jafra - Israel
Dra. Izabel Bitancourtte - Membro Shvoong
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

segunda-feira, maio 11, 2009

GRIPE SUÍNA: A VACINA







GRIPE SUÍNA: A VACINA
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VACINA APLICADA NO HEMISFÉRIO NORTE PODE SER SER MAIS EFICIENTE
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A cada ano, desde 1999, com base em previsões de quais cepas dos vírus influenza deverão circular na estação seguinte, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda uma vacina contra a gripe com uma composição específica para o hemisfério Sul e outra para o hemisfério Norte.
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Mas, de acordo com um estudo realizado por pesquisadores brasileiros e norte-americanos, se a composição recomendada para o hemisfério Norte fosse adotada também no Brasil, a eficiência da vacina poderia ser duas vezes maior. E isso não apenas nas áreas mais próximas ao Equador, mas até mesmo para cidades localizadas mais ao sul, como São Paulo.
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O trabalho, liderado pelo brasileiro Wladimir Alonso, pesquisador do Centro Internacional Fogarty, dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, foi publicado em abril. O estudo foi feito com base em simulações do sucesso da vacinação sob diferentes cenários hipotéticos.
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Os resultados nos surpreenderam, mas eles mostram que, provavelmente, para aumentar a eficiência da vacina contra gripe no Brasil teremos que alterar o timing da vacinação, aplicando aqui a composição recomendada para o hemisfério Norte - disse à Agência FAPESP. A gripe, causada por diversos tipos do vírus influenza, espalha-se por diversas regiões do mundo de forma sazonal. A alta taxa de mutação dos vírus dificulta seu reconhecimento pelo sistema imune e, por isso, as composições das vacinas precisam ser atualizadas anualmente, a partir de previsões de quais cepas dos vírus deverão circular na estação seguinte.
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Quando se fabrica uma vacina, colocam-se três tipos de cepas diferentes – dois do influenza A e um do influenza B. Para isso, o que se faz é uma espécie de exercício de profecia: um painel de especialistas, representantes desses centros da OMS, estuda e emite recomendações periódicas indicando as cepas virais que poderão circular com mais força dentro de seis meses – esse é o tempo necessário para produzir a vacina -explicou Alonso.
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Como o vírus tende a se propagar com mais força no inverno e essa estação tem uma defasagem de seis meses entre os dois hemisférios, a OMS decidiu fazer duas recomendações diferentes para cada um deles. Inicialmente, estávamos interessados em aprofundar o conhecimento sobre a circulação do vírus na América do Sul. Publicamos dados que mostram que a gripe parece circular primeiro na região do Equador e, mais tarde, no sul. Queríamos aprofundar essa hipótese e entramos em contato com os diretores dos centros da OMS.
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As análises feitas a partir das amostras enviadas pelos centros ao laboratório de Alonso mostraram que quando a vacina era aplicada, já havia uma circulação importante do vírus da gripe. Para os pesquisadores, isso indica que seria proveitoso começar a vacinação com antecedência no Brasil – possivelmente entre setembro e novembro, em vez da aplicação feita atualmente pouco antes do inverno, no fim de abril.
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Em seguida, comparamos diferentes cenários a fim de verificar o que ocorreria se a vacina fosse aplicada com antecedência. O problema é que não tínhamos disponíveis as composições das vacinas para o hemisfério Sul, já que elas ficam prontas meses mais tarde. Fizemos um exercício hipotético, aplicando, no Brasil, a composição do hemisfério Norte, ao mesmo tempo em que ela era aplicada por lá - disse.
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COMPORTAMENTO DIFERENCIADO
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Ao comparar as cepas encontradas no Brasil às composições das vacinas aplicadas naquele período no hemisfério Norte, os pesquisadores perceberam que o acerto era maior do que o normalmente obtido com a vacina recomendada. Tivemos praticamente o dobro de acertos afirmou. O pesquisador explica que, por ter a maior parte do território localizado na região tropical, o Brasil não conta com estações tão bem definidas como as de alguns países ao norte, ou de outros concentrados em regiões mais meridionais, como o Chile e a Argentina. Essa característica pode alterar a circulação do vírus.
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Pelo que vimos até agora, inclusive a partir de outros estudos feitos em países como a Índia, a gripe não se comporta da mesma forma nos trópicos e nas regiões temperadas. O momento da propagação não é tão bem situado no inverno. Para caracterizar isso, utilizamos dados coletados em duas cidades localizadas nos dois extremos da região tropical – Belém, próxima ao Equador, e São Paulo, situada no trópico de Capricórnio - disse Alonso. Segundo o cientista, a partir dessa pesquisa duas linhas de estudos se tornam necessárias.
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Além de Alonso, participaram do estudo Wyller Alencar de Mello e Mirleide Cordeiro dos Santos, do Instituto Evandro Chagas (IEC), em Ananindeua (PA), Terezinha Maria de Paiva, Maria Akiko Ishida e Margarete Aparecida Benega, do Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, e Cécile Viboud e Mark Miller, do Centro Internacional Fogarty, nos Estados Unidos.






Holdings. Tel Aviv - Jafra - Israel
Agência Fapesp - São Paulo
Por Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

domingo, maio 10, 2009

GRIPE SUÍNA - INFLUENZA - A(H1N1)

GRIPE SUÍNA ESTÁ SOB CONTROLE?
MINISTRO DA SAÚDE INFORMA QUE BRASIL ESTÁ PREPARADO PARA A GRIPE SUÍNA.



MINISTRO APRESENTA A JORNALISTAS TODAS AS MEDIDAS TOMADAS.
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Foram notificados dois casos suspeitos e outros 36 estão em investigação; não há casos confirmados O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou nesta quarta-feira (29), em entrevista coletiva, que o país está preparado para enfrentar uma pandemia de gripe suína, quando uma epidemia da doença atinge diversos países. A Organização Mundial da Saúde (OMS) elevou o nível de alerta para pandemia da gripe suína de 4 para 5. Isto significa que há risco de que esse cenário aconteça e os países devem estar preparados para acionar seus planos de contingência.
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“O País está preparado para esta situação".
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Temos um plano de contingenciamento desde 2005; os aeroportos e portos estão em alerta; há uma rede de 52 centros de referência para o acompanhamento e tratamento de eventuais casos da doença” (veja aqui a lista completa), ressaltou o ministro. Temporão informou que o Brasil tem estoque suficiente do medicamento para o tratamento da doença. O Ministério da Saúde dispõe, para uso imediato, de 6.250 tratamentos para adultos e 6.250 tratamentos pediátricos.Além disso, há um estoque estratégico de 9 milhões de tratamentos (suficientes para, pelo menos, 9 milhões de pessoas).
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A matéria-prima está acondicionada a granel e pode ser transformada em cápsulas no laboratório de Biomanguinhos (no Rio de Janeiro) e em laboratórios da Marinha e do Exército. Juntos, os laboratórios tem capacidade de produzi 300 mil cápsulas por dia (o equivalente a 30 mil tratamentos). A quantidade de medicamento e o início do processamento serão indicados pelo Ministério, conforme a necessidade.O ministro advertiu, porém, sobre os riscos da automedicação. “A automedicação, além de desaconselhada, pode ser muito prejudicial. Todo medicamento para tratamento dessa doença está em poder do Ministério da Saúde. A automedicação pode maquiar sintomas, alterar os sintomas e criar resistência ao tratamento”, alertou.
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Há no País dois casos suspeitos, na capital de São Paulo e em Belo Horizonte (MG). Em ambos os casos, os pacientes estão isolados e sendo tratados para a doença, apesar de ainda não haver a confirmação via exame laboratorial.Ainda assim, nesta quinta-feira, todos os estados receberão 20 tratamentos completos da doença, como medida de precaução. Os estados de São Paulo e do Rio de Janeiro já receberam 200 tratamentos cada. A OMS disponibilizou nesta quarta-feira na Internet a sequência genômica do vírus, o que possibilitará ao Brasil realizar, no prazo de dez dias, exames específicos para diagnosticar a doença em três laboratórios públicos: Instituto Evandro Chagas (PA), Instituto Adolpho Lutz (SP) e Fiocruz (RJ).
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Além dos dois casos sob suspeita, há 36 pacientes em monitoramento em 11 estados (Amazonas, Pará, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e São Paulo). Há diferenças importantes entre casos em monitoramento e casos suspeitos. Os pacientes em monitoramento apresentam algum dos sintomas da doença, mas não preenchem todos os critérios de descrição da doença pela OMS. Estão em monitoramento por medida de prevenção.
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Já os casos suspeitos são aqueles em que os pacientes atendem a um conjunto de fatores possíveis da doença. Em ambos os casos, os pacientes vieram de países afetados pela gripe aviária.“A rede pública de saúde está preparada para a detecção precoce de casos suspeitos”, enfatizou o ministro. “Este é um momento importante e o fato de o nível ter passado de 4 para 5 prova isto.
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A existência de centros de vigilância epidemiológica em todo o País é uma arma muito poderosa. Os 52 centros de referência que temos são outra arma para o enfrentamento da doença. Temos um grande centro em São Paulo, uma planta industrial com técnicos aqui no nosso país, capaz de produzir o tratamento. Este é o momento de combater a insegurança, a dúvida e o medo, de se ter confiança de que o governo está enfrentando o problema com seriedade”. O NÍVEL 5 DE ALERTA – Para a elevação de nível de alerta, na tarde desta quarta-feira, foram levados em conta os dados epidemiológicos do mundo inteiro e a existência de surto em mais de um país de uma mesma região da OMS. Isso deve levar os países a adotarem novas medidas de contingenciamento, segundo o ministro.
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“É o que viemos fazendo desde sábado”, reforçou. Desde 2000, o Brasil começou a estruturar a rede de vigilância em saúde para o enfrentamento ao vírus influenza. Em 2003, com a detecção de uma variação do vírus na Ásia, houve um fortalecimento da vigilância epidemiológica e da rede laboratorial do País. Em 2005, por Decreto Presidencial, foi inclusive criado um grupo executivo interministerial para preparar o Brasil para uma eventual pandemia por influenza – é nesse ano que houve o surto da gripe aviária.
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Outras informações Atendimento à Imprensa. (61) 3315 3580 e 3315 2351
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Holdings. Tel - Aviv - Jafra - Israel
Ministério da saúde
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoon

sábado, maio 09, 2009

PERDÃO

EDIFICAÇÃO
O perdão existe? Para a autora, o que realmente existe é o esquecimento total. No texto ela exemplifica: "Quando uma pessoa consegue esquecer uma mágoa, uma dor ou uma decepção causada por outra pessoa, aí sim pode saber que realmente perdoou, porque esqueceu, enterrou em algum lugar do passado e aquilo deixou de existir em sua mente e em seu coração". Ela polemiza quando diz: "Na maioria dos casos, porém, o que acontece é um esforço em desculpar o outro, uma tentativa de superar o problema e de manter uma convivência pacífica, mas isso não é perdão, é desculpa temporária."
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A conclusão é simples, basta amar, porque o amor tudo supera e não conhece limites ou problemas. Assim ela encerra: "O esquecimento total é a prova inequívoca do perdão e também um forte indicador de que podemos ser melhores, capazes de amar além de e apesar de...porque o amor é sempre incondicional e desconhece o que é mesquinho e o que é pequeno.








Holdings. Tel - Aviv - Jafra - Israel
Dalia Rewia - Membro - Shvoong
Diác. Rilvan Stutz - Membro - Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro
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