Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

sexta-feira, outubro 24, 2008

TEMPERANÇA! UMA VIRTUDE ESQUECIDA E QUE NECESSITA SER REATIVADA...

EDUCAÇÃO
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Vivemos em uma época em que tudo acontece de forma extremamente acelerada. Mal um ano se inicia e, quando nos damos conta, eis o Natal, repentinamente, batendo em nossas portas. Juntando-se a isso, há as obrigatórias contas mensais que temos que quitar, de forma contínua e incessante. Temos a sensação que foi há poucos dias que efetuamos tais pagamentos e, pasmos, deparamo-nos novamente com as mesmas, pois vão chegando e nos alertando a respeito de suas respectivas datas de vencimento.
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Na verdade, nosso cotidiano é permeado por fatos e acontecimentos que, de certa forma, provocam ansiedade, irritabilidade, inconformismo e a perda da esperança de que melhores dias virão para aliviar nossas aflições e descontentamentos. Daí a importância do desenvolvimento da virtude da temperança, a qual disciplina e ordena a razão e que se reporta diretamente à auto-avaliação e à correspondência do julgamento feito com relação à realidade existente. É através do exercício de tal virtude que o indivíduo passa a não mais permitir que preocupações, aborrecimentos, atos agressivos, especialmente os de ordem verbal, interfiram na vida das pessoas, evitando, pois, que contabilizem prejuízos, tanto para a saúde mental, como para a psíquica.
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É óbvio que, diante de tantos aborrecimentos que permeiam a vida humana atual, não se trata de um processo fácil de ser assimilado, mesmo porque, depende do exercício e do desenvolvimento de outra virtude, a humildade, que se vincula à capacidade de cada indivíduo de se auto-avaliar e se autocriticar, de forma contínua, quanto ao desempenho apresentado frente às adversidades que hoje, a todo instante, fazem-se presentes. Por outro lado, não pode ser esquecido que, se a humildade não se fizer presente, há grandes chances de que se caia em outro extremo, o da soberba, que é contrária à realidade e se fundamenta no desconhecimento das relações de dependência mútua que existem entre os diversos elementos que compõem a estrutura social e que fazem parte da própria essência do que é considerado como criatura humana.
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De forma conjunta, a incorporação de outro exercício se faz necessário para que aconteça tal renovação: o da paciência. Com isso, o fator tempo passa também a ser de rara valia, porém, é preciso deixar claro que não se trata daquele relacionado com a contabilidade das horas do relógio, mas, do tempo para deixar a vida acontecer, já que a maioria das situações constrangedoras que nos são impostas, não depende de nenhum controle de nossa parte. E é por isso mesmo que devemos buscar dentro de cada um de nós, mecanismos que facilitem a compreensão de que existe uma lei natural que coordena e determina que tudo ocorra em seu tempo certo e que, uma mente tranqüila é capaz de entender melhor o que pensa e sente o “outro”.
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O problema maior, no entanto, parece residir no atrelamento de nossos problemas a soluções rápidas. Continuamos tão apegados a elas que não conseguimos ficar disponíveis para nosso auto-entendimento e, conseqüentemente, para o do “outro”. Portanto, é preciso mudar nosso jeito de ser e de agir e entender que a direção é mais importante que a velocidade, não fazendo do hábito, um estilo devida, não se esquecendo que a vida é uma só e que é preciso encontrar razões para ser livre. Só desta forma será possível fazer com que nossas vidas se transformem em uma viagem despretensiosa e muito mais prazerosa.
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Dra. Luiza A. Falcão Costa - Membro Shvoong.
Editado Por Diácono Rilvan Stutz - Membro Shvoong.
Catedral Presbiterina do Rio de Janeiro

quinta-feira, outubro 23, 2008

PAIS BRILHANTES PROFESSORES FASCINANTES

CUIDANDO DA EDUCAÇÃO
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A adolescência é uma fase de mudanças e principalmente de aprendizagem. Os adolescentes procuram por um sentido na vida e o sentido da mesma. Cabe aos pais e educadores saber encaminha-los e encorajá-los a seguir adiante neste árduo caminho. Cury vem através deste texto mostrar a grande responsabilidade dos pais e professores no ato de educar, bem como fazê-lo corretamente sem causar traumas psicológicos as crianças e adolescentes, e como desenvolver seu intelecto de uma maneira saudável.
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Sobreviver no mundo de hoje não é uma tarefa fácil. È necessário em primeiro lugar que os pais aprendam como educar seus filhos, corrigindo seus erros sem uma repressão traumática. Ajudando-os a pensar e não pensando por eles. E através do dialogo contar suas experiências e erros, para que saibam que todos erram, e ao admitir e corrigir esses erros acabam por aprender com eles. Ser professor não é uma tarefa simples nem fácil. A vida moderna acompanhada dos computadores desestimula a criatividade e o raciocínio, dos adolescentes e crianças que ainda não tem uma personalidade formada. Porque ter o trabalho de ir a biblioteca pesquisar um tema se na internet encontra tudo pronto.
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É essencial penetrar na mente dos alunos. Conhecer suas emoções, lhes ensinar a arte de pensar educando-os para a vida. O educador deve canalizar as energias dos alunos para atividades como, por exemplo, trabalhos voluntários estimulando a convivência em grupo, a responsabilidade e a cidadania, coisas que os façam se sentir úteis e parte da sociedade.Os pais juntamente com os professores são os alicerces da sociedade. Depende principalmente deles, mas também depende do intelecto e dos valores de cada individuo. Assim tornando-se profissionais éticos e capazes, preocupados com a sociedade e com cada ser que nela exista, deixando o mundo mais justo e digno de se viver.
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Escritor Augusto Cury - Membro Shvoong
Editado Por Diácono Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro.

CHEGA DE PROMESSA DE BENÇÃO

EDIFICAÇÃO
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Não dá mais para agüentar tanta promessa de bênção. Enche ter de ouvir pastores oferecendo os mais ricos votos de felicidade e proteção divina a cada culto. Ser abençoado tornou-se quase uma obsessão evangélica nacional. Promete-se tanta riqueza, saúde física e felicidade que, pelo número de campanhas de oração realizadas, o Brasil já deveria ter melhorado em algum dos índices de qualidade de vida das Nações Unidas; com algum alívio na distribuição de renda ou menos fila nos ambulatórios públicos.
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Chega de promessa de bênção. A espiritualidade cristã com suas orações, ritos e expectativas não gira em torno da vontade de ganhar o benefício celestial. A ênfase dos Evangelhos não se resume a um só tema. Jesus lembrou Seus primeiros discípulos que antes de se preocuparem em salvar a vida, eles precisariam estar dispostos a perdê-la (Marcos 8:35). A grandeza de uma causa não é determinada pelo que seus seguidores ganham ao segui-la, mas pelo preço que estão dispostos a pagar por ela.
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Chega de promessa de bênção. Os auditórios lotados de pessoas ávidas por receber mais favor divino favorecem o egocentrismo. Quanto mais se promete, mais se quer receber. Esse caminho não tem fim. O Salmo 106 narra o comportamento dos judeus no período da sua libertação do cativeiro egípcio. Depois de sucessivos milagres, o povo parecia não se saciar, sempre exigindo mais. Esse fascínio pela próxima intervenção transformou-se em cobiça, e o versículo 15 trás uma dura sentença: “[Deus] concedeu-lhes o que pediram, mas fez definhar-lhes a alma.”
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Chega de promessa de bênção. A Bíblia não pode ser encolhida a uma caixinha de afirmações otimistas. Para continuar com seu discurso de caráter prático, a maioria dos pastores só cita textos tirados do Antigo Testamento e, ainda, do período judaico anterior ao exílio. Os sermões que procuram enfatizar bênçãos deixam de lado os textos contundentes do Novo Testamento em que os cristãos são convocados a viverem em um mundo cruel e doloroso. Jesus não tentou dourar a pílula e nem encobriu a verdade: “No mundo, passais por aflições” (João 16:33).
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Paulo advertiu a Igreja a não se imaginar numa redoma de prosperidade: “E, tendo anunciado o Evangelho naquela cidade e feito muito discípulos, voltaram... fortalecendo a alma dos discípulos, exortando-os a permanecer firmes na fé; e mostrando que, por meio de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus” (Atos 14:21-22). Jesus revelou à igreja de Esmirna, no Apocalipse, o teor de sua missão: “Não temas as coisas que tens de sofrer” (Apocalipse 2:10).
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Chega de promessa de bênção. Quem se obriga verbalmente a dar tudo, se adorado, é o diabo, nunca Deus (Mateus 4:9). A espiritualidade judaico-cristã não se estabelece sobre utilitarismos. Deus não quer adoração por aquilo que Ele dá, mas por quem Ele é.
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No livro de Jó, Satanás fez uma acusação gravíssima contra Deus. Ele tentou incriminar Jeová por só ser amado por Seus filhos por suborno: “Porventura, Jó debalde teme a Deus?” (Jó 1:9). A narrativa poética do livro inteiro deixa claro que o Senhor não era amado por Suas inúmeras bênçãos sobre a vida e a família de Jó que ainda exclamou: “Nu saí do ventre de minha mãe e nu voltarei; o Senhor deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor!” (Jó 1:21).
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Chega de promessa de bênçãos. A virtude cristã que se deve buscar prioritariamente é justiça. No Sermão da Montanha, os que tiverem fome e sede de justiça serão fartos (Mateus 5:6). Quando o cristianismo destaca a promoção da justiça, todas as demais bênçãos se tornam secundárias (Mateus 6:33). Aliás, não existe pregação legitimamente evangélica sem a busca do direito: “O reino de Deus não é comida, nem bebida, mas justiça e paz e alegria no Espírito Santo” (Romanos 14:1).
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Antes de quererem para si a benevolência do Senhor, os crentes deveriam almejar a promessa de Isaías 61:3: “A fim de que se chamem carvalhos de justiça, plantados pelo Senhor para a sua glória.” A Igreja Evangélica cresce velozmente no Brasil, mas será que percebeu todas as implicações do que significa seguir a Cristo?
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Soli Deo Gloria.
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Rev. Ricardo Gondim
Editado Por Diácono Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro.
www.reierei.blogspot.com

quarta-feira, outubro 22, 2008

DEUS E O CONHECIMENTO

EDIFICAÇÃO
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A relação do homem com a Natureza ou com Deus não pode ser sobrenatural, porque o deus sobrenatural não é natural, é uma ficção criada pelo homem. Deus não pode ser tampouco exclusividade deste ou daquele agrupamento, por ter forte relação com o homem, com qualquer homem, e com a Natureza, e com a harmonia, e também com a arte. Cada sentido é um dom divino, escreveu Bandeira. E a vida deveria ser feita de arte, que é divina, como o dom de reconhecê-la, por ser a beleza uma revelação.
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Deus não escreve livros, escreve homens, naturezas, o Universo. Este é o Verbo Divino. Homens escrevem livros, e a linguagem humana provem daquela – a ancestral - pois visa nomear uma escritura maior. E de onde provêm as diversas línguas criadas pelos homens? A linguagem - as palavras que deveriam ser utilizadas para nomear O Verbo e para que os homens se unissem neste trabalho - passou a ser instrumento de dissensão. Então surgiram as línguas, os afastamentos, a linguagem decaída, a babélica.
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Se a palavra escrita é o corpo físico do pensamento, para se chegar a ele – que é invisível, incorpóreo, poderemos fazê-lo através dela. Se o corpo físico do homem, o visível, o palpável, guarda em suas profundezas uma inteligência, uma sensibilidade, uma essência invisível e intocada, ele também - o espírito humano - assemelha-se ao pensamento, à essência invisível da palavra. “O essencial é invisível aos olhos”, escreveu o inspirado piloto francês.
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Assim, o espírito, como o pensamento – invisíveis e essenciais que são, como os sentimentos, os sonhos e as recordações, deveria merecer de nós uma atenção maior. E como ocupar-se mais de si mesmo? Como conhecer-se melhor? A tarefa não é fácil, mas também não é impossível; começando por deixar de se ocupar tanto dos outros e do que nos cerca, cultivando um olhar reflexivo e auto-observador. Somos especialistas na observação do que acontece ao nosso redor, mas ausentes de nós mesmos. Não chegamos a aproveitar as lições do que nos cerca para aperfeiçoar nossa própria pessoa, que é o que mais deveria nos interessar.
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Não somos muito diferentes de um pensamento que pode ser bom ou mau; que necessita reproduzir-se para sobreviver como espécie; que pode evoluir nos curtos anos de vida física. Deus quer que o ser humano use a sua inteligência e o seu coração para se aproximar da Verdade que se confunde com o aperfeiçoamento humano. Ele não é o pai vingativo que atemoriza seus filhos e se regozija com guerras fratricidas que os insensatos dizem fazer em Seu nome.
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Lutar pela liberdade própria e social, procurando respirar as verdades imanentes à natureza, e as que brotam da própria inteligência e do próprio coração, é a sensata e eloqüente postura do aprendiz que, apesar de reconhecer as suas limitações, não se conforma com a imobilidade e a submissão. Para que não sejamos letra morta num livro inútil e sem vida, deveremos aprender a escrever a própria história com letras visíveis e invisíveis, como autores e atores, ao invés de espectadores passivos a assistir aos dramas vividos por tantos que sofrem por não pensar, por falar línguas diversas, por estar sempre a se desentender. E talvez possamos recuperar a linguagem perdida que na infância da humanidade sabíamos tão bem pronunciar.

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Canal Shvoong - Holdings. Tel-Aviv-Jaffa - Israel
Nagib Anderáos Neto. Membro Shvoong.
Editado Por Diácono Rilvan Stutz. Membro Shvoong.
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro
www.reierei.blogspot.com