Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

quarta-feira, agosto 27, 2008

A LUTA CONTRA A DEPRESSÃO E A TRISTEZA

CUIDANDO DA SAÚDE
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Fechar os olhos para a realidade e aceitar a ficção que criamos ou que nos é imposta constitui a verdadeira cegueira espiritual. Saber significa ver a realidade, penetrar em sua superfície e aproximar-se da verdade. Liberar-se da cegueira da ilusão implica afastar-se da crença que é oposta à realidade, à verdade. Assim, não pode haver outra fé que não seja em si mesmo; nenhum ídolo haverá de resolver os nossos problemas. A fé no que se ignora significa submissão.
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Por este motivo os tiranos esmeram-se por fabricar ídolos de mentira que os ajudem a submeter as pessoas humildes e simples e tristemente adjetivadas como de boa fé. O autoconhecimento implica o afastamento das ilusões para que se possa chegar a ser consciente e aproximar-se da realidade. A salvação humana encontra-se neste caminho de afastamento da ilusão, e ninguém poderá realizá-la por nós. As ilusões que se avolumam levam às desilusões que muito tem a ver com depressão e a tristeza.Aprender a viver próximo da realidade é uma forma de estar próximo da felicidade.
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A vida se amplia quando nela colocamos muitas atividades, muitas possibilidades de realização. E se algum fracasso sobrevier, coisa que invariavelmente acontece, ele pode transformar-se na base de um futuro acerto. O essencial é procurar estar sempre próximo da realidade. Muitos problemas que enfrentamos são criados por nós mesmos, por nossas imprevisões, por nossas ilusões, por nossa ignorância.
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A felicidade pode estar muito perto de nós e não a vermos por causa da cegueira intelectual que nos impede contemplar a vida, as pessoas e o mundo com outros olhos, novos olhos que reconheçam em seus detalhes os verdadeiros momentos de alegria e felicidade: um amanhecer, uma amizade, um pequeno aprendizado, pois viver é, ou deveria ser para nós, um grande motivo de alegria e felicidade. Assim, a fé no futuro deveria significar a fé em nós mesmos pelo que formos capazes de fazer por nossas vidas.

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Especial Dr. Nagib Anderaos Neto
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteria do Rio de Janeiro

terça-feira, agosto 26, 2008

A CRUZ ESTÁ VAZIA

EDIFICAÇÃO
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Em que você pensa quando ouve ou lê a palavra cruz? A maioria das pessoas pensa exatamente numa cruz e, via de regra, associamos a cruz a Jesus. Mas, eis a questão: a cruz está vazia ou Jesus ainda está nela?
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Muitos crentes vêem Jesus como o Filho de Deus em forma de um homem natural, que venceu a morte porque Nele não foi achado pecado, mas guardam-No com a imagem do corpo moído, ferido e ensangüentado, seminu, com uma coroa de espinhos e crucificado. Amados irmãos, observe que no Velho Testamento não existe a palavra “cruz”. Nem sequer o profeta Isaías, que foi o profeta que mais se reportou à vinda de Jesus Cristo, mencionou esse adjetivo.
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Sem dúvida, a cruz pode ser vista como um símbolo da nova aliança de Deus com a raça humana, por isso a menção no Novo Testamento: os judeus, amados do Pai e povo escolhido de Deus, e os gentios, também amados do Pai, que somos nós, reconciliados e unidos como um só povo pela cruz de Cristo (Efésios 2:16). Mas o sacrifício de Jesus, que está em nossa memória e que celebramos com alegria através da participação na Santa Ceia, é passado. Sim, é passado. Já aconteceu, já foi consumado. O sacrifício já aconteceu e Cristo morreu pelos nossos pecados, para que tenhamos vida e vida com abundância.
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Não é necessário Cristo ser crucificado novamente para perdoar-lhe mais uma vez e, no entanto, não raro vemos irmãos, arrependidos de seus pecados, mas que ainda sentem-se indignos de congregar por causa de seus erros. E eu pergunto a esses irmãos: quantas vezes Jesus teria que ser crucificado para que seus pecados fossem perdoados? Amados, não subestimem o sacrifício da cruz. Não olhe para Jesus como se fosse um pobre coitado, mas sim, olhe-O como o Leão da Tribo de Judá. O Rei dos Reis. O Senhor dos Senhores.
E, dessa forma, arrependido de seus pecados, volte-se para Jesus e tome posse do perdão do Pai, quantas vezes forem necessárias.
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Mas graças a Deus que, tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues. E, libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça” (Romanos 6:17-18).
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Luciene de Oliveira Maria
Primeira Igreja Batista de Moça Bonita
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio

CIÊNCIA É VIDA

CUIDANDO DA SAÚDE
OPINIÃO
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Desde a Antiguidade Oriental, povos egípcios já desenvolviam conhecimentos científicos, tais como a mumificação, o uso de plantas medicinais, a acupuntura, entre outros. Muitas doenças que aos nossos antepassados eram incuráveis, hoje nos são perfeitamente normais e tratadas de maneiras bem simples. Sim, muitas vidas vêm sendo salvas ao longo desse período, portando seria um tanto errôneo argumentar sobre os males que a ciência nos causa.
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Afinal, o que seríamos sem a ciência? Quanto tempo viveríamos? Ora, se tivéssemos uma gripe nesse exato instante, tomaríamos alguns analgésicos e esperaríamos por uma melhora. Porém, caso ficássemos resfriados há alguns séculos, certamente estaríamos todos alarmados aguardando nossa morte. Não, não é uma hipérbole. Os métodos eram tão arcaicos que, por exemplo, quando havia duas pessoas adoentadas no mesmo local, elas eram isoladas dos outros e tratadas com o mesmo medicamento, sendo que, na maioria das vezes, só uma delas realmente sofria daquela enfermidade a qual o medicamento tentava combater.
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Hoje, a ciência nos permite um diagnóstico preciso do paciente, sem termos de "adivinhar" o que se passa. A expectativa de vida desses povos era de 30 anos. Hoje, é de quase 80. Se agora possuímos tudo - ou quase tudo - que necessitamos para viver em perfeita harmonia, por que, então, não aproveitamos? Porque, é claro, existem leis as quais não permitem que a ciência seja utilizada de maneira indiscriminada, pois estamos nos referindo a vidas. No caso da pesquisa com células embrionárias, seria correto dizer que os embriões, meros ovócitos fecundados e congelados, já são seres humanos? Terão eles as mesmas sensações que podemos ter a partir do momento o qual nascemos? Óbvio que não, mas órgãos jurídicos, valendo-se de seus valores religiosos, insistem nessa idéia, dando, mais uma vez, vitória ao atraso.
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Os embriões, depois de certo tempo, tornam-se inutilizáveis e, em vez de serem descartados, poderiam, nesse exato instante, estar salvando a vida de alguém. A ciência é, sim, um bem necessário. Fazê-la "travar" por aspectos que nem ao menos têm um fundamento real é fazer o contrário do que devemos. Se os povos antigos também fossem tão escrupulosos, talvez ainda estivessem esfregando pauzinhos para fazer fogo. É fato que a ciência salva vidas, assim como também nos diferencia de nossos antepassados. Portanto, devemos dar sempre um passo a frente para que as próximas gerações desfrutem - e aprimorem - nossa metodologia.
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Amanda Blaskoski
Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio

segunda-feira, agosto 25, 2008

CELEBRAÇÃO DA DISCIPLINA

EDIFICAÇÃO
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Romper com a superficialidade da vida moderna é uma proposta que ensina através de disciplinas centrais para o cristianismo viver uma vida plena. Livrar o homem do autoflagelo: egoísmo e vaidades e da opressão externa: imposição e medo.
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Através de uma vida de meditação, principalmente sobre a palavra de Deus que nos permita enxergar com clareza o rumo que estamos dando a nossas vidas e nos orientarmos corretamente segundo nossos valores e segundo a direção de Deus. Sensibilizados por essa meditação somos levados a uma vida de oração onde reconhecemos nossas falhas e permitimos que Deus nos conduza a um caminho de transformação e perfeição. O jejum é um recurso concomitante a oração que nos leva a uma entrega total a Deus, desde que o jejum tenha o objetivo de cultuar a Deus e não buscar somente benefícios próprios.
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O fator que por vezes impede o desenvolvimento pleno das disciplinas anteriores é a falta de estudo. Estudo é a disciplina que nos permite consolidar as experiências anteriores nos levando a uma transformação total que nos leva a substituir hábitos degenerativos por hábitos vivificadores. O estudo é diferente da meditação. A meditação tem enfoque devocional (saboreia o conteúdo) diferente do estudo que é analítico e busca explicar o objeto analisado. Não devemos apenas estudar muito, todavia agregar experiência naquilo que lemos e observamos lembrando que o objetivo maior da disciplina do estudo é a transformação interior do homem e não a simples pureza doutrinária.
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As 04 (quatro) primeiras disciplinas são intituladas por disciplinas interiores por terem um caráter mais intrapessoal, todavia existem as disciplinas exteriores, que versam sobre a vida interpessoal. A 1ª (primeira) disciplina é a da simplicidade. O autor de forma primorosa nos convida a viver uma vida de liberdade e não de servidão. Utiliza diversos textos bíblicos para nos mostrar que devemos estar livres das ansiedades da vida e buscar em primeiro lugar o Reino de Deus e sua justiça e crer que as demais coisas nos serão acrescentadas. Nos exorta que viver fora da simplicidade é viver em servidão, pois não conseguimos tomar decisões racionais e sadias em todo momento, porque por pressão e medo consciente ou inconsciente somos levados a tomar decisões para agradar os outros com receio do que pensem de nós ou para sustentar determinado status.
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O mais desafiador nesta disciplina é o convite que o autor nos faz para desacumular. Em plena ascensão e incentivo ao consumo exarcebado somos desafiados a adquirirmos somente o necessário e o que temos em excesso compartilhar com os que nada possuem. A disciplina da solitute nos ensina a ouvir a voz de Deus e permite-nos a estarmos verdadeiramente presentes com as pessoas quando estamos com elas. Mostra –nos que é melhor nada falarmos do que pronunciar palavras frívolas.
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A submissão é uma das disciplinas mais negligenciadas nos dias atuais. O homem em busca de sua auto-realização quando não passa por cima dos outros comete a negligência da indiferença. Jesus nos ensinou que aquele que quiser ser o maior este que seja o servo de todos. Servir exige sujeição a autoridade e a bíblia nos exorta a considerar a todos maiores do que nós. Mesmo Davi tendo sido ungido rei e por diversas vezes tido a oportunidade de matar seu grande inimigo o rei Saul ele disse que jamais se levantaria contra uma liderança que tinha sido instituída por Deus, mesmo este rei que estava em desobediência a Deus.
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Por essa atitude Davi foi honrado sobremaneira. Precisamos valorizar e amar nosso próximo e servi-lo como criatura feita à imagem e semelhança de Deus.A última disciplina exterior é o serviço que conjuntamente com a submissão nos permite além de estarmos em integridade com nosso próximo nos leva a sermos um canal de bênção para eles.
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Acopladas as disciplinas interiores e exteriores temos as disciplinas associadas que são: A confissão,a adoração,a orientação ea celebração. A confissão de nossas falhas e fraquezas nos libera para uma vida de cânticos e adoração a Deus. A adoração nos prepara para uma vida de orientação a outras pessoas e, por fim o rol destas disciplinas exercido produz o que o autor chama de celebração e eu complemento dizendo que é a celebração da vida da esperança e do amor. Sejamos perseverantes na pratica destes princípios.
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Fonte Shvoong
Adaptação: Por Rilvan Stutz
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro