Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

domingo, janeiro 20, 2013

OS ESCOLHIDOS


             EDIFICAÇÃO
 







Desde menino me perguntava sobre a tal “Salvação”, bem mais velho entendi os ensinamentos do Senhor e “Seus Escolhidos”, dei o passo a frente, hoje conheço Meu Pai Criador e Seu Filho Amado. Hoje sei por que fui escolhido, hoje conheço a graça redentora que o Mundo rejeita em sua maioria. Hoje sou feliz, pois a graça Do Pai me  ‘Abraçou!”.


Não por méritos pessoais, pois todos somos pecadores, e, destituídos fomos da glória de Deus, desde o Éden, onde, também, foi anunciada a divina promessa salvadora de toda criatura de Deus Pai.


Todos nós que já aceitamos a “salvação” e como criação de Deus, fomos por ele escolhidos e abençoados, sim, passamos a conhecer com clareza, a verdade sobre a libertação, pois o efeito da Graça, minha Salvação se confronta selada e confirmada pelas Escrituras Sagradas, pela atuação divina. Hoje, graças  a Deus, podemos dizer  que entendemos  o verdadeiro milagre da salvação.

 Grandes maiorias dos homens estão errando o “alvo da salvação”, muitos insistem em pagar um preço por ela... Como por exemplo, através de boas obras ou de caridades, através de reencarnações, através do cumprimento de promessas, do cumprimento de leis, através de sacrifícios, e assim com procedimentos enganosos, conforme o seu querer se enganam, ficamos tristes e rogamos por todos eles em oração.


Tudo que afirmo até aqui, não conduz, em hipótese alguma, a criatura humana a salvação, simplesmente porque, aprouve a Deus, nosso Pai, ter estabelecido que a salvação seja de graça: "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie".



Após o fiel cumprimento da promessa de Deus Pai, no Jardim do Éden...  O Senhor determinou se referindo na promessa, o qual esmagaria a cabeça da serpente... Sim, a ordem do seu Filho Jesus Cristo foi anunciada a todas as Nações. Jesus ordenou: "Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura”. “Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado".



NA PRISÃO COM O APÓSTOLO PAULO


Temos como testemunho Bíblico, nosso grande Apóstolo Paulo, quando em certo tempo na prisão, nunca negou sua missão, procurou ser “quase perfeito junto a Cristo”.  Sua regra de pregar era sua “fidelidade ao Mestre”, o “Ide”. Naquele momento, preso, mesmo assim não se limitou.



O Apóstolo respondendo ao carcereiro em certo momento, o impressionou com o que viu, ouviu e sentiu no cárcere, em virtude dos acontecimentos sobrenaturais, como o tremer de todo o cárcere o destrancar de portas e cadeados, todos ali sentiram o “Poder do Deus Vivo”. Este “fato” abalou a todos que ali estavam atordoados  perguntavam: “Senhor o que é necessário que eu faça para me salvar?"  Tendo ouvido a seguinte resposta: "Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo tu e a tua casa."  Só Jesus Cristo salva!


O principal objetivo deste tópico é fortalecer a fé no que a Bíblia diz acerca de Jesus Cristo, e enfatizar o que Ele realmente representa na nossa vida.



Jesus como homem sentiu as dores do sofrimento humano, e como Deus pode suprir todas as nossas necessidades. O Senhor Jesus Cristo é divisor de águas de nossas vidas e da história, o único cuja história afeta a vida humana. Ninguém pode ficar alheio á sua vida e obra. É o nosso modelo em tudo, a Bíblia diz que em tudo foi perfeito, é nele que devemos nos inspirar.



Não existe argumento convincente para não crer em Jesus. Ele continua vivo e tem todo o poder no céu e na terra. A grandeza do nome de Jesus pode ser visto na Bíblia, na história, nas artes, no nosso dia a dia e principalmente no testemunho pessoal de seus seguidores. Mesmo sob perseguições esse nome atravessou os séculos e com a arma do amor fundou o maior império da história e o único que não será destruído.


Se você ainda não aceitou ao Senhor Jesus como seu Salvador, faça-o agora mesmo, confessando a Ele os seus pecados, e tenha uma vida renovada na presença de Deus. Veja o conselho Bíblico:

“Porque, se com tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo" (Romanos 10:9).







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terça-feira, janeiro 15, 2013

SONHOS

             EDIFICAÇÃO

         








É possível afirmar com plena convicção que não há sequer um ser humano que viva sobre a face da Terra sem cultivar algum sonho em seu coração. Esta é uma afirmação irrefutável: Todos nós temos sonhos! Claro, há diferentes dimensões e maneiras para se classificar sonhos, mas isso não muda o fato de que os temos e sempre os teremos. Há quem tenha sonhos grandiosos, quase devaneios, outros têm sonhos mais simplórios, e há, até mesmo, aqueles que supostamente já desistiram de sonhar. O tamanho dos sonhos que podemos gerar em nosso coração está intimamente ligado às percepções do mundo que fomos submetidos durante o período de formação da nossa personalidade.



Quero, na verdade, falar sobre sonhos no sentido de projetos de vida, anseios de alma que nutrimos, muitas vezes, por toda nossa existência consciente, mas que, quem sabe, ainda não tenhamos alcançado. Durante a nossa jornada neste mundo é inevitável pensarmos, muitas vezes, que talvez jamais consigamos alcançar nossos sonhos. Quando nos sobrevêm estes pensamentos, é comum refletirmos sobre a viabilidade daquilo que traçamos como ideal de vida e, não raro, abandonamos nossos projetos por julgá-los grandes demais pra nós, assim como fazemos com a vaga na fila do caixa que demora mais do que nossa paciência nos permite perseverar.



Segundo a psicologia moderna, os primeiros anos de vida de uma pessoa são decisivos para a gênese de sua futura personalidade. Quando ainda éramos bem pequenos, mesmo que não tivéssemos ciência disto, éramos como pequenas esponjinhas absorvendo e armazenando todas as informações que recebíamos do mundo externo para, mais tarde, novamente externarmos tudo aquilo que formou em nós uma maneira de ver e lidar com o mundo e, claro, de lidar com o mundo que não vemos. Só parafraseando, é exatamente por isso que ouvimos tantas pessoas afirmar que não crê na existência de Deus, mesmo não possuindo nenhum argumento que defenda sua tese, pois, possivelmente, elas foram submetidas ao ceticismo por seus educadores quando sua personalidade ainda estava em formação.



A verdade é que Deus só pode fazer grandes planos se eles envolverem pessoas que tenham estrutura para sonhar grandes sonhos, mas isso não é fácil de encontrar. Ele escolheu a nós, criação Sua, para sermos a executiva de Seus planos aqui neste mundo físico. Como diz a Bíblia, é impossível uma videira dar figos ou uma figueira dar olivas, por isso também é impossível alguém que não tem grandes perspectivas de vida alcançar grandes posições na vida. É esta condição interior do ser humano que define o campo de ação de Deus em sua vida.



Para entendermos a magnitude dessa realidade aos olhos de Deus e à luz da Bíblia, usaremos um dos maiores exemplos históricos do que é ser alguém que não viu e não impôs limites para sonha-lo de Deus na vida do homem. Este alguém é José, filho Jacó.



O versículo 3 do capítulo 37 do livro de Gênesis, nos mostra de onde veio o fundamento, a base sólida do caráter visionário de José: “E Jacó amava a José mais do que a todos os seus filhos, porque era filho da sua velhice”. A Palavra de Deus mostra que José foi concebido e criado com muito amor. O amor e a aceitação dos pais são o alicerce para a construção de uma auto imanem sadia. Portanto, este versículo 3 é a prova de que a psicologia moderna é correta ao afirmar que o caráter e a visão de mundo de um indivíduo são determinados por seus tutores, ainda nos primeiros anos de vida.



A base de amor incondicional e fé dada a José por seus pais permitiu a Deus sonhar grandes sonhos em sua vida, desde que ele era um garoto. A Bíblia nos conta em Gênesis 37:5 que, quando ainda era muito jovem, certa noite José teve um sonho. Ao acordar, perplexo e ignorante sobre seu significado, cometeu o primeiro erro que jamais devemos cometer com nossos sonhos: contou para toda a sua família o que tinha sonhado. A Bíblia relata em Gênesis 37:8 que seus irmãos, que já nutriam certo desafeto por ele ser o predileto de seu pai (37:4), foram tomados pela inveja e insegurança que o significado daquele sonho pudesse representar. Este é o erro mais básico e imaturo que jamais devemos cometer! Se quisermos trazer nossos sonhos à realidade algum dia, temos que aprender este primeiro princípio: Devemos guardá-los SEMPRE só para nós mesmos.



José não sabia deste importante princípio por talvez não ter tido ninguém que o ensinasse, ou nenhum caso precedente que o admoestasse a respeito. Fato é que nós, hoje, temos este ensinamento com a vida do próprio José, que pagou um altíssimo preço por causa deste erro capital. Como se não bastasse, José persistiu nesse erro.



O garoto sonhador (como era chamado por seus irmãos) teve então um segundo sonho, relatado em Gênesis 37:9-11. Mesmo que José não entendesse o significado, Deus já mostrava que tinha algo grandioso escrito para sua vida. Ele podia não entender, mas certamente sentem que aqueles não eram sonhos convencionais e sem importância como os tantos outros que já havia tido. Justamente por isso, em sua lúdica inocência foi procurar esclarecimento com aqueles que, supostamente, o amavam: seus próprios irmãos. O resultado de seu inocente ato? Ser lançado em uma cova e ser vendido como escravo por seus próprios irmãos! Aqui aprendemos nosso importante segundo princípio: Muitas vezes nossos maiores inimigos estão dentro da nossa própria casa!



Quantas vezes somos surpreendido por aquele parente que tanto estimamos falando mal por nossas costas? Ou aquele colega de trabalho que achávamos uma pessoa bacana, fazendo intriga com nosso chefe pra tentar tomar nosso lugar? Ou pior, mas infelizmente mais ainda comum aquele irmãozinho “benção” da igreja que tenta malignamente nos difamar só pra sermos afastados do ministério e, então, ele tenha o caminho livre pra ser “consagrado” em nosso lugar?



Em todos os casos citados acima vemos os irmãos de José que podemos ter em nossa vida. Justamente por isso, somos obrigados a não esquecer jamais este segundo princípio, pois na maioria das vezes não temos como saber quem, dos que estão a nossa volta, é Ruben e quem é Judá.



Entre o capítulo 37 e 40 de Gênesis vemos que a história da vida de José foi de profundo sofrimento e injustiça, mas não de amargura e desilusão. Vemos um jovem traído, humilhado, vilipendiado, injustiçado e difamado, mas jamais vimos um José amargurado, violento, maldizente e desiludido. Deus tinha grandíssimos sonhos com a vida daquele rapaz e que, por sua vez, não deixara de crer e sonhar que sua sorte iria mudar mesmo, passando por tudo o que passou. Aqui aprendemos nosso, não menos importante, terceiro e último princípio: Quem tiver grandes sonhos para realizar, se prepare para enfrentar grandes batalhas sem retroceder!



De onde vinha a força de José para continuar lutando? Como ele conseguia não murmurar diante de toda a sua desgraça? Em que esse jovem se agarrava pra não perder a fé de que Deus ainda olhava por ele? Quantos de nós suportaríamos um décimo do que suportou José sem sequer abrir a boca pra questionar a Deus o porquê de tudo aquilo? A diferença entre a vida José e a de muitos de nós é, justamente, a semente que foi plantada durante a constituição de seu caráter ou de sua fé, aquilo que tiver ocorrido primeiro.



A vida deste homem é realmente intrigante. Ainda muito jovem, foi lançado fora como um saco de roupas velhas que sua própria parentela não queria mais. Foi vendido como escravo a um povo e uma terra muito distantes da sua. Por ter aprendido a não abrir mão de seus sonhos, agiu como um nobre, sofrendo injustiças sem ousar defender-se a si mesmo. De um momento a outro, sem sequer imaginar, foi elevado ao trono, ao segundo posto mais alto da nação onde servia como escravo!



O Senhor Jesus nos disse que para entrarmos no Reino dos Céus deveríamos ser como crianças. Sabe o que Ele quis dizer com isso? Crianças têm a faculdade de aprender o que queira a vontade de seu educador. Crianças não sabem o que é desilusão. Crianças desconhecem limites para sonhar. Crianças têm fé e não duvidam que coisa alguma seja possível.



Você tem algum grande sonho em sua vida e acha impossível alcançar? Lembre-se sempre de José! Caso ache um exemplo muito remoto mudemos, então, José por nosso atual presidente, Luis Inácio Lula da Silva: de um simples operário assalariado, oriundo de uma família muito humilde, a presidente da República, o posto mais importante de uma nação presidencialista. Claro que isso não aconteceu da noite para o dia, tampouco aconteceu sem sangue, suor e, por que não, muitas lágrimas, mas este é o preço a ser pago por quem almeja grandes coisas, tanto na vida secular, quanto na vida com Deus. Eu tenho certeza que ele jamais deixou de acreditar em seus sonhos, mesmo quando teve um de seus dedos amputados por um acidente de trabalho.



Alguém ou alguma situação em sua vida conseguiu amputar os seus sonhos? Torne-se como criança outra vez e volte a acreditar que é TUDO é possível, como o próprio Senhor Jesus disse: “Se tu podes crer tudo é possível ao que crê.” (Marcos 9:23).


Que a Paz e os Sonhos de Deus sejam reais sobre nossas vidas








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sábado, janeiro 12, 2013

HISTÓRIA DA LITERATURA

           MENSAGEM

      










A história da literatura estuda os movimentos literários, artistas e obras de uma determinada época com características gerais de estilo e temáticas comuns, assim como todas as modificações ocorridas nas produções literárias e sua sucessão ao longo da evolução da sociedade no tempo.


Como todas as outras artes, a literatura reflete as relações do homem com o mundo e com seus semelhantes. Na medida em que essas relações se transformam historicamente, a literatura também se transforma, pois sendo sensível às peculiaridade de cada época, tende a problematizar a existência, questionar a realidade e idealizar a organizar e convivência social etc. 

Por isso,as obras de um determinado período histórico,ainda que se diferenciem umas das outras,possuem certas características comum que as identificam.Essas características dizem respeito tanto á mentalidade predominante na época quanto ás formas, ás convenções e ás técnicas expressivas utilizada pelos autores.



Chamamos de escolas literárias os grandes conjuntos em que costumamos dividir a história da literatura. Essas divisões tem uma função, sobretudo didático, ajudando-nos a compreender as transformações da arte literária ao longo do tempo.
 
As mudanças desses estilos, no entanto, não acontecem abruptamente. É comum haver um período de transição. Portanto, os estilos não admitem limites cronológicos rígidos. O que é um contínuo modificar-se, um processo dinâmico.


Não se pode dizer que há a simples substituição de estilo. As características de um período sobrevivem em outro. Se há substituição de algumas delas, podem-se identificar zonas fronteiriças em que as características se interpenetram, dificultando o estabelecimento de limites.


Estilos individuais

Classificar um autor como participante de um ou outro período literário é uma preocupação de natureza didática ou científica.


Cada poeta ou prosador tem uma marca pessoal que o diferencia dos demais. Essa marca é o seu estilo individual.


Ao se expressar, cada pessoa, utilizando-se de seu estilo individual, faz escolhas entre as infinitas possibilidades que a língua oferece.
  
Na literatura, o estilo se coloca a serviço da criação artística e se manifesta, por exemplo, na seleção de palavras em função da carga afetiva, do sentido (literal ou figurado), do valor expressivo das rimas, do ritmo, e da sonoridade, na organização textual, no uso de inversões e repetições.
 
Cada autor desenvolve seu estilo pessoal e imprime em seus textos um modo muito particular de se expressar fazendo uso da língua.


Todo artista vive numa determinada época e suas obras refletem de algum modo o espírito de seu tempo e de sua sociedade. Isso faz com que as obras literárias de artistas de uma mesma época histórico-cultural apresentem características comuns, tanto na forma, quanto no conteúdo.


Apesar de apresentarem afinidades com os estilos predominantes em suas épocas, os grandes escritores procuram produzir obras originais, transcendendo então as características dos períodos literários a que estão associados.


Além disso, a obra de um mesmo autor pode, por exemplo, apresentar traços românticos em  certo momento e, depois, mostrar-se marcadamente realista. É o caso de Machado de Assis. Seu livro Crisálidas (1864) apresenta versos ainda românticos, mas ele é considerado, nos livros de história da literatura, o principal representante do Realismo brasileiro.


Essas marcas coletivas, essas semelhanças de autores dessemelhantes, constituem os estilos de época ou Escolas literárias.


Cada escola literária pressupõe uma estética, isto é, uma maneira peculiar de entender e fazer arte. Assim, as expressões escolas escola literária, estilo de época e estética costumam ser usados como sinônimos.

Estilos de época:
Em um dado momento, convivem diversos autores, portanto diversos estilos individuais.

Notam-se, no entanto, certas afinidades entre as obras de uma mesma época, semelhanças, por exemplo, quanto à linguagem, aos temas abordados, ao modo como se apropriam da realidade e a recriam, à visão de mundo e do ser humano. Assim como cada autor tem seu estilo individual, cada época também tem seu estilo, identificado pelas características predominantes nas obras produzidas nesse período, ou seja, coexistem, num mesmo momento histórico, estilos individuais e o estilo de época, também chamado de movimento literário. Pode também ocorrer a convivência de estilos de época distintos em um mesmo momento. Um exemplo: na segunda metade do século XIX, paralelamente ao Realismo e ao Naturalismo na prosa, manifestou-se, na poesia, o Parnasianismo.


Como a realidade muda sempre, muda também o modo como o ser humano percebe essa realidade e como se relaciona com ela. Isso reflete tanto nos estilos individuais quanto nos estilos de época.


Enfim, há um diálogo constante entre as estéticas literárias, assim como há também um diálogo que se estabelece entre a literatura e o contexto histórico-social e entre a arte literária e outras artes.


Procurando principalmente facilitar a compreensão dessas transformações da arte literária, estudiosos, relacionando critérios sócio-históricos e estéticos, preocupam-se em dividir a história da literatura e nomear os vários períodos literários, aos quais correspondem estilos de época específicos.


Assim como, na História Geral fala-se em Idades (Idade Média, Idade Moderna), na História da Literatura temos certa quantidade de Escolas Literárias em blocos chamados Eras. As Eras Literárias relacionam-se culturalmente com as idades históricas.









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