Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

sábado, junho 23, 2012

O CAFÉ

MENSAGEM








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Rede de Divulgação


Um pastor da Etiópia (África) chamado Kaldi notou que suas cabras ficavam mais espertas quando comiam as frutinhas vermelhas de um determinado arbusto, e resolveu experimentar, e percebeu que o deixava mais ativo para o trabalho.

Sabendo disso um monge das proximidades usou como infusão para ver se conseguia ficar acordado à noite para rezar e conseguiu isso ocorreu no século VI. Desde então a descoberta estava feita, e começou assim pelo Oriente até chegar a Pérsia.

Os primeiros a torrar os grãos foram os árabes que espalharam pelo mundo, e deram o nome de Kahwah, que quer dizer na língua deles força.

Foi graças aos holandeses que o café ficou conhecido no mundo, isso ocorreu no século XVII, ele foi consumido inicialmente como remédio para vários males. A partir desse século o café passou a ser uma bebida.

No Brasil, o café chegou em 1727, por Francisco de Mello Palheta, vindo da Guiana Francesa, a desculpa era que teria vindo para resolver questões de fronteiras, mas acredita-se que tinha interesse do governo em algumas sementes plantadas na região de grande valor comercial.

O galante Palheta conquistou a mulher do Claude d´Orviller, o governador da Guiana Francesa. Ao se despedirem, a madame deu de presente um vaso no qual veio cinco mudas de café e algumas sementes. Então foi assim que se deu uma das maiores riquezas do país, cultivado inicialmente no norte do país, a produção só cresceu depois que chegou ao Rio de Janeiro, foi pelo Vale do Paraíba que chegou a São Paulo.

No final do século XIX, com o clima e as terras férteis das regiões transformaram o Brasil no maior produtor mundial. O café teve influência na cultura brasileira, e até hoje tem estimulado o desenvolvimento econômico.

A bebida ao longo do século ganhou fama de dar mais animo ao espírito.

A ciência provou que graças a cafeína, o café faz com que melhore o raciocínio, estimula a memória e aumenta a concentração. Os cientistas alegam que ela estimula a fabricação de noradrenalina, o neurotransmissor responsável por atuar nosso sistema de alerta, faz com que o raciocínio e os reflexos fiquem mais
rápidos, melhora a memória. Segundo os especialistas ele é um grande aliado em
tratamento de crianças que tem problemas de memorização no aprendizado.

O café contém ácidos clorogênicos, que trazem benefícios atuando no sistema nervoso central contra a depressão e o humor.

Nos anos 90 descobriu na bebida uma molécula que servia como uma chave para fechar alguns receptores do cérebro que se afinam quimicamente com o álcool, a maconha e a cocaína, e que o café podia ser usado na prevenção do consumo de drogas, diminuindo assim à vontade de consumir.

Foi pesquisado e chegaram a conclusão de que 4 xícaras diárias de café são capazes de prevenir a depressão e tendências suicidas. Ele ajuda a digestão, pois estimula a produção de suco gástrico.

Os especialistas em distúrbios do sono diz que a bebida realmente atrapalha quem quer dormir tranquilo, por esse motivo que quem sofre de insônia é bom não tomar café depois do jantar. Nesse caso, pode tomar o descafeinados, para quem não consegue ficar sem o cafezinho.

Estudos já provaram que quem é sadio aumenta a pressão arterial em três décimos, o que é insignificante pelos médicos, mas recomendam moderação para os que têm distúrbios cardíacos ou hipertensão.

A cafeína estreita as artérias dilatadas do cérebro, pois ela é a responsável pela dor de cabeça, pois muito dos remédios para combater a dor de cabeça contém pequenas doses de cafeína. A substância parece estar ligada à liberação de endorfina, neurotransmissor produzido pelo cérebro que tem efeito
analgésico.










Igreja Presbiteriana do Brasil
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Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "
Chef De Cordeiro - e-familiCynet.

quinta-feira, junho 21, 2012

CÂNTICO DOS CÂNTICOS

EDIFICAÇÃO







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Em todo o enredo bíblico, do Gênesis ao Apocalipse, a relação entre Deus e o homem se dá de uma forma crescente e intensa. No Cântico dos Cânticos esta relação é simbolizada pelo amor intenso do noivo e da noiva. Dentro do registro bíblico, o formato literário de vários oráculos proféticos, de igual forma, resume em linguagem romântica, o relacionamento entre Deus e seu povo.

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Cânticos dos Cânticos faz então a declaração de amor mais repetida em todos os tempos, dizendo: “O meu amado é meu, eu sou dele” (Ct. 2:16); declaração que também é feita por Deus, repetidas vezes, através dos profetas, dizendo: “Vós sereis o meu povo, eu serei o vosso Deus” (Jer. 30:22)..
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Na abordagem desta obra sobre Cântico dos Cânticos, passamos a interpretar o poema rastreando as "palavras chaves" de cada verso ao longo de toda a Escritura Sagrada, partindo do princípio de que esta é uma das partes das escrituras, que só pode ser interpretada, adequadamente, à luz de toda a Escritura. Assim, o nosso desejo é fazer compreender o real significado e sentimento de Cânticos, que se expressa com palavras vindas de um coração que ama.
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Desejamos ainda que o mesmo Espírito que o inspirou nos comova com o sentimento que brota dele, com a mesma intensidade e beleza, como está ali, cuidadosamente esculpido em palavras de amor, no maior cancioneiro de todos os tempos, no Cântico dos Cânticos.












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Manoel A. A. Barbosa - Shvoong.com/

sábado, junho 16, 2012

DIREITO E AMOR

=MENSAGEM









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Curioso notar que o Direito dispõe sobre muitas normas em diversas dimensões da vida humana, mas nada trata sobre o amor humano. A título de curiosidade, o revogado artigo 1.338 do Código Civil de 1916 era o único dispositivo legal em que a expressão “amor” foi empregada pelo legislador: “O gestor responde pelo caso fortuito, quando fizer operações arriscadas, ainda que o dono costumasse fazê-las, ou quando preterir interesse deste por amor dos seus”.
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O novo Código não manteve a palavra. Inclusive, consegue a rara façanha de tratar dos deveres do casamento, sem mencionar expressamente a expressão “amor”. Nesse ponto, será que existe uma relação entre o direito e o amor? E, caso positivo, no âmbito da relação conjugal, qual regra deveria iluminar as relações entre os casados: a lei natural ou a espontaneidade do amor?
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É um fato notório que, por trás de algumas posturas atuais em relação ao matrimônio, há uma clara, porém, aparente contraposição entre aquilo que se denomina como exigências do amor e o que, tradicionalmente, é chamado de lei natural. São tendências que defendem a autenticidade como um dos pilares da atuação do homem, inclusive numa relação matrimonial.
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A autenticidade estaria na espontaneidade do amor, num livre fluir da relação amorosa, marcada por uma invencível fragilidade intrínseca, algo bem retratado na famosa obra literária de Milan Kundera, “A insustentável leveza do ser” (1984), frente à inautenticidade representada pela lei, sobretudo pela lei natural, reduzida a um produto cultural de uma mentalidade ultrapassada e alienante.
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Estas tendências partem do pressuposto de que o homem é considerado um ser autêntico quando segue a inclinação espontânea que radica em si, porque toda inclinação é natural, ou seja, é conforme ao seu ser. Negam, sob outro ângulo, que a pessoa possa ter uma desordem em suas inclinações naturais, como a concupiscência.
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A desordem não teria espaço, porque, inspirado na concepção rousseauniana de natureza humana, o ser do homem não portaria nem o bem e nem o mal: há simplesmente o seu ser, que deve ser assumido tal como é ontologicamente, em virtude de sua bondade inerente.
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Eis a chamada autenticidade: uma tese pertinazmente proclamada e vivida por muitos, os quais, certamente, não acreditam que a antropologia kantiana aproxima-se muito mais da realidade posta acerca da natureza humana, dado que o homem é naturalmente capaz de fazer, além do bem, o próprio mal. E sem necessidade de sociedade, de qualquer estrutura ou mesmo instituição, que fazem apenas potencializar o bem ou o mal praticado individualmente.
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Superada a questão a respeito da possibilidade de desordem nas inclinações naturais, a espontaneidade do amor surge como a regra de ouro da ação humana. O mal está em agir sem amor. Migrado este critério ao amor conjugal, infere-se, sem muito esforço intelectual, que esta regra deva pautar as relações entre os cônjuges, já que, onde há amor espontâneo, não pode haver desordem.
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Mas aí reside o engano antropológico. Há um só amor, esse primeiro movimento da vontade que se orienta e adere intencionalmente ao objeto amado. É o primeiro movimento da inclinação natural do homem ao bem.
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Contudo, o homem tem, dentro de si, um fator de desordem em sua tendência inata ao bem, de maneira que, apesar da lei natural, goza também de uma inclinação para o mal, a chamada concupiscência. Uma vez domado por esta, o amor fica cego. E se o amor é cego, nunca acerta o alvo, como já dizia Shakespeare. Salvo melhor juízo, é o que penso.











Igreja Presbiteriana do Brasil
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Exmo Sr.Juiz André G. Fernandes-P. da Família

quarta-feira, junho 13, 2012

SABER AMAR - QUAL É A SUA?

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"Mas se tu me cativas,minha vida será como que cheia de sol”


O namoro é uma forma de convivência, onde duas pessoas que se gostam passam bastante tempo juntas. Não existe idade certa para começar a namorar, porque as pessoas são diferentes umas das outras e cada uma sente o momento certo para iniciar esta experiência. As razões para namorar podem ser diversas: amor, atração física, companheirismo, curiosidade, afinidades diversas, etc... Mas o fato é que, uma vez iniciado o namoro, surge uma boa oportunidade para conhecer melhor o outro, para fazer a descoberta do verdadeiro outro. Durante o tempo de namoro, o amor se desenvolve e se aperfeiçoa.

Todos nós temos “duas facetas” de nosso ser. Uma é nosso o jeito que nos vestimos, o como parecemos. A nossa outra "faceta”, é o como somos, “de verdade”, o nosso “por dentro" (nosso interior), que poucas pessoas conhecem ou enxergam e que não muda quando trocamos de roupa.

É exatamente durante o namoro ou em uma amizade profunda e real que temos a oportunidade de conhecer o outro e de nos dar a conhecer “por dentro”. Como vocês podem lembrar, isto é justamente o assunto n°1 das tarefas da adolescência: “Desenvolver relacionamentos mais significativos com pessoas de ambos os sexos”. Portanto, faz parte do nosso desenvolvimento ter grandes amizades e namorar.

Vocês podem se dar conta que para se conhecer o outro “por dentro”, é necessário tempo e esforço, não havendo possibilidade de enganos, pois o relacionamento entre duas pessoas que se querem bem não pode se basear em dados falsos, sob pena de se tornar um relacionamento mentiroso, que não dura muito tempo, pois “a mentira tem pernas curtas”. Tempo para conhecer o outro com profundidade (pode vir a se tornar o pai/mãe de meus filhos!!) e esforço de se dar a conhecer (às vezes não gostamos do modo como somos!!) , sem querer parecer melhor ou pior do que se é.

IMPOSSÍVEL CONSEGUIR ISTO EM UMA NOITE!

É preciso aproveitar bem o tempo que os namorados passam juntos, saindo, descobrindo coisas, praticando esportes, indo a teatros, cinemas, festivais, concertos de rock, viajando, conhecendo lugares e pessoas diferentes, enfim, criando oportunidades para observar o outro e para se deixar conhecer “por dentro”. Claro que durante o namoro, há também os tempos de maior intimidade, de demonstração de carinho, com beijos, abraços e carícias. Mesmo que muitos namorados achem “normal” ter relações sexuais durante o namoro, vamos conversar um pouco sobre isso. Como já falamos anteriormente, o ser humano, por ser dotado de razão, sabe escolher, decidir o que é importante para ele. Não age somente por instintos, como os animais que não têm liberdade.

Fazemos muitas escolhas na nossa vida: nossa escola, nossos amigos, nossa profissão...nosso companheiro! Essa última é, talvez a mais importante escolha que fazemos. Por esse motivo, deve ser uma escolha muito bem pensada, amadurecida, pois dela vai depender a nossa felicidade futura.

O sexo é o cume do relacionamento entre duas pessoas que se amam. Para que este relacionamento intenso seja digno de duas pessoas racionais e livres é necessário que elas estejam totalmente comprometidas uma com a outra, compromisso que para ser verdadeiro tem que ser definitivo, pois não se pode falar em amor total durante certo tempo, sob pena de não ser total. Não se pode imaginar um amor verdadeiro sem compromisso.


"Quem faz do amor um passatempo, Descobre que com o tempo, passa o amor!"

Duas pessoas livres e racionais somente deveriam chegar ao cume de seu relacionamento quando, ao terem a certeza de que "este é o único, a única" - assumissem um compromisso para sempre. Aliás, existem cada vez mais jovens que, conscientes dessas verdades esperam até o casamento para terem relações sexuais, respeitando-se mutuamente, como pessoas capazes de ter seus instintos sob o dominio da razão.

Todos sabemos que hoje em dia os adolescentes amadurecem mais cedo -do ponto de vista biológico- do que antes. Por exemplo, os jovens de hoje são mais altos do que os seus pais e estes mais do que os avós. As meninas tornam-se “mocinhas” (têm a primeira menstruação) mais cedo. vocês sabiam que no fim do século passado (imaginem, 100 anos atrás!) as meninas na Noruega se tornavam “mocinhas” em média aos 17 anos de idade?

Não se sabe com que idade as mocinhas no Brasil tiveram a sua primeira menstruação naquela época, pois não há registros disponíveis, mas hoje em dia sabe-se que a média é de 12 anos a 12 anos e meio! É lógico que a “cabeça” das mocinhas norueguesas no século passado, aos 17 anos, provavelmente também era mais madura para tomar decisões importantes na sua vida, do que a cabeça das mocinhas brasileiras aos 12 anos. E decisão importante é aquela referente ao dia em que se deve iniciar uma vida sexual ativa. “Transar” é uma decisão que comporta maturidade e responsabilidade, pois todos e todas sabem que de um relacionamento sexual pode advir crianças, que necessitarão de pai e mãe para cuidá-las.












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