Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

terça-feira, dezembro 20, 2011

A FIDELIDADE DE DEUS

==EDIFICAÇÃO







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Rede de Divulgação


A infidel
idade é um dos pecados mais proeminente nestes maus dias. Com raríssimas exceções, a palavra de um homem não é mais a sua fiança, nos negócios deste mundo. No mundo social, a infidelidade conjugal ocorre por todo lado, sendo que os laços matrimoniais são desfeitos com a mesma facilidade com que uma roupa velha é rejeitada. Na esfera eclesiástica, milhares que se comprometeram solenemente a pregar a verdade, sem nenhum escrúpulo a negam e a atacam. Nem o autor, como tampouco o leitor, pode arrogar-se completa imunidade deste pecado terrível: de quantas maneiras temos sido infiéis a Cristo, e à luz e aos privilégios que Deus nos confiou. Como é animador então, que indizível benção é erguer os olhos acima desta ruinosa cena e contemplar Aquele que, só Ele, é fiel, fiel em tudo, fiel o tempo todo.
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"Saberás, pois, que o Senhor teu Deus é Deus, o Deus fiel..." (Deuteronômio 7:9). Esta qualidade é essencial ao Seu ser; sem ela Ele não seria Deus. Pois, ser Deus infiel seria agir contrariamente à Sua natureza, o que é impossível. "Se formos infiéis, ele permanece fiel: não pode negar-se a si mesmo" (2 Timóteo 2:15). A fidelidade ê uma das gloriosas perfeições do Seu ser, É como se Ele estivesse vestido com esta perfeição; "O Senhor, Deus dos Exércitos, quem é forte como tu, Senhor, com a tua fidelidade ao redor de ti?!" (Salmo 89;8). Assim também, quando Deus Se encarnou, foi dito: "E a justiça será o cinto dos seus lombos, e a verdade o cinto dos seus rins" (Isaías 11:5).
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Que palavra, a do Salmo 36:5 — "A tua misericórdia, Senhor, está nos céus, e a tua fidelidade chega até às mais excelsas nuvens". Muito acima de toda compreensão finita está a imutável fidelidade de Deus. Tudo que há acerca de Deus é grande, vasto, incomparável. Ele nunca esquece, nunca falha, nunca vacila, nun¬ca deixa de cumprir a Sua palavra, O Senhor Se mantém estritamente apegado a cada declaração de promessa ou profecia, faz valer cada compromisso de aliança ou de ameaça, pois "Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa: porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria? (Números 23:19). Daí o crente exclama; "...as suas misericórdias não têm fim, Novas são cada manhã; grande é a tua fidelidade" (Lamentações 3:22-23).
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Há nas Escritura
s numerosas ilustrações da fidelidade de Deus. Há mais de quatro mil anos Ele disse: "Enquanto a terra durar, sementeira e sega, e frio e calor, e verão e inverno, e dia e noite, não cessarão" (Gênesis 8;22). Cada novo ano dá-nos um novo testemunho de que Deus cumpre esta promessa. Em Gênesis 15 vemos que Jeová declarou a Abraão; "...peregrina será a tua semente em terra que não será tua, e servi-los-ão... E a quarta geração tornara para cá" (versículos 13-16). Os séculos percorreram o seu curso fatigante. Os descendentes de Abraão gemiam entre os fornos de tijolos do Egito. Deus esquecera a Sua promessa? Certamente que não. Leia Êxodo 12:41: "E aconteceu que, passados os quatrocentos e trinta anos, naquele mesmo dia, todos os exércitos do Senhor saíram da terra do Egito". Por meio de Isaías o Senhor declarou: “...eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel" (7:14). De novo séculos se passaram, mas, "vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei” (Galatas 4:4).
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Deus é verdadeiro. Sua Palavra de promessa ê certa. Em todas as Suas relações com o Seu povo, Deus é fiel Pode-se confiar nEle, com segurança, Nunca houve alguém que tivesse confiado nEle em vão. Vemos esta preciosa verdade expressa em quase toda parte nas Escrituras, pois o Seu povo precisa saber que a fidelidade é uma parte essencial do caráter divino. Esta é a base da nossa confiança nEle, Mas, uma coisa é aceitar a fide-lidade de Deus como uma verdade divina, e outra coisa, muito diferente, é agir com base nisso. Deus "nos tem dado grandíssi¬mas e preciosas promessas", mas nós contamos realmente com o seu cumprimento por Deus? Esperamos de fato que Ele vai fazer por nós tudo que disse que fará? Descansamos com implícita segurança nestas palavras: “... fiel é o que prometeu" (Hebreus 10:23)?
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Há oca
siões na vida de todos em que não é fácil, nem mesmo para os cristãos, crer que Deus é fiel. Nossa fé é provada dolorosamente, nossos olhos ficam toldados pelas lágrimas, e não conseguimos mais encontrar o rumo dos baluartes do Seu amor. Os nossos ouvidos se distraem com os ruídos do mundo, arruinados pelos sussurros ateísticos de Satanás e não conseguimos mais ouvir a doce entonação da voz mansa e delicada do Senhor. Sonhos alimentados foram frustrados, amigos em quem confiávamos falharam conosco, um falso irmão ou irmã em Cristo nos traiu. Vacilamos. Procuramos ser fiéis a Deus, e agora uma trevosa nuvem O esconde de nós. Achamos difícil, impossível mesmo, à razão carnal harmonizar a Sua sombria providência com as promessas da Sua graça, Ah, alma titubeante, companheiro de peregrinação provado com tanto rigor, procure graça para ouvir Isaías 50:10; "Quem há entre vós que tema a,Jeová, e ouça a voz do seu servo? Quando andar em trevas, e não tiver luz nenhuma, confie no nome do Senhor, e firme-se sobre o seu Deus".
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Quando você for tentado a duvidar
da fidelidade de Deus, brade: "Para trás de mim, Satanás". Ainda que você não possa harmonizar os misteriosos procedimentos de Deus com as Suas declarações de amor, confie nEIe e aguarde mais luz, Na hora dEIe, certa e boa, Ele fará com que você o veja com clareza, “...o que eu faço não o sabes tu agora, mas tu o saberás depois" (João 13:7). A seqüência dos fatos demonstrará que Deus não abandonou nem enganou Seu filho. "Por isso o Senhor espe¬rará, para ter misericórdia de vós; e por isso será exalçado, para se compadecer de vós, porque o Senhor é um Deus de eqüidade: bem-aventurados todos os que nele esperam (Isaías 30:18).
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"Não julgues o Senhor por tua mente, porém, confia nEIe por Sua graça. Por trás de uma severa providência Ele oculta um semblante sorridente. Animai-vos, ó santos temerosos! As nuvens que temíveis vos parecem, ricas são de mercês, e irromperão em bênçãos derramadas sobre vós."
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"Os teus testemunhos que ordenaste são retos e muito fiéis" (Salmo 119:138). Deus não nos falou apenas o melhor, mas também não retirou o pior. Ele descreveu fielmente a ruína efetuada pela Queda. Ele diagnosticou fielmente o terrível estado produzido pelo pecado. Fielmente fez conhecido o Seu inveterado ódio ao mal, e que ê preciso que Ele o puna. Advertiu-nos fielmente de que Ele é "fogo consumidor" (Hebreus 12:29). Sua Palavra não contém somente numerosas ilustrações de Sua fidelidade no cumprimento de Suas promessas, mas também registra numerosos exemplos de Sua fidelidade em fazer valer as Suas ameaças. Cada estágio da história de Israel exemplifica esse fato solene. Foi assim com indivíduos: Faraó, Core, Acã e uma multidão de outros mais, são outras tantas provas. E será assim com você, meu leitor, a menos que você tenha buscado ou busque refúgio em Cristo, as chamas eternas do Lago de Fogo serão a tua porção certa e segura. Deus é fiel.
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Deus é fiel na preservação do Seu povo. "Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu Filho Jesus Cristo nosso Senhor'" (l Coríntios 1:9). No versículo anterior foi feita a promessa de que Deus confirmará o Seu povo até o fim. A confiança do apóstolo na absoluta segurança dos crentes estava baseada não na força das resoluções deles ou em sua capacidade para perseverar, mas sim na veracidade dAquele que não pode mentir. Visto que Deus prometeu ao Seu Filho certo povo como Sua herança, livrá-lo do pecado e da condenação e fazê-lo participante da vida eterna na glória, é certo que Ele não permitira que nenhum dos pertencentes a esse povo pereça.
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Deus é fiel na disciplina ministrada ao Seu povo. Ele não é menos fiel naquilo que retira, do que naquilo que dá. É fiel quando envia tristeza como quando outorga alegria. A fidelidade de Deus é uma verdade que devemos confessar não somente quando a tranqüilidade nos bafeja, mas também quando nos afligirmos sob o castigo mais áspero. Tampouco esta confissão deve ser apenas de boca, mas também de coração. Quando Deus nos fere com a vara da punição, é a fidelidade que a maneja. Reconhecer isso significa que nos humilhamos diante dEle, confessamos que merecemos totalmente a Sua correção e, em vez de murmurar, damos-Lhe graças por isso. Deus nunca nos aflige sem algum motivo: "Por causa disto, há entre vós muitos fracos e doentes..." (1 Coríntios 11:30), ilustra este princípio. Quando a Sua vara cair sobre nós, digamos com Daniel; "A ti, ó Senhor, pertence a justiça, mas a nós a confusão de rosto..." (9:7).
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"Bem sei eu, ó Senhor, que os teus juízos são justos, e que em tua fidelidade me afligiste" (Salmo 119:75). Problemas e aflições não são apenas coerentes com o amor de Deus empenhado na aliança eterna, mas são partes da sua administração. Deus é fiel não só quando afasta as aflições, mas também é fiel quando no-las envia. “Então visitarei com vara a sua transgressão, e a sua iniqüidade com açoites, Mas não retirarei totalmente dele a minha benignidade, nem faltarei à minha fidelidade" (Salmo 89:32-33). O castigo não é apenas conciliável com a benignidade amorosa de Deus, mas também é seu efeito e expressão. A mente dos servos de Deus se tranqüilizaria muito se eles se lembrassem de que a aliança de Deus O obriga a aplicar-lhes correção oportuna. As aflições são-nos necessárias: "...estando eles angustiados, de madrugada me buscarão" (Oséias 5:15).
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Deus é fiel na glorificação do Seu povo, "Fiel é o que vos chama, o qual também o fará" (1 Tessalonicenses 5:24). A referência imediata aqui é aos santos serem "preservados inculp
áveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo". Deus nos trata, não com base em nossos méritos (pois não temos nenhum), mas por amor do Seu grande nome. Deus é constante para consigo mesmo e segundo o propósito da Sua graça, "... aos que chamou... a estes também glorificou" (Romanos 8:30). Deus dá plena demonstração da constância de Sua bondade eterna para com os Seus eleitos, chamando-os eficazmente das trevas para a Sua maravilhosa luz, e isto deveria torná-los seguros da certeza da sua continuidade. "... o fundamento de Deus fica firme..." (2 Timóteo 2; 19). Paulo estava firmado na fidelidade de Deus quando disse: “... eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele dia" (2 Timóteo 1:12).
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A percepção desta ben
dita verdade nos protegera da preocupação. Estar cheio de preocupações, verem a nossa situação com prenúncios sombrios, antecipar o amanhã com ansiedade, é ofender a fidelidade de Deus. Aquele que vem cuidando do Seu filho através dos anos, não o abandonará quando o filho envelhecer. Aquele que ouviu as orações que você fez no passado, não se negará a suprir suas necessidades na presente emergência. Descanse em Jó 5:19: “Em seis angústias te livrará; e na sétima o mal te não tocará".
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A percepção desta bendita verdade calará as nossas murmurações. O Senhor sabe o que é melhor para cada um de nós, e um efeito da confiança nesta verdade será o silenciar das nossas petulantes reclamações. Deus é grandemente honrado quando, sob provação e castigo, temos bons pensamentos sobre Ele, vindicamos a Sua sabedoria e justiça, e reconhecemos o Seu amor mesmo em Suas repreensões.
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A percepção desta bendita verdade gera crescente confiança em Deus. "Portanto também os que padecem segundo a vontade de Deus encomendem-lhe as suas almas como ao fiel Criador, fazendo o bem” (1 Pedro 4:19). Quando confiantemente nos re-signarmos e deixarmos todos os nossos interesses nas mãos de Deus, plenamente persuadidos do Seu amor e fidelidade, tanto mais depressa ficaremos satisfeitos com as Suas providências e compreenderemos que "ele tudo faz bem”.










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O Blog " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz " O Servo com Cristo "

Arthur W. Pink - Eleitos de Deus.com


domingo, dezembro 18, 2011

MONOTECNOLOGIA

== NOTÍCIAS PELO MUNDO






===================Rede de Divulgação


MONOTECNOLOGIA: Sistemas e Tecnologias
de Autenticação e Rastreio.
Estamos mais uma vez de frente do impactante FUTURO no qual temos o dever de caminhar ao seu lado e não ficar parado para sermos atropelados, nos prepararmos cada dia mais para qualquer tipo de situação, ou seja, estar apto a atender todos os quesitos do mercado. Hoje temos muitas ferramentas a nosso favor que nos possibilita a ver uma grande variedade de opções, mas nada se compara com os avanços diários da tecnologia inovando a cada minuto para satisfazer todos os desejos e tornar o que antes parecia impossível realidade, assim em uma escala não muito curta entramos na era da nanotecnologia, definida em estudos da manipulação da matéria numa escala atômica e molecular.

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O objetivo principal não é chegar a um controle preciso e individual dos átomos, mas elaborar estruturas estáveis com eles.
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Isso nos leva a acreditar que um grande avanço está por vir e mesmo aqueles que ainda não tem nenhum conhecimento do assunto estará no meio dessa “expansão tecnológica” hoje nos falta algo um elemento chave que assim descoberto abrirá todas as portas do impossível e estamos pertos, muito perto.
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A nanotecnologia é a capacidade potencial de criar coisas a partir do menor, usando as técnicas e ferramentas que estão a ser desenvolvidas nos dias de hoje para colocar cada átomo e cada molécula no lugar desejado. Se conseguirmos este sistema de engenharia molecular, o resultado será uma nova revolução industrial. Além disso, teria também importantes conseqüências econômicas, sociais, ambientais e militares
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Isso se deve ao fato de que na sua fase madura terá um impacto significativo na maioria de indústrias e áreas da sociedade. Melhorará os sistemas de construção e possibilitará a fabricação de produtos mais duráveis, limpos, seguros e inteligentes, tanto para a casa, como para as comunicações, os transportes, a agricultura e a indústria em geral.
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Imaginem-se dispositivos médicos com capacidade para circular na corrente sanguínea e detectar e reparar células cancerígenas antes que se estendam. Não podemos garantir que a nanotecnologia não será desenvolvida plenamente nos próximos anos. Embora pudesse levar mais tempo, a prudência e possivelmente a nossa sobrevivência que nos dias de hoje já estão relevantes diante das mais necessidades humanas, situação a qual nós mesmos nos colocamos, agora iniciamos essa busca frenética atrás de todo e qualquer saber.
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Um artigo recente, que tem recebido grande acolhida pela imprensa internacional, apresenta a nanotecnología como solução para muitos problemas dos países em desenvolvimento. A partir de entrevistas realizadas a 63 expertos em nanotecnologia de diversos países desenvolvidos e em desenvolvimento, os autores, do Joint Centre for Bioethics da Universidade de Toronto identificaram as 10 principais nanotecnologias que poderiam resolver problemas em áreas tais como água, agricultura, nutrição, saúde, energia e meio ambiente.
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As tecnologias vão de sistemas de produção e conservação de energia, passando por sensores para aumentar a produtividade agrícola e o tratamento da água até o diagnóstico de doenças. Propõe-se, no artigo, criar um fundo mundial para desenvolver tais tecnologias para os países em desenvolvimento (Addressing Global Challenges Using Nanotechnology). Cheia de boas intenções, a proposta reflete um enfoque mecânico, supondo que uma vez identificado corretamente o problema basta aplicar a tecnologia adequada resolvê-lo.
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A maioria dos exemplos que utilizam ignora que a relação entre ciência e sociedade é bastante mais complexa.
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Crítica do Artigo ainda não Avaliado pelo Shvoong.com
Jafra-Tel Aviv - Israel








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O Blog " A Serviço do Senhor "
Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Crsito"
Adaptação: Rilvan Stutz-Membro Shvoong
Téc. Ielles - Membro Shvoong.com - Israel

sábado, dezembro 17, 2011

O ESTUDO DA SAÚDE-DOENÇA E A RELAÇÃO COM O PROCESSO DE TRABALHO

= SAÚDE-DIREITOS







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Rede de Divulgação



CONSIDERAÇÕES FINAIS AOS TRABALHADORES
Para compreender a abordagem de determinadas formas de adoecimento, é preciso contextualizar seu surgimento. As LER/DORT são características de sociedades industrializadas, que submetem os trabalhadores a condições e ambientes inadequados de trabalho.
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No Brasil, o processo de industrialização ocorreu tardiamente, se conformando num país de economia periférica, onde os efeitos do processo de acumulação flexível aparecem distintos e contraditórios em relação aos países centrais. Nestes, os impactos advindos desse processo, não tem sido tão perversos, pois os direitos sociais e trabalhistas já estavam institucionalizados.
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Numa sociedade excludente, como a brasileira, que apresenta uma grave crise econômica e social, marcada por baixos salários e concentração de renda, onde os direitos sociais não são exercidos, este conjunto de situações manifesta-se de imediato, na vida e na saúde dos trabalhadores, gerando processos de adoecimento.
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Para a compreensão do adoecimento nos processos de produção é preciso ressaltar que a doença sempre foi uma preocupação do Estado e da sociedade, desde sua etapa mercantilista à industrialização, tendo em vista o controle de quaisquer processos que dificultassem o crescimento econômico. Haja visto, o surgimento da Medicina do Trabalho e da Saúde Ocupacional como explicitamos anteriormente. Contudo, percebe-se que a preocupação não se centrava na saúde do trabalhador de uma forma ampliada, mas sim na sua recuperação para o processo produtivo.
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A partir das décadas de 80 e 90, com as novas formas de organização do trabalho, quais sejam, o toyotismo e a acumulação flexível que se constituem numa etapa avançada de exploração do trabalhador, agravam-se as condições de vida e saúde dos trabalhadores. Na medida em que aumenta o uso da mão-de-obra em tempo parcial, temporário, ou subcontratado, diminuem-se os salários, aumenta-se o desemprego, sendo as questões referentes à saúde do trabalhador minimizadas.
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Diante da atual conjuntura sócio-econômica que privilegia o desenvolvimento de exploração da força de trabalho, os trabalhadores tentam se manter no mercado de trabalho, ainda que para que isso tenham que se submeter a serviços precarizados, tanto em relação às condições de trabalho, quanto à perda dos direitos sociais, o que favorece efetivamente o processo de adoecimento.
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A qualidade de vida e a saúde da população é marcada por todo esse processo de reestruturação produtiva e flexibilização das relações de trabalho, que intensificam o desgaste dos trabalhadores. A introdução de novas formas de gestão da força do trabalho imprime a necessidade da qualidade no produto e aumenta a produtividade, ocasionando riscos e agravos à saúde do trabalhador, tais como as LER /DORT que têm apresentado um crescimento acentuado nas estatísticas do INSS e Serviços de Saúde do Trabalhador.
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Deste modo, entendendo as LER/DORT, a partir do enfoque da produção da doença no contexto da organização do trabalho, buscamos realizar o estudo acerca da abordagem da doença no CRST/ES, pelo fato deste representar uma porta de entrada dos trabalhadores com queixas de doenças relacionadas ao trabalho, dentro do sistema público de saúde, se constituindo numa fonte de dados considerável sobre a abordagem de LER/DORT no Estado.
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Os dados que obtivemos no levantamento quantitativo da pesquisa, nos permitem perceber a magnitude do problema a ser enfrentado na atual conjuntura. Apesar de não representarem dados de incidência ou prevalência na população trabalhadora do Estado, mostram uma situação cada vez mais agravante do quadro de LER/DORT.
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Os dados do SIAMAB/99, além de demonstrarem o perfil dos usuários portadores de LER/DORT no CRST/ES, informando a relevância da doença no mesmo, apontam também, que o Sistema de Informações está estruturado no quantitativo de atendimentos, não apresentando uma relação com as ações de vigilância e educação em saúde decorrentes destes. Revela-se assim, não só, uma dificuldade de articulação das vertentes de atuação, como à necessidade de uma atuação na perspectiva de prevenção.
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Mesmo porque é possível deduzir, que essa procura de atendimento dos usuários com queixas de LER/DORT no Centro de Referência, pode estar associada à dificuldade de conviver com a doença cotidianamente, buscando a única saída acessível, que compreende o tratamento e a assistência proporcionada pelo Centro.
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Ao nos reportarmos ao grupo de discussões, percebemos nas falas das participantes que o Centro é entendido como um espaço de apoio, solidariedade, e que as atividades possibilitam, informações e a busca de saídas para o problema, porém, a dificuldade de realização de atividades integradas, impede que este tipo de discussão perpasse todas as vertentes de atuação do Centro e que favoreça meios ao usuário de se situar enquanto um sujeito capaz de mudanças, para uma melhor qualidade de vida e trabalho.
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Desta maneira, ao chegar ao final deste trabalho, entendemos que grande parte do olhar e do intervir na questão das LER/DORT é fortemente influenciada pelo modelo biologicista, conforme a própria legislação que regulamenta o nexo da doença, diagnóstico e tratamento. Sabemos que o olhar e o intervir em maior ou menor grau acabam sendo reproduzido nos CRST’s. Deste modo, constatamos que esta temática não se esgota nesta pesquisa, não sendo esta também nossa pretensão. Entendemos que existem lacunas que poderão ser preenchidas em estudos posteriores.
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Assim, acreditamos que as principais contribuições desta pesquisa para o CRST/ES, consistem: no desvelar das diferentes leituras e abordagens em relação às LER/DORT e o contexto onde se inserem, apontando para a necessidade de superação do olhar fragmentado da doença, buscando incorporar a organização do trabalho nas ações de atenção à saúde do trabalhador; na necessidade de avançar nas ações de promoção e prevenção à saúde do trabalhador, procurando uma intervenção concreta na relação saúde/trabalho, através de ações de vigilância e educação em saúde.
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Para encerrar estas considerações, conforme o observado e os depoimentos demonstraram a uniformidade da assistência aos portadores de LER/DORT é um desafio, assim como, a intervenção ativa nos ambientes de trabalho visando a prevenção da saúde e a readaptação social dos trabalhadores.
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Os depoimentos sugerem que existem limites nas ações desenvolvidas no CRST/ES que necessitam ser discutidos pelos profissionais. Temos entendimento que a limitação maior está dada pela ausência de ações de promoção e prevenção da saúde - uma atuação anterior à instalação da doença. As ações de Vigilância em Saúde do Trabalhador, precisam ser fortalecidas através do envolvimento dos profissionais e da realização de parcerias com sindicatos e instituições relacionadas à área, buscando à prevenção e promoção da saúde do trabalhador.
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A Vigilância em Saúde do Trabalhador calcada na ergonomia e na psicodinâmica principalmente permite entender o processo de culpabilização apontado nos depoimentos, compreendendo como os trabalhadores se auto- aceleram, como se submetem às pressões da organização do trabalho. Sabe-se que o trabalho exige das pessoas e estas por sua vez, enfrentam sofrimentos e medos cotidianamente para permanecerem no mesmo. A precarização do trabalho acarreta efeitos na saúde do trabalhador, aumentando o seu sofrimento.
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A "culpa" mencionada pode significar uma forma de percepção da participação do trabalhador no processo de adoecimento no trabalho. Isto nos leva a pensar que a Psicodinâmica do Trabalho parece central para contribuir no sentido da produção de estratégias de defesa. Outra questão importante para a atuação da vigilância, seria a utilização de instrumentos para o levantamento das condições de trabalho na empresa, significando um fato importante para à melhoria das condições e organização do trabalho.
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Enfim, temos clareza que o fio condutor da prática em Saúde do Trabalhador, é a superação da atuação fragmentada e direcionada para a assistência buscando a construção de ações voltadas para a prevenção e promoção da saúde, intervindo nas causas e conseqüências dos fatores desencadeantes das LER/DORT. Sabemos que construir a unidade a partir da diversidade, é um desafio que precisamos enfrentar. Entender a diversidade de saberes que permeiam a prática institucional no CRST/ES é necessário para que se construa um novo pensar e um novo agir em Saúde do Trabalhador.
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MINISTÉRIO DA SAÚDE – FIOCRUZ – FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ
Escola Nacional de Saúde Pública. Orientador: Carlos Machado de Freitas Texto: Regina Márcia Rangel de Oliveira "A abordagem das lesões por esforços repetitivos/distúrbios osteomoleculares relacionados ao trabalho - LER/DORT no Centro de Referência em Saúde do Trabalhador do Espírito Santo - CRST/ES".










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Ministério da Saúde - FIOCRUZ

quinta-feira, dezembro 15, 2011

AS MULHERES NA REFORMA PROTESTANTE

= EDIFICAÇÃO






=========================Rede de Divulgação


Sempre que se fala em Reforma Protestante, pensa-se de imediato em homens como Lutero, Calvino, Knox, Wycliffe, Zwínglio e tantos outros. Errado? Não, de maneira nenhuma! Porém, a história também nos fornece que não somente homens contribuíram para o "estouro" da Reforma. As mulheres também tiveram seu importante papel na causa reformista.
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O site Eleitos de Deus publicou ontem uma pequena história de duas mulheres que tiveram participação notável na Reforma. Republico aqui um resumo de suas histórias. Estou falando da belga Marie Dentière e da alemã Katharina von Bora.
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Marie Dentière
Marie Dentière (Tournai, 1495 – Genebra, 1561), também conhecida como Marie d'Ennetieres, foi uma teóloga e reformadora protestante belga. Teve um papel ativo na reforma religiosa e política de Genebra, especialmente no fechamento de conventos e pregando junto a João Calvino e Guilheme Farel. Seu segundo marido, Antônio Froment, também foi um ativo reformador. Além disso, seus trabalhos em favor da Reforma e seus escritos são considerados uma defesa da perspectiva feminina em um mundo que passava por rápidas e drásticas transformações em pouco tempo. É de sua autoria uma das frases mais importantes da época: “Passei muito tempo na escuridão da hipocrisia. Somente Deus foi capaz de fazer-me enxergar minha condição e conduzir-me à luz verdadeira”. Seu segundo marido, Antoine Froment, também foi um ativo reformador.
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Em 1539, Dentiére escreveu uma carta aberta a Margarita de Navarra, irmã do Rei da França, Francisco I, intitulada Espistre tres utile (O título completo em português é "Epístola muito útil, escrita y composta por uma mulher cristã de Tournay, enviada ao Reino de Navarra, irmã do Rei da França, contra os turcos, judeus, infiéis, falsos cristãos, anabatistas e luteranos"). Na carta, ela incitava a expulsão do clero católico da França e criticava a estupidez dos protestantes que obrigaram a Calvino e Farel a abandonar Genebra. A carta foi rapidamente proibida por seu teor abertamente subversivo.
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Apesar da qualidade de seus escritos teológicos, Marie Dentière sofreu perseguição e incompreensão tanto por parte das autoridades católicas como pelos próprios reformadores genebrinos, que impediram a publicação de qualquer texto escrito por uma mulher na cidade durante o resto do século XVI.
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Em 3 de novembro de 2002 seu nome foi gravado no Monumento Internacional da Reforma, em Genebra, por sua contribuição à história e à teologia da Reforma, tornando-se a primeira mulher a receber tal reconhecimento.
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Katharina von Bora
Catarina (Katharina) von Bora (Lippendorf, 29 de janeiro de 1499 – † Torgau, 20 de dezembro de 1552) foi uma freira católica cisterciense alemã. Em 13 de Junho de 1525, casou-se com Martinho Lutero, líder da Reforma Protestante.
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Catarina abriu as portas da sua casa pra que monges, freiras, padres que escancaravam seus corações pra verdade de Deus e se tornavam adeptos da Reforma se refugiassem, mesmo sabendo que estavam entrando num tempo de perseguição e isso pudesse resultar numa invasão ao seu lar. Existiram vezes, que 25 pessoas moravam em sua casa, sem contar ela, Lutero, as crianças e os 11 órfão de quem cuidavam!
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Lutero nunca se negava a ajudar um necessitado. Sempre oferecia dinheiro a quem precisava e logo logo, acabou com as lindas porcelanas que Catarina ganhou de presente de casamento, vendendo para conseguir dinheiro e abençoar aqueles que lutavam pela causa da graça de Cristo!
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Katy cuidou de Hans Lutero, seu primeiro filho, ao mesmo tempo em que seu esposo passava por uma terrível depressão. Ela se sentava ao seu lado e lia a Bíblia pra ele edificando seu coração. Conciliou as tarefas da casa, de hospedagem, mãe, esposa com a árdua tarefa de ajudar Lutero na tradução das escrituras para o alemão. Ouvia os desabafos de Martinho e sabia que cada vez que ele saia para pregar podia não o ver voltar, pois quanto mais pregava, mais inimigos Lutero ganhava. Expandir o Reino e as verdades bíblicas significava para Catarina poder ficar viúva. Mas ela sempre o encorajava: “Deus cuidará de nós. Não tema! Pregue!”.
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Ela realmente é admirável. Sua postura permitia Lutero pregar livremente e arriscar sua vida pela Verdade!
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“Catarina não escreveu nenhum livro nem pregou nenhum sermão, mas sua inestimável ajuda possibilitou que o marido fizesse isso. Ela foi um grande apoio pra ele.” Como Lutero mesmo disse a um amigo: “Minha querida Katy me mantém jovem e em boa forma também (risos). Sem ela eu ficaria totalmente perdido. Ela aceita bem minhas viagens e, quando volto, está sempre me esperando. Cuida de mim nas depressões. Suporta meus acessos de cólera. Ela me ajuda em meu trabalho e, acima de tudo ama a Jesus. Depois de Jesus, ela é o melhor presente que Deus em deu em toda a vida... Se um dia escreverem a história da Reforma da Igreja espero que o nome dela apareça junto ao meu e oro por isso”.
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Tudo que Catarina Lutero falou ao ouvir isso foi: “Tudo que tenho sido é esposa e mãe e acho que uma das mais felizes de toda a Alemanha!”. Lutero chamava sua esposa de "estrela da manhã de Wittinberg". Katie viveu por mais seis anos após a morte do esposo em 1546.









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