Versículo do Momento

LEIA A BÍBLIA

sábado, outubro 22, 2011

A ESCOLA

TEMA-EDUCAÇÃO




=================== Rede de Divulgação


A Escola era como um pequeno país, com pessoas simpáticas e antipáticas, pacientes e impacientes, generosas e egoístas, bendizentes e maldizentes, que trabalhavam juntas e se construíam e se desgastaram.
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Disse que a Escola era como um país. E era. Tinha regras que se cumpriam e outras que não se cumpriam. Tinha governantes que eram eleitos democraticamente e governavam. Tinha governantes que, democraticamente, exerciam o seu direito de pôr, opor e dispor, conforme a influência dos seus líderes ou sensibilidades. Possuía as zonas distintas dos grupos, as pequenas capelas da oposição, os círculos presidencialistas e as largas faixas dos neutros. Em resumo: tinha um corpo docente de uma centena de indivíduos, exercendo uma das profissões mais gratificantes e esgotantes do mundo.
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Por isso, quem tenha a triste idéia de pensar que levar uma escola para a frente é tarefa fácil, é porque conhece muito pouco da natureza humana e das suas fraquezas!
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Fazer com que, dia após dia, uma população de, aproximadamente, mil almas, conviva em paz e sossego, recebendo cada um o que lhe é devido, desde comida a respeito, é uma tarefa que requer, por vezes, virtudes gigantes que não possuímos. Porque numa escola acontece de tudo. Uma escola não é um edifício com muitas salas onde os meninos entram a toque de campainha, recebem ensinamentos e tornam a sair. Para começar, as campainhas, de vez em quando, não tocam e então, gera-se um crescendo de gritos e assobios que, ao rolar pelos corredores, leva às portas da loucura os mais nervosos.
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Uma escola faz-se todos os dias com muita Bondade e Firmeza. Fazem-na todos os que nela trabalham. Sem nenhuma exceção. E quando alguém falha (e todos os dias falham sempre alguns), as faltas vêm ao de cima como nódoas de azeite e ficam à vista de quem sabe entender. O pior é que, uma vez toleradas, se pensam aceites e se instalam de vez. Depois, como um vício, só são extirpadas com lutas penosas e o sofrimento daqueles que atacam e de quem se defende. E nem toda a gente, devemos sabê-lo, nasceu campeã de causas perdidas!
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Uma escola é também um lugar onde é preciso saber, e depressa, o que se faz quando:
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Se partem braços, se tomam drogas, se roubam objetos, se cortam veias, se atropelam alunos, se instauram processos, se anavalham rivais, se apalpam garotas.

É o lugar onde os encarregados de educação vêm:

Se desabafar, perguntar, pedir, exigir, gritar, ofender, ameaçar... e, por vezes, bater! É o sítio onde mães de famílias respeitadas são desrespeitadas até a neurose, à raiva e ao pranto, só porque não possuem as doses exatas de autoridade e ternura que despertam respeito nesta seiva a ferver.
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Uma escola é também um lugar cheio de explosões de sons agressivos, onde as dores de cabeça serão enxaquecas, os aborrecimentos se transformam em depressões e as depressões em psicoses.
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Ah!, Mas é também um lugar maravilhoso, onde os olhos de uma criança, de repente, se acendem e aquecem quem vê. É o lugar onde as lágrimas podem ocultar uma imensa alegria e um sorriso tenso, um drama sombrio.
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É o país do Ontem, do Hoje e do Amanhã, onde os professores apelam incessantemente às fontes da paciência, em nome dos meninos que eles foram, e onde semeiam, sem saber se o joio vencerá o trigo ou se a colheita será farta ou não.
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É o Reino dos Poetas, dos Homens-Meninos e daqueles que ouvem, no centro da alma, o que diz o silêncio da criança que olha.
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É um país, sim, e um país singular, porque aí se exercem, há todas as horas, persistentemente, o Amor e a Paz. E isso é difícil: não nascemos anjos.











Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog - "A Serviço do Senhor"
Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo"

Portal da Família - Variedades e Artigos
Prof: Maria Lucília Bonacho - Site Aldeia

quinta-feira, outubro 20, 2011

LAGRIMAS QUE RESOLVEM

EDIFICAÇÃO






=======================Rede de Divulgação


"Os que com lágrimas semeiam, com júbilo
ceifarão." (Salmos, 126.5)
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Para muitos, lágrimas são um sinal de fraqueza. Mas a lágrima, na verdade, é um dos bens mais preciosos. Chorar é um escape, uma forma de esvaziar as dores da alma. Lágrimas retidas certamente endurecem o coração, devido ao acúmulo de mágoas: "Confiai n'Ele, ó povo; em todo tempo derramai perante Ele o vosso coração: Deus é o nosso refúgio."(Salmos 62:8).
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Ana, uma israelita que temia a Deus, recebeu sua bênção (a cura da esterilidade), quando derramou a sua armadura e ressentimento diante do Senhor. Estéril, era humilhada constantemente numa época em que não poderia haver maldição maior - para uma mulher - do que ter a madre fechada. Mesmo estando diante de uma situação irreversível aos olhos humanos, Ana assumiu sua situação e resolveu derramar diante do Senhor toda a sua dor, amargura e esperança...
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Às vezes, choramos por auto-compaixão ou por desânimo, ao invés de chorarmos por desabafo, como quem tem intimidade com o Senhor. Ele jamais se sensibilizou diante das lágrimas da auto-compaixão, mas sempre veio ao encontro de corações sinceros, humildes e doloridos. Por isso, às vezes temos a impressão de que o Senhor não escuta nossas orações. Mas Ele escuta! Escuta, e cala-se diante do nosso tom de cobrança e revolta. Motivo porque há tantos cristãos amargos e descrentes do poder da oração! "Com amargura na alma, orou ao Senhor, e chorou abundantemente". Ana chorou muito! Lágrimas derramadas aos pés do Senhor são valiosas - cada uma delas é recolhida e levada diante de Deus.
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As lágrimas da intercessão não devem significar desespero da situação, mas o desnudar-se sem reservas da alma necessitada de Deus. O choro rega as sementes das nossas palavras: "não bebi nem vinho nem bebida forte, porém venho derramando a minha alma perante o Senhor... porque pelo excesso da minha ansiedade e da minha aflição é que tenho falado até agora." (I Samuel, 1.15,16), disse Ana.
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Lágrimas diante do Senhor fortalecem a alma. "O meu coração se regozija no Senhor, a minha força está exaltada no Senhor; a minha boca se ri dos meus inimigos porquanto me alegro na Tua salvação..." (I Samuel, 2.1).
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Lágrimas diante do Senhor prenunciam o consolo para todo aquele que consegue vislumbrar, através da escuridão momentânea das nuvens, as chuvas de bênçãos que se seguem. Muitas vezes a escuridão em que nos encontramos simplesmente anuncia o iminente derramar de benção sobre nossas vidas.
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Acreditemos nisso!












Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog - "A Serviço do Senhor"
Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo"

Rev. Ricardo Vasconcelos IPU da Penha

quarta-feira, outubro 19, 2011

ÁFRICA: FOME E GUERRA

NOTICIAS PELO MUNDO





==================Rede de Divulgação



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Um continente assediado pela fome. Pelas estatísticas recentes, as cifras desse flagelo não param de crescer, tornando-se mais graves e mais preocupantes. A cada ano, 27 milhões de africanos, a maioria crianças, estão ameaçados de morrer de fome. Dos 800 milhões de habitante
s, pelo menos 150 milhões vivem em debilitante escassez de alimentos.
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Os países mais atingidos pelo flagelo são: Etiópia, Somália, Sudão, Moçambique, Malavi, Libéria e Angola. Além disso, são os mais atingidos por violentos conflitos internos, que ameaçam aumentar a ruína.
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No fluxo do comércio mundial, no qual a África não tem condições de tomar parte, contribuem com modestíssimos 1,5%. Anualmente os EUA destinam como ajuda 1 dólar para cada africano, enquanto Israel é beneficiado com 700 por habitante. Com a queda do comunismo, o ex-império de Stálin foram os primeiros a clamar por uma gorda fatia dessa ajuda, oferecendo em troca seus imensos mercados ao capitalismo.
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A África corre o risco de ver o aumento da degradação social e se transformar num continente que sobrevive da caridade alheia, sem condições de tratar seus problemas, entre eles a fome e a AIDS. A falência quase total do processo de descolonização é atestada pelo fato de que hoje 3 a cada 4 africanos vivem em estado de pobreza absoluta e a dívida externa é 5 vezes maior do que no início dos anos 80 (250 bilhões de dólares contra 50).
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Ditadura-Siad Barre - Nascido em 1921 e apelidado pejorativamente de hiena foi o ditador da Somália. Calcula-se que durante o seu regime, que durou de 1969 a 1991, tenha mandado matar pelo menos 200 mil somalis, enquanto 1 milhão viu-se obrigado a procurar exílio. Conseguiu, recorrendo ao terror, manter-se no poder até 1991, quando uma revolta popular o derrubou.
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Zaire - Um exemplo de degradação - Submetido à ditadura de Mobutu a partir de 1965, o país compreende 450 línguas e tribos. Em 1991, a renda média de um cidadão de lá era de 92 dólares por ano, muito abaixo dos 5370 dólares pelos quais o Banco Mundial mede o limite da pobreza.
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Uma obra ilustrada de 180 páginas chegou a custar 1250 mil zaires e um operário mais que 30 a 50 mil por mês, em 1985 Zaire equivalia a 2 dólares. O país é ex-colônia belga, o Congo Belga. Independente desde 1960. O regime pós-colonialista levou o país a beira da falência e por isso o trono de Mobutu, que parecia intocável, começou a ruir. A resistência dos donos do poder, quase sempre apoiados por militares locais, ainda é muito forte e certamente não serão afastados com facilidade e nem em curto prazo.
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Blog – Rei dos Reis
Amados Irmãos Evangélicos. Nossos sentimentos ao tomar conhecimento de notícias deste tão sofrido Continente, sentimos tristeza, ao mesmo tempo, consideramos ser bom sofrer este impacto, pois isto nos leva a mais elevada escala de orações pelos nossos Irmãos Africanos.
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Imbuídos pela tristeza, postamos este artigo - “notícia”, para resistirmos ao comodismo e estendermos nossas orações ao Pai Celeste, rogando para que tão sofrido Povo, tenha o alcance da graça. Que o nosso rogo seja ouvido pelo Pai celeste acalentando um mínimo que for, mas que seja já, um pouco de soluções para este Povo tão amado por todos nós. Amém.
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Diác. Rilvan Stutz Blog Rei dos Reis.












Igreja Presbiteriana do Brasil
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Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo"

Dr. Carlos Rossi - Mega Arquivo - Shvoong

terça-feira, outubro 18, 2011

CÔMODO ARREPENDIMENTO

EDIFICAÇÃO





=========================Rede de Divulgação


"Considerai e vede se há dor igual à mi
nha, que veio sobre mim, com que o Senhor me afligiu no dia do furor da Sua ira. (...) As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as Suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a Tua fidelidade.” (Lamentações, 1.12-b; 3.22-23).
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Não raro, esquecemos que Deus nos tem na palma da Sua mão; isso pode acontecer quando esquecemos também das Promessas feitas por Ele. Sabemos os quão falíveis nós somos, e, nesse caso, muito justificadores das nossas condutas. Vivemos errando, mas temos sempre um versículo de consolação na ponta da língua, para lembrar e até cobrar a imensa Bondade do nosso Pai.
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O que fazer para não pensar em Deus como um Pai somente Misericordioso ou como um Pai Implacável? Para um cristão autêntico, a própria consciência do erro já é um alerta do Espírito Santo. Ele está enfaticamente alertando “Não faça assim!”, mas, às vezes, parece inútil o alerta. Erro cometido voltamos “arrependidos”, e pedimos perdão. “Todo caminho é reto aos seus próprios olhos, mas o Senhor sonda os corações” (Provérbios, 21:2) e sabe quem está e quem não está arrependido.
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Baseado nisto, é prudente que estejamos atentos quanto à inutilidade desse joguinho que tentamos fazer com Ele. Não há alívio! Não há versículo encorajador que “dê jeito”! “Eu não quero, mas peco” – é muito confortável gozar do acesso imediato ao Pai [Graça pura!], mas esse não nos é outorgado para servir de muleta para os nossos próprios erros, mas sob a condição sine qua non de que produzamos fruto digno do arrependimento professado (Lucas, 3.8), ou seja, todo aquele que se arrepende, passa, indiscutivelmente, a produzir fruto novo, e por eles é conhecido; “Pelos seus frutos os conhecereis.” (Mateus, 7.16).
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Por isso, precisamos também, inexoravelmente, temer o peso da mão de Deus, pois Ele não está jogando pingue-pongue conosco! “Ai, eu pequei! / Ah, Ele perdoa! / Ai, pequei de novo! / Ah, mas Ele é Misericordioso! / Não tem jeito... pequei outra vez! / Ah, mas não tem problema... a Sua misericórdia dura para sempre!”. Se essa tem sido a nossa “teologia”... Desastrosamente enganados estamos: não é a do nosso Deus! Trata-se aqui dos filhos de Deus - resgatados da morte eterna a preço de sangue inocente (Jesus).
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Por que é que agimos dessa maneira? Porque acreditamos, comodamente, que até isso Deus perdoa. Não é fácil? É só arrepender-se de tudo (até do que não conseguimos nos arrepender) e colocar nas mãos de Deus que Ele resolve. Ele sempre resolve. O que seria desse povo se as misericórdias do Senhor não se renovassem a cada manhã? (Lamentações, 3.23).
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Talvez nós estejamos entendendo Deus numa concepção muito humanista. Seria ótimo se, por um minuto, pudéssemos ter a exata noção da inenarrável grandiosidade d’Ele; talvez, então, parássemos de agir como se Deus estivesse de plantão, à nossa disposição. É um erro coletivo, mas vivenciamos mais claramente a prerrogativa de ser filho querido do que a incumbência de servo submisso, e, definitivamente, n
ão é isso o que Ele quer.
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“Eu sou aquele que sonda mentes e corações, e vos darei a cada um segundo as vossas obras. Eu repreendo e disciplino a quantos amo. ” (Apocalipse, 2.23-b; 3.19). Em Cristo.











Igreja Presbiteriana do Brasil
O Blog - "A Serviço do Senhor"
Diác. Rilvan Stutz "O Servo com Cristo"

Autora: Ana Oliveira - Pão Quente Diário