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domingo, dezembro 12, 2010

BRASILEIROS EM “FRONT” DA GUERRA EM DEFESA DO WIKILEAKS

GOOGLE NA CHINA - NOTÍCIAS PELO MUNDO

G1 encontra brasileiros em 'front' da guerra em defesa do Wikileaks vários Ativistas diz que se juntaram às forças do 'Anonymous' por 'curiosidade'. Na quarta-feira, ataques derrubaram sites da Visa e da Mastercard.


Se for possível chamar de guerra o conflito entre as iniciativas pró e anti-Wikileaks, que resultam em vários ataques de negação de serviço e, portanto, na queda de websites, o servidor de bate-papo IRC do grupo “Anonymous” pode ser considerado um quartel. Os “soldados” participantes agrupam-se para organizar os ataques em realização e definir a estratégia seguinte – seja a definição de um canal de comunicação, a relação com a imprensa ou o próximo alvo.

É nesse espaço de meras salas de bate-papo que o grupo orquestrou seus ataques à MasterCard, à Visa, ao Paypal e à Amazon. Atacar o Authorize.net, que processa pagamentos da Visa, foi considerado, mas descartado em favor do Paypal. Há uma sala geral para a operação, cuja participação gira em torno de 3 mil membros.

“Nós somos muito mais do que 3 mil”, esclarece um dos Anonymous. “Os clientes [programa dos usuários para acessar a sala] não aguentam ficar lá e desconectam”, diz outro. O volume de mensagens e de entradas e saídas da sala é tal que não é humanamente possível acompanhar e, segundo eles, nem algumas máquinas conseguem.

* Hackers afirmam que mais pessoas se unem a ataques pró-Wikileaks * Twitter e Facebook tiram páginas de grupo hacker pró-Wikileaks do ar * Hackers atacam site de Sarah Palin e do governo da Suécia

Mas há outros espaços mais tranquilos. Há uma sala para discutir questões relacionadas ao Wikileaks. Outra sala fornece auxílio para configuração das ferramentas usadas por quem quer se juntar aos ataques – quase um “helpdesk”. E há uma sala para organizar a captação de “recrutas” destinados à operação – muitos deles vindos do fórum 4chan, conhecido pelo seu conteúdo polêmico, piadas recorrentes (chamados de memes) e pela sua popularidade absurda, porém focada em seus próprios usuários.

Ninguém sabe ao certo o que deu origem ao Anonymous. O grupo ganhou notoriedade com seus protestos contra a Igreja da Cientologia e com os ataques à indústria fonográfica em defesa do site The Pirate Bay. Eles negam ter qualquer visão política. Acreditam apenas na liberdade de expressão e de informação e, por isso, simpatizam com o Wikileaks. Mensagem no fórum 4chan comemora queda de sites de operadoras de cartãoMensagem no fórum 4chan comemora queda de sites de operadoras de cartão (Foto: Reprodução).

“Anônimos é uma legião”, diz um das regras do grupo. Essa ideia proíbe, por princípio, a identificação individual. Eles desprezam aqueles que deram nomes ou pseudônimos para falar com os jornais – e alguns que o fizeram reconhecem. “Como as pessoas sabem o meu nome, eu não sou mais ‘Anonymous’”, diz Gregg Housh, um dos membros que mais tem aparecido na mídia.

Housh virou uma figura pública em 2008, quando protestos contra a Igreja da Cientologia eram organizados (“Projeto Chanologia”, justaposição de “4chan” e “Cientologia”), levando-o a ter problemas com os tribunais. Ele reconhece que não é um “porta-voz” e tem meramente usado os problemas do passado para justificar os comentários atuais. Ele diz que não está participando nos ataques dessa operação.

Os participantes são educados e escrevem corretamente – uma surpresa considerando que muitos têm chamado o Anonymous de um “grupo de adolescentes” como forma de menosprezar sua seriedade. Entre os participantes, um se identifica como membro do Partido Pirata, organização que conseguiu eleger um represente no parlamento da União Europeia na Suécia.

Uma guerra virtual, mas sem hackers

É difícil chamar de “guerra” o que está ocorrendo, embora muitos tenham usado o termo. Alguns preferem termos como "desobediência civil" ou "satiagraha", menção à forma de resistência pacífica defendida pelo líder indiano Mahatma Gandhi. Os ataques de negação de serviço realizados pelo Anonymous são efetivos, porém rudimentares quando comparados a outras formas de ataque, tal como o roubo de dados. Mesmo assim trata-se do primeiro conflito continuado da web, com alvos claros e contra-ataques de diferentes grupos.

Grupo convoca ataque pelo Twitter. Ativistas convocam ataque a site da Visa pelo Twitter.

Altieres Rohr Especial para o G1
Na sala do IRC, novos alvos são discutidos. Na sala do IRC, novos alvos são discutidos.
(Foto: Reprodução).





Holdings. Tel – Aviv – Jafra - Israel

Diác. Rilvan Stutz – Membro Shvoong

Altieres Rohr Especial para o G1

Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sábado, dezembro 11, 2010

DOENÇA DE BELL

CUIDANDO DA SAÚDE






A paralisia de Bell é uma anomalia do nervo facial caracterizada por causar de forma repentina debilidade ou paralisia dos músculos de um lado do rosto. O nervo facial é o nervo craniano que estimula os músculos da face. Embora se desconheça a causa da paralisia de Bell, supõe-se que no seu mecanismo participe uma inflamação do nervo facial como resposta a uma infecção viral, a uma compressão ou a uma falta de irrigação sanguínea.
SINTOMAS
A paralisia de Bell aparece de forma súbita. A debilidade facial pode ser precedida, algumas horas antes, por uma dor atrás da orelha. O grau de debilidade pode variar, de forma imprevisível, desde ligeira a total, mas afeta sempre só um lado da cara. O lado paralisado da face fica sem rugas e sem expressão; às vezes, a pessoa tem a sensação de ter a cara torcida. A maioria das pessoas sente um entorpecimento ou uma sensação de peso na cara, mas de fato a sensibilidade permanece normal. Quando afeta a parte superior da cara, pode ser difícil fechar o olho do lado afetado. Raramente a paralisia de Bell interfere na produção de saliva, no sentido do gosto e na formação de lágrimas.

DIAGNÓSTICO
A paralisia de Bell afeta sempre um só lado da cara; a debilidade é de início súbita e pode implicar tanto a parte superior como a inferior do lado afetado. Embora um icto (acidente vascular cerebral) possa também produzir uma debilidade súbita da cara, ele afeta somente a parte inferior. O icto é também acompanhado de debilidade no braço e na perna. (Ver secção 6, capítulo 74)

As outras causas da paralisia do nervo facial são pouco frequentes e costumam ser de aparecimento lento. Entre elas, há a destacar os tumores cerebrais ou de outro tipo que comprimam o nervo, uma infecção viral que o destrua, como o herpes (síndrome de Ramsay Hunt), infecções no ouvido médio ou nos seios mastóideos (Ver secção 19, capítulo 212), a doença de Lyme, as fraturas do osso da base do crânio e muitas outras doenças, ainda menos frequentes.

Habitualmente, o médico pode afastar estas perturbações baseando-se na história clínica da pessoa e nos resultados dos exames radiológicos, na tomografia axial computadorizada (TAC) ou na ressonância magnética (RM). Para a doença de Lyme pode ser necessária uma análise de sangue. Não existem provas específicas para o diagnóstico da paralisia de Bell. A paralisia de Bell paralisa um lado do Rosto.

TRATAMENTO
Também não existe um tratamento específico para a paralisia de Bell. Alguns médicos consideram que deverão administrar-se corticosteróides, como a prednisona, antes do segundo dia posterior ao aparecimento dos sintomas e continuar durante uma a duas semanas. Não foi demonstrado que este tratamento seja eficaz no controlo da dor ou que melhore as possibilidades de recuperação.

Se a paralisia dos músculos faciais impedirem que o olho se feche completamente, deve evitar-se que este seque. Para isso recomenda-se a aplicação de gotas lubrificantes para os olhos com poucas horas de intervalo e, se for necessário, uma venda ocular. Nas pessoas afetadas de paralisia grave podem ser eficazes as massagens dos músculos debilitados, tal como a estimulação nervosa, para prevenir a rigidez destes músculos. Se a paralisia durar entre 6 e 12 meses ou mais, o cirurgião pode tentar ligar um nervo são (habitualmente retirado da língua) com o músculo facial paralisado.

PROGNÓSTICO
Se a paralisia for parcial, é provável que se verifique um restabelecimento completo no prazo de um ou dois meses. Se a paralisia for total, o prognóstico é variável, embora a maioria recupere completamente. Para determinar as probabilidades de recuperação, o médico pode examinar o nervo facial através da sua estimulação elétrica. Por vezes, à medida que o nervo facial recupera, formam-se conexões anormais que podem provocar movimentos inesperados de alguns músculos faciais ou uma secreção espontânea de lágrimas.









Igreja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral

Manual Merck - Saúde para a Família

Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

sexta-feira, dezembro 10, 2010

NOSSAS ESCOLHAS, A BUSCA DA VERDADE, OS JULGAMENTOS QUE FAZEMOS

MESNSAGEM




Viver significa estar sempre em busca de algo, embora, em algumas situações nem tenhamos a certeza devida do que realmente procuramos. No entanto, é esta busca que faz com que nos defrontemos com os processos de escolha que, desde a mais tenra idade, somos obrigados a realizar como, por exemplo, o que desejamos comer e as brincadeiras e os amigos com quem queremos brincar.

Com o passar do tempo, vamos selecionando quem vai ser nosso amigo, começamos a nos preocupar com a profissão que desejamos desempenhar, selecionamos o parceiro ou a parceira para construir uma relação afetiva sólida, ou seja, casar. Pode-se, pois, perceber que no decorrer de toda nossa existência, a vida de cada pessoa vai sendo caracterizada pela seqüência de escolhas que faz, incluindo-se aí as mais simples e as mais complexas e que, na realidade, elas são a essência da vida de cada um.

Também é correto afirmar que tudo que cada indivíduo hoje é, depende, exclusivamente, das escolhas e das decisões que foi tomando em etapas anteriores. Deve ser considerado ainda que, mesmo que sofra forte influência externa, o ato de escolher vem sempre impregnado das forças de energia que sempre marcam presença em volta do mesmo, as quais, entretanto, não tiram a responsabilidade ou o mérito de ninguém por suas derrotas ou vitórias já que, cada ser humano deve se assumir frente as escolhas feitas e conseqüentes atitudes tomadas.

Por outro lado, é preciso enfatizar que não há qualquer tipo de força ou energia que nos faça esquecer algumas delas que nos proporcionaram muito prazer ou frustração, pois, na realidade, são elas que nos fazem escrever nossa própria história pessoal. Sendo assim, a grande questão que aqui deve ser colocada é a seguinte: o que mais nos influencia quando a vida nos coloca frente a uma situação que envolva escolha: serão os pensamentos, a consciência, os sentimentos, a vivência obtida até então? Como se sabe, o processo de escolha é desencadeador de outros processos (e muitos deles são até mesmos inconscientes) e que ele, em muitas situações, pode até não estar perfeitamente sintonizado com aquilo que somos e com nossa verdade interior.

Caso isso aconteça, não deve ser percebido e nem tratado como perda da essência individual, de identidade, mas, simplesmente, como uma escolha errada que foi feita e que pode ser corrigida através de uma revisão dos comportamentos apresentados e mudança de opinião e de atitude. Daí a importância que tem estarmos atentos aos nossos verdadeiros anseios, desejos e verdades individuais, pois são os condutores primordiais do autoconhecimento e promotores do encontro com o real sentido do “estar bem consigo mesmo”.

Para atingir tal plenitude, faz-se necessário, entretanto, que estejamos abertos ao julgamento de valores e percepções assimilados, revisão de padrões de conduta e avaliação das perdas que ocorreram em função de equívocos pessoais e injustiças que foram cometidas e que trouxeram prejuízo tanto para nós mesmos, quanto para outras pessoas. O aprendizado da “aceitação de nós mesmos” facilita o entendimento das atitudes dos outros, já que passamos a ter o devido discernimento de que a maioria dos julgamentos que normalmente fazemos é vinculada ao emocional, aos sentimentos e não pela racionalidade.

A aceitação da própria imperfeição propicia a ampliação da compreensão e do respeito ao diferente, além de favorecer o entendimento de que ninguém é perfeito e que, por isso, as cobranças e exigências precisam e devem ser minimizadas para que se consiga ter uma vida realmente saudável, tanto física quanto mentalmente. Esta sim é uma escolha que pode ser considerada como potencialmente humana racional e inteligente!








Holdings. Tel - Aviv - Jafra -Israel
Diác. Rilvan Stutz - Membro Shvoong
Luzia A. Falcão Costa - Membro Shvoong

Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

quinta-feira, dezembro 09, 2010

A SUTIL PRESENÇA DE DEUS

EDIFICAÇÃO


Experimenta
r a presença de Deus em nossa vida é um aprendizado. A verdade é que Deus está sempre presente, como Ele mesmo promete em Sua Palavra.


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“Não te deixarei, nem
desampararei”, diz o Senhor.

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A questão não é a presença do Senhor, ela é sempre real. Ele está sempre conosco e habita em nós através do seu Espírito
. O problema somos nós. O problema somos nós termos consciência desta presença sutil. A questão é podemos perceber esta presença em nossas vidas no nosso dia-a-dia.
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E aí entram as emoções. Somos seres emocionais e desejamos sentimentos arrebatadores de paixão. O mundo nos vende esta idéia, só que é impossível vivermos nesta dimensão o tempo todo. É exatamente por isso que muitos casamentos estão sendo desfeitos porque “deixou-se de amar”. As pessoas querem a mesma paixão dos temos de namo
rados, mas a paixão tem altos e baixos e quando acontece de estar em baixa, muitas vezes até por problemas hormonais, se chega a conclusão de que “o amor acabou” e busca-se aventuras para sentir de novo a paixão.
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Assim também tem sido na dimensão espiritual. Desejamos o arrebatamento, a presença palpável, o coração transbordante. Só que Deus não age assim. Há momentos em que efetivamente por sua misericórdia e graça recebemos este preenchimento, mas é como uma ante
visão do que experimentaremos no futuro. Aqui, neste mundo caído, estes momentos servem como pausa no monte da transfiguração para voltarmos a mergulhar sabendo que não podemos ser guiados pelo que vemos ou pelo que sentimos, mas pela fé.
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Assim como os discípulos no monte da transfiguração que desejavam armar cabanas para fazer dali morada, assim somos nós. Mas o convite de Jesus não é que permaneçamos no monte da transfiguração e sim que caminhemos Nele. E esta caminhada vai a cada dia nos a
destrando a entender que as emoções são boas, mas a fé é que é o firme fundamento das coisas que não vemos, que não sentimos, mas que esperamos por sabermos ser fiel Aquele que fez a promessa.
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Caminhe nesta certeza, em breve suas emoções seguirão a sua decisão.












Igreja Presbiteriana do Brasil
Diác. Rilvan Stutz - Membro Catedral
Pr. Denilson Torres - Fruto do Espírito
Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro