Versículo do Momento

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quarta-feira, junho 11, 2014

AMOR E SACRIFÍCIO












Todos nós já ouvimos dizer que não há amor verdadeiro se não soubermos sacrificar-nos pela pessoa amada.

Se observarmos atentamente todas as diferentes conjugações do verbo amar (...), olhar, compreender, perdoar, corrigir, esperar, carregar, servir, sorrir, dar e dar-se, veremos que sempre está presente, como ingrediente fundamental, o espírito de sacrifício. Palavras, sentimentos, protestos de amor, entusiasmos, ternuras, sem a decisão de nos sacrificarmos efetivamente pela pessoa amada, são efervescências de adolescente, atitudes sentimentalidades, puro lirismo.


Lembramo-nos com imenso agradecimento do sacrifício que por nós fizeram as pessoas que nos amaram verdadeiramente: os pais, os irmãos, os amigos... Recordamos com emoção esses sacrifícios diários, quando porventura o nosso pai ou a nossa mãe escondiam o seu cansaço e as suas aflições para que não ficássemos tristes, ou escolhiam para si o pior bocado para que a nós coubesse o melhor.


Nessa mesma linha de recordações, lembro-me agora de uma história.  Fala-nos de dois meninos pobres, dois meninos de favela, maltrapilhos, um deles de cinco anos e o outro de dez. Vemo-los famintos, pedindo comida de porta em porta. Por fim, depois de várias tentativas, conseguem algum alimento. O mais velho sai de uma casa trazendo nas mãos, com ar prosecional, um pote de leite.


“Aqui começa o diálogo.

Senta-te. Primeiro bebo eu e depois bebes tu.

Dizia aquilo com ar de imperador. O menorzinho olhava para ele, com os seus dentes brancos, a boca semiaberta, mexendo a ponta da língua.
Eu, como um tolo, contemplava a cena.


Se vísseis o mais velho olhando de viés para o pequenino!
Leva o pote à boca e, fazendo gesto de beber, aperta fortemente os lábios para que por eles não penetre uma só gota de leite. Depois, estendendo o vasilhame, diz ao irmão: Agora, é a tua vez. Só um pouco.
E o irmãozinho menor sofre fortemente.

Agora eu.

Leva o pote já meio vazio à boca, e não bebe.

Agora tu.

Agora eu.

Agora tu.

Agora eu.

E, depois de três, quatro, cinco, seis goles, o menorzinho de cabelo encaracolado, barrigudinho, com a camisa de fora, esgota o leite. Esses "agora tu", "agora eu" encheram-me os olhos de água.


Sobre um fundo de risos, comecei a subir a encosta cheia de meninos. Ao meio da encosta, voltei a cabeça. Tive vontade de descer e guardar o vasilhame. Aquilo era um tesouro. Mas nem sequer pude tentá-lo. Entre burricos carregados de bilhas, corriam dez garotos atrás do vasilhame de lata, dando pontapés. A lata saltava entre os pés negros, descalços, sujos, de cor cinzenta, pó de estrada. Também o generoso brincava entre eles, com a naturalidade de quem não fez nada de extraordinário, ou melhor, com a naturalidade de quem está habituado a fazer coisas extraordinárias.
 
É assim... que temos de nos amar".

Como nos comovemos quando verificamos que alguém, como esse garotinho da favela, realmente se sacrifica por nós! Experimentamos um arrepio de emoção quando constatamos que alguém está disposto a dar até a sua própria vida por nós, só por nós, sem interesse próprio, só por amor, por puro amor.


Perguntemo-nos: em que medida amo o meu semelhante e a Deus? Respondamos: na medida em que estou disposto a sacrificar-me por eles.


A partir desse critério, deveríamos examinar pormenorizadamente a nossa consciência:  Na vida de família, escolho os trabalhos mais custosos, o lugar menos confortável, a comida menos apetitosa? Sei sacrificar o meu tempo e o meu descanso para ir em ajuda dos outros?

Abro mão dos meus critérios pessoais, às vezes dos meus preconceitos, para acolher as ideias dos que me rodeiam? Sei desprender-me, em benefício dos outros, do supérfluo a que estou apegado, do dinheiro que tanto valorizo, da segurança econômica que temo perder? Sei desprender-me também dos meus pontos de vista acidentais para evitar discussões inúteis, que servem apenas para reafirmar o meu amor-próprio? Enfim, estou disposto, a despeito do sofrimento pessoal, a perder para que os outros ganhem, a descer para que os outros subam, a sacrificar-me para que os outros se alegrem?


Pensemos sempre se estamos sabendo sacrificar-nos pelas pessoas que amamos!



Diácono Rilvan Stutz






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ONDE ESTÁ DEUS?






 





Fala ó Poderoso, o Senhor Deus, e chama a terra desde o levante até o poente''. Salmos 50:1.


Esta é com certeza a pergunta que mais ouvimos em nosso meio, ouvimos muito neste mundo secular, pessoas questionam a Deus no auge do desespero, questionam e reclamam por bênçãos, questionam por cura, procuram até o prometido que não conhecem. Neste momento aparece a necessidade imediata de melhorar de vida. Nesta hora, entra a preciosa chamada para prosperidade rápida.



Sabemos é prometido por muitos enganadores, que anunciam vidas mudadas de um dia para outro. Muitos esquecem que Deus está à frente de todas as coisas. Deus dirige a vida de cada um dos seus. Todo aquele que não merecer não alcançará. E todos que estiverem nos planos de Deus por seus merecimentos com certeza serão alcançados por bênçãos maravilhosas.


Certo homem bradou de forma irônica! Deus existe? Talvez ele estivesse fazendo está pergunta por motivo de uma distância espiritual muito grande Deus. Batendo ao peito, gritava! Deus não existe! Falava ainda, eu sofro tanto, peço tantas coisas a este Deus e nunca recebi nada, nunca fui atendido.


Este pequeno introito vem elucidar uma questão tão atual. Temos vivido e visto uma maioria de pessoas sem a presença de Deus em seu viver. Viajamos por algumas situações que envolvem Deus e o homem, sua criação principal. Podemos dizer que, quase diariamente ouvimos está frase “Onde está Deus”. Ainda lembramo-nos daqueles irmãos que lamentam dizendo “Deus não houve mais minhas orações”! São pessoas que vivem situações difíceis em suas vidas, temos muitos irmãos cristãos também neste meio de dificuldades. São as doenças os desajustes familiares a situação financeiras que destroem o equilíbrio familiar. Poderíamos enumerar multidões de casos graves.


Percebemos que a maioria exige o imediatismo e sempre com lamentações. Não são capazes de perceber que estão cegos em seus pecados. Para o Pai bondoso não atender. Com certeza estão à longa distancia de Deus. Dentro desta colocação, gostaria de comentar com os irmãos quatro tópicos importantes para nossas vidas, senão vejamos:

 
Constitui-se uma tragédia, acima de todas as tragédias, quando permitimos certas coisas em nossas vidas cristãs, que tornam impossíveis Deus responder nossas orações. Tais impedimentos à oração deveriam ser cuidadosamente identificados e banidos da nossa vida sem tardança.


Pode Deus tocar em nossos corpos quando aparecem as enfermidades ou os acidentes? Naturalmente; a pergunta é absurda. Deus pode todas as coisas. Foi Deus mesmo quem criou nossos corpos maravilhosos desde o princípio, é Deus quem demonstra por muitas vezes, sem número, que Ele é capaz de nos manter saudável de espírito e do corpo.
 
O ministério da intercessão não necessita de colação de grau. Podem servir tanto o mais idoso quando o mais jovem dos crentes. A prática da oração não necessita de uma Catedral. Teu quarto de dormir ou tua cela na prisão são igualmente apropriados. Nem riquezas nem posição social fazem qualquer diferença. Este ministério ativa a todos os outros ministérios. Tudo, na vida cristã, depende muito do Pai Celeste.


O apóstolo Paulo foi quem escreveu está oração, das profundezas de uma cela, em uma prisão romana. Alguns têm dito que se trata da compreensão mais perfeita do que seja uma oração verdadeira, nas páginas da Bíblia Sagrada. “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas diante de Deus as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo entendimento, guardará os vossos corações e as vossas mentes em Cristo Jesus.
Filipenses 4: 6,7.
 



Um dos grandes problemas é que nós mesmos limitamos a Deus com nossas atitudes impensadas. Não limitemos a Deus, o futuro de Deus é maravilhoso e muito além de todos os nossos mais rebuscados sonhos. Quando os homens não mais aprenderão a arte da guerra, mas transformarão suas lanças e espadas em instrumentos pacíficos. Quando sobre as campainhas dos cavalos estiver escrito “Santidade ao Senhor”. Quando o deserto florescer como uma rosa, Deus estará conosco. Não limitemos a Deus.

 
Oremos acerca de tudo isso!


Diácono Rilvan Stutz







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